A primeira parte das agendas ocorreu na sede estadual do partido, no Recife. O time de Frei Miguelinho chegou com a prefeita Adriana Assunção e os pré-candidatos a prefeito e vice-prefeito, respectivamente, Lindonaldo França e Júnior de Leta.
Já em São João, a sigla socialista filiou o vereador Pierre Santiago, que assumiu o comando do partido no município e levou um grupo de vereadores para filiação.
Quem também chega ao PSB é Jane Veloso, de Joaquim Nabuco, nome de consenso da oposição local.
Um grupo de lideranças de Vertente do Lério também esteve na sede do partido.
Fora do Recife, o giro também passou por diversos municípios. Em Gravatá, os deputados Pedro Campos (PSB) e Waldemar Borges (PSB) tiveram uma reunião estratégica com a militância do partido. Também no Agreste, houve a cerimônia de posse do novo diretório municipal do PSB em Bezerros, que vai ser conduzido por Nivaldo Santino e pelo vereador Diogo Lemos.
Por fim, em Vertentes, o sindicalista Zito Barros comandou o ato que sacramentou o nome dele como pré-candidato a prefeito pelo PSB. O evento contou com a participação dos deputados Eriberto Medeiros (PSB) e Diogo Moraes (PSB), além do ex-prefeito de Moreno, Dilsinho Gomes (PSB), representando o diretório estadual do partido, e de outras lideranças.
Neste sábado, mais dois atos movimentaram o cenário político em municípios de Pernambuco. Em Angelim, o empresário Caíque da Gente (PSB) foi lançado oficialmente como pré-candidato, com a bênção do atual prefeito, Douglas Duarte (PSB).
Já em Nazaré da Mata, o atual vice-prefeito, Pereira do Sindicato (PSB), é que promoveu um ato de lançamento de sua pré-candidatura a chefe do Executivo municipal.
O deputado Silvio Costa Filho (PRB), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Novo Pacto Federativo, participou nesta quarta-feira (10), de um painel na 22ª Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília. Durante o encontro, que reuniu mais de quatro mil prefeitos de todo o país, o parlamentar destacou o trabalho que está realizando […]
O deputado Silvio Costa Filho (PRB), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Novo Pacto Federativo, participou nesta quarta-feira (10), de um painel na 22ª Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília.
Durante o encontro, que reuniu mais de quatro mil prefeitos de todo o país, o parlamentar destacou o trabalho que está realizando à frente do grupo e a importância do Novo Pacto para o crescimento dos estados e municípios do Brasil.
Ainda durante a intervenção, o parlamentar destacou os temas que devem entrar na ordem do dia do Congresso Nacional ainda neste primeiro semestre, como o repasse de 1% a mais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a PEC 61/2015 – que foi aprovada no Senado Federal, a cessão onerosa, Lei Kandir, ISS, Lei das Licitações, Lei dos consórcios, entre outros.
Além de agradecer o apoio de todo o Congresso Nacional, o deputado destacou que acredita que o Novo Pacto Federativo vai sair do papel. “Quero agradecer a todo o Congresso Nacional o privilégio de poder, neste momento histórico, presidir a frente parlamentar do Novo Pacto. Sei que hoje em dia quando a gente fala do pacto federativo, infelizmente muita gente não acredita que essa agenda vai sair do papel. O mandato que mais aprendi foi o de vereador. Desde então aprendi a ser um municipalista convicto. Disse ao ministro Paulo Guedes, na reunião que tive com ele, que o futuro do Brasil não está em Brasília, mas está sobretudo nos municípios do País. Ninguém pode falar em crescimento econômico, geração de emprego e renda, melhorias em áreas importantes, se não valorizarmos os municípios brasileiros. Ou a pirâmide se inverte ou os municípios vão quebrar”, destacou o parlamentar.
A XXII Marcha em Defesa dos Municípios, que iniciou nesta segunda-feira (08) tem a presença de cerca 8 mil participantes, entre prefeitos, vice-prefeitos e representantes de executivos municipais do Brasil. O evento promove o diálogo, com objetivo de construir um novo pacto federativo que permita enfrentar com eficiência a necessidade de ofertar para a população brasileira mais e melhores serviços públicos.
“Quero propor que façamos uma visita ao presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, e ao Ministério Público Federal, para que o pacto não discuta apenas o aumento de receitas, mas valorize os prefeitos do Brasil. Uma agenda que valorize a todos. Temos que sair com um encaminhamento nessa direção. Estou confiando que esse pacto vai sair do papel. Do jeito que está fica ingovernável para os representantes dos municípios. Só vamos conseguir gerar emprego e renda se estimularmos o crescimento econômico dos municípios”, pontuou Silvio.
O presidente da CNM, Glademir Aroldi, destacou a importância do trabalho da Frente no Congresso Nacional. “O deputado Silvio Costa Filho propôs ao ministro Paulo Guedes a criação de um grupo de trabalho para discutir o Pacto. A proposta foi aceita pelo ministro. A Frente em Defesa do Novo Pacto Federativo e a Frente Municipalista indicaram a participação da CNM. Quero agradecer e reconhecer porque isso é muito importante para nós. Os municípios terão vez e voz em um grupo dessa importância. Quero parabenizar o trabalho desenvolvido pelo deputado Silvio à frente desse grupo”, destacou.
Do Diário de Pernambuco O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), esteve com o médico Evandro Oliveira na tarde desta terça-feira (1º), no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde o gestor público está internado desde a última quinta-feira (26) para tratar um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico que sofreu na semana passada. O médico, […]
Julio Lóssio Filho (à direita) publicou no último sábado (28) uma foto em que aparece ao lado do pai e de Andréa Lóssio em quarto do hospital onde o político está internado.
Do Diário de Pernambuco
O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), esteve com o médico Evandro Oliveira na tarde desta terça-feira (1º), no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde o gestor público está internado desde a última quinta-feira (26) para tratar um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico que sofreu na semana passada.
O médico, que chegou da Espanha e imediatamente atendeu Lóssio, avaliou os exames do prefeito e definiu que será necessária a realização de uma cirurgia, que foi marcada para a próxima quinta-feira (3), segundo seu filho, Julio Lóssio Filho.
Lóssio foi vítima de um aneurisma cerebral no mesmo local em 2002, mas desta vez a intensidade do sangramento foi 20 vezes menor, de acordo com o médico pernambucano José Carlos Moura, responsável pelo atendimento inicial a Lóssio em Petrolina. A assessoria da Prefeitura de Petrolina garante que o quadro clínico do político permanece estável. Acompanhado pelo filho e pela esposa, Andréa Lóssio, o prefeito está consciente e não apresenta queixas.
Pela primeira vez desde o início da pandemia da Covid-19, as internações em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de pessoas com menos de 40 anos são maioria absoluta. A reportagem é de Fernando Canzian/Folhapress. Houve ainda um salto expressivo no número de pacientes graves com necessidade de ventilação mecânica e que não apresentam nenhuma comorbidade (como […]
Pela primeira vez desde o início da pandemia da Covid-19, as internações em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de pessoas com menos de 40 anos são maioria absoluta. A reportagem é de Fernando Canzian/Folhapress.
Houve ainda um salto expressivo no número de pacientes graves com necessidade de ventilação mecânica e que não apresentam nenhuma comorbidade (como obesidade ou diabetes).
Os dados sugerem não apenas uma mudança do perfil dos doentes que necessitam de UTI, mas um agravamento do quadro geral dos pacientes em relação aos meses anteriores.
Em março, 52,2% das internações nas UTIs do Brasil se deram para pessoas até 40 anos; e o total de pacientes que necessitaram de ventilação mecânica atingiu 58,1%.
Ambas as taxas são recordes, segundo dados da plataforma UTIs Brasileiras, da Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira).
No caso da necessidade de aparelhos de ventilação, houve salto de quase 40% em relação ao patamar do final do ano passado.
Entre setembro de 2020 e fevereiro deste ano, o total de internados em UTIs que necessitavam desse tipo de equipamento variou entre 42% e 48%.
Já os pacientes graves sem comorbidades que agora acabam na UTI são praticamente 1/3 do total –até fevereiro os doentes graves sem condições adversas prévias eram 1/4 dos casos.
O novo marco da epidemia no Brasil sugere pelo menos três conclusões, segundo Ederlon Rezende, coordenador da plataforma UTIs Brasileiras e ex-presidente da Amib: as novas variantes do vírus devem ser mais agressivas; a falta de cuidado de parcelas da população pode estar afetando sobretudo os mais jovens; e a imunização dos mais velhos tem ajudado a conter os casos graves entre os idosos.
Segundo a pesquisa, antes de os jovens serem a maioria dos internados nas UTIs em março, entre dezembro de 2020 e fevereiro último os até 40 anos representavam 44,5% do total -percentual quase idêntico ao de setembro a novembro.
De lá para cá, o aumento das internações nessa faixa mais jovem foi de 16,5%.
Como a imensa maioria dos brasileiros tem menos de 40 anos, o incremento, embora possa parecer modesto, engloba milhões de pessoas. A tendência sugere ainda que há espaço para um agravamento da situação.
No mesmo período de comparação (e na contramão), as internações de pessoas acima de 80 anos despencaram 42%. Elas representam agora apenas 7,8% do total, pouco mais da metade do que vinha sendo registrado anteriormente.
Na faixa de idades intermediárias, as internações em UTI permaneceram mais ou menos no mesmo patamar, somando cerca de 40% do total.
O levantamento da Amib é feito a partir de uma amostra expressiva, englobando 20.865 leitos de UTI no país, o que representa cerca de 25% de todas as unidades, sendo 2/3 privadas e 1/3 públicas.
“Embora os dados mostrem que a vacina pode estar tendo o efeito esperado entre os mais velhos já imunizados, eles também revelam que, ao se acharem imbatíveis, os jovens, muitos sem qualquer comorbidade, são agora as maiores vítimas da epidemia”, afirma Rezende.
Além de estarem se expondo mais em baladas e reuniões, há levantamentos e relatos de médicos na linha de frente dando conta de que os mais jovens, quando na UTI, ocupam por mais tempo os leitos -diminuindo o giro de vagas e contribuindo para saturar o sistema, como tem-se visto.
Com as novas variantes do vírus (como a P1), no entanto, não só as festas, frequentemente apontadas como as principais vilãs, podem estar por trás do aumento da infecção entre os mais jovens.
Com o fim do auxílio emergencial pago em 2020 (e que voltou só em abril e em proporção muito menor), muitas pessoas foram obrigadas a circular novamente atrás de alguma renda, sobretudo os informais -cerca de 34 milhões de pessoas, ou quase 40% da força de trabalho.
Em 2020, o auxílio emergencial foi pago entre abril e dezembro (R$ 600 ao mês a 66 milhões de pessoas) e foram empregados R$ 293 bilhões. A nova rodada (R$ 250 a 45,6 milhões) está prevista para durar apenas quatro meses e somar R$ 44 bilhões -15% do valor do ano passado.
No final de 2020, o contingente de informais na economia ainda era de 4,7 milhões de pessoas a menos do que um ano antes. Isso pode ser explicado porque, em função do auxílio emergencial robusto, muitos não estavam precisando sair de casa atrás de alguma renda.
Neste começo de 2021, isso mudou dramaticamente, levando milhares de informais a circularem novamente no pior momento da epidemia no Brasil.
Que tristeza, 2023… O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração, o pior, com certeza. Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas, dizimadas pelo poder opressor de […]
O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração, o pior, com certeza.
Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas, dizimadas pelo poder opressor de Israel. Eu não consigo fechar os olhos sem pensar na imagem de crianças amontoadas nos hospitais que ainda restam.
Elas também são alvo pela ótica perversa de que no futuro, pela dor sofrem perdendo pais, mães, irmãozinhos, vão nutrir ódio por Israel. Benjamin Netanyahu age sobre a ótica de que, se um cacho de uvas está estragado, que se dizime toda videira. Matar inocentes não deveria ser resposta para os terroristas do Hamas, que resistirá mesmo após o genocídio.
E olha que esquecemos haver outras guerras com o mesmo potencial de auto destruição humana, como na Ucrânia, na Síria, no Iêmen, em parte da África. Não há nada que os faça parar.
Este foi o ano em que as mudanças climáticas transformaram o tempo. Tanto o tempo verbal quanto o meteorológico. Em 2023, elas deixaram de ser futuro e se tornaram presente.
Este foi um ano de eventos extremos, agravados por um El Niño intenso, que levou o clima do planeta ao que a Organização Meteorológica Mundial (OMM) chamou, em julho, de mergulho em “território desconhecido”.
Um território que se revelou repleto de ondas de calor, tempestades, inundações, incêndios, secas, nevascas, ciclones, furacões e tornados. O ano termina com as maiores anomalias e sucessão de extremos climáticos já testemunhadas pela Humanidade. E, segundo a OMM, é só o primeiro ano de uma nova era de extremos das mudanças climáticas.
A média da temperatura global deve ficar 1,4ºC acima da do período pré-industrial. É a maior elevação desde o início dos registros, em 1850. E 2023 veio na esteira de nove anos seguidos de tendência de elevação.
Aqui, mais da metade dos 5.568 municípios brasileiros foi afetada por fenômenos extremos em 2023. Cerca de 2.797 cidades decretaram estado de emergência ou calamidade por causa de desastres naturais. Vimos regiões do estado do Amazonas registrarem neste ano os menores índices de chuva, no período de julho a setembro, dos últimos 40 anos.
No Sul, alagamentos e mortes. Aqui no Nordeste, nem a nós nativos, havia sido imposto tamanho calor.
Pior é a nossa incapacidade de buscar reverter a curva do caos. Pelo contrário, líderes mundiais alimentam mais guerras, mais eventos climáticos adversos, mais dor.
No Brasil, a intolerância de parte da sociedade nos faz indagar o que de fato houve com os reais valores que deveriam nos regir no caminho da fraternidade e solidariedade. Um pedaço de nossa comunidade julgou e condenou vítimas sociais. Adoraram a Bolsonaro. Condenaram padre Júlio Lancelotti.
Se vale o registro, o Deus que acredito me estimula a não perder o direito de acreditar, esperançar, resistir. Depois da escuridão, a luz sempre renasce.
Feliz Ano Novo!
Dança dos números
Considerando só números do Opinião em Serra Talhada, da pesquisa realizada em maio com a divulgada ontem, os números se mantiveram estáveis. Em maio, Luciano Duque tinha 42%. Agora, foi a 44,1%. Márcia tinha 31%. Foi a 33,3%. Cresceram praticamente a mesma coisa.
Gestão Márcia
A avaliação da gestão Márcia também oscilou positivamente dentro da margem de erro. Sete meses atrás, era aprovada por 55,7% dos serra-talhadenses e reprovada por 35,8%. Agora, aprovada por 57,4% de aprovação contra 29,8% de reprovação. Quadro relativamente estável.
Registre-se 1
A estabilidade do cenário em uma recorte de sete meses favorece Luciano Duque. Até a eleição são 10 meses. Ou seja, trocando em miúdos, num português bem claro: se tudo continuar como antes, Duque é favorito.
Registre-se 2
Nesse aspecto, a pesquisa também foi boa pra Márcia, caso a utilize, assim como as internas que tem, pra fazer gestão e liderar. A Coluna avaliou inclusive com seus aliados: precisa de mais quadros competentes com alinhamento político, não bajuladores de rede social, mais de gente que vista a camisa administrativamente, menos de puxa-saquismo. Mais de sua liderança, menos de sua passividade.
Faca e queijo
Dos dois, só quem tem a caneta e condição de virar o jogo é Márcia. Registre-se, Ela já teve de 74% a 82% de aprovação. Ninguém perde 20 pontos de avaliação positiva porque pegou uma friagem. Não é de hoje que muitos se perguntam se ela vai morrer abraçada com seu guru da comunicação, João Kosta, e entorno. “Sabe onde tem que reagir, já foi alertada, e não mexe “, diz um vereador aliado à Coluna. Vem perdendo a narrativa da comunicação, não explora os avanços, além de ser engolida quando erra por falta de uma reação profissional e coordenada, como no recente caso do lixão.
Iludidos
Alguns aliados de Luciano que não querem vê-lo tentar voltar à prefeitura pela projeção e espaços na Alepe venderam a ilusão de que Ronaldo de Dja cresceu e surpreendeu. Nenhum demérito a Ronaldo, mas dentre os que optam por ele na simulação com Márcia, estão os que votam no candidato e aqueles que optaram por ele porque não votam em Márcia.
Desenhando
Márcia perdeu terreno até nesse cenário. Chega apenas a 45,4%, enquanto Ronaldo de Deja aparece com 31,5%. Em 2020, Márcia teve 60,54% contra 39,45% da oposição. Assim, Ronaldo, fosse a bala de prata, deveria ter pontuado mais. Resumindo, não passa disso e o único real competitivo é Duque. A não ser que queiram um “perdedor de luxo”.
Fato novo
Fatos são os fatos: a chegada de Danilo Simões no embate em Afogados da Ingazeira subiu o sarrafo da disputa e tende a melhorar a gestão Sandrinho Palmeira. Mesmo que ainda favorito, o atual gestor precisa otimizar a gestão, inclusive chamando à baila quem não entrega o que prometeu no governo. Endurecer, sem perder a ternura para uns. Para outros, só serve o “endurecer” mesmo. Isso porque o futuro, caso não se enfrente essa realidade, pode reservar surpresas.
Entendeu?
O ex-prefeito Dinca Brandino justificou em sua live porque Nicinha Melo não apareceu bem na pesquisa: “se for o bem eu vou tá lembrado. Se for o mal, aí é que eu vô tá lembrado”, iniciou. Disse ainda que misericórdia criticou ela porque está com eminésia. Que a prefeita não vai falar na rádio porque a Cidade FM “não executou nenhuma obra em Tabira” e ainda diz que a gestão Nicinha é “desastrosa e não aparece”. E que “quem não paga servidor é o Banco do Brasil”. Também que ouviu todos os números da pesquisa, menos de Nicinha. “Eu acho isso endiotice. Até porque dotô Anchieta disse que 2023 foi um ano desafiadô de desafio“.
Mais pesquisa
Pesquisa do Instituto Expressão divulgada neste sábado (30) coloca o advogado Flávio Marques (PT) à frente na corrida pela Prefeitura de Tabira no ano que vem. Ele tem 49,33% das intenções de voto, seguido pela atual prefeita, Nicinha de Dinca (MDB), com 25,67%. A terceira posição tem um empate técnico entre o vereador Djalma das almofadas (PT), com 4,67%, o vice-prefeito Marco Crente (UB), com 4%, e os vereadores Socorro Véras (PT), com 2,33% e Kleber Paulino (PSB), com 1%.
Definidos
Estão definidos no Pajeú os embates em Afogados da Ingazeira (Sandrinho x Danilo), Carnaíba (Berg X Ilma), Brejinho (Gilson X Túlio), Santa Cruz (Irlando x Zé Bezerra), Calumbi (Joelson x Cícero Simões) e Triunfo, entre João Batista e Eduardo Melo.
Meio definidos
Parcialmente fechadas as disputas em Serra Talhada (Márcia x ?), Ingazeira (Luciano Torres x ?), Quixaba (Zé Pretinho x ?), Solidão (Maycon da Farmácia x ?), Itapetim (Anderson Lopes x ?), Tabira (Nicinhha x ?), Santa Terezinha (Delson Lustosa x?). Totalmente indefinidos Flores, Iguaracy, Tuparetama, São José do Egito e Itapetim .
Pula pula
Se a debandada do palanque de Wellington Maciel seguir o atual ritmo, chega no ano que vem só com o vereador Luciano Pacheco. Há quem analise que não está descartado que ele libere a base para apoiar Madalena Britto e anuncie ficar fora da disputa. Assim, pagaria parte da dívida que aliados da ex-prefeita dizem que ele deixou aberta.
Há controvérsias
Por outro lado, há uma análise de que, no momento, LW ainda sonha em recuperar popularidade e disputar a reeleição. Por isso, estaria contando os cargos que pertencem a cada vereador vira casaca, pra realocá-los. João Taxista, que seria o próximo a pular para Madalena, estaria avisado…
Frase da semana:
“Hoje, como no tempo de Herodes, as conspirações do mal, que se opõem à luz divina, movem-se à sombra da hipocrisia e do escondimento”.
Do Papa Francisco, na mensagem Urbi et Orbi, criticando as guerras. “Quantos massacres armados acontecem num silêncio ensurdecedor, ignorados de tantos! O povo, que não quer armas mas pão, que tem dificuldade em acudir às despesas quotidianas, ignora quanto dinheiro público é destinado a armamentos”.
A aluna da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos – Afogados da Ingazeira-PE – Wanessa Yasmin Sá Lima, do 3º ano A, conquistou o Certificado do 7º Concurso Jovem Senador. O Tema do concurso foi “Se eu fosse Senador…” A jovem conquistou, disputando com milhares de candidatos o 3º Lugar a nível Estadual. A Escola conquistou […]
A aluna da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos – Afogados da Ingazeira-PE – Wanessa Yasmin Sá Lima, do 3º ano A, conquistou o Certificado do 7º Concurso Jovem Senador.
O Tema do concurso foi “Se eu fosse Senador…” A jovem conquistou, disputando com milhares de candidatos o 3º Lugar a nível Estadual.
A Escola conquistou o 3º Lugar nacional. Parabéns à aluna Yasmin, todos os alunos que se engajaram no processo, professores, equipe administrativa e gestora, por essa vitória alcançada!
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