A promessa do Governo do Estado de regularizar os repasses do programa Programa Universidade para Todos animou a Diretora da AEDAI, Socorro Dias.
Ela estava bastante preocupada, pois o atraso às 13 autarquias municipais de ensino superior estava dificultando a gestão da Fafopai. Ela pagou os salários em maio porque fez economia e deixou de investir para poder ter o dinheiro em caixa. “Mas em junho já não tive como pagar professores e funcionários”, explica Socorro, cuja receita depende 90% do programa estadual.
“Cumprimos com nossa função social, atendemos uma clientela carente, estamos ajudando na formação de professores para Pernambuco. Precisamos ser reconhecidos por isso”, disse Socorro.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec) informou que pagará o mês de maio esta semana. O montante de junho será depositado até o dia 15 de agosto. Em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) ela disse ter recebido da Secretaria a confirmação do pagamento.
Ela buscou também tranquilizar alunos da Faculdade, que estavam com receio da suspensão das bolsas, que custeiam de 50% a 100% do valor. “Os que pagaram a matrícula serão reembolsados quando recebermos julho”, garantiu.
Ela também informou que não haverá redução de bolsas. “Os critérios e quantidade de bolsas se mantém o mesmo. Não haverá cortes”, garantiu.
Além da Fafopai, estão prejudicadas com atrasos nos repasses as Autarquias do Araripe (Araripina), de Garanhuns (AESGA), do Limoeiro, do Vale do São Francisco (AEVSF), do Cabo de Santo Agostinho (AEDECCA), de Salgueiro (AESDS), de Arcoverde (AESA), Belemita de Cultura (ABCDE), de Belo Jardim, de Goiana, da Mata Sul (AEMASUL), e Educacional de Serra Talhada (AESET).
Deutsche Welle Há exatos cinco meses, o Brasil confirmava oficialmente seu primeiro caso de covid-19: um homem de 61 anos, de São Paulo, que havia chegado da Itália. Após mais de 2,3 milhões de infectados, 86 mil mortos – números que só ficam atrás dos vistos nos Estados Unidos – e três ministros da Saúde, o país […]
Há exatos cinco meses, o Brasil confirmava oficialmente seu primeiro caso de covid-19: um homem de 61 anos, de São Paulo, que havia chegado da Itália.
Após mais de 2,3 milhões de infectados, 86 mil mortos – números que só ficam atrás dos vistos nos Estados Unidos – e três ministros da Saúde, o país parece ter chegado a uma relativa estabilidade de novos casos, conforme afirmou a Organização Mundial de Saúde (OMS) no dia 17 de julho – não sem um alerta.
“Os números se estabilizaram. Mas o que eles não fizeram foi começar a cair de uma forma sistemática e diária”, disse o diretor executivo da OMS, Michael Ryan, em coletiva de imprensa. “O Brasil ainda está no meio dessa luta.”
É um platô que vem, portanto, com uma lista de ressalvas. Uma delas é que a estabilidade resulta da soma de diferentes curvas: em alguns estados, a curva já superou o pico, e a doença desacelera; em outros, há estabilidade; e nos demais, o que se vê agora é uma aceleração da epidemia.
Em 12 unidades da federação há aceleração do número de mortes por covid-19, conforme dados do consórcio de veículos de imprensa brasileiros que apuram números junto às secretarias estaduais de saúde.
Quando considerados os municípios do país, 30,4% mostravam algum tipo de aceleração no número de novos casos em 21 de julho. Outros 24,5 % apresentavam estabilidade, e os 30,9% restantes, queda. O levantamento com recorte municipal foi feito com exclusividade para a DW Brasil por Renato Vicente, professor associado do Departamento de Matemática Aplicada da Universidade de São Paulo (USP) e Rodrigo Veiga, doutorando do Instituto de Física da USP, ambos membros da coalizão COVID Radar.
Na análise de municípios por estado, sete têm aceleração do número de novos casos diários. O ranking mostra Sergipe, onde 86,2% das cidades estão em aceleração, na pior situação, seguido por Bahia (75,8%), Roraima (72,7%), Santa Catarina (72,6%), Piauí (72,3%), Paraná (64,2%) e Minas Gerais (64,2%).
Além disso, Amapá, Maranhão, Ceará e Rio de Janeiro já podem estar enfrentando uma segunda onda, dado o aumento de casos semanais de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme o último boletim InfoGripe da Fiocruz, de 23 de julho.
Outra ressalva apontada para o platô brasileiro é que ele foi alcançado com um número relativamente alto de mortes diárias. “É como se estivéssemos em um carro na estrada e parássemos de acelerar, mas estamos correndo a 200 km/h; vamos tomar multa“, afirma Domingos Alves, professor e pesquisador do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), que trabalha com projeções no grupo Covid-19 Brasil.
“Estamos mantendo uma média diária de mil mortes, e a gente sabe que esses números estão subestimados”, alerta o ex-ministro da Saúde e pesquisador da Fiocruz José Gomes Temporão, que esteve à frente do combate à H1N1. Um estudo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que testou 89 mil pessoas pelo país, concluiu que os números oficiais estão subestimados em cerca de seis vezes.
Centro-Oeste e Sul viram novos focos
À medida que desacelera nos primeiros epicentros da doença no país, a epidemia de covid-19 avança para o interior e, ao mesmo tempo, se mostra mais forte em locais que tinham números relativamente baixos antes da flexibilização de medidas de quarentena.
“O que nós vimos é que as capitais que estavam em situação mais aguda e que lideravam a epidemia, que são São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Manaus, começaram a deixar de ter tanta importância, inclusive algumas têm observado uma estabilidade“, explica Alves. “Agora, vemos uma interiorização da epidemia, principalmente para esses estados que tinham a capital em situação aguda, e um crescimento nas regiões Centro-Oeste e Sul e no estado de Minas Gerais.”
Após a reabertura de suas economias, os três estados do Sul viram o número de casos sair de quase 50 mil no dia 20 de junho para pouco mais de 155 mil um mês depois, enquanto as mortes passaram de 1.095 para 3.264.
O novo cenário forçou os gestores estaduais a repensarem as medidas de relaxamento da quarentena. Em Santa Catarina, o governo voltou a restringir a circulação de pessoas em sete regiões classificadas como em situação gravíssima.
Desde junho, o Centro-Oeste é também um dos novos focos da epidemia. Entre 8 e 28 de junho, o número de mortes cresceu mais de 191% na região, e o de casos, 198%, segundo levantamento do consórcio dos veículos de imprensa. Foram as maiores altas do período entre as regiões do país. A ocupação de leitos de UTI subiu em todo o Centro-Oeste, com Mato Grosso tendo o pior cenário, 92% de ocupação, no começo de julho.
Há aceleração do número de mortes diárias também no Tocantins, na Paraíba e em Minas Gerais. Somente em Belo Horizonte, a ocupação de leitos de UTI saltou de 45% para 85% em junho, forçando a prefeitura a recuar da flexibilização.
“Agora teria de fazer um lockdown no Sul e no Centro-Oeste. Nos lugares onde o número de casos diários ainda está subindo ou estabilizando num patamar muito alto, tem que fazer lockdown”, considera o epidemiologista e reitor da UFPel, Pedro Hallal.
Com uma ideia na cabeça e um passo marcado pela emoção, as quadrilhas juninas que disputaram o concurso da Prefeitura de Petrolina mostraram muito mais que tradição: os grupos que se apresentaram na noite deste sábado (8) renovaram-se para levar ainda mais beleza à quadra do Sesc onde mais de 4 mil pessoas acompanharam a […]
Com uma ideia na cabeça e um passo marcado pela emoção, as quadrilhas juninas que disputaram o concurso da Prefeitura de Petrolina mostraram muito mais que tradição: os grupos que se apresentaram na noite deste sábado (8) renovaram-se para levar ainda mais beleza à quadra do Sesc onde mais de 4 mil pessoas acompanharam a disputa entre dez grupos de Petrolina e região.
Apesar do figurino tradicional, da coreografia e musicalidade características da época, as equipes também trouxeram à tona temáticas sociais, como a tragédia de Brumadinho, por exemplo. Assim como em anos anteriores, a fé continuou sendo a marca da maioria das apresentações que exaltaram também a força, coragem, e as orações do sertanejo às santas, santos e orixás.
O evento foi prestigiado pelo prefeito, Miguel Coelho, que fez referência à ousadia levada à quadra pelos grupos juninos. “Desde quando comecei a acompanhar as quadrilhas juninas, fiquei encantado. É uma das principais manifestações culturais do período junino e temos buscado fortalecer essa tradição ano após ano. Dessa vez, ficamos ainda mais impressionados pelo grande público e principalmente pelas apresentações incríveis, ousadas e criativas”, disse.
As apresentações começaram pela equipe Folgueir’art de Solidão (PE). Também passaram pela quadra, as equipes Explode Coração; Buscapé; Império Caipira; Encanto Nordestino; Danado de Bom; Balão Dourado; Forró Xaxado; Oce tá Boa e Renascer do Sertão.
Com uma grande homenagem ao compositor Humberto Teixeira, o ‘Doutor do Baião’, a Danado de Bom conquistou o primeiro lugar com a premiação de R$ 7 mil. Já o segundo lugar ficou com a Buscapé que levou a premiação de R$ 6 mil e o terceiro lugar foi para a Explode Coração com a premiação de R$ 4 mil.
Para o secretário executivo de Cultura, Cássio Lucena, a preocupação dos grupos com os temais atuais foram o diferencial do concurso realizado pela prefeitura em parceria com a TV Grande Rio. “O tratamento estético que eles dão ao cenário e aos figurinos nos surpreendem a cada ano. Mas, uma coisa curiosa é a preocupação de tratar dos grandes temas atuais da nossa sociedade. As equipes estão atentas a isso e trouxeram estes detalhes à manifestação cultural deles, ou seja, este diálogo político com a contemporaneidade” avaliou.
A prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, realizou na noite de domingo, 10. Dias das Mães, um homenagem com apresentações culturais, recital e música coma Banda BKL. Participaram do evento poetas e repentista, Valdir Teles, Zé Carlos do Pajeú, Adelmo Aguiar, Sebastião Dias. Declamadores, Dedé Monteiro, Mariana Teles e as crianças […]
A prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, realizou na noite de domingo, 10. Dias das Mães, um homenagem com apresentações culturais, recital e música coma Banda BKL.
Participaram do evento poetas e repentista, Valdir Teles, Zé Carlos do Pajeú, Adelmo Aguiar, Sebastião Dias. Declamadores, Dedé Monteiro, Mariana Teles e as crianças do grupo Infância Rimada prestaram também suas homenagens. Os artistas mirins Igor e Amanda também fizeram sua apresentação.
Na fala de abertura o prefeito de Tabira, Sebastião Dias Filho (PTB) cumprimentou todas as pessoas e se dirigiu, especialmente, às mães presentes. –“Quero abraçar a todas as mães e desejar um dia especial a quem tanto faz, a quem tanto trabalha, a quem não mede esforços e não se cansa de defender o filho, A MÃE.”
A secretária de Desenvolvimento Social de Tabira e 1ª Dama, Iêda Guedes de Mélo, parabenizou todas as mães presentes e destacou a importância da mãe na formação do filho.
Integrantes da Secretaria de Desenvolvimento Social prestaram uma homenagem especial à secretária Iêda Dias. Foi feita uma síntese do trabalho como secretária, catequista e como pessoa que exclusivamente desempenha seu trabalho na solidariedade às pessoas mais necessitadas.
Durante a apresentação do evento foram realizados sorteios de diversos prêmios para às mães presentes.
Ele se tornou pastor após cumprir pena pela morte da atriz. Ex-ator sofreu infarto e morreu em Belo Horizonte. Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu neste domingo (6), em Belo Horizonte. A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, fundador da Igreja Batista da Lagoinha, durante uma transmissão ao vivo pelas redes […]
O vereador Augusto Martins (PR), negou que tenha qualquer relação com as críticas veiculadas na imprensa ao pré-candidato a vice, Alessandro Palmeira, bem como ao prefeito e pré-candidato a reeleição, José Patriota, que geraram uma onda de manifestações nas redes sociais. Augusto teve o nome implicitamente ligado ao episódio porque a crítica partiu do jornalista […]
O vereador Augusto Martins (PR), negou que tenha qualquer relação com as críticas veiculadas na imprensa ao pré-candidato a vice, Alessandro Palmeira, bem como ao prefeito e pré-candidato a reeleição, José Patriota, que geraram uma onda de manifestações nas redes sociais.
Augusto teve o nome implicitamente ligado ao episódio porque a crítica partiu do jornalista Magno Martins, seu irmão, sobre a condução do prefeito José Patriota, que segundo ele, estava para escolher Palmeira, nome do bolso, para que continuasse conduzindo prefeitura e com mandato legislativo, já que pode ser candidato em 2018.
“Primeiro, a nota não trata de tradição familiar, fala em (falta de) tradição política. Não se discriminou nenhuma família. Isso foi deturpado na nota (da Rede)”. Ele disse ainda assim ter ligado para o prefeito José Patriota, para Alessandro Palmeira e para o próprio Magno, dizendo não ser essa sua posição sobre o processo.
“Meu nome foi colocado no debate como pré-candidato a vice por questão de história também, por um projeto de desenvolvimento. Tenho patrimônio de história, não econômico. Mas não posso tolher a opinião de meu irmão como jornalista. É o trabalho dele. Como família somos muito unidos. Mas todos tem independência pessoal e profissional”.
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