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Pressionado, Ministério da Saúde pede ajuda ao Planalto para comprar vacinas da Pfizer e da Janssen

Por André Luis

Pressionado pelo atraso na vacinação e diante de cláusulas impostas pelos laboratórios, o Ministério da Saúde decidiu pedir ajuda e compartilhar com o Palácio do Planalto a responsabilidade de comprar as vacinas da Pfizer e da Janssen. As informações são da Folhapress.

A pasta divulgou uma nota na noite neste domingo (21) na qual afirma que mantém interesse em comprar as vacinas dos dois laboratórios americanos, mas afirma que as propostas apresentadas vão “além da sua capacidade de prosseguir negociações” e por isso solicitou orientação à Casa Civil da Presidência.

O ministro Eduardo Pazuello vem atacando publicamente as condições impostas, especialmente pela Pfizer, para vender a vacina ao Brasil. Em audiência no Senado há dez dias, ele afirmou que as cláusulas eram “impraticáveis” e que o laboratório impôs condições “leoninas”.

A Pfizer afirma que as condições impostas são as mesmas dos contratos de venda para outros países do mundo, inclusive na América Latina.

Na nota divulgada neste domingo, um raro exemplo de exposição de articulações internas do governo, o Ministério da Saúde afirmou que espera entre segunda e sexta-feira uma orientação do Palácio do Planalto sobre como proceder para solucionar impasses nas negociações, que foram iniciadas em abril do ano passado com a Janssen e no mês seguinte com a Pfizer.

As negociações estão paralisadas “por falta de flexibilidade das empresas”, diz o texto.

“Queremos salvar vidas e comprar todas as vacinas comprovadamente efetivas contra o coronavírus aprovadas pela Anvisa. Desde abril de 2020, começamos a conversar com a Janssen e um mês depois com a Pfizer, mas as duas empresas fazem exigências que prejudicam interesses do Brasil e cederam pouquíssimo nisso, ao contrário de outros fornecedores”, declarou, segundo a nota, o secretário-executivo do ministério, Élcio Franco.

O Ministério da Saúde encaminhou um ofício pedindo orientações para a Casa Civil na quarta-feira da semana passada. O texto afirma que “em virtude das limitações jurídicas vislumbradas para a contratação em conformidade com a legislação brasileira, entende-se que a presente análise extrapola a capacidade do Ministério da Saúde em prosseguir com a negociação para contratação”.

O ofício encaminhado também repete os argumentos usados por Pazuello de que os dois laboratórios solicitam garantias de pagamento e se resguardam de eventuais efeitos graves que as vacinas possam causar, entre outras dificuldades que nenhum outro fornecedor pediu.

“Queremos proteger todos os brasileiros contra a Covid-19 o mais rápido possível. Por isso esperamos pacientemente dias e dias pelas propostas da Janssen e da Pfizer, que imaginávamos, nos remeteriam ofertas em condições plausíveis, o que não aconteceu”, afirmou Franco no texto.

O secretário-executivo diz que a minuta de contrato da Janssen chegou ao Ministério da Saúde no início da noite de sexta-feira (12) e a da Pfizer chegou três dias depois.

No sábado, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), também indicou que o Legislativo pretende agir para solucionar a questão, oferecendo uma “ponte” entre os laboratórios e o governo federal. Pacheco vai se reunir nesta segunda com representantes dos laboratórios.

“Nós estamos identificando dificuldades em relação à vacina. Estamos agindo e reagindo a essas dificuldades. Na segunda-feira, eu vou me reunir com os presidentes e representantes dos laboratórios Johnson & Johnson e Pfizer justamente para fazer a ponte entre essas indústrias e o governo federal, porque há um entrave jurídico, há uma cláusula no contrato que diz que a indústria não se responsabiliza pelos efeitos negativos da vacina. E o governo não quer assumir esse risco, afirmou o presidente do Senado.

“Nós temos caminhos [para o entrave] que é uma emenda inclusive na medida provisória, que é de autoria do senador Randolfe Rodrigues, justamente para autorizar a União a assumir esse risco, sem que haja qualquer tipo de repercussão para as pessoas físicas e até mesmo a União, em relação a isso”, completou.

Pazuello está sob intensa pressão por conta do atraso no início da vacinação, além da falta de doses disponíveis para estados e municípios. Algumas cidades, como o Rio de Janeiro, anunciaram a suspensão da vacinação.

No Congresso, há o risco de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia, principalmente a questão da vacinação. O requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) conta com assinaturas suficientes, mas a decisão final cabe a Pacheco.

O governo ganhou tempo com a decisão dos senadores de instalar inicialmente uma comissão especial da Covid-19, que não conta com os poderes de investigação de uma CPI.

Outras Notícias

Deputado estadual Marcelo Aguiar é detido após disparo de arma em festa em São Paulo

O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido na madrugada desta segunda-feira (19), após um disparo de arma durante uma festa no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Segundo testemunhas, o tiro ocorreu de forma acidental durante uma confusão. Ninguém ficou ferido. De acordo com informações divulgadas pelo Hora 1, da TV Globo, testemunhas […]

O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido na madrugada desta segunda-feira (19), após um disparo de arma durante uma festa no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Segundo testemunhas, o tiro ocorreu de forma acidental durante uma confusão. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações divulgadas pelo Hora 1, da TV Globo, testemunhas relataram que o parlamentar apresentava sinais de embriaguez e estaria incomodando frequentadores da casa noturna.

Ainda segundo os relatos, houve uma confusão e Marcelo Aguiar caiu no chão. Nesse momento, a arma que estava com o deputado teria disparado acidentalmente.

A Polícia Militar foi acionada e informou que não houve feridos. O parlamentar possui porte federal de arma, segundo a reportagem. O armamento foi apreendido e encaminhado para perícia.

Marcelo Aguiar foi levado a uma delegacia em Pinheiros para o registro da ocorrência e posteriormente liberado. As circunstâncias do disparo serão apuradas.

A polícia também apreendeu um automóvel que estava com placa de veículo oficial da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Segundo a apuração divulgada, o carro não aparece na relação oficial de veículos vinculados ao deputado, e a procedência da identificação será investigada.

Marcelo Aguiar exerce atualmente mandato na Alesp. Nas eleições deste ano, recebeu 37.585 votos e não conseguiu se reeleger diretamente, ficando como suplente para a próxima legislatura. A própria Assembleia o mantém na relação atual de deputados.

Até a última atualização das reportagens consultadas, não havia manifestação pública da defesa do parlamentar sobre o episódio.

Fonte: g1
Foto: Reprodução/TV Globo

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Eleição da Mesa Diretora da Alepe em 2027 já movimenta bastidores da política pernambucana

A eleição que definirá o comando da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2027 já provoca articulações entre deputados e partidos. A governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha as negociações e busca construir uma composição que dê maior estabilidade à relação do Executivo com a Casa. A escolha da nova Mesa Diretora está prevista […]

A eleição que definirá o comando da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2027 já provoca articulações entre deputados e partidos. A governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha as negociações e busca construir uma composição que dê maior estabilidade à relação do Executivo com a Casa.

A escolha da nova Mesa Diretora está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando os deputados eleitos em outubro tomarão posse para a próxima legislatura.

As conversas envolvem principalmente partidos que integram a base da governadora. No PSD, legenda de Raquel, os deputados Antônio Moraes, Débora Almeida, Joãozinho Tenório e Aglailson Victor aparecem entre os nomes citados nas articulações para a presidência.

Outras legendas também buscam espaço. Gustavo Gouveia, do Podemos, é um dos nomes mencionados para a disputa, enquanto France Hacker aparece nas negociações envolvendo a Federação União Progressista.

Raquel tem conversado com deputados e dirigentes partidários sobre a formação da Mesa e o comando das principais comissões da Alepe. A intenção manifestada aos aliados é buscar uma composição por consenso e evitar uma disputa que provoque divisões dentro da base governista.

O interesse do Palácio do Campo das Princesas na eleição interna ocorre após uma legislatura marcada por sucessivos embates entre o Executivo e o comando da Assembleia.

Álvaro Porto, atual presidente da Alepe, foi eleito para o posto no início do primeiro mandato de Raquel e, posteriormente, rompeu politicamente com a governadora. Ao longo dos últimos anos, Executivo e Legislativo protagonizaram divergências envolvendo orçamento, operações de crédito, emendas parlamentares e outros projetos.

A nova correlação de forças na Casa é mais favorável ao governo. O PSD, partido da governadora, e o PSB terão nove deputados cada e formarão as duas maiores bancadas da próxima legislatura.

A eleição da presidência não é a única negociação em curso. Também estarão em disputa os demais cargos da Mesa Diretora e o comando de comissões consideradas estratégicas, como Constituição, Legislação e Justiça, Finanças e Administração Pública.

As articulações devem continuar nos próximos meses. Até o momento, não há candidatura oficialmente definida para a presidência da Assembleia.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Rinaldo Marques/Alepe

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Tática de Flávio de se posicionar atrás de Lula no debate é comparada nas redes à de Trump contra Hillary

A movimentação de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, nesse domingo (18), chamou atenção nas redes sociais. Ao se posicionar atrás de Lula (PT) enquanto o adversário falava, o candidato foi comparado a Donald Trump em debates contra Hillary Clinton na eleição americana de 2016. Durante diferentes momentos do confronto, Flávio procurou permanecer […]

A movimentação de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, nesse domingo (18), chamou atenção nas redes sociais. Ao se posicionar atrás de Lula (PT) enquanto o adversário falava, o candidato foi comparado a Donald Trump em debates contra Hillary Clinton na eleição americana de 2016.

Durante diferentes momentos do confronto, Flávio procurou permanecer no enquadramento da câmera enquanto Lula respondia às perguntas. O senador apareceu ao fundo fazendo gestos e expressões de discordância mesmo quando não estava com a palavra.

A postura repercutiu nas redes sociais e foi associada à estratégia adotada por Donald Trump em 2016. Na disputa presidencial dos Estados Unidos daquele ano, o republicano também chamou atenção ao permanecer atrás de Hillary Clinton enquanto a democrata falava durante um dos debates.

A movimentação de Flávio também gerou reclamações da equipe de Lula. Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação da campanha petista, questionou o candidato do PL durante um dos intervalos por permanecer atrás do presidente e reagir às falas.

Mesmo após a reclamação, Flávio voltou a aparecer atrás de Lula em outros momentos do programa. As regras estabelecidas para o debate permitiam que os candidatos circulassem pelo estúdio.

No fim do confronto, a movimentação voltou a provocar tensão. A mediadora Adriana Araújo chegou a pedir que Flávio permitisse que Lula fizesse suas considerações finais sem aproximações que interferissem naquele momento.

O jornalista Mauricio Stycer também relacionou o comportamento do senador ao adotado por Trump contra Hillary, comparação que se espalhou pelas redes durante e depois do debate.

A linguagem corporal dos candidatos se tornou um dos pontos mais comentados do encontro, que marcou o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio em toda a campanha presidencial.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Band

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Desempenho de Lula e Flávio nos debates pode influenciar votos na reta final do segundo turno?

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, ocorreu em meio a uma disputa apertada pelo Planalto. Levantamentos feitos ao longo da campanha indicam que a maioria dos eleitores não pretende alterar sua escolha por causa dos confrontos, mas uma parcela admite rever o voto […]

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, ocorreu em meio a uma disputa apertada pelo Planalto. Levantamentos feitos ao longo da campanha indicam que a maioria dos eleitores não pretende alterar sua escolha por causa dos confrontos, mas uma parcela admite rever o voto a partir do desempenho dos candidatos.

O peso dos debates na decisão eleitoral foi medido por levantamentos realizados antes do confronto da Band. Os dados ajudam a dimensionar até que ponto uma boa ou má participação pode produzir mudanças nesta última semana de campanha.

Pesquisa Quaest divulgada no início de setembro mostrou que o desempenho em debates era apontado como o fator mais importante para definir o voto por 14% dos entrevistados.

Naquele levantamento, as propostas dos candidatos apareciam como principal fator para 45% dos eleitores. A ideologia vinha em seguida, mencionada por 17%.

Já um levantamento do Datafolha divulgado em outubro mostrou que 78% dos brasileiros consideravam muito importante a participação dos candidatos nos debates do segundo turno. Outros 11% consideravam pouco importante, enquanto 10% não atribuíam importância aos encontros.

Quando questionados diretamente sobre uma possível mudança de voto, 18% admitiram alguma possibilidade de alterar a escolha por causa do desempenho nos debates. Desse grupo, 5% apontaram chance grande, 7% possibilidade média e 6% chance pequena.

A maioria, 82%, afirmou que não mudaria o voto em razão do desempenho dos candidatos nos confrontos televisivos.

A possibilidade de mudança é maior entre os eleitores não alinhados a Lula ou Flávio. Nesse grupo, 40% admitiram alguma chance de rever a decisão: 12% consideraram a possibilidade grande, 18% média e 11% pequena. Outros 60% descartaram alterar o voto.

A idade também aparece como fator de diferença. Entre os eleitores de 16 a 24 anos, 31% admitiram alguma possibilidade de mudança. Já entre os brasileiros com 60 anos ou mais, 91% disseram que não alterariam a escolha por causa dos debates.

Entre os eleitores que já declaram voto nos dois candidatos, a decisão aparece mais consolidada. Segundo o Datafolha, 85% dos eleitores de Lula e 83% dos que pretendem votar em Flávio descartaram mudar de candidato em razão dos confrontos.

O levantamento do Datafolha ouviu 2.520 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02949/2026.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro também é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro eleitoral é BR-07065/2026.

O debate da Band foi o primeiro encontro direto entre Lula e Flávio durante toda a campanha. O segundo turno será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Band

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Da irritação de Sidônio com Flávio à camisa “Eu prendi o Lula” de Deltan: os bastidores do debate da Band

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, teve momentos de tensão também fora das câmeras. Reclamações entre integrantes das campanhas, provocações na plateia, atrasos e mobilização de apoiadores marcaram os bastidores do confronto. Um dos principais episódios ocorreu no primeiro intervalo. Sidônio Palmeira, responsável […]

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, teve momentos de tensão também fora das câmeras. Reclamações entre integrantes das campanhas, provocações na plateia, atrasos e mobilização de apoiadores marcaram os bastidores do confronto.

Um dos principais episódios ocorreu no primeiro intervalo. Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação da campanha de Lula, reclamou da movimentação de Flávio Bolsonaro enquanto o presidente respondia às perguntas.

Segundo relatos de pessoas presentes no estúdio, o candidato do PL permanecia ao fundo do enquadramento de Lula, fazendo gestos e reagindo às falas do adversário. A movimentação não era proibida pelas regras do debate, mas provocou reclamação de integrantes da campanha petista.

Sidônio chegou a se dirigir a Flávio e depois discutiu com Fábio Portela, responsável pela comunicação da campanha do candidato do PL. A equipe da Band interveio para conter os ânimos antes da retomada da transmissão.

Quando o programa voltou ao ar, a mediação pediu aos candidatos que evitassem movimentos e reações capazes de atrapalhar as respostas do adversário.

Outra provocação ocorreu na plateia. O senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR), ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, acompanhou o debate na primeira fila usando uma camiseta com a frase “Eu prendi o Lula, STF soltou”. A estampa também reproduzia o PowerPoint utilizado por ele durante a Lava Jato.

Deltan estava ao lado de Sergio Moro (PL), governador eleito do Paraná e ex-juiz responsável por processos da operação envolvendo Lula. As condenações do presidente foram posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.

Os dois candidatos também chegaram depois dos horários inicialmente previstos pela organização. Flávio deveria chegar por volta das 18h45 e Lula às 19h10. Com os atrasos, nenhum dos dois concedeu a entrevista coletiva prevista antes do programa.

Flávio chegou acompanhado por um grupo de aliados. Nikolas Ferreira (PL-MG), Sergio Moro, Deltan Dallagnol e Pablo Marçal estavam entre os nomes que chegaram juntos em uma van. Marçal participou da preparação de Flávio para o debate.

Lula chegou acompanhado da primeira-dama Janja. Entre os aliados presentes estavam Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad (PT), Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede), André Janones (Rede-MG), Tabata Amaral (PSB-SP) e João Campos (PSB).

Do lado de fora da emissora, grupos favoráveis aos dois candidatos também acompanharam a movimentação. Apoiadores de Lula e Flávio se concentraram nas proximidades da Band antes e durante o confronto.

O debate marcou o primeiro encontro direto entre os dois candidatos nesta campanha e aconteceu a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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