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PSDB e Podemos encerram processo de fusão com falta de acordo sobre comando

Por André Luis

O PSDB e o Podemos desistiram do processo de fusão das duas legendas. A mudança de rumo acontece após meses de negociações e de os tucanos aprovarem numa convenção nacional o acordo. 

A decisão se deve a uma disputa pelo comando da nova legenda: a presidente do Podemos, Renata Abreu, queria ficar à frente nos próximos quatro anos, o que não foi aceito pela direção do PSDB.

Quinta-feira (12), ela e o vice-presidente do Podemos, Pastor Everaldo, procuraram o deputado Aécio Neves (PSD-MG) para tratar do tema. Os tucanos defendiam uma gestão inicial em sistema de rodízio, com troca a cada seis meses, e culpam a direção do Podemos pelo ponto final nas negociações. 

Agora, a estratégia do PSDB, que vem se desidratando e perdendo nomes de peso – como os governadores Raquel Lyra e Eduardo Leite, de Pernambuco e Rio Grande do Sul -, será mirar em outras siglas em busca de uma nova federação.  

Neves fala em ampliar conversas e cita o Republicanos, o MDB e o Solidariedade. “Nós mantemos ainda uma ótima relação com o Podemos, com a sua presidente, Renata Abreu, mas houve realmente um impasse em relação à governança, que o PSDB propunha que fosse feita em rodízio até as eleições municipais quando a fusão, a incorporação estaria efetivada”, diz ele, acrescentando que foi decisão do PSDB interromper o processo. “Nós paralisamos as conversas e estamos avançando em tratativas sobre federação com outros partidos, como o Republicanos, o MDB e o Solidariedade. Mas nada impede que nós retomemos, um pouco mais à frente, as conversas com o Podemos, já não mais para incorporação, mas até mesmo para uma federação onde cada partido mantém a sua autonomia administrativa.” As informações são da Veja.

Outras Notícias

SJE: Secretário satisfeito com adesão em volta às aulas

O Secretário de Educação de São José do Egito,  Henrique Marinho,  disse ao programa Debate do Sábado,  na Gazeta FM,  ter ficado extremamente satisfeito com a adesão na volta das aulas desde o dia 13. Henrique informou que além dos que aderiram à volta com protocolos, muitos pais que estavam temerosos e visitaram as escolas […]

O Secretário de Educação de São José do Egito,  Henrique Marinho,  disse ao programa Debate do Sábado,  na Gazeta FM,  ter ficado extremamente satisfeito com a adesão na volta das aulas desde o dia 13.

Henrique informou que além dos que aderiram à volta com protocolos, muitos pais que estavam temerosos e visitaram as escolas decidiram voltar atrás e autorizar a ida dos filhos.

“Havia cerca de 30% dos pais que não haviam aderido ao ensino presencial.  Hoje esse número é estimado em 15%”, comemorou. Ele agradeceu ao corpo funcional das escolas,  entre gestores, professores, pessoal da alimentação e limpeza pelo trabalho em conjunto.

Outra notícia importante foi a volta do transporte escolar,  que reaquece a economia. “São 56 rotas. Dessas, 15 tem transporte próprio da Educação e as demais, contratadas. Esses pais estavam a meses sem essa atividade. Isso também ajuda a economia”.

O Secretário cobrou à Celpe celeridade na ligação de rede para funcionamento da nova escola Romero Dantas, pronta para funcionar e aguardando apenas o trabalho da concessionária.  “Não entendo porque estão demorando tanto”, reclamou.

Serra: Zé Raimundo rompe com a base da prefeita Márcia Conrado

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, nesta segunda-feira (9), o vereador Zé Raimundo anunciou seu rompimento com a base de apoio da prefeita Márcia Conrado. A decisão ocorreu após a definição da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2027. Em discurso marcado por tom de desabafo, Zé Raimundo enfatizou que sua […]

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, nesta segunda-feira (9), o vereador Zé Raimundo anunciou seu rompimento com a base de apoio da prefeita Márcia Conrado.

A decisão ocorreu após a definição da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2027.

Em discurso marcado por tom de desabafo, Zé Raimundo enfatizou que sua saída não é motivada por questões políticas, mas pessoais. “Essa é uma decisão de homem. As pessoas precisam ser respeitadas, independente de poder”, afirmou, em referência ao que considerou falta de consideração em sua relação com o governo.

O parlamentar também criticou a condução de parte da gestão municipal e de seus colegas de legislativo. “Não critiquei o governo, mas fui contra mentes incompetentes que fazem parte dele. Aos vereadores que vivem na briga por votos, tenham cuidado com os fogos que soltam, até porque existem leis para isso”, disparou.

Zé Raimundo mencionou ainda que já estava ciente de reações imediatas à sua saída, como a retirada de cargos e benefícios. “Desde ontem, sei que muitos já correram da estrutura que eu tinha no governo. Mas lá em casa todos nós somos concursados, e tudo o que conquistei foi com suor e trabalho”, destacou.

Apesar do rompimento, o vereador afirmou que manterá o respeito pela prefeita. “Não espere de mim ataques ou ofensas. Não é do meu feitio vir aqui para esculhambar ou criticar o governo em coisas certas. Mas também não me calarei sobre os ajustes necessários”, finalizou.

Motoqueiros plantam o terror nas ruas de Solidão

Moradores da cidade de Solidão estão apavorados com o terror implantado nas ruas por motoqueiros. A informação é de Anchieta Santos para o blog. Num domingo sem policiais nas ruas, os rachas entraram pela noite. Em alguns casos, os pilotos deitavam sobre as motos para na via pública disputar quem corria mais. Até ás 20h40 […]

Moradores da cidade de Solidão estão apavorados com o terror implantado nas ruas por motoqueiros. A informação é de Anchieta Santos para o blog.

Num domingo sem policiais nas ruas, os rachas entraram pela noite. Em alguns casos, os pilotos deitavam sobre as motos para na via pública disputar quem corria mais.

Até ás 20h40 de ontem ouvintes das Rádios Pajeú e Cidade FM disseram que mesmo provocada, a Polícia ainda não havia tomado providências contra os arruaceiros.

União tem “dívida” de R$51 milhões com municípios pernambucanos

A primeira assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizada nesta terça-feira (18.02) discutiu a dívida da União com a Assistência Social dos municípios, que chega a casa dos R$ 51 milhões. A vice-presidente da Amupe e prefeita de Surubim, Ana Célia, juntamente com a vice-presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social […]

A primeira assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizada nesta terça-feira (18.02) discutiu a dívida da União com a Assistência Social dos municípios, que chega a casa dos R$ 51 milhões.

A vice-presidente da Amupe e prefeita de Surubim, Ana Célia, juntamente com a vice-presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social (Coegemas), Penélope Andrade, falaram com os prefeitos sobre a situação.

O atual modelo de gestão instituído pela Política de Assistência Social por meio da Lei Orgânica de Assistência Social – Loas (Lei 8.742/93) estabelece a participação dos entes federados tanto no processo de estruturação da rede de serviços e programas da assistência social, quanto no apoio técnico e financeiro, por meio do cofinanciamento federal. No entanto, o orçamento do( Suas) apresenta quedas anuais, contingenciamento e monitoramento da execução orçamentária e financeira.

Esse cenário de priorização de repasses aos Municípios com menor saldo em conta está gerando uma dívida do Governo Federal para com os Municípios. Para a presidente do Coegemas, Penélope Andrade: “Ontem foi para o congemas um dia muito importante de articulação institucional, porque a gente conseguiu pautar o desfinanciamento do (Suas) num espaço representativo muito importante que é a Amupe. É uma realidade só dos secretários de Assistência Social, é uma realidade que afeta diretamente os prefeitos. Porque quando a gente tem uma política pública desse porte que é desfinanciada, o rebatimento, sobretudo financeiro, recai sobre os municípios”, completou Penélope.

Há repasses para Municípios do Estado em atraso desde o ano de 2017, como é o caso de Belo Jardim, que já soma mais de R$500 mil em atraso, todavia há casos de municípios com atraso significante, ultrapassando a marca de R$ 2 milhões, como Recife, e R$ 1 milhão, como Caruaru (R$1.908 milhão), Paulista (R$1.709 milhão) e Olinda (R$1.462 milhão), segundo informações da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

“O esforço dos gestores municipais para manter em funcionamento a rede de serviços do (Suas) é o que vem garantindo à população o atendimento mínimo, mas o que se espera do Governo Federal é o compromisso com a área social, honrando o pagamento do cofinanciamento dos serviços e programas do (Suas). A Amupe vai continuar monitorando os atrasos e informando seus Municípios para que esses possam, junto ao Governo Federal, pleitear o pagamento das parcelas a que tem direito”, disse o presidente da Amupe, José Patriota.

Professores em greve protestam no encerramento do Todos por Pernambuco

Do JC Online Durante o encerramento do seminário Todos por Pernambuco, organizado pelo Governo do Estado para ouvir a demanda da população, na manhã desta quarta-feira (29), os professores em greve da rede estadual de ensino organizaram um protesto dentro do Centro de Convenções. A categoria exibiu cartazes e faixas com as reivindicações e interrompeu […]

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Do JC Online

Durante o encerramento do seminário Todos por Pernambuco, organizado pelo Governo do Estado para ouvir a demanda da população, na manhã desta quarta-feira (29), os professores em greve da rede estadual de ensino organizaram um protesto dentro do Centro de Convenções. A categoria exibiu cartazes e faixas com as reivindicações e interrompeu o discurso do secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral, dentro do Teatro dos Guararapes. O ato foi todo presenciado pelo governador Paulo Câmara, que estava no evento.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Fernando Melo, informou que o grupo está acompanhando a agenda do governador para pressionar uma reação quanto às reivindicações dos docentes. “Nós estamos aguardando que o governo se posicione em termos da retomada da negociação”, explicou. Em seu discurso, Paulo Câmara respondeu aos manifestantes que o governo vai cumprir com os compromissos assumidos durante a campanha e pediu que os professores voltem às salas de aula.

Antes do início do seminário, a Polícia Militar entrou em conflito com os professores durante um protesto em frente ao Cecon. Cerca de 80 docentes se concentravam na Estrada de Belém, na parte de trás do centro, com cartazes e carro de som, quando um professor passou mal e ficou deitado na via. O trânsito ficou bloqueado e a polícia entrou em ação. Após o término do evento, o grupo voltou para a Estrada de Belém.

GREVE

Na segunda-feira (28), a categoria decidiu por manter a greve, iniciada há duas semanas. Os docentes pedem o pagamento do reajuste de 13,01% do piso salarial do magistério para todos os docentes. Em março, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou o reajuste de 13,01% do piso salarial apenas para aqueles que tem magistério, contrariando a determinação nacional. O aumento só contempla 10% dos professores. Segundo o Sintepe, ficam sem reajuste 45.750 profissionais.