Programa: Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde recebe o Via das Artes
Por Nill Júnior
Até o dia 24 de maio, o Sesc Pernambuco movimenta o projeto Via das Artes, através da Fábrica de Criação Popular.
A ação, nas cidades de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, tem como objetivo unir as várias linguagens artísticas do Estado. A programação acontece simultaneamente nos dois municípios e tem na grade de atividades intervenções, vídeos de poesia, dança contemporânea, exposição, encontro de escritores, além de espetáculos.
Nesta quarta-feira (13), em Santa Cruz da Baixa Verde, será aberta a Exposição Mantos de Maria, às 20h, na Capela São Francisco, em frente à Imagem de Padre Cícero Romão. A visitação poderá ser feita até o dia 31 de maio. No dia seguinte (14), na cidade de Triunfo, haverá o encontro de escritores de cordel em HQ, das 8h às 15h, com Jefferson Messias e Rafael Anderson, na Escola Alfredo de Carvalho.
Na sexta (15), a Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro recebe a música instrumental de Hugo Lins. No sábado (16), às 10h, tem “Ô de Casa”, do grupo de Dança e Criação do Sesc Triunfo e o Maracatu Contemporâneo do grupo de Dança do Sesc Belo Jardim.
A programação vai seguir intensa até o dia 24, onde acontecerá o encerramento. Ele será marcado com a abertura da exposição “Maria, Marias”, no Salão Paroquial Pe Ibiapina, às 20h. A mostra ficará em cartaz até o dia 31 de maio. A programação completa pode ser conferida no www.sescpe.com.br.
O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque entrou com os dois pés no ato público que cobrou do Governo Federal medidas urgentes para conter a crise que se alastra no país, organizado pela AMUPE, como o blog antecipou. Mais de 100 municípios participaram da paralisação. Além de ir ao protesto, Duque ainda levou uma caravana de Secretários e […]
O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque entrou com os dois pés no ato público que cobrou do Governo Federal medidas urgentes para conter a crise que se alastra no país, organizado pela AMUPE, como o blog antecipou. Mais de 100 municípios participaram da paralisação. Além de ir ao protesto, Duque ainda levou uma caravana de Secretários e vereadores aliados. Claro, o fato de ser petista e o ato ter como alvo a Presidenta Dilma potencializou sua presença.
“Com a redução do FPM a população fica prejudicada. Em Serra Talhada estamos investindo em todos os serviços, a fim de proporcionar mais conforto, comodidade e qualidade de vida à população. Mas sem o repasse, fica difícil manter os equipamentos funcionando apenas com os recursos próprios do município”.
E concluiu: “Essa luta não é só da Prefeitura e sim de todo o povo de Serra Talhada, que precisa dos serviços e nós, como representantes do povo, temos a obrigação de entrarmos nessa batalha”, disse Luciano Duque.
A cidade de Serra Talhada receberá nos próximos dias 05 e 06 de novembro o Encontro do Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo – Sertão do Pajeú, promovido pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada, por meio da Fundação Cultural de Serra Talhada, juntamente com a Fundarpe/Secretaria Estadual de Cultura, IPHAN e Ministério da Cultura/Governo Federal. […]
A cidade de Serra Talhada receberá nos próximos dias 05 e 06 de novembro o Encontro do Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo – Sertão do Pajeú, promovido pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada, por meio da Fundação Cultural de Serra Talhada, juntamente com a Fundarpe/Secretaria Estadual de Cultura, IPHAN e Ministério da Cultura/Governo Federal.
O encontro será realizado no CEU das Artes, na Caxixola, no horário das 09h às 17h. O objetivo é promover o intercâmbio entre representantes e fazedores do Frevo da Região Metropolitana do Recife e do interior do Estado, assim como discutir demandas e ações para salvaguarda do Frevo no âmbito regional.
A programação contará com apresentações, formulação de propostas públicas e debates, no CEU das Artes, além de oficinas de música na sede da Filarmônica Vilabelense, oficina de danças no Museu do Cangaço e oficina de confecção de adereços na Escola de Artes. Informações no e-mail: [email protected].
Valor é 3% maior que na festa realizada antes da pandemia. Fluxo global de visitantes foi superior a um milhão de pessoas Depois de dois anos, o público estava ansioso pelo São João da Retomada em Pernambuco. A festa, uma das mais importantes do calendário turístico, movimentou uma receita turística de R$ 444 milhões, um […]
Valor é 3% maior que na festa realizada antes da pandemia. Fluxo global de visitantes foi superior a um milhão de pessoas
Depois de dois anos, o público estava ansioso pelo São João da Retomada em Pernambuco. A festa, uma das mais importantes do calendário turístico, movimentou uma receita turística de R$ 444 milhões, um incremento de 3% sobre 2019 (R$ 433 milhões).
De acordo com pesquisa realizada pela Empetur e pela Secretaria de Turismo e Lazer, o Estado recebeu um fluxo global de visitantes de 1 milhão e 42 mil pessoas, sendo 529 mil turistas (que pernoitam no destino) e 513 mil excursionistas (os adeptos do famoso “bate e volta”.
O levantamento foi realizado com uma amostra superior a 1,8 mil pessoas nos municípios de Arcoverde, Caruaru, Gravatá e Petrolina. Entre os viajantes, 78% residem no Estado, o que ressalta como os pernambucanos desfrutam muito dos festejos juninos. Bahia (6,09%), Alagoas (3,77%), Paraíba (2,82%) e São Paulo (1,61%) são os outros principais destinos emissores de visitantes para a festa.
O ciclo junino movimentou a rede hoteleira com uma ocupação média de 92% nos principais destinos com festejos: Arcoverde, Caruaru, Gravatá, Petrolina e Bezerros. Outros destinos indutores do turismo local, como Ipojuca e Fernando de Noronha, que não comemoraram o período, também alcançaram ótimos índices de ocupação, respectivamente 93% e 87%. Em todo o Estado, o gasto médio individual diário dos turistas foi de R$ 105 e a permanência média, de cinco dias.
Do total de entrevistados, 98% dos visitantes recomendariam o São João em Pernambuco e 80% viajaram tendo como principal motivação o ciclo junino. Outro dado relevante é a renovação dos turistas, pois 40% relataram ter vindo pela primeira vez. Entre os visitantes, estima-se que 51% tenham nível superior; 24%, nível médio, e 19%, pós-graduação.
Nesta segunda-feira (22), o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB) e a secretária de Assistência Social, Iara Pires, realizaram a abertura de cursos na Carreta Gastronômica do SENAC. Setenta e cinco pessoas foram contempladas e deram início a cursos profissionalizantes na área da gastronômia como: Auxiliar de Cozinha; Preparo de Bolos e Tortas; Doces e […]
Nesta segunda-feira (22), o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB) e a secretária de Assistência Social, Iara Pires, realizaram a abertura de cursos na Carreta Gastronômica do SENAC.
Setenta e cinco pessoas foram contempladas e deram início a cursos profissionalizantes na área da gastronômia como: Auxiliar de Cozinha; Preparo de Bolos e Tortas; Doces e Salgados para Festa; Culinária Regional; Técnicas de Merendeira; e Boas práticas na manipulação de alimentos.
Órgãos têm TV, web e funcionários nos espaços alugados no aeroporto JK. Sala usada pelo Supremo não tem custo; STJ não informou o quanto gasta. Do G1 A Câmara dos Deputados, o Senado e o Itamaraty gastam juntos R$ 57,8 mil por mês com o aluguel de salas VIPs no aeroporto de Brasília. Os espaços são […]
Prédio do Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Órgãos têm TV, web e funcionários nos espaços alugados no aeroporto JK.
Sala usada pelo Supremo não tem custo; STJ não informou o quanto gasta.
Do G1
A Câmara dos Deputados, o Senado e o Itamaraty gastam juntos R$ 57,8 mil por mês com o aluguel de salas VIPs no aeroporto de Brasília. Os espaços são usados para atender parlamentares, servidores e autoridades estrangeiras em visita ao Brasil. O Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também mantêm salas privativas no aeroporto – o STF diz não ter gasto com o espaço, e o STJ não informou o custo com a sala que utiliza.
Algumas salas funcionam 24 horas por dia e têm TV por assinatura, computador, internet, telefone, geladeira, micro-ondas, água, cafezinho e servidores prontos para servir as autoridades. O Senado, por exemplo, disponibiliza sete funcionários para atender parlamentares e convidados da Casa. Um dos servidores tem salário bruto mensal de R$ 31,8 mil (R$ 21,7 mil líquido).
A sala exclusiva para senadores e convidados tem 46 m². O Senado gasta R$ 19,8 mil por mês para alugar o espaço e paga pela energia, limpeza e pelas linhas telefônicas. O espaço funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h. O contrato com a Inframerica, consórcio que administra o aeroporto, foi firmado em dezembro de 2013 e vale até 2018.
Passageiros na praça de alimentação da área de embarque do Aeroporto JK (Foto: Lucas Nanini/G1)
O chamado “ponto de apoio” da Câmara no aeroporto existe desde abril de 2014. Com 42 m², ele fica ao lado do portão 14 do terminal. A sala é compartilhada com ministros do Tribunal de Contas da União (TCU). Lá, deputados e convidados têm direito a café, água, sofá, televisão e computador.
Em um ano, o custo para ocupar o local é de R$ 222.845,88. Além disso, há gastos com energia, limpeza e com as três linhas telefônicas à disposição dos parlamentares e servidores do TCU. O espaço funciona das 7h às 22h. Ao todo, cinco funcionários trabalham no local. A Câmara não divulgou o salário deles.
O contrato com a Inframerica vence em maio deste ano. A presidência da Câmara informou que o aluguel não será renovado porque os valores cobrados pelo consórcio que administra o aeroporto teriam aumentado além da inflação. A Inframerica não divulgou informações sobre os termos de cada acordo “devido à existência de cláusulas de confidencialidade entre as partes”.
A sala do Itamaraty é a maior entre as locadas pelos órgão públicos – tem 117,7 m² e fica no primeiro piso, ao lado do portão de embarque doméstico. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, ela é destinada a receber “autoridades estrangeiras e nacionais em missões oficiais internacionais”.
O prédio do Itamaraty, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)
O gasto mensal para ocupar o espaço é de R$ 21.212,82. Desde 2012, quando foi assinado contrato com a Inframerica, o Itamaraty gastou pelo menos R$ 758,2 mil com a locação da sala. Ao todo, são realizados cerca de 150 atendimentos por mês no local. A previsão é de que o contrato do Itamaraty se encerre em 2017.
Uma empresa terceirizada é contratada para gerir o espaço. Os oito funcionários no espaço ganham cerca de R$ 5 mil por mês. A sala conta com serviços 24 horas, sete dias por semana. O Itamaraty diz necessitar manter um serviço contínuo porque a chegada de comissões estrangeiras de madrugada ocorre com frequência.
De acordo com o órgão, a sala é necessária para garantir a autoridades estrangeiras o mesmo atendimento que diplomatas brasileiros recebem em outros países. O espaço existe no aeroporto desde que a capital do Brasil foi transferida do Rio de Janeiro, em 1960, informou o Itamaraty.
Cessão de espaço
O STF informou que a sala que tem no aeroporto é cedida sem custo ao Judiciário. A Corte não detalhou o tamanho do espaço privativo. “A sala conta apenas com uma televisão e um ramal telefônico, ambos do patrimônio do STF”, informou o Supremo. O objetivo do local é “dar apoio ao embarque e desembarque dos ministros”, de acordo com o STF.
Fachada do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes (Foto: TV Globo/Reprodução)
O STJ não respondeu à reportagem o quanto gasta por mês com a sala privativa, nem informou se existem funcionários. Também não deu detalhes do funcionamento do espaço. O órgão informou que a sala exclusiva para os ministros da Corte existe há mais de 15 anos e que conta com uma “estrutura mínima indispensável ao apoio e à segurança de Suas Excelências”.
Confira a íntegra da nota do STJ
“Em resposta aos seus questionamentos, informamos que o STJ dispõe, há mais de quinze anos, de uma ‘sala de embarque’ no Aeroporto de Brasília, para atendimento exclusivo dos ministros da Corte, com a estrutura mínima indispensável ao apoio e à segurança de Suas Excelências, a exemplo de salas contíguas de outros órgãos públicos como STF, Câmara dos Deputados e Itamaraty.”
Reação
O senador José Agripino (DEM-RN) disse desconhecer a existência da sala privada para parlamentares. “Nunca usei nem ouvi falar. Quando uso o aeroporto, embarco direito. Esse espaço é dispensável.”
Ao G1, o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) afirmou nunca ter visitado o local reservado. “Tenho conhecimento, mas nunca utilizei. Não faz meu perfil. Para mim, é dispensável.”
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