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Raquel Lyra convida Zeinha Torres para integrar equipe de governo, mas erro em nota gera confusão sobre cargo

Por André Luis

“Tem lugar para todos, não há briga pelo cargo de Articulador Regional”, destaca Mário Viana Filho

A recente divulgação pela assessoria do prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), de que ele teria sido convidado pela governadora Raquel Lyra para ocupar o cargo de Articulador Regional da Casa Civil, causou surpresa e movimentação nos bastidores políticos do Sertão. O motivo: atualmente, a função é desempenhada por Mário Viana Filho, conhecido por sua lealdade à governadora desde o início de sua trajetória rumo ao Palácio do Campo das Princesas.

Em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, Zeinha esclareceu o mal-entendido e revelou detalhes do convite feito por Raquel. Segundo ele, a reunião com a governadora, inicialmente destinada a tratar de demandas do município, como o asfaltamento no centro de Iguaracy, culminou em um convite para integrar a equipe estadual.

“Fiquei surpreso, mas muito feliz com o convite. A governadora tem sido uma grande parceira do nosso município e, mesmo após 28 anos na política e com planos de descansar, aceitei a oportunidade de continuar contribuindo”, destacou Zeinha. No entanto, ele frisou que o cargo a ser ocupado ainda não foi definido e atribuiu o erro na divulgação à sua assessoria. “Não discutimos qual seria a função. Foi um equívoco dizer que seria Articulador Regional”, esclareceu.

Diante da repercussão, o blog procurou Mário Viana Filho para comentar a situação. Mário foi categórico ao afirmar que a questão não deve gerar disputas internas. “Esse cargo já foi ocupado, em um passado recente, por três ex-prefeitos da região ao mesmo tempo. Tem lugar para todos, não há briga pelo cargo de Articulador Regional da Casa Civil. Mais de uma pessoa pode exercer essa função, sem necessidade de exonerações”, pontuou.

Outras Notícias

Primeiro Frente a Frente do ano direito da Rádio Pajeú

Devido ao feriado de ontem, o primeiro Frente a Frente de 2024, programa que o jornalista Magno Martins ancora pela Rede Nordeste de Rádio, será produzido e gerado hoje pela Rádio Pajeú, em Afogados da Ingazeira. Na pauta, a crise municipal num debate com a participação dos prefeitos de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), […]

Devido ao feriado de ontem, o primeiro Frente a Frente de 2024, programa que o jornalista Magno Martins ancora pela Rede Nordeste de Rádio, será produzido e gerado hoje pela Rádio Pajeú, em Afogados da Ingazeira.

Na pauta, a crise municipal num debate com a participação dos prefeitos de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), Sávio Torres (PTB) e Adelmo Moura (PSB).

Vai ao ar das 18 às 19 horas pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Bahia, tendo como cabeça de rede a 102.1 FM, no Recife.

Se você deseja ouvir pela internet, clique no link em destaque acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.

Pela Pajeú,  você escuta sintonizando 99,3 FM, pelos aplicativos próprios e pelo RadiosNet.  Este jornalista também participa do bate papo a convite do amigo Magno.

Ausência de “porteiro” gera alto número de estabelecimentos interditados em Afogados

Vários estabelecimentos foram temporariamente interditados em Afogados da Ingazeira. O fechamento durou de duas a três horas e aumenta caso haja reincidência. De acordo com o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto,  a punição teve relação com a lei que define a necessidade de um “porteiro”, figura que deve controlar o número de pessoas dentro […]

Vários estabelecimentos foram temporariamente interditados em Afogados da Ingazeira. O fechamento durou de duas a três horas e aumenta caso haja reincidência.

De acordo com o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto,  a punição teve relação com a lei que define a necessidade de um “porteiro”, figura que deve controlar o número de pessoas dentro do espaço com base no número de metros quadrados para circulação.

Os principais setores fiscalizados por Vigilância Sanitária com suporte da PM foram lojas de material de construção, de móveis e supermercados.

Em alguns locais isoladamente,  as equipes enfrentaram queixas e alguma resistência.  Segundo a Vigilância Sanitária,  alguns foram fechados mesmo com a figura do porteiro porque na nos últimos dias descumpriram o decreto.

Dilma cumpre só um terço do que previu no início do ano

Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”. Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco. […]

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Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”.

Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco.

Mas esses não foram os únicos compromissos não cumpridos. Dos objetivos que estavam na mensagem, muito pouco foi para a frente.

Das 34 principais metas para 2015 que Dilma especificou na mensagem, só 11 (32,3%) foram atingidas, enquanto 17 (50%) tiveram desempenho insatisfatório.

Outras 6 (17,7%) saíram do papel em parte, uma vez que o prazo fixado para implementação vai além deste ano.

“Em 2014, o Brasil parou à espera da eleição; em 2015, o Brasil tombou”, diz Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Crédito, inflação, crescimento e emprego –tudo isso teve uma deterioração muito superior ao que qualquer um esperava.”

Em 2015, praticamente as únicas metas econômicas atingidas pela presidente foram aumentos de impostos.

Segundo Mello, era necessária mudança na política econômica, porque não deram certo a estratégia de subsídios às indústrias e as tentativas de reduzir juros do primeiro mandato de Dilma.

Mas o professor vê luz no fim do túnel –para ele, boa parte do ajuste já foi feita, e o país inicia 2016 melhor.

Já o especialista em finanças públicas Mansueto Almeida acredita que o pior do ajuste ainda está por vir.

“Estamos muito longe de ter concluído o ajuste: o corte de gastos se deu à custa de enorme redução no investimento público, de 40% até outubro, e mudança no cronograma do pagamento do abono salarial, que é uma economia temporária”, diz.

Segundo ele, as despesas obrigatórias continuam crescendo muito –o gasto com INSS em 2015 e 2016 vai aumentar 0,9 ponto porcentual do PIB e o deficit da Previdência vai chegar a 2% do PIB.

Mansueto diz que Dilma “colhe o que plantou”. Segundo ele, de 2008 a 2014, a dívida pública cresceu R$ 500 bi, grande parte subsídio a empréstimos de bancos públicos.

“O processo de arrumar a casa ainda vai levar muito tempo; no ano que vem é necessário aprovar ajustes estruturais para possibilitar que as despesas obrigatórias cresçam menos que a inflação, mas não vejo a presidente ter base política para isso.”

EDUCAÇÃO SOFRE

Com a necessidade de cortar gastos e a falta de apoio no Congresso, todas as áreas do governo sofreram em 2015. Nem o Ministério da Educação, estrela do plano Pátria Educadora, salvou-se. Algumas metas importantes, como a entrega de creches, foram cumpridas. Mas a maioria ficou muito aquém.

“Considerando o quanto estamos atrasados, os resultados são decepcionantes”, diz Naercio Menezes, coordenador do centro de políticas públicas do Insper.

Segundo Menezes, é necessário fazer que municípios e Estados melhorem a qualidade da educação que oferecem, aumentando o número de horas aula, reformulando o currículo das faculdades de pedagogia, dando incentivos para os melhores professores e alunos e reforço para os jovens que têm dificuldade.

O colunista da Folha Celso Rocha de Barros, doutor em Sociologia pela Universidade de Oxford, adverte que o problema não é este ano, mas sim a conta dos anteriores: “2015 foi o ano de consertar o que estava errado.”

Secretária de Infraestrutura fala nesta sexta à Rádio Pajeú

A assessoria da Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, confirmou com a produção do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM, sua participação para falar da situação das rodovias que cortam a região, como as PEs 320, 275 e 264. A entrevista faz parte da agenda da Secretária na região. Fernandha visita […]

A assessoria da Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, confirmou com a produção do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM, sua participação para falar da situação das rodovias que cortam a região, como as PEs 320, 275 e 264.

A entrevista faz parte da agenda da Secretária na região. Fernandha visita as obras.  O início das intervenções na região de Sertânia, no Moxotó, começaram nesta segunda-feira (17), a partir das PEs 275 e 360.

As rodovias recebem, segundo a Secretaria, serviços de capinação, desobstrução de dispositivos de drenagem e recuperação asfáltica. Na PE-275, o trecho a ser contemplado vai da entrada da PE-264 (Grossos) até a divisa com a Paraíba. A via está em situação muito ruim, segundo os motoristas.

Já o trabalho na PE-360 será realizado a partir da Entrada da BR-110 até a Entrada para a BR-316, em Floresta.

PSB diz que afastamento dos Ferreira ocorreu por falta de espaço na chapa ao Senado

Nota Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco. Nosso Estado se firma na Federação como um dos poucos que consegue atravessar a grave crise econômica causada pelos problemas vindos de Brasília, sem descuidar de importantes investimentos na segurança pública, na saúde e sobretudo […]

Nota

Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco. Nosso Estado se firma na Federação como um dos poucos que consegue atravessar a grave crise econômica causada pelos problemas vindos de Brasília, sem descuidar de importantes investimentos na segurança pública, na saúde e sobretudo na educação.

No processo eleitoral que se avizinha, o grupo familiar dos Ferreira enxerga apenas sua participação ocupando uma das vagas que disputará o Senado da República.

Diante disso, entendemos que o atual afastamento, depois de quarenta e dois meses de presença no Governo do Estado e na Prefeitura do Recife, se dá unicamente no fato de termos demonstrado que não haverá espaço na futura chapa majoritária da Frente Popular para o referido grupo familiar, uma vez que não faz parte da história do nosso conjunto aceitar esse tipo de imposição.

Sileno Guedes

Presidente Estadual do PSB-PE