Uma carta de professores independentes se Arcoverde repercute na cidade.
Nela, eles relataram ao Blog do Magno que o prefeito Wellington Maciel anunciou numa rádio local, no dia 18 de fevereiro, depois de algumas mobilizações dos professores, que no mês de março cumpriria a lei do piso do magistério concedendo o reajuste de 33,24% à categoria.
“E ainda reforçou o mesmo compromisso em assembleia de professores no dia 21 de fevereiro”, acrescentam.
“Mas, será que em tempos de fake news, a palavra de um gestor municipal, pode ser descredibilizada por ele mesmo? O prefeito afirmou também que o projeto de lei seria enviado à Câmara Municipal até ontem, dia 10. E até agora, nada”, criticam em carta.
Os professores dizem esperar que o projeto autorizando o reajuste do piso em 33,24% , seja enviado até a próxima segunda-feira(14), para que a lei seja cumprida e a palavra também.
Congresso em Foco O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão. A posse na semana passada do senador Ciro […]
O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão.
A posse na semana passada do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Casa Civil da Presidência é o ápice dessa disputa, com ampla vitória para o Centrão. Mas há um ponto paralelo onde essa disputa se deu e se dá de forma intensa: o Ministério da Saúde.
Para o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), foi especialmente dentro do ministério que mais se intensificou a briga entre os dois grupos. E Ricardo Barros é o grande pivô dessa disputa.
O atual líder do governo na Câmara foi ministro da Saúde no governo Michel Temer. Em diversos momentos, diante da frenética troca de comando na pasta durante a pandemia de covid-19, seu nome foi cogitado para retornar ao cargo. Na avaliação de Renan Calheiros, Ricardo Barros deixou implantado, porém, ali um grupo sobre o qual tem influência.
Já o grupo militar foi se implantando no ministério a partir do general Eduardo Pazuello. O general entrou no ministério na gestão de Nelson Teich, substituindo João Gabbardo como secretário-executivo.
Na saída de Teich, ficou um tempo como ministro interino até ser efetivado para se tornar o mais subserviente dos ministros da Saúde na gestão Bolsonaro. Aquele que disse: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.
A partir de Pazuello, entram na trama militares hoje investigados na CPI, como o ex-número dois de Pazuello no ministério coronel Élcio Franco e o ex-secretário substituto de Logística coronel Marcelo Blanco.
Embora reservadamente os senadores da CPI admitam que Ricardo Barros, por sua experiência como parlamentar, não vá se deixar enredar pelo interrogatório na comissão, seu depoimento é cercado de expectativa pela possibilidade de ajudar a desvendar como se dava essa briga intestina entre os grupos no ministério da Saúde.
O nome de Ricardo Barros veio à tona na CPI no depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, Luís Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde.
Os irmãos Miranda denunciaram que havia uma “pressão anormal” para que se apressasse o processo de aquisição da vacina indiana Covaxin, do laboratório Barath Biotech. Se adquirida, essa vacina seria a primeira a ser comprada não diretamente do laboratório produtor, mas com a ação de um atravessador, a Precisa Medicamentos.
Os irmãos Miranda denunciaram que levaram a situação ao presidente Jair Bolsonaro, falando da pressão e de irregularidades que superfaturavam o preço da vacina. E Bolsonaro nada teria feito de concreto para apurar o caso.
Já no final da sessão na CPI, pressionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS), Luís Miranda acabou, aos prantos, admitindo que, na conversa com o presidente, o próprio Bolsonaro mencionara um nome por trás dessa pressão para que o contrato fosse fechado. O nome era Ricardo Barros.
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, vereador Igor Mariano, anunciou hoje (08) a retomada dos trabalhos ordinários dos parlamentares para o exercício de 2019. A primeira reunião está marcada para a próxima segunda-feira, às 20h, na sede da secretaria de Assistência Social. Conforme já explicado em nota anterior, a sede da […]
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, vereador Igor Mariano, anunciou hoje (08) a retomada dos trabalhos ordinários dos parlamentares para o exercício de 2019. A primeira reunião está marcada para a próxima segunda-feira, às 20h, na sede da secretaria de Assistência Social.
Conforme já explicado em nota anterior, a sede da Câmara de Vereadores está passando por uma reforma de melhora e ampliação do espaço das suas salas administrativas, portanto, até que haja a possibilidade, as sessões ordinárias passarão a ser realizadas em locais alternativos.
Empolgado, Mariano tem expectativas de um ano de muitas realizações produtivas e, acima de tudo, trabalho – como em 2018 – em prol do bem-estar e melhor qualidade de vida à população de Afogados da Ingazeira.
Djalma Nogueira também criticou o uso do programa institucional que segundo ele estaria sendo terceirizado à Dinca O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira, divulgou em suas redes sociais uma nota repudiando os ataques do ex-prefeito Dinca Brandino, esposo da atual prefeita Nicinha Melo ao vereadores do município. Na nota, o presidente […]
Djalma Nogueira também criticou o uso do programa institucional que segundo ele estaria sendo terceirizado à Dinca
O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira, divulgou em suas redes sociais uma nota repudiando os ataques do ex-prefeito Dinca Brandino, esposo da atual prefeita Nicinha Melo ao vereadores do município.
Na nota, o presidente do poder Legislativo informou que durante a última Sessão Ordinária, realizada na segunda-feira (31.01), repercutiu na tribuna a falta de compromisso da prefeita, que não estaria utilizando o programa institucional da Prefeitura, cedendo o espaço ao ex-prefeito Dinca, a quem ele chama na nota de terceiro/intermediário.
Djalma diz na nota, que Dinca tem usado o programa para atacar os vereadores, que na semana passada estiveram fiscalizando o canteiro de obras do município, onde se depararam com irregularidades já publicadas.
“Eu fui cumprir o meu papel de fiscalizar as denúncias feitas pelos colegas vereadores e tenho minha honra e o meu trabalho, atacados pelo ex-prefeito que nada mais é do que um intermediário, utilizando de um programa institucional da prefeitura onde não ocupa nenhum cargo.”, relatou o presidente.
Djalma destaca na nota que o papel de fiscalizar o dinheiro público é um dever inerente ao cargo de vereador. “Quando fazemos uma denúncia é no intuito de melhorar os serviços da gestão e atender as necessidades da população”, reforçou.
Djalma desmentiu o intermediário com relação a ser contra o novo local da feira escolhido pela chefe do executivo, afirmando que os envolvidos, os comerciantes são quem saberiam o melhor local e que, na verdade, solicitou melhorias para melhor desenvolver e atender as necessidades dos que irão participar daquele momento.
Na nota, o presidente questiona: “porque ao invés de ir afrontar os vereadores, que estão no seu papel, a prefeita do município não foi registrar o quanto entrou nos cofres públicos neste início de ano de 2022. Pois, já registramos mais de R$ 6 milhões dos recursos constitucionais repassados agora em janeiro”.
“É complicado, pois, usam de um programa para taparem o sol com a peneira atacando os representantes diretos do povo, com mesquinheis, querendo talvez calar a voz da verdadeira realidade”, rebateu Djalma, repudiando o ato: fica o repúdio a estes fatos que só deixam Tabira no regresso. Lamentável”, pontua Djalma Nogueira.
O Governo Municipal de Sertânia divulgou edital de seleção pública simplificada para contratação, temporária e emergencial, de profissionais que atuarão nos serviços de combate à pandemia da Covid-19. As inscrições já estão abertas e seguem até às 12h do dia 20 de junho. A seleção será realizada em etapa única de caráter classificatório. Há 22 […]
O Governo Municipal de Sertânia divulgou edital de seleção pública simplificada para contratação, temporária e emergencial, de profissionais que atuarão nos serviços de combate à pandemia da Covid-19.
As inscrições já estão abertas e seguem até às 12h do dia 20 de junho. A seleção será realizada em etapa única de caráter classificatório.
Há 22 oportunidades para técnico em enfermagem, enfermeiro, biomédico, fisioterapeuta e médico. O processo reserva vagas para pessoas com deficiência, desde que sejam compatíveis com as funções pretendidas. Os vencimentos dos cargos são de R$ 1.045,00 (nível médio) e R$ 1.863,22 (nível superior) e a esses vencimentos serão acrescidos adicionais e gratificações, previstos na legislação municipal, de acordo com a natureza dos cargos.
Conforme o edital, a inscrição é gratuita e deve ser feita, de forma exclusivamente eletrônica, através do site: www.admtec.org.br. Os candidatos devem preencher um formulário e anexar os documentos solicitados. O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 26 de junho.
As pessoas que se encontram no grupo de risco para a Covid-19 devem se abster de participar da seleção. Os locais de trabalho dos aprovados serão determinados pela Secretaria de Saúde de Sertânia. O certame tem validade de 6 meses contados da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período ou até que se encerre o prazo de emergência por causa da pandemia do novo coronavírus.
O edital completo com todas as informações está nos sites www.admtec.org.br e www.sertania.pe.gov.br
A advogada Aurislene Olegário de Morais Barros, procuradora do Município de Carpina e integrante da Advocacia Pública da OAB-PE, acaba de ter sua dissertação de mestrado aprovada, tornando-se Mestre em Direito Constitucional. Natural de Tabira, a jurista consolida sua trajetória com um marco significativo para sua carreira e para a região. Intitulado “A Inclusão das […]
A advogada Aurislene Olegário de Morais Barros, procuradora do Município de Carpina e integrante da Advocacia Pública da OAB-PE, acaba de ter sua dissertação de mestrado aprovada, tornando-se Mestre em Direito Constitucional. Natural de Tabira, a jurista consolida sua trajetória com um marco significativo para sua carreira e para a região.
Intitulado “A Inclusão das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista e o Acesso aos Cargos Públicos”, o trabalho aborda os desafios enfrentados por pessoas com TEA no serviço público, analisando obstáculos à entrada e permanência e propondo medidas para ampliar a inclusão com base na Constituição e na legislação vigente.
A pesquisa, considerada inovadora, contribui para o debate sobre direitos fundamentais e acessibilidade, reforçando a necessidade de políticas públicas mais eficientes. A aprovação no mestrado não só consolida a expertise jurídica de Aurislene, mas também evidencia seu compromisso com a justiça social e a equidade.
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