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Prisão temporária vence e acusado de homicídio é liberado em Afogados da Ingazeira

Por Nill Júnior
Mateus, a vítima, segue internado no Hospital da restauração

Acusado de tentativa de homicídio contra Matheus Barbosa, José Leandro da Silva, o Beto Careca, está em liberdade. A informação foi repassada ao blog pelo advogado de Beto, Steno Ferraz.

Beto  tinha um Mandado de Prisão contra ele e foi detido dia 11 de dezembro, imediatamente, após se apresentar ao Delegado Ubiratan Rocha.

O crime contra Matheus Barbosa, de 18 anos, aconteceu no Bairro Sobreira, Afogados da Ingazeira, no dia 5 de dezembro. “Logo após o crime, Beto Careca foi identificado e teve sua prisão temporária representada, medida cautelar esta que foi deferida na quinta-feira (06) pelo judiciário local. O caso ainda não está totalmente resolvido, faltando outras diligências para encerrá-lo”, informou à época o Delegado.

Ele atentou contra a vida do jovem após o furto de uma moto, que teria sido praticado pelo irmão dele. Matheus segue internado no Hospital da Restauração, Recife, em consequência do disparo.

“Eu o apresentei dia 11 de dezembro. Tinha uma prisão temporária de 30 dias. O prazo findou ontem e vi que não havia sido prorrogado prazo ou expedido outro pedido de prisão preventiva. Hoje de manhã fui ao cartório e pedi uma certidão do fórum, entrei em contato com o diretor da Cadeia  e solicitei a liberdade do meu cliente e ele teve que ser solto”, diz o advogado.

Delegado Titular pediu prorrogação: o blog apurou que dia 8 de janeiro, três dias antes de vencer o prazo, o Delegado Titular Ubiratan Rocha solicitou a prorrogação da prisão preventiva de Beto e de Mateus Saturnino, o Mateus Pitoco, também envolvido como có-autor, cuja prisão temporária vence em 17 de janeiro .

O delegado  alegou para isso a necessidade de tais diligências para levantamento de mais provas técnicas e testemunhais. Como não houve decisão acerca do pedido, o prazo expirou e o acusado foi liberado.  O Ofício pedindo prorrogação foi encaminhado à Vara Criminal de Afogados da Ingazeira.

Outras Notícias

Leque Brás é eleito presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde

Já Francisco Rufino, o Titico, assume uma cadeira na casa legislativa com a vacância gerada pelo assassinato de Danda Gaia.  Por André Luis Na sequência do trágico falecimento do vereador Danda Gaia, ocorrido na terça-feira (13), a Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde passa por mudanças em sua liderança. Leque Brás (PP), […]

Já Francisco Rufino, o Titico, assume uma cadeira na casa legislativa com a vacância gerada pelo assassinato de Danda Gaia. 

Por André Luis

Na sequência do trágico falecimento do vereador Danda Gaia, ocorrido na terça-feira (13), a Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde passa por mudanças em sua liderança. Leque Brás (PP), membro da casa legislativa, foi eleito como o novo presidente do órgão, assumindo a responsabilidade de conduzir os trabalhos do legislativo municipal. 

Segundo nota divulgada pelo Legislativo, a eleição e a cerimônia de posse ocorreram na sexta-feira (16) e contou com a participação de todos os representantes do poder.

Além disso, a vacância deixada pelo assassinato do vereador Danda Gaia também foi preenchida. Francisco Rufino, conhecido como Titico e filiado ao partido Podemos, assumirá a cadeira vaga no legislativo municipal. 

“O novo presidente assume o cargo com a missão de dar continuidade aos trabalhos iniciados pela gestão anterior e promover avanços significativos na gestão da Câmara Municipal”, destaca a nota.

Sobe para seis o número de mortes pelo novo coronavírus em Pernambuco

Total de casos confirmados chegou a 77 segundo a Secretaria Estadual de Saúde JC Online A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta segunda-feira (30) mais uma morte pela covid-19 em Pernambuco. O óbito ocorreu no último domingo (29.03). Trata-se de um homem de 62 anos, com quadro de hipertensão e diabetes. Ele deu entrada […]

Foto ilustrativa mostra resultado positivo para o novo coronavírus — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo

Total de casos confirmados chegou a 77 segundo a Secretaria Estadual de Saúde

JC Online

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta segunda-feira (30) mais uma morte pela covid-19 em Pernambuco. O óbito ocorreu no último domingo (29.03). Trata-se de um homem de 62 anos, com quadro de hipertensão e diabetes. Ele deu entrada no Hospital dos Servidores do Estado (HSE) no dia 25 de março, depois de ser encaminhado por uma unidade de saúde do município de Goiana, com infecção no trato respiratório.

No HSE o homem recebeu tratamento intensivo, foi entubado em ventilação mecânica e teve as amostras colhidas para os exames laboratoriais, que confirmaram a covid-19 na sexta-feira (27). O paciente teve piora em seu estado clínico e morreu na tarde do domingo.

Com isso, sobe para seis o número de mortes em decorrência do novo coronavírus no Estado, os óbitos envolvem cinco pessoas do sexo masculino e uma mulher, todos acima dos 60 anos.

Casos registrados em Pernambuco

A Secretaria também informou que atualmente Pernambuco conta com 77 casos confirmados do novo coronavírus, quatro a mais do que os números divulgados no domingo (29). Dos novos casos, três são pessoas do sexo masculino e um do feminino, com faixa etária entre 30 e 80 anos. Deles, dois são moradores do Recife, um de Olinda e um de Palmares, estando dois deles em isolamento domiciliar e dois em leitos da UTI.

Até o momento, os casos da covid-19 no Estado estão distribuídos nas cidades do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe, Olinda, São Lourenço da Mata, Palmares, Belo Jardim, Caruaru, Petrolina e Goiana. Além disso, o arquipélago de Fernando de Noronha também registra caso confirmado da doença.

Dos casos confirmados, 19 pacientes estão internados, sendo 12 na UTI/UCI e sete em leitos de isolamento. Outros 39 se encontram em isolamento domiciliar e 13 da se recuperaram da covid-19.

Amupe alerta para desequilíbrio federativo em debate sobre PEC da Segurança Pública

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha com atenção a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, que trata da inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) no texto constitucional e da redefinição das competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na área da segurança pública. A […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha com atenção a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, que trata da inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) no texto constitucional e da redefinição das competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na área da segurança pública.

A proposta reconhece a segurança pública como uma responsabilidade compartilhada entre os entes federativos e amplia o papel dos municípios, especialmente nas ações de prevenção à violência, ordenamento urbano, uso de tecnologias, governança local e atuação das guardas municipais e agentes de trânsito. De acordo com a Amupe, essas atribuições já fazem parte da rotina das gestões municipais e representam custos permanentes para os cofres locais.

Apesar do avanço institucional, a entidade manifesta preocupação com a ausência de previsão de repasses diretos de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) aos municípios. Pelo texto da PEC, o financiamento das novas responsabilidades permanece concentrado na União, nos Estados e no Distrito Federal.

Para a Amupe, o modelo proposto pode gerar desequilíbrio federativo ao ampliar competências municipais sem assegurar fontes de custeio compatíveis. A associação defende que o fortalecimento do SUSP esteja acompanhado de mecanismos de financiamento que garantam a participação direta dos municípios nos fundos nacionais.

Segundo o presidente da entidade, Marcelo Gouveia, a inclusão dos municípios no acesso aos recursos é fundamental para viabilizar uma política de segurança pública integrada, cooperativa e sustentável, capaz de atender às demandas da população de forma eficiente. Leia abaixo a íntegra da nota:

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha o debate sobre a PEC nº 18/2025, que propõe a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição e a redefinição de competências entre os entes federativos.

A proposta reconhece a segurança pública como responsabilidade compartilhada e amplia atribuições dos municípios, especialmente nas áreas de prevenção da violência, ordenamento urbano, tecnologia, governança local e atuação das guardas municipais e agentes de trânsito. Essas atividades já integram a rotina municipal e geram custos permanentes.

Entretanto, o texto não prevê a transferência direta de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) aos municípios, concentrando o financiamento na União, Estados e Distrito Federal. Para a Amupe, isso gera desequilíbrio federativo ao ampliar responsabilidades sem assegurar fontes de custeio adequadas.

A entidade defende que o fortalecimento do SUSP inclua mecanismos de financiamento que garantam a participação direta dos municípios nos fundos nacionais, assegurando condições para o cumprimento das competências atribuídas e promovendo uma política de segurança pública integrada, cooperativa e sustentável.

Marcelo Gouveia

Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe)

Luciano Duque rebate críticas após temporal. “Teria problema em Serra, São Paulo, Istambul ou Nova Iorque”

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso. Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde  participa até esta quarta,  da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos. Ele destacou que […]

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso.

Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde  participa até esta quarta,  da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos.

Ele destacou que um plano emergencial já havia sido planejado anteriormente para lidar com as chuvas, mas que com o temporal que chamou de tromba d’água, foi montado um gabinete de crise.  Ele culpou também a falta de investimentos no passado e ausência de linhas de crédito para intervenções como questões que agravam o problema.

“Serra Talhada padece de problemas históricos. Temos pontos em São Cristóvão, na Lagoa Maria Timóteo, no Bairro da Várzea, alguns trechos da Cohab, que necessitam de intervenções com custo elevado. Não há linha de crédito para investimento e mata-drenagem”.

Ele destacou o caso da rua Agostinho Magalhães. Nas redes sociais um vídeo mostra críticas ao atual governo e defesa de intervenções na gestão Carlos Evandro. “A rua não tem drenagem natural. No governo passado houve uma drenagem mas a tubulação não resistiu ao volume das chuvas”.

Ele também falou da falta de recursos para algumas intervenções necessárias. “Na AABB fizemos o trabalho na área chamada como Pesque e Pegue, mas a solução definitiva passa por muitos recursos. Em virtude da crise nacional não tem como captar. Vamos aguardar o novo governo. Estamos saindo com uma carta de intenções desse encontro de prefeitos”.

Duque disse ainda que qualquer cidade sofreria com os impactos dessas chuvas. “Você ter 125 milímetros de chuva em menos de uma semana, teria problema em Serra, São Paulo, Istambul ou Nova Iorque, porque nem sempre as redes coletoras estão preparadas para receber um volume tão grande de água”.

O gestor disse que as máquinas que estavam realizando atividades em áreas rurais foram todas deslocadas para  a sede. “O governo está tomando todas as medidas necessárias. Quem perdeu bens materiais, estamos fazendo um levantamento. Se preciso vamos disponibilizar locais para pessoas eventualmente desabrigadas”.

Bartolomeu Bueno critica investigação da Receita sobre magistrados

O Presidente da Associação Nacional dos Desembargadores – ANDES vem a público repudiar, de forma veemente, a ação indevida, abusiva e eventualmente ilegal da RECEITA FEDERAL, em proceder a investigações sem objetivos estritamente tributários, mas visando subsidiar investigações criminais da chamada “OPERAÇÃO LAVA JATO”, levada a cabo por Juízes Federais, Procuradores da República e Policiais […]

O Presidente da Associação Nacional dos Desembargadores – ANDES vem a público repudiar, de forma veemente, a ação indevida, abusiva e eventualmente ilegal da RECEITA FEDERAL, em proceder a investigações sem objetivos estritamente tributários, mas visando subsidiar investigações criminais da chamada “OPERAÇÃO LAVA JATO”, levada a cabo por Juízes Federais, Procuradores da República e Policiais Federais, para atingir e denegrir a imagem de Desembargadores Estaduais, Federais e do Trabalho, de Ministros do Supremo Tribunal Federal e Tribunais Superiores e seus parentes em graus próximos, em evidente desvio de finalidade e atribuição.

O Presidente da Associação Nacional dos Desembargadores – ANDES, conquanto considere que nenhuma pessoa ou autoridade está acima da lei e da Constituição Federal, também considera que a quebra dos sigilos fiscal, bancário, telefônico, de comunicação e de dados de qualquer cidadão brasileiro, em um Estado Democrático de Direito como é o Brasil, só pode ser efetivada em obediência ao devido processo legal, assegurados o contraditório e a ampla defesa, e só pode ser autorizado ou determinado por autoridade competente, nos termos das leis processuais e da Constituição Republicana em vigor.

O Presidente da Associação Nacional dos Desembargadores – ANDES declina, por fim, que tomará todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para impedir a ação abusiva e ilegal da RECEITA FEDERAL ou quaisquer outras Instituições Brasileiras, que visem atingir, de forma desarrazoada e sem justa causa, a honra e a imagem de Magistrados do Poder Judiciário Nacional.

Recife, 26 de Fevereiro de 2019

Desembargador Bartolomeu Bueno

Presidente