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Programa Mãos Solidárias realizou ação com Bispo Diocesano

Por Nill Júnior

O bairro Miguel Arraes em Afogados da Ingazeira foi palco de iniciativa solidária da Campanha Mãos Solidárias.

Na creche local, mais de 150 marmitas solidárias foram distribuídas, não apenas aliviando a fome imediata, mas também fortalecendo os laços entre o campo e a cidade.

O Bispo Diocesano Dom Limacedo Antonio participou do momento de reflexão e oração.

O projeto teve início em março de 2020, unindo voluntários, movimentos populares e organizações na luta contra os impactos da Covid-19.

Presente em  17 cidades de Pernambuco, a operação contínua das Cozinhas Populares Solidárias e Bancos Populares de Alimentos, chega  a três anos de  atuação, promovendo além de iniciativas de combate á fome, ações sustentáveis em diversas comunidades.

A atuação em Afogados da Ingazeira não se encerra aqui segundo os movimentos integrantes da iniciativa. O resistêncial Miguel Arraes foi a primeira comunidade urbana que o bispo visitou. Dom Limacêdo já esteve em comunidades rurais, quilombolas e visitou instituições.

Outras Notícias

Prefeitura de Tabira diz que quer entregar hospital a OS

Ascom É fato e notório que a verba que a Prefeitura de Tabira recebe para gerir a Saúde do município não tem sido suficiente e, para garantir o atendimento que a gestão vem garantindo ao longo desses anos, o governo tem colocado uma contrapartida muito alta. Os números foram apresentados na reunião de monitoramento que […]

Ascom

É fato e notório que a verba que a Prefeitura de Tabira recebe para gerir a Saúde do município não tem sido suficiente e, para garantir o atendimento que a gestão vem garantindo ao longo desses anos, o governo tem colocado uma contrapartida muito alta.

Os números foram apresentados na reunião de monitoramento que aconteceu na manhã dessa quarta-feira (6) no gabinete do Prefeito Sebastião Dias. Baseado nessa realidade, o Governo Municipal já estuda a possibilidade de entregar o Hospital Municipal, Dr. Luiz José da Silva Neto, para uma OS (Organização Social).

Uma ideia que já era debatida há tempos internamente, passou agora a ganhar mais força depois de ver a realidade do Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira.

Ultimamente a unidade vinha passando por grandes dificuldades, chegando a ficar sucessivos finais de semana sem médicos. Após a chegada da OS Hospital Tricentenário, a unidade hospitalar mudou da água para o vinho.

No primeiro final de semana da OS à frente do Hospital Regional, os pacientes que procuraram a unidade em busca de atendimento já puderam contar com cinco médicos de plantão e a retomada das cirurgias.

“Nós não devemos ter vergonha de copiar as coisas boas, principalmente quando se trata de proporcionar o melhor para a nossa população”, disse o Prefeito Sebastião Dias sinalizando positivamente para essa possibilidade.

STF nega pedido do TCE para suspender decisão sobre contrato publicitário do Estado

Ministro do Supremo Tribunal Federal considerou improcedente pedido de suspensão de segurança que buscava sustar medida que impedia pagamento por campanhas não emergenciais O Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) que buscava suspender decisão judicial que havia sustado medida cautelar do próprio tribunal de contas. O […]

Ministro do Supremo Tribunal Federal considerou improcedente pedido de suspensão de segurança que buscava sustar medida que impedia pagamento por campanhas não emergenciais

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) que buscava suspender decisão judicial que havia sustado medida cautelar do próprio tribunal de contas. O caso envolve contrato de publicidade institucional celebrado pelo governo do estado.

Na Suspensão de Segurança 5.718 Pernambuco, o TCE-PE pedia a sustação de decisão judicial que havia anulado medida cautelar do tribunal de contas. O provimento cautelar do TCE-PE havia proibido o pagamento por campanhas não emergenciais no âmbito de contrato de publicidade institucional.

O ministro relator considerou improcedente o pedido ao analisar que não estavam presentes os requisitos que autorizam a concessão da medida de contracautela, especificamente a demonstração de que haveria “grave lesão à ordem e à economia públicas” com a manutenção da decisão judicial questionada.

A decisão judicial que havia sido proferida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) sustou a medida cautelar do TCE-PE que impedia os pagamentos à empresa E3 Comunicação Integrada Ltda., contratada para prestar serviços de publicidade institucional para o governo do estado.

O caso exemplifica o conflito entre os poderes de fiscalização do Tribunal de Contas e a autonomia do Poder Judiciário em revisar suas decisões. O STF, ao negar a suspensão de segurança, entendeu que o TCE-PE não demonstrou adequadamente os pressupostos necessários para a concessão da medida excepcional.

A decisão do STF mantém assim a validade da decisão do TJPE que havia afastado a medida cautelar do TCE-PE, permitindo que os pagamentos pelo contrato de publicidade institucional possam ser realizados normalmente, desde que dentro dos termos estabelecidos pela Justiça pernambucana. Leia aqui a íntegra da decisão.

MPCO faz prefeitura de Condado cancelar compra de cartilhas sobre o Covid-19 por R$ 180 mil

Após uma fiscalização do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), a Prefeitura de Condado anulou a aquisição de “dez mil cartilhas educativas de 24 páginas para o enfrentamento do coronavírus”, pelo custo total de R$ 180 mil. O valor foi pago pela Prefeitura de forma adiantada à empresa contratada. A procuradora geral do MPCO, […]

Após uma fiscalização do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), a Prefeitura de Condado anulou a aquisição de “dez mil cartilhas educativas de 24 páginas para o enfrentamento do coronavírus”, pelo custo total de R$ 180 mil. O valor foi pago pela Prefeitura de forma adiantada à empresa contratada.

A procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, requisitou explicações da gestão de Condado, na Mata Norte do Estado, após tomar conhecimento da compra emergencial sem licitação que deu como justificativa a emergência na covid-19.

Para o MPCO, não havia justificativa para uma cartilha em papel sobre o assunto, sendo que os meios de comunicação e a Internet já estão divulgando a pandemia.

Após o questionamento do MPCO, a Prefeitura de Condado anulou a compra, alegando “vícios no procedimento”. A compra tinha sido paga sem parecer do jurídico da Prefeitura.

A Prefeitura enviou um ofício para a empresa, nesta sexta-feira (22), solicitando a devolução dos recursos em sete dias. A assessoria do MPCO ainda não foi informada da efetiva devolução dos recursos, mas o órgão vai acompanhar o caso.

Serviço: CEF abre hoje em Afogados para auxílio e saque emergencial do FGTS

Para quem é contemplado pelo auxílio emergencial e saque emergencial do FGTS, é bom ficar atento. A Caixa Econômica Federal abrirá mais uma vez as portas de suas agências neste sábado (19) em Afogados da Ingazeira. Em Pernambuco mais 46 agências estarão atendendo. O funcionamento será das 8h às 12h. A instituição adverte que não […]

Para quem é contemplado pelo auxílio emergencial e saque emergencial do FGTS, é bom ficar atento.

A Caixa Econômica Federal abrirá mais uma vez as portas de suas agências neste sábado (19) em Afogados da Ingazeira. Em Pernambuco mais 46 agências estarão atendendo.

O funcionamento será das 8h às 12h. A instituição adverte que não é preciso madrugar nas filas. Todos que chegarem durante o horário estabelecido serão atendidos.

Calumbi: prefeito se defende da acusação de maus tratos a cães

O prefeito Joelson, de Calumbi, se defendeu das críticas de que jogou animais em um espaço abandonado em condições insalubres. “Diante da situação relatada com os animais apreendidos, queremos informar, primeiramente, que em nenhum momento houve maus tratos ou sacrifício de algum deles”. Ele disse que foi solicitado o recolhimento dos cães que estavam soltos […]

O prefeito Joelson, de Calumbi, se defendeu das críticas de que jogou animais em um espaço abandonado em condições insalubres.

“Diante da situação relatada com os animais apreendidos, queremos informar, primeiramente, que em nenhum momento houve maus tratos ou sacrifício de algum deles”.

Ele disse que foi solicitado o recolhimento dos cães que estavam soltos nas ruas. “Foi uma solicitação de muitos cidadãos calumbienses. O nosso intuito era cuidar desses animas”.

Em relação às imagens publicadas, Joelson diz que são referentes ao dia do recolhimento. “No primeiro momento, houve agitação dos animais, o que é natural, e que ainda estávamos preparando o ambiente”.

Ele diz que logo depois, o local foi limpo, abastecido com ração e água, como também designou um cuidador. “Temos imagens recentes do local que mostra a real situação e inclusive os animais sendo soltos”.

Ao fim, deixou claro que não é condizente com qualquer ação de maus tratos aos animais. “Estamos à disposição para ouvir as demandas da população no tocante a esse e outros assuntos e continuaremos com ações integradas para viabilizar o bem estar de todos inclusive, dos animais”, concluiu.

Faltou planejar: infelizmente, faltou planejamento à ação de Joelson. Os animais foram colocados em um local de forma improvisada. O controle da população canina envolve planejamento e uma série de ações. Castração biológica, apoio a ONGs que trabalham com cães, programa de doação e abrigo são apenas algumas delas.