Raquel Lyra defende união política e critica “teoria do caranguejo”
Por André Luis
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), fez nesta segunda-feira (11) um apelo pela união de forças políticas no Estado e no Nordeste, afirmando que “não há tempo para política menor”. A declaração foi publicada em vídeo nas redes sociais da gestora.
“Não adianta a gente chegar no Nordeste brasileiro, em Pernambuco, e ter um querendo atrapalhar o caminho do outro, porque Pernambuco e o Nordeste têm pressa. Precisamos de consensos”, afirmou.
Raquel também criticou práticas que, segundo ela, atrasam o desenvolvimento da região, usando como metáfora a “teoria do caranguejo”. “Quando um quer subir no balde, o outro puxa para baixo. Não dá tempo para isso. Só temos tempo para crescer e fazer nosso Estado crescer, sem deixar ninguém para trás”, completou.
A fala da governadora tem dois endereços. Ao opositores na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que têm dificultado a aquisição de empréstimos e o recente embate com o governo do Ceará que terminou com a queda de Danilo Cabral da superintendência da SUDENE.
Do Estadão O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do […]
O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do PMDB. “Vamos colocar como primeiro ponto derrotar o distritão”, disse o vice-líder do PT, Henrique Fontana (RS), após reunião da bancada.
Com o distritão, os candidatos a deputado mais votados em cada Estado seriam eleitos, sem a transferência de voto dentro dos partidos ou voto de legenda nas eleições proporcionais. A crítica é que esse modelo, existente em poucos países – como o Afeganistão -, estimularia o personalismo, concentrado em candidatos famosos e com mais recursos para publicidade e enfraquecendo os partidos e a representação de minorias no Congresso.
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) deixou a reunião de sua bancada criticando a postura do presidente da Câmara, a quem fez oposição durante a eleição da Mesa Diretora. “Estamos cheios de propostas de reforma que têm dono aqui na Câmara e temos de acabar com isso. Acham que (a reforma como sugere Cunha) é boa para a sociedade, mas não é”, disse.
O vice-líder do PT foi mais duro nas críticas a Cunha, após a decisão do presidente de dissolver a comissão especial que debatia a reforma e elaborava um relatório para, somente após a decisão colegiada, colocar as propostas de mudanças no sistema eleitoral em pauta no plenário.
“Nós vamos exigir o cumprimento integral do regimento, porque ninguém pode discutir o futuro da democracia com o trator ligado. O demonstrativo de ontem foi muito negativo. A postura do presidente de impedir a comissão de votar é lamentável, é uma espécie de uso excessivo da força. Não há dúvidas de que foi uma violência regimental, no mínimo”, considerou Fontana.
Segundo Delgado, a articulação conduzida por Cunha e o relator da reforma em plenário, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está se pautando por “assédio” aos partidos pequenos para conseguir aprovar o distritão.
Professoras que trabalham passando diariamente pela PE 292 acharam uma forma divertida e inteligente de cobrar celeridade para a conclusão da obra tão importante para os sertanejos. Na placa que indica a obra, acrescentaram um termo para criticar o que consideram uma lentidão injustificável. “Somos um grupo de professoras que diariamente precisa utilizar esta estrada […]
Professoras que trabalham passando diariamente pela PE 292 acharam uma forma divertida e inteligente de cobrar celeridade para a conclusão da obra tão importante para os sertanejos.
Na placa que indica a obra, acrescentaram um termo para criticar o que consideram uma lentidão injustificável. “Somos um grupo de professoras que diariamente precisa utilizar esta estrada e resolvemos protestar sobre este descaso do poder público com este problema que aumenta a cada dia. Chega”, reclamam uma manifestante.
Atenção, trecho em obras, diz a placa. As manifestantes acrescentaram: “Intermináveis”…
O Governo do Estado confirma em nota que o vice-governador Raul Henry assumirá interinamente o governo até o próximo domingo (14). O governador Paulo Câmara transmitiu o cargo no último domingo (07). Segundo a nota, ele tirou sete dias de férias com a família. No tocante ao período de momo, Câmara já havia passado o bastão […]
O Governo do Estado confirma em nota que o vice-governador Raul Henry assumirá interinamente o governo até o próximo domingo (14).
O governador Paulo Câmara transmitiu o cargo no último domingo (07). Segundo a nota, ele tirou sete dias de férias com a família.
No tocante ao período de momo, Câmara já havia passado o bastão para Henry. Ele ficou no carnaval no Recife Antigo e Galo da Madrugada de sexta para sábado e participou do carnaval de Bezerros. Os demais pólos seriam visitados pelo agora governador em exercício.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE), primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, anunciou nesta terça-feira (23) que assinou a representação da Mesa Diretora pedindo a suspensão do mandato dos parlamentares que invadiram a Mesa do Plenário e impediram o funcionamento da Casa. Segundo Veras, a medida busca resguardar a democracia e a institucionalidade do Parlamento diante […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE), primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, anunciou nesta terça-feira (23) que assinou a representação da Mesa Diretora pedindo a suspensão do mandato dos parlamentares que invadiram a Mesa do Plenário e impediram o funcionamento da Casa.
Segundo Veras, a medida busca resguardar a democracia e a institucionalidade do Parlamento diante de atos que classificou como graves. “Defendo que o Conselho de Ética endureça as penalidades, adequando-as à gravidade dos atos cometidos. O Brasil e o Parlamento não vão se abaixar para aqueles que vivem flertando com a ditadura”, afirmou.
A representação será analisada pelo Conselho de Ética da Câmara, responsável por instaurar processos disciplinares contra os deputados envolvidos. Se aceita, poderá resultar em punições que vão de censura a suspensão temporária do mandato.
Por André Luis Os tempos sombrios vivenciados por todos nós com o surgimento da pandemia do Novo Coronavirus ficaram para trás. Hoje, visitando o passado não muito distante, me lembrei dos momentos tensos e angustiantes que me abatiam na espera dos boletins epidemiológicos diários divulgados pelas secretarias de saúde das dezessete cidades da região do […]
Os tempos sombrios vivenciados por todos nós com o surgimento da pandemia do Novo Coronavirus ficaram para trás. Hoje, visitando o passado não muito distante, me lembrei dos momentos tensos e angustiantes que me abatiam na espera dos boletins epidemiológicos diários divulgados pelas secretarias de saúde das dezessete cidades da região do Pajeú para fazer o levantamento e informar os números contabilizados naquele dia.
Houve momentos em que o cansaço emocional quase me dominava. Era muito triste contabilizar os óbitos que se seguiam dia após dia numa crescente que pareceria não ter fim.
O dia 19 de janeiro de 2021 ficou gravado na memória. A técnica de enfermagem Sandra Íris Alencar Santos (foto que ilustra a matéria) foi a primeira pessoa vacinada contra COVID-19 no Sertão do Pajeú. Momento marcante, onde a esperança floresceu. Eu estava lá no Centro Especializado de Reabilitação (CER III) de Afogados da Ingazeira, que durante o momento crítico da Covid-19 funcionou como Unidade de Campanha Dia. Acompanhei o ato e pude presenciar esse momento carregado de emoção e sentidos.
O surgimento das vacinas trouxe novos desafios. Combater a desinformação disseminada por grupos antivacinas ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mas como era esperado, desde o surgimento, as vacinas se tornaram uma ferramenta fundamental no combate à disseminação da doença. No Brasil, a campanha de vacinação em massa desempenhou e desempenha um papel crucial na busca pela imunidade coletiva e na redução dos impactos causados pela COVID-19.
As vacinas contra o Coronavírus são desenvolvidas a partir de pesquisas científicas rigorosas, envolvendo estudos clínicos e testes em larga escala. Elas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a produzir uma resposta imune contra o vírus, prevenindo a infecção ou reduzindo a gravidade da doença em caso de contaminação.
No contexto brasileiro, a vacinação em larga escala é fundamental para controlar a disseminação do vírus e evitar o colapso do sistema de saúde. Através da imunização, é possível reduzir a transmissão do vírus, proteger os grupos mais vulneráveis e diminuir o número de internações e óbitos relacionados à COVID-19.
Além disso, as vacinas desempenharam um papel importante na retomada das atividades econômicas e sociais. Com uma parcela significativa da população vacinada, foi possível reduzir as restrições e medidas de distanciamento social, possibilitando o retorno gradual à normalidade e a recuperação da economia.
No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) – que completou 50 anos nesta segunda-feira (18) – tem coordenado a distribuição e aplicação das vacinas contra a COVID-19 em todo o território nacional. O governo tem trabalhado para garantir o abastecimento de doses, seguindo critérios de priorização e buscando atingir o maior número de pessoas possível.
É importante ressaltar que a vacinação é uma responsabilidade coletiva. Cada indivíduo que se vacina não apenas protege a si mesmo, mas também contribui para a proteção da comunidade. A imunização em massa é fundamental para controlar a propagação do vírus, interromper cadeias de transmissão e reduzir a ocorrência de variantes mais perigosas.
Porém, é necessário enfrentar alguns desafios, como a desinformação e a hesitação em relação às vacinas. É fundamental que as autoridades de saúde promovam campanhas educativas, baseadas em evidências científicas, para esclarecer dúvidas e fornecer informações confiáveis sobre a eficácia e segurança das vacinas.
Por fim, as vacinas têm um papel crucial no combate à pandemia do Novo Coronavírus no Brasil. Através da imunização em massa, é possível reduzir a disseminação do vírus, proteger os grupos mais vulneráveis, controlar a doença e retomar a normalidade. É responsabilidade de todos apoiar e participar da campanha de vacinação, contribuindo para a saúde e bem-estar da população brasileira.
Você precisa fazer login para comentar.