Presidente reeleito da Câmara de Tuparetama diz que a unidade falou mais alto
Por André Luis
Um dia depois de reeleito para presidir a Câmara de Tuparetama no Biênio 2019/2020, Danilo Augusto revelou durante entrevista à Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que os demais integrantes da bancada de oposição também sonhavam em presidir a casa, mas em nome da unidade o seu nome foi o escolhido.
Danilo considerou justo e natural o interesse de Priscila, Vanderlúcia, Plécio e Orlando no cargo. Uma emenda ao artigo 24 da Lei Orgânica permitiu a antecipação da eleição e a reeleição na Câmara de vereadores de Tuparetama, como aconteceu em outras cidades.
“Dentro do possível”, Danilo Augusto prometeu fazer de tudo para manter a harmonia com o executivo comandado pelo adversário, Prefeito Sávio Torres.
Camaragibe ganhou uma nova unidade do Sicoob. É a 27ª no estado. A inauguração contou com a presença da prefeita do município, Nadegi Queiroz e do Presidente da Câmara, Paulo André. Ainda os empresários Marcos Costa, Esdras Xavier, Engo Arnaldo Guerra Filho, Lourdes Gama, Grivaldo Agostinho, dentre outros. Pelo Sicoob Pernambuco, o Presidente da instituição, Evaldo […]
Camaragibe ganhou uma nova unidade do Sicoob. É a 27ª no estado. A inauguração contou com a presença da prefeita do município, Nadegi Queiroz e do Presidente da Câmara, Paulo André.
Ainda os empresários Marcos Costa, Esdras Xavier, Engo Arnaldo Guerra Filho, Lourdes Gama, Grivaldo Agostinho, dentre outros.
Pelo Sicoob Pernambuco, o Presidente da instituição, Evaldo campos, mais Edmilson Ramos (Diretor Executivo), Thiago Medeiros (Diretor Organizacional e Riscos), Neilson Oliveira (Diretor Executivo do Sicoob Nordeste), Karen Calvacanti (Diretora Organizacional e Riscos do Sicoob Nordeste), Almir Miranda (Gerente da Regional do Recife e Região Metropolitana) e Vinicius Barbosa, Gerente de Relacionamento da Agência de Camaragibe.
No seu discurso a prefeita do município destacou a importância da chegada da agência para o desenvolvimento de Camaragibe.
Segundo dados sobre o produto interno bruto dos municípios, o setor de serviços é o mais mais representativo na economia camaragibense. O Sicoob surge como ferramenta para alavancar ainda mais esse potencial.
O presidente do Sicoob Pernambuco, Evaldo Campos, destacou a importância estratégica da chegada a Camaragibe, dentro do planejamento de expansão no Estado.
A entrega contou ainda com a bênção solene do padre Henrique Benjamim Pereira Nascimento, da Paróquia São Pio X.
A agência Camaragibe faz parte do projeto de expansão da cooperativa em Pernambuco e aproveita o potencial da cidade de 160 mil habitantes, importante no cinturão da Região Metropolitana do Recife.
No modelo se negócio do Sicoob, a é função idêntica a uma instituição financeira, porém com um diferencial: fazer com que todos os negócios sejam de forma sustentável, ou seja, atendendo todas as linhas de crédito e investimento tanto de pessoa física quanto pessoa jurídica.
Hoje o Sicoob Pernambuco tem autorização do BC para trabalhar em todo o Estado. É modelo de gestão nacional. Depois de abrir com 101 sócios e volume de R$ 36 mil, hoje são quase 40 mil sócios e recursos que passam da ordem de R$ 170 milhões.
A unidade Camaragibe fica na Avenida Dr Belmino Correia, 2019, centro, e chama a atenção pela pujança e destaque arquitetônico. A inauguração estará alinhada com os protocolos e normas de convivência com a pandemia de Covid-19. Veja imagens:
Socorro Oliveira era natural de Itapetim, morou por muitos anos em Afogados, mas ultimamente residia em São José do Egito. Óbito entrará na estatística de São José do Egito. Por André Luis – Atualizado às 22h16 A profissional de enfermagem e funcionária do Hospital Regional Emília Câmara, Socorro Oliveira, conhecida como Socorro Confessor, 56 anos, […]
Socorro Oliveira era natural de Itapetim, morou por muitos anos em Afogados, mas ultimamente residia em São José do Egito.
Óbito entrará na estatística de São José do Egito.
Por André Luis – Atualizado às 22h16
A profissional de enfermagem e funcionária do Hospital Regional Emília Câmara, Socorro Oliveira, conhecida como Socorro Confessor, 56 anos, morreu hoje no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada.
Ela não resistiu às complicações da Covid-19. Um áudio de um dos filhos, Marcos, indica que a mãe vinha em recuperação, mas como característica dessa doença, teve uma piora acentuada e faleceu hoje. Além dele, tinha outro filho, Marcelo.
Socorro era natural de Itapetim, mas morou por mais de trinta anos em Afogados da Ingazeira, onde constituiu família. Há um ano residia em São José do Egito, após se casar com o vereador Tadeu do Hospital.
Segundo informações, a morte de Socorro será contabilizada para o município de São José do Egito seu último endereço. O número só deve entrar na estatística oficial nesta segunda. O sepultamento seguirá os protocolos para a doença. Os filhos agradeceram a solidariedade e as orações. Ela era marcada por sua alegria e descontração, segundo relatos de pessoas próximas.
Ainda não se sabe onde será o sepultamento, se em Itapetim, onde também está sepultado seu pai, ou em Afogados da Ingazeira, onde moram os filhos.
A nova tarifa social de energia elétrica, que garante gratuidade na conta de luz para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com consumo mensal de até 80 kWh, entra em vigor neste sábado (5). A medida, editada por meio de Medida Provisória (MP) publicada em maio no Diário Oficial da União, ainda depende da aprovação […]
A nova tarifa social de energia elétrica, que garante gratuidade na conta de luz para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com consumo mensal de até 80 kWh, entra em vigor neste sábado (5).
A medida, editada por meio de Medida Provisória (MP) publicada em maio no Diário Oficial da União, ainda depende da aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal no prazo de até 120 dias para que continue valendo. Caso não seja aprovada, perde automaticamente a validade.
Com a nova regra, o governo estima beneficiar diretamente cerca de 17 milhões de famílias, o equivalente a aproximadamente 60 milhões de pessoas em todo o país. Segundo os dados apresentados, 55 milhões de brasileiros terão acesso a algum tipo de desconto, enquanto outros 60 milhões poderão ter isenção total da tarifa de energia.
Atualmente, apenas famílias indígenas e quilombolas contam com gratuidade, enquanto as demais famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico têm direito a descontos proporcionais que podem chegar a até 65% na conta de luz. A mudança representa, portanto, uma ampliação significativa dos benefícios.
Além da isenção, a MP diferencia o novo benefício do modelo anterior, baseado em descontos parciais na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Esse subsídio, que representa cerca de 12% da fatura, continua válido para famílias com consumo de até 120 kWh e renda entre meio e um salário mínimo por pessoa. A nova gratuidade, no entanto, é exclusiva para quem consome até 80 kWh e já está inserido no CadÚnico, alcançando um perfil social mais vulnerável.
Para compensar o impacto estimado de R$ 3,6 bilhões anuais nos cofres públicos com a ampliação dos benefícios, o governo pretende implementar medidas de reequilíbrio no setor elétrico. Entre elas, está a abertura gradual do mercado de baixa tensão, permitindo que todos os consumidores possam escolher seu fornecedor de energia. Hoje restrito a grandes indústrias e estabelecimentos comerciais, o chamado “mercado livre” deverá ser ampliado a partir de agosto de 2026 para o setor produtivo e, até dezembro de 2027, para os demais consumidores residenciais.
Outras propostas incluem mudanças na forma de rateio dos encargos da CDE, buscando uma distribuição proporcional ao consumo de energia, além de ajustes nos critérios de autoprodução de energia e nos incentivos à geração distribuída. A MP também prevê a inclusão dos consumidores livres no grupo que financia a produção das usinas nucleares Angra 1 e 2, o que até então era responsabilidade apenas dos consumidores cativos.
Com a medida, o governo federal busca não apenas aliviar o peso da conta de luz sobre as famílias mais vulneráveis, mas também promover uma reforma estrutural no setor elétrico, aliando justiça social a mecanismos de sustentabilidade econômica.
Sem dinheiro no cofre, restou a Temer investir no tema sensível da segurança Por: Ulysses Gadêlha / Blog da Folha Enfrentando uma impopularidade recorde e vendo o fim iminente da sua maior bandeira, a Reforma da Previdência, o presidente Michel Temer (MDB) já esperava ser escanteado do jogo. Contudo, bastou o chefe do Executivo anunciar […]
Sem dinheiro no cofre, restou a Temer investir no tema sensível da segurança
Por: Ulysses Gadêlha / Blog da Folha
Enfrentando uma impopularidade recorde e vendo o fim iminente da sua maior bandeira, a Reforma da Previdência, o presidente Michel Temer (MDB) já esperava ser escanteado do jogo. Contudo, bastou o chefe do Executivo anunciar a intervenção federal no Rio de Janeiro e as medidas bilionárias para criação de um programa nacional de segurança pública, para provocar uma verdadeira reviravolta na narrativa política do País.
Diante de imensa dificuldade financeira para trabalhar outras áreas do Governo, restou a Temer investir no tema sensível da segurança, adotando um tom de emergência e combate para justificar “ações drásticas”. Uma missão que, para ser concretizada, precisará ir além do alarde feito no anúncio das medidas feito pelo Governo. Isso porque não se trata de um tema novo para na gestão pública. Todos os presidentes desde a redemocratização lançaram planos ou programas de segurança pública que, apesar de seguirem as recomendações e as boas práticas aplicadas em países desenvolvidos, não sobreviveram ao governo de plantão – mesmo quando o sucessor era do mesmo partido, como no caso de Lula e Dilma Rousseff.
O pacote anunciado pelo presidente Michel Temer enfrentará o desafio de não cair no mesmo vão dos seus antecessores. Segundo o professor Frederico Normanha Ribeiro de Almeida, do Departamento de Ciência Política da Unicamp, a criação do Ministério da Segurança Pública e a proposta de um Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) não são novidade alguma. “Já havia um órgão responsável por pensar essa área no Ministério da Justiça. O debate sobre a nacionalização da segurança, inclusive, já existiu em condições políticas melhores, com gente muito melhor pensando e executando os projetos. A gente não está vendo nenhum planejamento por parte do governo”.
A adoção do fundo de R$ 42 bilhões para reequipar as polícias nos Estados e a criação do Ministério da Segurança responde aos questionamentos feitos pelos especialistas sobre uma política estruturante para o setor. Para Normanha, foi uma forma fácil de liberar recursos sem receber críticas. “Temos aqui a capacidade de liberar dinheiro num contexto de crise e num ano eleitoral, tendo fracassado na aprovação da Reforma da Previdência. Acredito que Temer é o que menos se beneficia, mas seus aliados poderão retirar frutos dessa manobra”, avalia.
Já a intervenção feita no Rio ainda peca pela falta de informação e transparência. O Governo ainda não definiu o orçamento da operação no Rio de Janeiro, avaliando remanejar receitas de outras áreas. “O governo ainda não explicou no que a intervenção se diferencia da Garantia de Lei e Ordem (GLO), que estava vigente no Rio”,disse. Na sua visão, as medidas tomadas por Temer soam como um “arremedo de uma situação já muito ruim, fruto da desarticulação de todo histórico de políticas mal sucedidas”. Claramente, há um apelo eleitoral que faz parte do cálculo das medidas e da propaganda em cima delas.
Diante da escalada nas ameaças do presidente Jair Bolsonaro às eleições do ano que vem, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reagiu nesta sexta-feira, 9, com um duro recado ao chefe do Executivo. Pacheco disse que não aceitará ataques à democracia. “Todo aquele que pretender algum retrocesso ao Estado democrático de direito, esteja certo, será apontado pelo povo […]
Diante da escalada nas ameaças do presidente Jair Bolsonaro às eleições do ano que vem, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reagiu nesta sexta-feira, 9, com um duro recado ao chefe do Executivo. Pacheco disse que não aceitará ataques à democracia.
“Todo aquele que pretender algum retrocesso ao Estado democrático de direito, esteja certo, será apontado pelo povo brasileiro e pela história como inimigo da nação”, afirmou, em referência ao que chamou de “especulações sobre 2022”. “As eleições são inegociáveis”, completou.
Sobre a possível adoção do voto impresso, defendida por Bolsonaro, Pacheco disse que essa questão será definida pelo Congresso, e não pelo Executivo e nem pela Justiça. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema está em discussão na Câmara.
“Sem ataques a pessoas, mas com discussões de ideias. A decisão que houver por parte do Congresso, primeiro pela Camara e depois pelo Senado, haverá de ser respeitada por todos no Brasil”, afirmou Pacheco.
Pela manhã, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez um ataque ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que é contrário ao voto impresso. “Um imbecil”, disse Bolsonaro em referência a Barroso. “Lamento falar isso de uma autoridade do Supremo Tribunal Federal. Um cara desse tinha que estar em casa”, disparou.
Aos apoiadores, o presidente fez uma ameaça de que as eleições do ano que vem podem não ocorrer caso a medida não seja adotada. Ele atribuiu a Barroso articulações políticas junto ao Legislativo para barrar a aprovação da PEC do Voto Impresso, de autoria da deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF). A votação da proposta na Comissão Especial da Câmara, que analisa o assunto, estava prevista para esta quinta-feira, mas foi adiada para o próximo dia 15.
“Não tenho medo de eleições, entrego a faixa para quem ganhar, no voto auditável e confiável. Dessa forma, corremos o risco de não ter eleições no ano que vem, porque o futuro de vocês que está em jogo”, disse. E continuou: “Nós não podemos esperar acontecer as coisas para depois querer tomar as providências. “O que está em jogo, pessoal, é o nosso futuro e a nossa vida, não pode um homem querer decidir o futuro do Brasil na fraude. Já está certo quem vai ser o presidente do Brasil no ano que vem, como está aí, a gente vai deixar entregar isso?”.
Câmara
As declarações de Bolsonaro também motivaram dura reação do vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM). “Não é o presidente da República que decide ou escolhe se tem eleição ou não tem eleição. Quem decide se tem e quando tem eleição é a Constituição Federal”, afirmou o parlamentar.
Ramos cobrou ainda uma reação dos Poderes Legislativo e Judiciário, e também das Forças Armadas, em relação ao tom das declarações de Bolsonaro, que tem dito que não aceitará o resultado das eleições sem que haja voto impresso. “Quando o presidente da República afronta essa Constituição Federal, colocando em xeque a realização das eleições, não é dado ao Poder Legislativo, ao Poder Judiciário e às Forças Armadas escolher de que lado ficar. Eles têm o dever de ficar ao lado da Constituição que juraram respeitar e defender”, afirmou.
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