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PSB reunirá militância em fim de semana de congressos

Por Nill Júnior

Prefeito João Campos marcará presença em São Lourenço da Mata e Afogados da Ingazeira, que terão eventos com abrangência regional

O PSB está promovendo, até a próxima segunda-feira (31), congressos em 40 municípios pernambucanos com o objetivo de eleger os membros dos diretórios e comissões executivas do partido no âmbito local. Somente neste sábado (29) e domingo (30), 18 eventos vão ocorrer em todo o estado, incluindo São Lourenço da Mata, no Grande Recife, e Afogados da Ingazeira, no Sertão, que terão congressos com abrangência regional e com a presença do prefeito da capital, João Campos (PSB).

Para o presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, a participação de João Campos nos congressos reforça a posição do gestor como grande liderança no estado e aponta para os passos seguintes do rito partidário, que incluirá ainda a realização do Congresso Estadual, em 5 de abril, na sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), e do Congresso Nacional, no mês de maio, em Brasília, momento em que o prefeito deve ser eleito presidente nacional do PSB.

“Alguns municípios já realizaram congressos, como Escada, Nazaré da Mata e Recife, e neste fim de semana a maior parte vivenciará esse momento importante da dinâmica interna do nosso partido. Em São Lourenço da Mata e Afogados da Ingazeira, faremos encontros maiores, de caráter regional, e contaremos com a presença em peso da nossa militância, que vai receber o prefeito João Campos para, juntos, falarmos de futuro, expectativa e esperança”, declarou Sileno.

Em São Lourenço da Mata, o congresso está marcado para este sábado, às 9h, no Flamengo Atlético Clube, no Centro. Já em Afogados da Ingazeira, o evento ocorrerá no domingo, no mesmo horário, na Associação Atlética Banco do Brasil.

Outras Notícias

Humberto: “Não há nenhuma razão para temerem um vice do PT”

Do Blog da Folha O senador Humberto Costa (PT) afirmou que a sigla petista está unificada sobre o pleito de compor a chapa do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na posição de candidato à vice. O parlamentar mantém conversas com o presidente Lula (PT), junto à senadora Teresa Leitão (PT), para defender a importância […]

Do Blog da Folha

O senador Humberto Costa (PT) afirmou que a sigla petista está unificada sobre o pleito de compor a chapa do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na posição de candidato à vice. O parlamentar mantém conversas com o presidente Lula (PT), junto à senadora Teresa Leitão (PT), para defender a importância do partido ocupar o posto.

“O partido está completamente unificado em relação a essa tese da candidatura a vice, inclusive, eu e a senadora Teresa estivemos com o presidente. Tivemos uma longa conversa com ele, mostrando a justeza de que o PT esteja compondo essa chapa”, declarou o senador.

Humberto Costa destacou que o PT tem dado muitos apoios importantes às candidaturas do PSB em outros municípios, como Curitiba, São Luiz, Boa Vista e no Recife, por exemplo.

“Continuo achando que é possível construir num clima de unidade com o prefeito uma chapa muito forte para ganhar essa eleição, e a participação do PT e do presidente Lula ajuda numa vitória expressiva”, defendeu o parlamentar. Costa ainda questionou uma possível resistência do prefeito João Campos em ter o partido na vice, ao comentar sobre a conversa que teve com Lula após Campos ter se reunido com o presidente.

“Não há nenhuma razão para temerem um vice do PT, o que um vice do PT pode fazer se for prefeito? Vai fazer o que João Paulo fez, uma grande administração, não vai ter nenhum prejuízo para a população”, enfatizou.

Olinda

Humberto Costa falou ainda sobre as articulações para as eleições em Olinda. De acordo com ele, Vinicius Castello será indicado pelo PT como pré-candidato à Federação PT-PV-PCdoB, que vai debater o nome do atual vereador.

“Vejo Vinicius como um nome muito forte, é um bom vereador, teve uma boa votação para vereador, para deputado estadual. É um nome de futuro aqui no nosso estado e, particularmente, no PT”, elogiou o senador.

Dilma cumpre só um terço do que previu no início do ano

Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”. Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco. […]

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Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”.

Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco.

Mas esses não foram os únicos compromissos não cumpridos. Dos objetivos que estavam na mensagem, muito pouco foi para a frente.

Das 34 principais metas para 2015 que Dilma especificou na mensagem, só 11 (32,3%) foram atingidas, enquanto 17 (50%) tiveram desempenho insatisfatório.

Outras 6 (17,7%) saíram do papel em parte, uma vez que o prazo fixado para implementação vai além deste ano.

“Em 2014, o Brasil parou à espera da eleição; em 2015, o Brasil tombou”, diz Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Crédito, inflação, crescimento e emprego –tudo isso teve uma deterioração muito superior ao que qualquer um esperava.”

Em 2015, praticamente as únicas metas econômicas atingidas pela presidente foram aumentos de impostos.

Segundo Mello, era necessária mudança na política econômica, porque não deram certo a estratégia de subsídios às indústrias e as tentativas de reduzir juros do primeiro mandato de Dilma.

Mas o professor vê luz no fim do túnel –para ele, boa parte do ajuste já foi feita, e o país inicia 2016 melhor.

Já o especialista em finanças públicas Mansueto Almeida acredita que o pior do ajuste ainda está por vir.

“Estamos muito longe de ter concluído o ajuste: o corte de gastos se deu à custa de enorme redução no investimento público, de 40% até outubro, e mudança no cronograma do pagamento do abono salarial, que é uma economia temporária”, diz.

Segundo ele, as despesas obrigatórias continuam crescendo muito –o gasto com INSS em 2015 e 2016 vai aumentar 0,9 ponto porcentual do PIB e o deficit da Previdência vai chegar a 2% do PIB.

Mansueto diz que Dilma “colhe o que plantou”. Segundo ele, de 2008 a 2014, a dívida pública cresceu R$ 500 bi, grande parte subsídio a empréstimos de bancos públicos.

“O processo de arrumar a casa ainda vai levar muito tempo; no ano que vem é necessário aprovar ajustes estruturais para possibilitar que as despesas obrigatórias cresçam menos que a inflação, mas não vejo a presidente ter base política para isso.”

EDUCAÇÃO SOFRE

Com a necessidade de cortar gastos e a falta de apoio no Congresso, todas as áreas do governo sofreram em 2015. Nem o Ministério da Educação, estrela do plano Pátria Educadora, salvou-se. Algumas metas importantes, como a entrega de creches, foram cumpridas. Mas a maioria ficou muito aquém.

“Considerando o quanto estamos atrasados, os resultados são decepcionantes”, diz Naercio Menezes, coordenador do centro de políticas públicas do Insper.

Segundo Menezes, é necessário fazer que municípios e Estados melhorem a qualidade da educação que oferecem, aumentando o número de horas aula, reformulando o currículo das faculdades de pedagogia, dando incentivos para os melhores professores e alunos e reforço para os jovens que têm dificuldade.

O colunista da Folha Celso Rocha de Barros, doutor em Sociologia pela Universidade de Oxford, adverte que o problema não é este ano, mas sim a conta dos anteriores: “2015 foi o ano de consertar o que estava errado.”

Afogados: se depender de Emídio, PT não se alia a Totonho ou Patriota, mas pode conversar com Zé Negão e Vicentinho

Petista voltou a defender candidatura própria da legenda Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o petista Emídio Vasconcelos deu suas impressões sobre a estratégia que considera ideal para o PT em Afogados da Ingazeira. Emídio diz que, “se depender dele”, o partido não deverá se alinhar nem com  o atual […]

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Petista voltou a defender candidatura própria da legenda

Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o petista Emídio Vasconcelos deu suas impressões sobre a estratégia que considera ideal para o PT em Afogados da Ingazeira. Emídio diz que, “se depender dele”, o partido não deverá se alinhar nem com  o atual prefeito José Patriota (OS), muito menos com o ex, Totonho Valadares, também socialista.

A sua tese é de que Totonho, com a sinalização de que quer mais espaço junto ao governo Paulo Câmara, mostra que seu projeto não é político e sim pessoal. “Por isso já havia rompido com ele pouco depois de eleito. Ele não representava um projeto e sim um interesse pessoal de poder e prova isso mais uma vez agora”. O petista questionou as dificuldades de Totonho com prestações de contas junto ao Ministério do Turismo em dois convênios.

Sobre Patriota, afirmou que esperava uma gestão mais próxima dos trabalhadores, criticando as turmas multi-seriadas e a qualidade do transporte escolar para alunos da zona rural. Acrescentou que sua decisão em apoiar Aécio Neves mostrou que ele tomou uma decisão e sinalizado de que lado estava.

Para ele, o melhor caminho deve ser a candidatura própria, sem deixar de conversar com outros setores da oposição. Emídio esquivou-se, porém, quando perguntado se havia diferenças entre Zé Negão e Vicentinho – com quem disse que o PT poderia ir dialogando – e nomes como Patriota e Totonho, a quem havia criticado. “O mais importante é o projeto e a disposição de segui-lo”, limitou-se evitando comparações.

Ele voltou a criticar a contratação de Assessoria Jurídica junto a Walber Agra pela Amupe e disse achar no mínimo estranho de Agra seja advogado da Amupe e agora de Totonho Valadares no caso das ações propostas pela atual gestão ao TCU, como sinalizado pelo próprio Totonho. “O“MP deve investigar”, reclamou.

Vasconcelos passou a maior parte do tempo argumentando sobre a crise que vive o PT, o governo Dilma e a queda de popularidade de Lula, justamente no dia da prisão de José Dirceu, acusado de participar do esquema da Lava Jato. Emídio defendeu o legado do PT, os mecanismos de apuração de corrupção criados nas gestões petistas, mas admitiu que a legenda entrou na vala comum ao não fazer uma ampla reforma política quando tinha ambiente político, no primeiro governo Lula. Apesar do momento, afirmou ainda haver jeito para o PT recuperar sua popularidade junto à opinião publica.

Afogados ganha iluminação natalina

A Prefeitura de Afogados inaugurou neste domingo a decoração e iluminação natalinas. A cerimônia contou com as presenças do Prefeito Alessandro Palmeira, de sua esposa Lellis Vasconcelos e a filha Eulália, do vice-prefeito, Daniel Valadares, Secretário de Cultura e Esportes, Augusto Martins, vereadores César Tenório e Douglas Eletricista, demais secretários municipais. Ainda do Padre Gilvan […]

A Prefeitura de Afogados inaugurou neste domingo a decoração e iluminação natalinas.

A cerimônia contou com as presenças do Prefeito Alessandro Palmeira, de sua esposa Lellis Vasconcelos e a filha Eulália, do vice-prefeito, Daniel Valadares, Secretário de Cultura e Esportes, Augusto Martins, vereadores César Tenório e Douglas Eletricista, demais secretários municipais.

Ainda do Padre Gilvan Bezerra, que concedeu a tradicional benção.

Este ano a decoração ficou sob responsabilidade dos artistas plásticos Luciano Pires e Mateus Abel. Com o diferencial de que a decoração não se limitou à Praça Arruda Câmara, se estendendo também à Praça Padre Carlos Cottart, à Praça dos Correios, bem como à Avenida Rio Branco.

Foram instaladas mais de 1.200 lâmpadas em Led, espalhadas pelas árvores e em diversas estruturas metálicas, como o portal e túnel que fazem alusão ao ano que se aproxima (2022), o letreiro de Feliz Natal, o trenó, caixas de presentes, árvore de oito metros de altura e até um balanço estilizado. O prédio da Prefeitura também recebeu iluminação de Natal.

“Buscamos esse ano acelerar o processo de confecção das peças decorativas para antecipar sua instalação e inauguração, de modo que as pessoas possam aproveitar esse momento por mais tempo. Que tenhamos todos um feliz natal e que o próximo ano seja repleto de realizações e conquistas, para a nossa população e para a nossa querida Afogados,” afirmou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Outra novidade na inauguração deste ano foi o “presépio vivo”, com a entrada na praça de José e Maria, interpretados pelos atores Rodrigo Figueira e Mauricéia Araújo, seguindo em direção à manjedoura.

Levy Fidelix: "A minha posição é a mesma, não é nada de homofobia"

O candidato do PRTB à Presidência, Levy Fidelix, disse nesta terça-feira, 30, que “não corre do pau” e continua mantendo a posição a respeito do casamento gay defendida por ele durante o debate realizado pela TV Record no domingo. Em entrevista ao Estado, no entanto, afirmou que se for perguntado sobre o mesmo assunto no […]

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O candidato do PRTB à Presidência, Levy Fidelix, disse nesta terça-feira, 30, que “não corre do pau” e continua mantendo a posição a respeito do casamento gay defendida por ele durante o debate realizado pela TV Record no domingo. Em entrevista ao Estado, no entanto, afirmou que se for perguntado sobre o mesmo assunto no debate de amanhã à noite, na Rede Globo, vai evitar fazer comentários.

“Eu não vou entrar nessa armadilha orquestrada pela Luciana Genro (candidata do PSOL com a qual debateu sobre o assunto no domingo) no próximo debate, e só vou discutir questões sociais e econômicas. A minha opinião já foi dada”, afirmou.

Fidelix, que passou o dia sem sair do seu comitê, instalado no bairro Moema, em São Paulo, negou que tenha cometido homofobia e disse que agiu em defesa da família. “A minha posição é a mesma, não é nada de homofobia. Ao contrário, defendo a posição do pai, da mãe, da família tradicional. E nem por isso é discriminação”, disse.

Ele repetiu por diversas vezes que não é contra os gays e que, inclusive, já contratou funcionários homossexuais. “Eu já tive aqui no partido um rapaz que tinha essa ‘característica’. Dei carinho, afeto e nunca deixei fazerem bullying com ele”, explicou o candidato. “Ninguém escutou nenhuma palavra minha dizendo: vamos bater, agredir os gays. Sou contra isso e defendo respeito para todos. Quem incitou isso foi a Luciana Genro”, acusou.