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PSDB deverá passar por troca de comando em Pernambuco

Por André Luis

Foto: Roberto Soares/Alepe

Única mulher eleita como titular para Mesa Diretora da Alepe, a deputada estadual Alessandra Vieira (PSDB) ampliou seu espaço no legislativo, mas deverá deixar o cargo de presidente estadual do PSDB. Ainda não há definição do substituto da legisladora. 

O prefeito de Gravatá Joaquim Neto (PSDB), que não conseguiu se reeleger, é o mais lembrado para ocupar o posto institucional. Contudo, por ser uma das principais lideranças da sigla atualmente, o nome da prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), também é lembrado, mas há dúvidas, nos bastidores, sobre a disposição da gestora em assumir o posto institucional.

Após a conquista do espaço na Alepe, Alessandra comemorou a ampliação dos espaços das mulheres na eleição. “Conquistamos mais um espaço importante no nosso mandato e mais uma oportunidade de presença e trabalho da liderança feminina na política. Ocupar como titular esta cadeira na Mesa Diretora da Alepe e contar com as suplências das deputadas Dulcicleide Amorim, Simone Santana e Fabíola Cabral significa que poderemos articular junto à Casa ainda mais ações em prol das pernambucanas e pernambucanos aproximando ainda mais a população da Assembleia Legislativa, que é a Casa de todos nós”, declarou a parlamentar. As Informações são do Blog da Folha.

Outras Notícias

Sicoob Pernambuco realiza pré assembleia virtual para cooperados nesta quarta

O Sicoob Pernambuco realiza nesta quarta, às 17h, sua Pré Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, para todos os seus cooperados. Haverá prestação de contas de 2019 e tomadas de decisões entre os cooperados. A Assembleia acontecerá de forma digital, por meio do aplicativo Sicoob Moob, disponível nas lojas virtuais Aple Store  e Google Play, gratuitamente. […]

O Sicoob Pernambuco realiza nesta quarta, às 17h, sua Pré Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, para todos os seus cooperados.

Haverá prestação de contas de 2019 e tomadas de decisões entre os cooperados.

A Assembleia acontecerá de forma digital, por meio do aplicativo Sicoob Moob, disponível nas lojas virtuais Aple Store  e Google Play, gratuitamente. “Todos os cooperados poderão participar e votar”, diz o Gerente Luiz Gustavo.

Mais informações podem ser adquiridas clicando aqui e tendo acesso ao link.

Ingazeira adere a consórcio para adquirir vacinas contra a Covid

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, que também preside o Cimpajeú, assinou o termo de adesão ao Consórcio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). A carta de intenções tem por finalidade  a aquisição de vacinas contra a Covid-19, além de aquisição de medicamentos, equipamentos e outros insumos de interesse do município. O objetivo do consórcio […]

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, que também preside o Cimpajeú, assinou o termo de adesão ao Consórcio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

A carta de intenções tem por finalidade  a aquisição de vacinas contra a Covid-19, além de aquisição de medicamentos, equipamentos e outros insumos de interesse do município.

O objetivo do consórcio é dar suporte às cidades caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), não supra a demanda. É uma ação importante para ampliar o número de vacinação. A assinatura aconteceu ao lado do assessor jurídico, Antonio de Pádua.

Greve na Educação Federal: Ações pretendem mobilizar comunidade em Serra Talhada

Os servidores técnico-administrativos e professores do IFSertãoPE entraram em greve no dia 10 de abril, unindo-se a um movimento nacional que já envolve dezenas de institutos federais e universidades em todo o país. A paralisação afeta atividades de ensino e administrativas, com diversas instituições com interrupção parcial ou total. As principais reivindicações são a reestruturação […]

Os servidores técnico-administrativos e professores do IFSertãoPE entraram em greve no dia 10 de abril, unindo-se a um movimento nacional que já envolve dezenas de institutos federais e universidades em todo o país. A paralisação afeta atividades de ensino e administrativas, com diversas instituições com interrupção parcial ou total.

As principais reivindicações são a reestruturação das carreiras, reajustes salariais e a recomposição do orçamento da Educação. Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), a proposta apresentada pelo governo federal foi classificada como “irrisória e decepcionante”, o que intensificou a mobilização dos trabalhadores. 

O Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) também destaca a necessidade de reverter medidas adotadas nos governos anteriores que prejudicaram a educação federal.

Em Serra Talhada, o movimento grevista do IFSertãoPE está organizando uma série de atividades para conscientizar a comunidade sobre suas demandas. Na terça-feira (7), aconteceu uma roda de conversa na UAST-UFRPE, onde professores e servidores debateram as razões do movimento. 

A programação continua com um mutirão de vacinação nesta quarta-feira (8) na Praça Sérgio Magalhães, e na quinta-feira (9) uma aula pública na Pracinha do IPSEP, destinada a esclarecer dúvidas de estudantes e pais. Na sexta-feira (10), o movimento grevista realizará uma campanha de doação de sangue no HEMOPE.

Com essas ações, os grevistas esperam sensibilizar a comunidade local e pressionar o governo a atender suas demandas. O engajamento da população pode ser um fator crucial para a resolução da greve, que tem afetado milhares de estudantes e suas famílias em todo o país.

Ao lado de Sebá e Waldemar, Marília participa da procissão de encerramento da Festa da Penha

Foi a primeira agenda pública sem estar ao lado de Luciano duque, que se aproximou politicamente da governadora Raquel Lyra, sua adversária política A vice-presidente nacional do Solidariedade e ex-deputada federal, Marília Arraes, participou, na tarde de hoje, da procissão que marcou o encerramento da 233ª edição da Festa de Nossa Senhora da Penha, a […]

Foi a primeira agenda pública sem estar ao lado de Luciano duque, que se aproximou politicamente da governadora Raquel Lyra, sua adversária política

A vice-presidente nacional do Solidariedade e ex-deputada federal, Marília Arraes, participou, na tarde de hoje, da procissão que marcou o encerramento da 233ª edição da Festa de Nossa Senhora da Penha, a tradicional Festa de Setembro, na cidade de Serra Talhada.

Marília recebeu mais de 21 mil votos na disputa ao Governo de Pernambuco no ano passado na Capital do xaxado e foi uma das deputadas mais votadas em 2018.

Marilia, que hoje é um dos principais nomes de oposição a atual gestão do Governo de Pernambuco, foi recepcionada pelos irmãos Waldemar Oliveira (SD), deputado estadual e Sebastião Oliveira (Avante), ex-deputado federal. Foi a priomeira vez que eteve sem Duque,m que se aproximou de Raquel Lyra.

O trio acompanhou todo o percurso da celebração. O ex-vice-prefeito de Serra, Duquinho e o vereador André Terto também estiveram na comitiva.

“Há muitos anos participo da Festa de Setembro, que sem dúvida é uma das mais bonitas e marcantes que temos em Pernambuco. E não poderia de jeito nenhum deixar de estar aqui, ao lado de tanta gente que sempre esteve comigo nesses anos de caminhada e trabalho. Serra Talhada sempre teve e sempre terá um lugar muito especial no meu coração”, destacou Marília.

‘A gente tem que restabelecer a paz’, diz Lula em ato na Avenida Paulista

Ex-presidente afirma que volta ao governo não para brigar, mas para ajudar. Ato reuniu 380 mil segundo CUT e 80 mil de acordo com a PM. Do G1 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em discurso em ato em apoio ao governo federal, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta-feira (18), que […]

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante o ato convocado por centrais sindicais, partidos que apoiam o governo e movimentos sociais em defesa da democracia na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante o ato convocado por centrais sindicais, partidos que apoiam o governo e movimentos sociais em defesa da democracia na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)

Ex-presidente afirma que volta ao governo não para brigar, mas para ajudar.
Ato reuniu 380 mil segundo CUT e 80 mil de acordo com a PM.

Do G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em discurso em ato em apoio ao governo federal, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta-feira (18), que voltou ao governo não para brigar, mas para ajudar a presidente Dilma Rousseff a fazer o que tem que ser feito no Brasil. “Eu entrei pra ajudar a presidenta Dilma, porque precisamos restabeler a paz e a esperança e provar que esse país é maior que qualquer coisa no planeta terra”, disse Lula.

Ele afirmou ainda que “tem gente que prega a violência contra nós 24 horas por dia” e que “não existe espaço para ódio nesse país.”

O ato começou às 16h. Lula chegou por volta das 19h. Em seu discurso, ele também repetiu o bordão dos grupos que apoiam o governo federal e são contra o impeachmente da presidente Dilma: “Não vai ter golpe!”, afirmou Lula.

“Eu aceitei entrar no ministério porque faltam dois anos e seis meses pra Dilma acabar o mandato dela e é tempo suficiente pra gente mudar este país”, afirmou Lula. Ele disse que se não estiver ainda impedido por liminares da Justiça, vai começar as funções como ministro na terça-feira.

A CUT, organizadora do ato em defesa democracia, estimou o público em 380 mil pessoas na Paulista no início da noite.  A PM afirmou que o protesto reuniu 80 mil pessoas. Além de se manifestarem em defesa da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, os manifestantes gritaram palavras de ordem e exibiram cartazes contra a TV Globo.

No pico da manifestação, 11 dos 23 quarteirões da Paulista estavam ocupados. Pela manhã, a PM dispersou o ato contra o governo federal iniciado na quarta-feira, quando Lula foi nomeado Ministro da Casa Civil, e que fechou a Paulista por 39 horas.

Lula voltou a discursar na Avenida Paulista quase 14 anos depois do discurso que fez quando foi eleito presidente pela primeira vez, em 2002.

Ele chegou ao local por volta de 19h, subiu no carro de som e fez discurso inflamado. “Eu espero que seja uma lição para aqueles que não acreditam na capacidade do povo brasileiro. Eu espero que seja uma lição para aqueles que nos tratam como cidadão e cidadã de segunda classe”, afirmou Lula.

“Democracia não é um direito morto. O povo não quero que democracia seja apenas uma palavra escrita”, disse.

“Eu vim para cá pensando em falar como não ficar nervoso. Quando a companheira Dilma me chamou, relutei muito, desde agosto do ano passado, a voltar ao governo. Quando aceitei ir ao governo, voltei a ser Lulinha paz e amor. Não vou ao governo para brigar. Eu vou lá para ajudar a companheira Dilma a fazer as coisas que tem que fazer por esse país”, disse Lula.

“Em época de crise, a gente junta todo mundo e come o que tem, faz o que pode naquele momento que estão vivendo. Por isso, vou ajudar a companheira Dilma a fazer o que precisa fazer.

Lula falou sobre as manifestações de grupos contrários ao governo e pregou a convivência pacífica. “Precisa entender que democracia é a convivência da diversidade. Não quero que quem votou na Aécio goste de mim. Eu quero que a gente aprenda a conviver de forma civilizada com as nossas diferenças”, disse.

“Alguns setores ficaram dizendo que nós somos os violentos e tem gente que prega violência contra nós 24 horas por dia. Companheiros e companheiras, tem gente nesse país que falava em democracia da boca pra fora.”

Ao mesmo tempo, Lula afirmou que sempre respeitou os resultados nas urnas. “Eu perdi eleição em 1989, em 1994, em 1998. Já tinha perdido em 1982 para o governo de São Paulo. Em nenhum momento vocês viram eu ir para a rua protestar contra quem ganhou.”

“Eles acreditavam que ia ganhar. Eles não imaginavam que no segundo turno ia aparecer a juventude, os intelectuais apoiando a Dilma. Eles que se dizem pessoas estudadas não aceitaram o resultado e faz um ano e três meses que estão atrapalhando Dilma a governar esse país.”

“Eles vestem amarelo e verde pra dizer que são mais brasileiros do que nós”, afirmou. “Eles não são mais brasileiros que nós. Eles são o tipo de brasileiro que gostariam de ir pra Miami fazer compras todo dia. Nós somos o tipo de brasileiro que compra na 25 de março [rua de comércio popular em São Paulo]”.

Em certo momento, Lula olhou para o público e gritou: “Não vai ter golpe!”.

Antes de encerrar, Lula disse: “Essas pessoas que estão aqui não estão aqui porque tiveram metrô de graça, não estão aqui porque foram convocadas pelos meios de comunicação a semana inteira, estão aqui porque sabem o valor da democracia, estão aqui porque sabem o que é uma filha de uma empregada doméstica chegar a uma universidade, porque sabem o que é um jovem que não tinha esperança fazer um curso técnico, essas pessoas que estão aqui sabem o valor que é um coveiro de cemitério que estuda e vira um diplomata, um médico. É esse país que essa pessoas querem.”

“A nossa bandeira verde e amarela está dentro da nossa consciência e do nosso coração, está dentro do nosso ambiente de trabalho.”

Lula deu ainda recado aos militantes para não aceitar provocação de grupos contrários. “Vocês foram e são a melhor coisa que esse pais já produziu, a sua gente, é o nosso jeito alegre, e nosso jeito de lidar com a diversidade. Não aceite provocação na volta pra casa. Quem quiser ficar com raiva, que morda o próprio dedo.”

O ex-presidente deixou o local acompanhado de vários simpatizantes.