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Radialistas do Pajeú se reuniram hoje em Afogados

Por Nill Júnior
Radialistas visitam a Rádio Pajeú, antes do evento
Radialistas visitam a Rádio Pajeú, antes do evento: além deste blogueiro, Jota Silveira, Celso Brandão, Gerson Lima e Orlando Santos

Promovido pelo Sindicato dos Radialistas de Pernambuco, um encontro aconteceu hoje no Cine Teatro São José  reunindo profissionais do Pajeú. A articulação foi do próprio Sindicato.

Pela manhã houve palestra sobre  tema “Relações humanas dentro do ambiente de trabalho”, com o palestrante Gerson Lima. Natural de Garanhuns, Gerson exercitou várias dinâmicas para pavimentar seu roteiro com reforço ao que devemos fortalecer e evitar no ambiente de trabalho e na vida.

Chamaram atenção as dinâmicas envolvendo nomes históricos do rádio como Anchieta Santos, Vanderley Galdino, Ednar Charles e Zé Leite, além de contemporâneos como Juliana Lima, Michelli Martins, Erivânia Barros e tantos outros.

Radialistas reunidos em Afogados
Radialistas reunidos em Afogados: Juliana Lima, Jota Batista, este blogueiro, Orlando Santos, Anchieta Santos, Tito Barbosa, Erivânia Barros, Michelli Martins, Tony Medeiros, Zé Leite, Celso Brandão, Genilson Dias, Ednar Charles, Carlinhos e Vanderley Galdino : mais radialistas do que gente…

À tarde, o tema foi “Legislação e aposentadoria Especial”, com Décio Petrônio, advogado do Sindicato. Participaram trabalhadores em emissoras de Rádio de Afogados da Ingazeira e da região. Décio, que é sertanejo de Afogados da Ingazeira, falou sobre vários aspectos legais que envolvem a radiodifusão, a partir da Lei 6.615, que trata das atribuições e várias atividades ligadas à função de radialista.

Décio Petrônio, advogado do Sindicato e Jota Silveira, Diretor da entidade
Décio Petrônio, advogado do Sindicato e Jota Silveira, Diretor da entidade

Outro ponto importante discutido foi a necessidade de realização de um curso de radialismo pelo Sindicato, para formalizar a situação de profissionais da região que, apesar de estarem vinculados ao meio rádio, ainda não são legalmente registrados como radialistas no Ministério do Trabalho, com o que aprendemos a chamar de  DRT. O Sindicato comprometeu-se a trazer ao Médio Pajeú experiência que funcionou bem em Salgueiro e Serra Talhada.

Pouco antes, no intervalo pós almoço, profissionais de algumas cidades sertanejas e representantes do Sindicato visitaram a Rádio Pajeú e também o Museu do Rádio, no Bairro São Francisco, onde nasceu a emissora.

Outras Notícias

Afogados: Prefeito vistoria obras

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, vistoriou na manhã desta quinta (16), as obras de esgotamento sanitário que estão sendo realizadas pela Secretaria de Infraestrutura no Bairro Padre Pedro Pereira, segundo nota ao blog. Está sendo instalada, com recursos próprios, uma rede coletora de esgoto com tubulações de 150 milímetros na Rua José […]

vistoria obra esgotamento sanitárioO Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, vistoriou na manhã desta quinta (16), as obras de esgotamento sanitário que estão sendo realizadas pela Secretaria de Infraestrutura no Bairro Padre Pedro Pereira, segundo nota ao blog.

Está sendo instalada, com recursos próprios, uma rede coletora de esgoto com tubulações de 150 milímetros na Rua José Amâncio de Brito, a rua por trás do cemitério Parque da Saudade. A rede terá 600 metros de extensão e vai beneficiar moradores das Ruas José Amâncio e das suas diversas travessas.

“Essa é uma ação importante, de cidadania, atendendo a um clamor da população local. Esperamos concluir o mais rápido possível os serviços para acabar, de uma vez por todas, com o esgoto na porta dessas pessoas,” afirmou Patriota durante a visita.

Novos calçamentos – Ontem (15) O Prefeito reuniu-se com moradores no Bairro Costa, para discutir os problemas enfrentados na área e avaliar a possibilidade de realização do calçamento de mais duas travessas das Ruas Izídio Leite e Tancredo Neves. Após uma vistoria técnica, o Prefeito autorizou a pavimentação das duas travessas. Na próxima semana, a Prefeitura vai inaugurar as Ruas 14, no Residencial Dom Francisco, e a Pajeú, no Bairro Costa.

Treze partidos na convenção de Flávio Marques em Tabira

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h.  Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade […]

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h. 

Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Flávio declarou que 13 partidos farão a convenção conjunta. São eles: PT, PSB, PTB, Rede, PSD, PC do B, Patriota, Solidariedade, Avante, Pros, Republicanos, Podemos e PSDB. 

Confirmaram presenças os deputados Carlos Veras e Doriel Barros. Foram convidados Antônio Morais, Ricardo Teobaldo e André de Paula. 

Flávio garantiu que todas as regras sanitárias serão observadas e até 100 pessoas estarão no espaço. 

A respeito da escolha do vice, o pré-candidato, enalteceu o processo de discussão dentro do bloco governista. Disse acreditar que até amanhã o nome poderá ser revelado. 

Provocado a falar sobre o nível da campanha que já dá sinais de baixo nível nas redes sociais e até em jingle de quem já fez convenção, Flávio garantiu não fazer parte do seu perfil. “Faremos uma campanha propositiva, bem diferente da velha política”. 

Além de dirigir palavras de elogios a atuação do deputado Carlos Veras e a sua importância para o futuro governo tabirense, ele se mostrou otimista com a parceria com o Governo Paulo Câmara. 

Falou sobre o que o desgaste da gestão Sebastião Dias pode afetar em sua campanha e até sobre a atuação da Guarda Municipal.

“A guarda que hoje bem aparelhada é referência para muitas outras cidades pela sua atuação em defesa do cidadão, já viveu momentos horríveis. Numa época, era utilizada para espancar as pessoas que discordavam da gestão e em outra para acompanhar o governante, lhe dando segurança em seu tour etílico”.

Gigante do Agronegócio que anunciou fusão bilionária responde a Ação contra empresa do Nordeste

Uma das fusões mais impactantes do Agronegócio mundial, entre a americana Dow Chemical, antiga Dow Agroscienses e a DuPont, está prevista para ser concluída em 31 de agosto, segundo anúncio das próprias gigantes mundiais. O negócio  envolve um montante de mais de US$ 4 bilhões, ou cerca de R$ 12 bilhões, mas ainda tem pelo […]

Dow AgroSciences

Uma das fusões mais impactantes do Agronegócio mundial, entre a americana Dow Chemical, antiga Dow Agroscienses e a DuPont, está prevista para ser concluída em 31 de agosto, segundo anúncio das próprias gigantes mundiais.

O negócio  envolve um montante de mais de US$ 4 bilhões, ou cerca de R$ 12 bilhões, mas ainda tem pelo menos uma pendência jurídica importante a resolver. A nova empresa criada, a “DowDuPont” deverá ser dividida em três empresas distintas, com foco em agricultura, materiais e produtos especiais.

O embate envolve uma empresa de atuação no Nordeste, a Renovare, com sedes em Caruaru, Mossoró, Afogados da Ingazeira e Petrolina. Com a fusão, caso a demanda jurídica não seja solucionada num cruzo parto, a nova gigante do AgroNegócio herdará uma complicada demanda jurídica.

Em suma, não pega bem herdar um espólio com entraves jurídicos. Mas, a levar em consideração o curso da ação movida pela empresa Pernambucana contra a gigante americana, o bastão indigesto deve cair no colo do conglomerado que vai nascer.

A Renovare ganhou a queda de braço jurídica com a Dow Agrocienses, em primeira instância, ao acusa-la de prática de concorrência desleal. A multinacional americana foi condenada a pagar uma indenização por lucros cessantes.

 “A demandada passou a atuar de forma predatória”, disse em primeira instância o Juiz Arthus Facci Wady. Em outro momento a mesma decisão afirma a Dow atuou prejudicando a atuação comercial da requerente. “Práticas, essas, que se configuram, claramente, como meios inidôneos de obtenção de clientela, restando provada a falta de boa fé no cumprimento contratual e prática de concorrência desleal”.

Após apelação da Dow, decidiu-se por devolver o processo à à primeira instância a fim de que fossem ouvidas testemunhas, de modo que essa novela ganhou novos capítulos.

A Renovare assinou em 2005 um contrato de distribuição do herbicida Tordon, da Dow AgroSciences, nos Estados do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Na época, o produto, utilizado sobretudo para o controle de ervas daninhas em pastagens, era patenteado pela multi e estava praticamente sozinho no seu segmento.

Durante quase seis anos, a relação entre a americana e a distribuidora correu bem, mas em 2010, começaram os desentendimentos. Segundo o empresário Emídio Vasconcelos, dono da Renovare, a Dow começou a nomear gerentes e contratar vendedores na sua empresa, e passou a exigir compras acima da capacidade de absorção do mercado.

“Era uma total ingerência no meu negócio. As equipes ficaram superdimensionadas e, quando parei para fazer as contas, vi que a minha operação já não tinha mais rentabilidade. Estava sufocado”.

O desgaste entre as ex-parceiras culminou na contratação, pela Dow, de uma outra distribuidora (a Campo Total) para atuar nas mesmas áreas da Renovare. “Acho que foi uma represália pelo fato de eu não ter aceitado a ingerência deles”, disse Vasconcelos à época ao Valor Econômico.

De acordo com ele, a Renovare, embora tivesse contrato com a Dow, não foi avisada de entrada do novo competidor, que chegou ao mercado com preços “excessivamente” baixos.

“A ideia da Dow era me tirar do mercado oferecendo condições irreais de concorrência a um outro distribuidor”, afirmou o empresário.

Vasconcelos passou a reunir notas fiscais e testemunhas para entrar na Justiça contra a Dow, o que de fato aconteceu em setembro de 2011. A sentença foi proferida em março de 2014, mais de dois anos e meio após o ingresso da ação. “A demandada [a Dow] passou a atuar de forma predatória, já que passou a fornecer o produto a ser distribuído, por um preço muito inferior à nova empresa, numa clara tentativa de forçar a saída da autora [a Renovare] do mercado”.

Após ser derrotada em primeira instância, a Dow alegou que não teve testemunhas de defesa ouvidas na primeira instância. Os Desembargadores decidiram então por remeter o processo de volta à primeira instância.  A Renovare vê a ação da Dow como protelatória, pois acredita que ouvir mais testemunhas, mesmo após ampla defesa, não deve alterar o mérito da denúncia. Já a Dow acredita que pode reverter a decisão.

Em meio ao impasse, as partes chegaram a conversar por mais de uma vez na tentativa de uma composição amigável.

Não houve acordo e a levar em consideração o curso do processo, a ação não se esgota antes de 31 de agosto, data anunciada da fusão de Dow e DuPont.

Procurada pelo blog, a Dow AgroSciences informou que as informações repassadas pela Renovare não condizem com a verdade.  “O Tribunal de Justiça de São Paulo, em 15 de agosto de 2016, proferiu decisão em favor da Dow, anulando a sentença de primeira instância por ausência de provas por parte da Renovare”.

E segue: “A Dow rechaça as alegações feitas pela Renovare na nota jornalística, considerando que as mesmas não são verdadeiras, conforme o processo número 0186312-95.2011.8.26.0100.

O blog consultou a decisão de segunda instância e observou que ela devolve o processo à primeira instância a fim de que o processo prossiga com a produção de provas.

O valor estimado da ação é mantido em sigilo pelas partes, mas certamente será um valor significativo. A Dow Chemicals tem receita líquida global média que ultrapassa os US$ 60 bilhões ao ano.

Venina vai processar Petrobras por assédio moral, diz jornal

A ex-gerente da Petrobras que afirma ter avisado Graça Foster dos desvios de dinheiro na Petrobras desde 2009, vai processar a estatal.  Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Venina Fonseca ingressou com uma ação na justiça trabalhista na qual acusa a estatal de assédio moral, pede uma indenização e afirma que a empresa fez […]

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A ex-gerente da Petrobras que afirma ter avisado Graça Foster dos desvios de dinheiro na Petrobras desde 2009, vai processar a estatal. 

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Venina Fonseca ingressou com uma ação na justiça trabalhista na qual acusa a estatal de assédio moral, pede uma indenização e afirma que a empresa fez cortes ilegais em seu salário.

Venina começou a trabalha na Petrobras em 1990 e ocupou diversos cargos de gerência – inclusive na Diretoria de Abastecimento durante a gestão de Paulo Roberto Costa, entre 2005 e 2009.

Entre 2012 e dezembro deste ano, Venina estava na sede da Petrobras em Cingapura, como diretora executiva. Ela foi afastada do cargo após uma comissão interna apontar problemas de “não conformidade” em contratos da refinaria Abreu e Lima, sobre os quais ela teria sido responsável.

De acordo com a reportagem, os advogados da ex-gerente dizem que é ilegal o corte de salário promovido pela estatal, de R$ 69,1 mil para R$ 24,2 mil brutos. Segundo eles, a empresa não pode cortar benefícios que ela recebe há mais de dez anos. A afirmação é feita baseada em casos já julgados no TST (Tribunal Superior do Trabalho).

Na ação os advogados pedem também uma indenização por assédio moral. Segundo Venina, quando foi enviada pela primeira vez para Cingapura, em 2010, ela foi impedida de trabalhar. Ela vê isso como uma retaliação pelas acusações que já havia feito.

Além disso, a ação fala de outro episódio de assédio que teria ocorrido entre fevereiro e julho de 2012, período em que Venina teria retornado ao Brasil. Venina afirma ter ficado por 5 meses numa sala na sede da estatal no Rio de Janeiro sem telefone ou computador e sem poder trabalhar.

Em nota, a Petrobras afirmou que não foi intimada na ação trabalhista movida por Venina.

Denúncias

No último domingo, a ex-gerente concedeu uma entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, onde reafirmou que havia alertado várias pessoas da empresa sobre as irregularidades que estariam acontecendo.

Venina afirmou que, além de ter registrado suspeitas por e-mail, chegou a discutir o assunto pessoalmente com a atual presidente da estatal, Graça Foster, quando a executiva máxima da companhia era diretora de Gás e Energia. Ela disse ainda que irá até o fim nas denúncias e chamou outros funcionários da Petrobras a fazerem o mesmo.

Segundo o jornal Valor Econômico, que revelou os alertas feitos por Venina, as denúncias feitas pela ex-gerente envolvem irregularidades nos gastos de comunicação na Diretoria de Abastecimento; nas obras da Refinaria de Abreu e Lima (Rnest), em construção em Pernambuco e cujo orçamento explodiu de US$ 2 bilhões para US$ 18,8 bilhões, após inúmeros atrasos; e nas negociações de óleo combustível na Ásia.

TCE reforma decisão e anula ato de infração contra Marconi Santana

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou na manhã desta terça (19) Embargos de Declaração interpostos pelo prefeito de Flores, Marconi Santana, contra um acórdão proferido pela mesma Câmara no dia 10/08. A decisão havia homologado ato de infração contra o prefeito por falta de informações (Sagres) junto ao Tribunal e que […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou na manhã desta terça (19) Embargos de Declaração interpostos pelo prefeito de Flores, Marconi Santana, contra um acórdão proferido pela mesma Câmara no dia 10/08.

A decisão havia homologado ato de infração contra o prefeito por falta de informações (Sagres) junto ao Tribunal e que também foi multado em R$ 7.717,00.

Durante julgamento nesta manhã de terça, a Primeira Câmara, à unanimidade, conheceu dos Embargos de Declaração, e, no mérito, por maioria deu-lhes provimento, para reformar o Acórdão TC n.º 862/17 (proferido nos autos do Processo TC n.º 1770011-5), não homologando o Auto de infração. A informação é do Afogados On Line.