Raquel Lyra e Carlos Veras estarão juntos em Ibimirim
Por Nill Júnior
Neste domingo (14), Ibimirim terá a primeira visita oficial da governadora Raquel Lyra (PSD) ao município.
O evento, marcado para as 16h em frente ao Hospital Marcos Ferreira D’Ávila, contará com a presença do prefeito Welliton Siqueira (PSDB), da vice-prefeita Jania da Farmácias, além de deputados estaduais e federais aliados.
A solenidade será marcada por importantes entregas da gestão municipal. O prefeito Welliton Siqueira fará a entrega de um ônibus modelo Marruá e de uma clínica odontológica móvel, ampliando a frota de serviços e o acesso à saúde para a população. Além disso, anunciará mais de R$ 30 milhões em novos investimentos, voltados para transformar áreas estratégicas do município.
A governadora Raquel Lyra, por sua vez, assinará a ordem de serviço para a construção de uma creche e entregará a nova sala de raio-x do hospital, consolidando parcerias entre o Governo do Estado e a Prefeitura.
Segundo Welliton Siqueira, trata-se da “maior frente de entregas da história de Ibimirim”.
O anúncio terá a presença do Deputado Federal Carlos Veras, do PT, e do Deputado Estadual Dannilo Godoy, do PSB, aliados de Wellington.
Comerciantes que atuam no Mercado do Peixe, Afogados da ingazeira, reclamaram hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que as obras de requalificação do local, fruto das determinação da Fiscalização Preventiva Integrada, estão paralisadas. Com isso, sete boxes que atendiam a comercialização e consequentemente as pessoas que atuam no local estão paradas. Alegam que […]
Comerciantes que atuam no Mercado do Peixe, Afogados da ingazeira, reclamaram hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que as obras de requalificação do local, fruto das determinação da Fiscalização Preventiva Integrada, estão paralisadas.
Com isso, sete boxes que atendiam a comercialização e consequentemente as pessoas que atuam no local estão paradas. Alegam que as famílias estão prejudicadas com a demora em requalificar o espaço.
“Já ligamos para Sandrinho nove vezes e ele não nos atende. Cada vez é uma desculpa das pessoas” Segundo elas, a Vigilância Sanitártia local tinha ciência do problema. “Eles sabiam quelá não era adequado. Mas o fiscal aparecia pouco e o funcionário da limpeza ia quando queria. Quabndo a gente reclamava diziam que era porque era concursado”.
O mercado foi fechado dia 31 de julho. De acordo com o promotor e coordenador da Fiscalização Preventiva Integrada no Pajeú, André Fellipe Menezes, a interdição se deu por não atender minimamente as condições sanitárias.
“Encontramos gatos, condições sanitárias insustentáveis”, afirmou, dizendo que A vigilância Sanitária do Município também foi notificada. Há grande expectativa de que ação similar também seja adotada em relação aos açougues, cujas informações indicam condições sanitárias insatisfatórias.
Comissão responsável pela construção da nova igreja do bairro de São Francisco, em Afogados da Ingazeira, enfrenta dificuldades financeiras para concluir o projeto Por Sebastião Araújo Esperança e fé têm marcado os dias da vendedora Luciete de Almeida. Devota de São Francisco de Assis, ela não vê a hora de voltar a frequentar a igreja […]
Comissão responsável pela construção da nova igreja do bairro de São Francisco, em Afogados da Ingazeira, enfrenta dificuldades financeiras para concluir o projeto
Por Sebastião Araújo
Esperança e fé têm marcado os dias da vendedora Luciete de Almeida. Devota de São Francisco de Assis, ela não vê a hora de voltar a frequentar a igreja católica do bairro onde reside e que leva o nome do santo, situado na periferia de Afogados da Ingazeira.
Com a expansão territorial da localidade ao longo dos últimos vinte anos, a pequena igreja dedicada a São Francisco, construída nos anos 1960, e que tinha capacidade para, no máximo, 60 pessoas, não comportava mais o crescente número de fiéis e acabou sendo demolida. “Agora, vamos ganhar uma igreja de verdade”, espera Luciete, ansiosa.
A vendedora, que participa ativamente do movimento religioso na comunidade, refere-se à construção da nova paróquia, pertencente à Diocese de Afogados da Ingazeira.
A obra começou a ser erguida no ano passado mas caminha a passos lentos devido à pandemia do novo coronavírus. Sem recursos financeiros para continuar com o projeto, a comissão que está à frente da construção teve que se valer até agora do dinheiro apurado com a ajuda dos próprios moradores do bairro.
Também tem procurado angariar recursos com a promoção de rifas, festivais de prêmios e bazar, montado todo sábado na feira livre da cidade. Só com mão de obra, todo mês são gastos cerca de R$ 4 mil.
Para concluir a edificação, erguida numa área de 300 metros quadrados, são necessários aproximadamente R$ 250 mil. A área construída está cercada por arames, o que não evita de estar sendo utilizada indevidamente por desocupados.
Padre Luiz Marques, ou Padre Luizinho, como é mais conhecido, tem-se mostrado apreensivo com o desenvolvimento do projeto.
“Além de poder haver depredação, o próximo inverno pode afetar bastante o que já foi feito”, relata o pároco.
Estão faltando o telhado, portas, janelas, toda parte elétrica e hidráulica, acabamento e estrutura interna. A madeira para colocar no telhado já foi doada, mas ainda não chegou no local por causa das chuvas no Pará, onde foi comprada, e também por conta da pandemia. Além da área dedicada às celebrações, a matriz deve ganhar uma sacristia e secretaria.
Atualmente, as missas acontecem no salão paroquial ou dentro da própria construção, respeitadas as normas de prevenção e controle contra a pandemia.
“Em meio a tantas dificuldades, a fé do povo fez com que a construção continuasse, mesmo sem ser dentro do esperado. Permanecemos trabalhando e pedindo a colaboração de todos os que se sentirem tocados a nos ajudar”, pontua Padre Luizinho, que é uma das grandes lideranças religiosas do Sertão pernambucano.
Desde o início dos anos 1990 até agora, pelas paróquias e cidades por onde passou, o sacerdote deixou sua marca.
Em São José do Egito fundou o lar do idoso Casa da Divina Misericórdia; em Ingazeira criou centros pastorais na própria sede do município e no distrito de Santa Rosa e em Carnaíba lançou a festa em homenagem ao compositor Zé Dantas, além de ter reformado várias igrejas.
Quem quiser colaboração com a construção da paróquia de São Francisco de Assis pode fazer o depósito no Banco do Brasil, na conta 7172-2, agência 0570-3 ou pelo Pix: 09.654.914/0020-03.
Dentro do olho do furacão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e envolvido fortemente na discussão do projeto de reforma da Previdência proposto pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal pernambucano João Campos (PSB) conversou com a reportagem do LeiaJá para explanar suas visões sobre o atual momento político […]
Dentro do olho do furacão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e envolvido fortemente na discussão do projeto de reforma da Previdência proposto pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal pernambucano João Campos (PSB) conversou com a reportagem do LeiaJá para explanar suas visões sobre o atual momento político que o Brasil passa.
Sobre o projeto da nova Previdência, o parlamentar acredita que o interesse do governo é diferente do que ele acha melhor para a transformação da Previdência. “Ele faz de uma forma com que o povo mais pobre pague essa conta e a gente consegue ver isso se olhar os próprios dados do governo. Isso tem uma faca em cima da classe mais sofrida do país”, pontuou Campos.
Ele ainda afirmou que o projeto “vai atacar a classe trabalhadora. O discurso é mentiroso”. Envolto nessa discussão, o pernambucano também considera que o projeto, do jeito que está, não tem caráter distributivo, nem solidário.
“A gente tem que discutir uma reforma da Previdência, mas eu queria deixar claro que a Previdência não é o maior problema brasileiro e a reforma da Previdência não é a solução do país. O discurso que o governo coloca é que se fizer a reforma o Brasil vai virar uma Alemanha, um Japão. Diz que vai gerar emprego, da mesma foram que falaram que a reforma trabalhista geraria. E não teve nada disso. É um discurso mentiroso”, alfinetou.
Questionado sobre um modelo ideal de reforma da Previdência, Campos afirmou que acredita em dois pilares. “O primeiro é acabar com o privilégio e colocar todo mundo no teto do regime geral. Já o segundo é discutir um maior tempo para poder se aposentar, mas não da forma que foi. Não podemos aumentar essa idade em cima de quem trabalha mais, como é o caso das mulheres, do trabalhador rural”, sugeriu o deputado.
Os lados da situação e oposição dentro da Câmara Federal também foram mencionados por Campos. “Acho que a nossa organização (da oposição) é muito maior que a deles (da situação). Mas atualmente acontece uma coisa muito rara, é que há duas minorias: oposição e situação. O grupo maior lá dentro é o independente. E normalmente não é assim”, disse.
Em sua avaliação, Campos aproveitou para reprovar a gestão do presidente Jair Bolsonaro até o momento. “Ele não enfrenta os verdadeiros problemas dos brasileiros. Nosso principal desafio é desigualdade social e acho que o maior instrumento que temos é investir em educação. Enquanto isso o presidente está preocupado em censurar vídeos de campanhas publicitárias, em falar de questões ideológicas do Enem. Enquanto isso, as causas que realmente importam estão paradas”, opinou.
O deputado ainda lembrou da ausência do presidente com a região Nordeste. “Ele já foi a cinco países e não veio ao Nordeste. Isso mostra a prioridade que o governo tem e essa prioridade não é a nossa região. Mesmo que tivesse boa vontade, ele não conhece a realidade do Nordeste”, declarou Campos, que não deixou de criticar a intromissão dos filhos de Bolsonaro na festão do governo: “Isso é muito ruim, ocupa espaços para além de suas funções. Não tem liturgia. Carlos Bolsonaro, por exemplo, para todo mundo de fora ele parece ser mais poderoso que qualquer ministro, que qualquer presidente”.
Em uma realidade local, João Campos também explanou sobre uma possível candidatura a Prefeitura do Recife em 2020. “Acho que esse debate não deve ser feito agora. O foco no momento é cumprir meu mandato, estou na CCJ discutindo a Previdência, tendo uma articulação importante lá em Brasília. Meu foco agora é esse”, finalizou.
A Azul está ampliando a sua malha de voos regionais no Nordeste, desta vez, ligando o Recife ao município de São Raimundo Nonato, no sudeste do Piauí, município onde está localizado o Parque Nacional Serra da Capivara, onde está o maior complexo de sítios arqueológicos da América. A rota irá funcionar num “modelo triangular” incluindo também o município de Petrolina, distante cerca de 300 […]
A Azul está ampliando a sua malha de voos regionais no Nordeste, desta vez, ligando o Recife ao município de São Raimundo Nonato, no sudeste do Piauí, município onde está localizado o Parque Nacional Serra da Capivara, onde está o maior complexo de sítios arqueológicos da América.
A rota irá funcionar num “modelo triangular” incluindo também o município de Petrolina, distante cerca de 300 quilômetros do município piauiense.
A nova frequência, com saídas às quintas-feiras e aos domingos do Recife, busca atender um mercado turístico com forte apelo internacional, trazendo visitantes, por meio do hub que a companhia mantém na capital pernambucana, ao Parque Nacional Serra da Capivara, que entre outros motivos, atrai dezenas de estudantes universitários de todo o mundo.
A rota será operada da seguinte forma: Recife (12h45), com chegada em São Raimundo Nonato às 14h45, na quinta-Feira. Em seguida, o mesmo avião sai de São Raimundo Nonato, às 15h25, em direção a Petrolina (16h25). Da cidade sertaneja, a aeronave retorna ao Recife às 17h05, chegando na capital por volta das 18h45.
Já aos domingos, o voo sai do Recife às 12h45. Chega em Petrolina às 14h25 e sai em seguida, às 15h05, para São Raimundo Nonato (16h05). Do Piauí, a aeronave retorna às 16h45, chegando ao Recife às 18h45. As frequências são operadas por um ATR 600, que comporta até 70 passageiros.
Apesar de ser mais uma alternativa para chegar e sair de Petrolina, tanto para o Recife quanto para São Raimundo Nonato, a rota lançada pela Azul não deve baratear, por enquanto, baratear as passagens para quem deseja chegar à cidade do Sertão pernambucano.
O trecho Recife-São Raimundo Nonato já pode ser encontrado por R$ 632,64 (dia 19 de janeiro de 2023). A volta, no dia 22 de janeiro, sai por R$ 266,90, por exemplo. A informação é do JC Online.
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