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Publicação coroa as comemorações dos 100 anos da Imprensa Oficial de Pernambuco

Por André Luis

3W3H0017RETRATISTAROBERTOPEREIRALançado pelo governador Paulo Câmara, nesta quarta-feira (13.01), o Almanaque Centenário será distribuído nas bibliotecas e órgãos públicos do Estado

O governador Paulo Câmara recebeu, na manhã desta quarta-feira (13.01), durante reunião com diretores da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o primeiro exemplar do Almanaque Centenário (1915-2015) da Imprensa Oficial do Estado. Produzida pelo órgão, a publicação encerra as comemorações pelo primeiro século de atividade do Diário Oficial e apresenta um recorte da história pernambucana, a partir de registros catalogados pela imprensa governamental. A obra não tem fins comercias e será distribuída nas bibliotecas e órgãos públicos estaduais. A Imprensa Oficial foi criada em 27 de dezembro de 1915, por ato do governador Manuel Borba. Mas a primeira edição do jornal circulou no dia 14 de janeiro de 1916.

No encontro, realizado no Palácio do Campo das Princesas, Paulo Câmara destacou a importância de divulgar a história pernambucana para as futuras gerações. “Esse almanaque retrata um pouco a história de Pernambuco e dos Poderes. E com certeza o livro é uma permanente fonte de consulta, que irá manter viva as nossas tradições, além da boa política que os governadores de Pernambuco sempre fizeram”, afirmou Paulo, enfatizando ainda: “Será mais uma publicação que vai perpetuar os bons exemplos para as novas gerações”.

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Nas 265 páginas do livro foram registrados fatos e episódios de Pernambuco, do Brasil e do Mundo. A primeira Guerra Mundial, o surto de gripe espanhola, o suicídio de Getúlio Vargas, a consolidação da TV como mídia popular e a visita do papa João Paulo II à Capital pernambucana são temas citados. O objetivo da publicação é o de tornar público os expedientes do Executivo, Legislativo e Judiciário. O Diário Oficial do Estado é uma publicação voltada à  divulgação de leis e atos do Governo, além de informações de interesse da sociedade.

A pesquisa nos jornais foi feita pelos jornalistas Albuquerque Pereira e Ariadne Quintella. Os jornalistas Homero Fonseca e Carolina Leão escreveram crônicas de abertura das seções. Já os artigos foram assinados pelos  pesquisadores Joana D’Arc de Souza Lima, Marcos de Araújo Silva, Sylvia Couceiro, Túlio Velho Barreto e os professores Antônio Torres Montenegro, Flávio Weinstein Teixeira e Maria das Graças Andrade Ataíde de Almeida. Entre pesquisa e montagem, foram  três anos de produção.

Ao destacar a importância da Imprensa Oficial no registro dos fatos históricos, o diretor de produção e edição da Cepe, Ricardo Melo, salientou o rigor envolvido na pesquisa e a preocupação em tornar o livro interessante à população. “A publicação procurou registrar ano a ano essa produção da Imprensa Oficial. O livro foi feito no formato de almanaque para tornar a leitura mais atraente para os que não tem o hábito de acompanhar os atos governamentais. Ao longo desses três anos, foram selecionadas notas que vão despertar a curiosidade do leitor  também para fatos históricos”, explicou Melo.

Além do governador Paulo Câmara e de Ricardo Melo, participaram do encontro o secretário de Imprensa, Ennio Benning; o secretário executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto; o superintendente de Produção Editorial da Cepe, Luiz Arrais; e o superintendente de Produção Gráfica da Cepe, Júlio Gonçalves.

CENTENÁRIO – Para celebrar os 100 anos da Imprensa Oficial do Estado, a Cepe desenvolveu uma programação comemorativa que começou no início de 2015. Além de lançar um selo exclusivo e promover a migração total do Diário Oficial para o meio digital, o órgão lançou o Prêmio Nacional Cepe de Literatura. A revista Continente também ganhou uma versão online e diversas homenagens foram feitas ao longo do ano. A Cepe é um órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil.

Outras Notícias

Pátio da Feira: obra segue cronograma em Carnaíba

Estão seguindo o cronograma previsto os serviços de execução do Pátio de Feira, na cidade de Carnaíba. A obra foi autorizada pelo prefeito Anchieta Patriota dia 27 de abril. Também foi dada ordem de serviço para construção do mercado público, com 32 boxes. Quando estiver concluído, o pátio vai abrigar 85 feirantes nos mais diversos […]

Ivonaldo Filho

Estão seguindo o cronograma previsto os serviços de execução do Pátio de Feira, na cidade de Carnaíba.

A obra foi autorizada pelo prefeito Anchieta Patriota dia 27 de abril. Também foi dada ordem de serviço para construção do mercado público, com 32 boxes.

Quando estiver concluído, o pátio vai abrigar 85 feirantes nos mais diversos segmentos como: agricultura familiar, vendedores de frutas e verduras, tapiocas e outro produtos.

Hoje, os feirantes comercializam em via pública, ao lado do Pátio de Eventos Milton Milton Pierre, e conta com feirantes de Carnaíba e de outas localidades. O prazo de conclusão da obra é de 90 dias.

Plenário do STF julgará quarta decisão que afastou senador Chico Rodrigues

G1 O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, marcou para a próxima quarta-feira (21) o julgamento sobre a decisão do ministro Luís Roberto Barroso de afastar do cargo por 90 dias o senador Chico Rodrigues (DEM-RR). O pedido de julgamento pelo plenário foi feito nesta sexta-feira (16) pelo próprio Barroso. O ministro determinou o afastamento do senador nesta quinta […]

G1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, marcou para a próxima quarta-feira (21) o julgamento sobre a decisão do ministro Luís Roberto Barroso de afastar do cargo por 90 dias o senador Chico Rodrigues (DEM-RR).

O pedido de julgamento pelo plenário foi feito nesta sexta-feira (16) pelo próprio Barroso. O ministro determinou o afastamento do senador nesta quinta (15), um dia após o parlamentar ter sido flagrado com dinheiro escondido na cueca durante busca e apreensão da Polícia Federal.

Barroso decidiu fazer o pedido à presidência do STF ainda que esse tipo de decisão não exija a ratificação pelo plenário. Mas, segundo a assessoria de imprensa, o ministro considerou mais adequado levar o tema à deliberação. A decisão de afastamento tem eficácia imediata, e o Senado tem o poder de suspendê-la.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do mesmo partido de Rodrigues, afirmou que aguardará ter conhecimento da íntegra do documento da determinação de Barroso antes de adotar qualquer medida.

Os pastores do ódio

Por André Luis Eles se autointitulam de “povo de Deus”, mas o que saem de suas bocas não condiz com o nome que querem carregar. Se dizem cristãos, mas suas ideias e comportamentos são iguais aos dos Fariseus que perseguiram, armaram e mataram Jesus.  Com os corações cheios de ódio e rancor e dotados do […]

Por André Luis

Eles se autointitulam de “povo de Deus”, mas o que saem de suas bocas não condiz com o nome que querem carregar. Se dizem cristãos, mas suas ideias e comportamentos são iguais aos dos Fariseus que perseguiram, armaram e mataram Jesus. 

Com os corações cheios de ódio e rancor e dotados do poder da comunicação, são seguidos e adorados por milhares de pessoas que os escutam e estão prontos para colocar em prática os seus ensinamentos, que dizem eles serem “a vontade de Deus”.

Na semana passada repercutiu nas redes sociais um vídeo de um “pastor” chamado Anderson Silva que entrevista para o seu podcast o deputado federal Nikolas Ferreira. Num trecho do vídeo que ganhou as redes sociais, Anderson sugere que os evangélicos orem para que Deus quebre a mandíbula do presidente Lula (PT) e leve enfermidades para os ministros do STF.

“A igreja diz ‘tô orando’, mas talvez a gente não tá orando na fé, na intensidade na fé. O guerreiro é Deus. Salmos 2 diz que o senhor tá rindo, porque ele é capaz de destruir o imperador da terra”. Faltam essas orações imprecatórias dos salmistas, Senhor mata meus inimigos, quebra os dentes dos meus inimigos, Senhor arrebenta a mandíbula do Lula. Senhor, prostra enfermos os ministros do STF, para que eles te conheçam no leito da enfermidade”, esbraveja o “pastor”, enquanto Nikolas Ferreira, o entrevistado, apenas ri.

Aliás, para um jovem de 27 anos, Nikolas Ferreira é uma figura emblemática. Tão jovem e tão odiento. Puro representante da lavagem cerebral e do ódio que é pregado diariamente nestes círculos pseudo cristãos que se espalham com uma praga devorando mentes e corações por todo o mundo.

O episódio do vídeo citado acima é mais um caso de religiosos fundamentalistas que sequestram a fé cristã para pregar o ódio e incitar a violência, algo que tem se tornado comum nos púlpitos de igrejas evangélicas no Brasil.

No início do mês de maio o “pastor” André Valadão, fez um culto na Igreja Lagoinha (a mesma denominação a qual pertence um “pastor” preso esses dias acusado de estuprar menores) em Orlando, em que condenou a palavra “orgulho”. 

No palco da igreja, o líder religioso falou sobre o movimento LGBTQIAP+ e, atrás dele, a frase “Deus odeia o orgulho” ditou o tom do discurso.

“Deus odeia o orgulho. Deus não tolera. Uma das palavras mais difíceis para Deus é orgulho. Deus odeia, ele repugna, qualquer atitude de orgulho. Só o uso da palavra orgulho Deus já abomina”, disse Valadão, ovacionado pelos fiéis da igreja logo após proferir as palavras. O pastor ainda alegou que “qualquer movimento que carrega o termo orgulho, Deus abomina”.

“A figura do orgulho é Lúcifer. A figura da palavra orgulho é o anjo caído, é alguém que, debaixo dos seus atributos, dons e possibilidades, quis se igualar a Deus”, zurrou Valadão.

Valadão deve ter se inspirado em outro discurso de ódio protagonizado por um “pastor” americano chamado David Eldridge. Essa figura, “pastor” da Igreja Batista Memorial de Dawson, que fica em Birmingham, no Estado americano de Alabama fez uma pregação carregada de ódio contra a comunidade LGBTQIAP+ em fevereiro durante um congresso da União das Mocidades das Assembleias de Deus de Brasília.

Em uma cena lamentável e com tradução simultânea, Eldridge, andando de um lado para o outro do palco ofegante e sendo seguido por seu tradutor (a cena lembrou até um dos episódios de ET e Rodolfo. Um quadro televisivo. Os mais antigos irão se lembrar ao ver a foto do “pastor” e do tradutor), o “pastor” despejou tanto ódio e preconceito a cada passo, que daria para encher uma fossa séptica em poucos minutos. Uma verdadeira barbárie.

Com o advento da internet e as facilidades da comunicação e a ajuda dos algoritmos que criam bolhas, essa gente tem tomado cada vez mais espaço nas vidas das pessoas. Usando o verniz da religiosidade, usam a Bíblia – como diz Padre Luizinho – como receita de bolo. Aquilo os agradam e faz sentido ao viés de confirmação, eles usam, e o restante é descartado.

Pessoas como Edir Macedo, Silas Malafaia, Waldomiro Santiago, André Valadão, Anderson Silva e muitos outros, tem voz, e infelizmente tem um público ávido, que deliram e salivam a cada zurro que sai das bocas destes pastores do ódio.

Esses dias vi um vídeo do Padre Fábio de Melo que resume bem o que tem acontecido: “É bem provável que hoje, Jesus seria altamente reprovado por muitos que se dizem cristãos. Protegidos por um moralismo que advêm de suas experiências pessoais, feridas emocionais não curadas, tendo a necessidade de um rigor extremo que atribuem as exigências divinas, muitos cristãos ainda não entenderam que uma das causas da morte de Jesus foi justamente combater o rigorismo religioso que oprimia por um lado e favorecia a hipocrisia de outro”.

Deus é amor!

Prefeito de Floresta convoca seis aprovados em concurso

O Prefeito de Floresta, Ricardo Ferraz,  publicou nesta sexta-feira (8) a Portaria  a portaria nº 108/2019, para nomeação de aprovados no Concurso Público edital nº 001/2015. O gestor alega na portaria que um relatório da Comissão Especial Temporária de Análise de viabilidade econômico-financeira  para provimento de aprovados em concurso – CAVEPA, indicou a nomeação imediata de […]

O Prefeito de Floresta, Ricardo Ferraz,  publicou nesta sexta-feira (8) a Portaria  a portaria nº 108/2019, para nomeação de aprovados no Concurso Público edital nº 001/2015.

O gestor alega na portaria que um relatório da Comissão Especial Temporária de Análise de viabilidade econômico-financeira  para provimento de aprovados em concurso – CAVEPA, indicou a nomeação imediata de uma série de candidatos aprovados que não foram nomeados na gestão passada, da prefeita Rorró Maniçoba. Foram nomeadas seis pessoas, três professores de ensino fundamental, dois técnicos em enfermagem e um Agente de Combate às Endemias.

Ricardo chegou a ser alvo de um pedido do Ministério Público de Contas para que houvesse uma intervenção estadual na Prefeitura por conta de supostas irregularidades na nomeação de servidores e descumprimentos de determinações do TCE no ano passado. Apesar de negar intervenção, o TCE determinou auditoria no município. O pedido foi de que rescindisse todos os contratos temporários firmados desde 2017 para nomear concursados.

À época, assessoria de Comunicação da Prefeitura de Floresta afirmou, em nota, que “a gestão atual prorrogou o concurso vigente até dezembro de 2019, selando o compromisso com as diretrizes dadas pelo Tribunal de Contas”. A prefeitura também diz estar cumprindo todas as determinações do TCE. Segundo a nota, a atual gestão privilegia os concursados e está diminuindo gradativamente o número de contratos. Ainda é afirmado que as recomendações do Tribunal serão implementadas com responsabilidade.

Novo acordo ortográfico é obrigatório a partir de hoje no Brasil

Agência Brasil – As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três […]

Com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, os livros devem ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países
Com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, os livros devem ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países

Agência Brasil – As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três anos pelo governo brasileiro.

Assinado em 1990 com outros Estados-Membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para padronizar as regras ortográficas, o acordo foi ratificado pelo Brasil em 2008 e implementado sem obrigatoriedade em 2009. A previsão inicial era que as regras fossem cobradas oficialmente a partir de 1° de janeiro de 2013, mas, após polêmicas e críticas da sociedade, o governo adiou a entrada em vigor para 1° de janeiro de 2016.

O Brasil é o terceiro dos oito países que assinaram o tratado a tornar obrigatórias as mudanças, que já estão em vigor em Portugal e Cabo Verde. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ainda não aplicam oficialmente as novas regras ortográficas.

Com a padronização da língua, a CPLP pretende facilitar o intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa, já que os livros passam a ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países. De acordo com o Ministério da Educação, o acordo alterou 0,8% dos vocábulos da língua portuguesa no Brasil e 1,3% em Portugal.

Alfabeto, trema e acentos

Entre as principais mudanças, está a ampliação do alfabeto oficial para 26 letras, com o acréscimo do k, w e y. As letras já são usadas em várias palavras do idioma, como nomes indígenas e abreviações de medidas, mas estavam fora do vocábulo oficial.

O trema – dois pontos sobre a vogal u – foi eliminado, e pode ser usado apenas em nomes próprios. No entanto, a mudança vale apenas para a escrita, e palavras como linguiça, cinquenta e tranquilo continuam com a mesma pronúncia.

Os acentos diferenciais também deixaram de existir, de acordo com as novas regras, eliminando a diferença gráfica entre pára (do verbo parar) e para (preposição), por exemplo. Há exceções como as palavras pôr (verbo) e por (preposição) e pode (presente do indicativo do verbo poder) e pôde (pretérito do indicativo do verbo poder), que tiveram os acentos diferenciais mantidos.

O acento circunflexo foi retirado de palavras terminadas em “êem”, como nas formas verbais leem, creem, veem e em substantivos como enjoo e voo.

Já o acento agudo foi eliminado nos ditongos abertos “ei” e “oi” (antes “éi” e “ói”), dando nova grafia a palavras como colmeia e jiboia.

O hífen deixou de ser usado em dois casos: quando a segunda parte da palavra começar com s ou r (contra-regra passou a ser contrarregra), com exceção de quando o prefixo terminar em r (super-resistente), e quando a primeira parte da palavra termina com vogal e a segunda parte começa com vogal (auto-estrada passou a ser autoestrada).

A grafia correta das palavras conforme as regras do acordo podem ser consultadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), disponível no site da Academia Brasileira de Letras (ABL) e por meio de aplicativo para smartphones e tablets, que pode ser baixado em dispositivos Android, pelo Google Play, e em dispositivos da Apple, pela App Store.