Destaque, Notícias

Em Tamandaré, João Campos destaca duplicação da PE-60 como estratégica para a Mata Sul

Por Nill Júnior

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) declarou, nesta quinta-feira (4), que a duplicação da PE-60 é um “sonho que não pode mais ser adiado” pelo caráter estratégico que a rodovia tem para a Mata Sul de Pernambuco.

A afirmação foi feita durante agenda cumprida em Tamandaré ao lado do prefeito Carrapicho (Republicanos) e outras lideranças. Na ocasião, em parceria com o Governo Federal, a prefeitura entregou veículos para reforçar ações na saúde e na assistência ao produtor rural, além da pavimentação de nove ruas da cidade.

“A gente chega aqui muito animado, porque a gente sabe que Tamandaré tem um prefeito que é um homem do povo, que é um homem que cuida dessa terra, mas eu posso dizer a vocês que, muito mais do que animado com o presente, eu estou animado com o futuro dessa cidade e do nosso estado. Com o futuro que a gente vai ter a oportunidade de construir junto. Com o futuro em que a gente vai poder ver oportunidades sendo geradas, o fortalecimento da atividade do turismo, que faz de Tamandaré um verdadeiro celeiro de oportunidades para todo o estado de Pernambuco, e a gente tem como ajudar muito nisso”, afirmou João Campos.

Juntamente com o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), que mantém uma parceria político-eleitoral com Carrapicho, João Campos destacou a importância de buscar parcerias com o Governo Federal para viabilizar obras de grande impacto para a região, como a duplicação da PE-60. O pré-candidato lembrou que, quando Eduardo Campos era governador, um trecho da rodovia, entre o Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, chegou a ganhar faixas adicionais, melhorando a mobilidade no acesso a um dos principais polos econômicos do estado.

“Você, Silvinho, que foi ministro do presidente Lula, eu que sou presidente nacional de um partido, estou muito em Brasília e sei que é possível realizar grandes sonhos com trabalho, com compromisso e com vontade de fazer. Um desses sonhos, que não dá pra adiar e jogar para frente, que é preciso ser feito e tem como ser feito, é realizar a duplicação da PE-60 para todo o Litoral Sul de Pernambuco. Isso tem um impacto muito grande na vida das pessoas, na vida de quem passa, de quem circula, na atividade econômica, na atividade econômica de tantas áreas do Litoral Sul, que vão desde atividades históricas, como a monocultura do açúcar, até o desenvolvimento do turismo, da indústria, de um novo polo industrial que se consolida no Litoral Sul de Pernambuco e que precisa cada vez mais de infraestrutura”, elencou.

O prefeito Carrapicho criticou a ausência do Governo do Estado em ações efetivas para Tamandaré. Ele chegou a pedir desculpas por ter apoiado a governadora Raquel Lyra (PSD) em sua campanha no segundo turno das eleições de 2022.

“Eu quero pedir desculpas a cada cidadão de Tamandaré, porque a pior coisa é você apostar tudo numa pessoa e depois levar uma rasteira. E foi o que o povo de Tamandaré levou”, declarou, completando com uma saudação a João Campos. “Conte com Tamandaré. A gente tem trabalho prestado. Em quem tem trabalho prestado o povo acredita e confia”, disse.

A agenda também foi prestigiada pelo senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), pela pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), pelo presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, pelo deputado estadual Romero Sales Filho (PSD) e por ex-prefeitos e vereadores de outros municípios da região, como Rio Formoso e São José da Coroa Grande.

Outras Notícias

Sentença da Justiça Federal garante produção de medicamentos à base de Cannabis pela Aliança Medicinal

A Aliança Medicinal, associação de pacientes de Cannabis medicinal, recebeu a sentença judicial que autoriza o cultivo da Cannabis sativa como insumo para produção de medicamentos destinados aos seus associados. A sentença, assinada pela Juíza Federal Titular da 7ª Vara/PE, Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), […]

A Aliança Medicinal, associação de pacientes de Cannabis medicinal, recebeu a sentença judicial que autoriza o cultivo da Cannabis sativa como insumo para produção de medicamentos destinados aos seus associados. A sentença, assinada pela Juíza Federal Titular da 7ª Vara/PE, Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não imponha as exigências das resoluções de sua Diretoria Colegiada (RDC nº 327/2019 e RDC nº 658/2022), destinadas à indústria farmacêutica, à associação canábica.

A sentença, emitida na última sexta-feira (20), traz segurança jurídica para a Aliança que, desde 2023, operava sob liminar favorável do Tribunal Regional Federal da 5a. Região que, diante da necessidade de medicamentos à base de cannabis, expressa pelos associados, assegurou o direito à produção própria. “A Aliança consolidou seu trabalho nos últimos anos respaldada pela liminar, também da Justiça Federal, e vem recebendo novos associados todos os dias em busca dos tratamentos com a cannabis medicinal. Agora com a sentença,nossa associação pode continuar fornecendo seus medicamentos para os atuais e novos associados ainda mais respaldada”, declarou o diretor executivo da Aliança Medicinal, Ricardo Hazin Asfora, engenheiro agrônomo que desenvolveu o sistema de cultivo indoor da planta.

Avanço legal e social

A decisão significa ainda que a proteção ao direito à saúde, determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), e cumprida pela Anvisa no último dia 28 de janeiro com a regulamentação de todas as etapas de produção da cannabis para fins medicinais no Brasil, traça um novo cenário para a vida dos pacientes. “A magistrada destacou que a Aliança atende seus associados sem registro de intercorrências, considerando esse dado um forte indicativo de segurança. Também foi reconhecido o esforço contínuo para organizar processos, garantir controle de qualidade e atuar com responsabilidade”, observa Rafael Asfora, advogado da Aliança Medicinal.

Hélida Lacerda, presidente da Aliança Medicinal e Ricardo Hazin Asfora, diretor Executivo da Aliança Medicina / Fotos: Rebeca Freitas

Para a presidente, Hélida Lacerda, o resultado jurídico é um reconhecimento do direito à saúde e ao uso terapêutico com respaldo médico. “Este é o propósito que me levou a unir pacientes, mães e familiares que já não tinham mais esperança com tratamentos convencionais para diversas doenças, e precisavam usar o óleo medicinal. Enfrentamos riscos, até de prisão, mas contamos com a sensibilidade de médicos pesquisadores, que já prescreviam a cannabis, e seguimos em frente. Hoje temos a garantia de que não vai faltar o óleo para o tratamento de todos”, destaca.

Na sentença, a juíza federal determinou que a Anvisa continue acompanhando as atividades da Aliança, o que reforça mais ainda a qualidade e a segurança dos medicamentos produzidos. “É uma decisão de mérito amplamente fundamentada”, completa o advogado.

“Fomos reconhecidos pelo esforço em cumprir as principais determinações da Anvisa, mesmo não sendo uma indústria. Fazemos de tudo para produzir e dispensar medicamentos de qualidade, com supervisão técnica e legalizada. É num trabalho sério e estruturado que vem sendo desenvolvido por nossa associação, desde o cultivo da cannabis até a entrega do medicamento ao associado”, afirma Asfora.

Sandbox regulatório

A regulamentação aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa, em janeiro passado, abriu um espaço legal para que as associações canábicas como a Aliança possam produzir os medicamentos com os  princípios ativos da planta, conhecida como maconha, com segurança jurídica – desde que cumpram as exigências sanitárias da Agência.

Conhecido como Sandbox regulatório, este espaço permite que as regras da regulamentação sejam adotadas de forma experimental, podendo ser alteradas e adequadas à realidade das associações de pacientes e instituições de pesquisa. “O sandbox regulatório representa um reconhecimento de que as associações de pacientes já desempenham um papel essencial no acesso à cannabis medicinal no Brasil”, resume a advogada da Aliança Medicinal, Lyane Menezes.

No caso da Aliança Medicinal, segundo ela, a sentença deixa claro que é possível conciliar controle sanitário, qualidade e responsabilidade sem aplicar, de forma automática, regras pensadas para a indústria farmacêutica. “Trata-se de um modelo que permite à Anvisa aprender com a realidade concreta dessas entidades, ao mesmo tempo em que garante o direito fundamental à saúde e preenche uma lacuna histórica deixada pelo Estado”, complementa.

Sobre a Aliança Medicinal

A Aliança Medicinal é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em Olinda, Pernambuco, para atender pacientes que possuam prescrição médica e laudo para tratamento com medicamentos à base de Cannabis.

Qualquer pessoa que tenha indicação médica formal pode solicitar sua associação, observados os critérios administrativos e sanitários exigidos. O vínculo associativo é gratuito e permite o acesso regular aos medicamentos produzidos com supervisão técnica, rastreabilidade e padrões de qualidade compatíveis com as exigências regulatórias aplicáveis às associações.

O modelo associativo foi estruturado para ampliar o acesso: ao produzir diretamente para seus associados, a entidade consegue oferecer medicamentos a custo significativamente inferior ao de produtos importados ou industrializados, sem comprometer controle de qualidade, acompanhamento técnico ou conformidade sanitária.

TRE manda Aldalberto Cavalcanti devolver mais de R$ 250 mil e desaprova suas contas das eleições 2018

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) mandou o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante) – que não foi reeleito – devolver mais de R$ 250 mil referentes à campanha eleitoral deste ano e desaprovou suas contas. A informação é do Blog do Carlos Britto. No texto o relator do processo, desembargador federal Vladimir Souza Carvalho, […]

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) mandou o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante) – que não foi reeleito – devolver mais de R$ 250 mil referentes à campanha eleitoral deste ano e desaprovou suas contas. A informação é do Blog do Carlos Britto.

No texto o relator do processo, desembargador federal Vladimir Souza Carvalho, destaca que se observou que um “vultoso valor proveniente do Fundo Especial de Financiamento de Campanha fora gasto sem a devida comprovação, mediante reiteração de conduta dessa espécie, porquanto aproximadamente duzentas e vinte e cinco despesas, totalizando R$ 257.633,90, inserem-se nessa irregularidade, não tendo se manifestado o interessado, mesmo quando instado a tanto, por esta Justiça Especializada“.

De acordo com o parecer, “a quantia gasta, de maneira irregular, representou cerca de vinte e sete por cento do valor total das receitas arrecadadas na campanha eleitoral do candidato (R$ 981.688,00). A transgressão legal em tela, a teor da norma de regência, implica imprescindível necessidade de devolução do importe correspondente ao Tesouro Nacional (Resolução do Tribunal Superior Eleitoral 23.553, de 2017, art. 82, §1º)“. Por unanimidade, os membros do TRE-PE julgaram desaprovadas as contas de Adalberto Cavalcanti, com determinação de recolhimento de valor financeiro ao Tesouro Nacional.

CNM pede que TCU revise coeficientes do FPM para 2023 

Confederação pede para considerar congelamento de perdas até novo Censo Os Municípios brasileiros foram surpreendidos na noite de quinta-feira, 29 de dezembro, com decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que não considera a Lei Complementar (LC) 165/2019, que congela perdas de coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) até divulgação de novo […]

Confederação pede para considerar congelamento de perdas até novo Censo

Os Municípios brasileiros foram surpreendidos na noite de quinta-feira, 29 de dezembro, com decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que não considera a Lei Complementar (LC) 165/2019, que congela perdas de coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) até divulgação de novo Censo Demográfico. 

Sem concluir a contagem populacional, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entregou prévia com estimativas ao TCU.

O Tribunal publicou a Decisão Normativa TCU 201/2022 que aprova, para o exercício de 2023, os coeficientes a serem utilizados no cálculo das quotas para a distribuição dos recursos previstos no artigo 159, da Constituição Federal, e da Reserva instituída pelo Decreto-Lei 1.881/1981, sem considerar o que dispõe a Lei Complementar 165/2019. 

A legislação, resultado da atuação da CNM à época, impede perda de coeficiente de distribuição do FPM até que “sejam atualizados com base em novo censo demográfico”.

Se o TCU seguir sem considerar a LC 165/2019, 702 Municípios serão afetados e terão perdas que somam cerca de R$ 3 bilhões (estimativa com base em publicação do Tesouro da previsão do FPM para 2023).

Reconhecendo novos atrasos, o Instituto divulgou na última semana de dezembro que não concluiria o Censo em 2022. Segundo a Nota Metodológica do próprio IBGE, “frente aos atrasos ocorridos no Censo Demográfico de 2022, não foi possível finalizar a coleta em todos os Municípios do país a tempo de se fazer essa divulgação prévia dos resultados da pesquisa”.  

Desta forma, o movimento municipalista reforça que não se trata de Censo concluído. A expectativa é que os dados sejam finalizados no primeiro trimestre de 2023.

Diante da situação, a CNM oficializou o TCU, na sexta-feira, 30 de dezembro, e notificou os mais de 700 municípios que podem ser afetados com a medida. Portanto, a entidade municipalista solicita do Tribunal a revisão imediata dos coeficientes divulgados, reforçando a necessidade de considerar a LC 165/2019 e manter os coeficientes.

Senado aprova Gabriel Galípolo para presidir Banco Central

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (8) a indicação do economista Gabriel Galípolo para assumir a presidência do Banco Central (BC) no período de 2025 a 2028. Em uma votação secreta, foram registrados 66 votos favoráveis e apenas 5 contrários. Galípolo deve ocupar o cargo a partir de 1º de janeiro de 2025, sucedendo Roberto […]

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (8) a indicação do economista Gabriel Galípolo para assumir a presidência do Banco Central (BC) no período de 2025 a 2028. Em uma votação secreta, foram registrados 66 votos favoráveis e apenas 5 contrários. Galípolo deve ocupar o cargo a partir de 1º de janeiro de 2025, sucedendo Roberto Campos Neto, atual presidente da instituição.

De acordo com a nota oficial do Senado, a indicação de Galípolo foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Galípolo, que atualmente exerce o cargo de diretor de Política Monetária do BC, foi sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pela manhã e aprovado por unanimidade após quatro horas de sessão. O relator da indicação foi o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Com 42 anos, Gabriel Galípolo é natural de São Paulo e tem uma carreira sólida no setor econômico. Ele foi secretário-executivo do Ministério da Fazenda no início da gestão de Fernando Haddad e também presidiu o Banco Fator entre 2017 e 2021. Na sabatina, Galípolo enfatizou sua experiência e compromisso com a condução da política monetária. “O Brasil, que enfrentou a hiperinflação nos anos 1980, hoje é reconhecido por sua estabilidade monetária e financeira”, afirmou o economista.

Segundo a nota da CAE, Galípolo destacou os desafios futuros que o país enfrentará, como a necessidade de construir uma economia mais produtiva e sustentável. Ele também reforçou o compromisso do Banco Central no combate à inflação, afirmando que “a função da economia é melhorar a vida da mulher e do homem comuns”.

A nomeação de Galípolo ocorre em um momento delicado, em que a política monetária do Banco Central, especialmente as altas taxas de juros, vem sendo alvo de críticas por parte do presidente Lula e outros setores do governo, que consideram as medidas um entrave à reindustrialização e ao crescimento econômico do país. No entanto, Galípolo assegurou que exercerá sua função com autonomia e que o presidente Lula garantiu liberdade para tomar decisões baseadas no bem-estar da população.

Durante a votação no Senado, alguns parlamentares manifestaram suas preocupações. O senador Marcelo Castro (MDB-PI) votou contra a indicação em protesto pelas altas taxas de juros cobradas pelos bancos públicos. Já o senador Eduardo Braga (MDB-AM) apoiou Galípolo, mas criticou os juros elevados no cartão de crédito e no cheque especial, classificando a taxa do crédito rotativo como uma “vergonha nacional”.

O Banco Central é uma autarquia federal responsável por assegurar a estabilidade de preços, supervisionar o sistema financeiro e implementar a política monetária no Brasil.

Sebastião Dias empossa agentes de Saúde e de Endemias

O prefeito Sebastião Dias assinou o termo de posse dos novos Agentes de Saúde e de Endemias aprovados no último concurso. A cerimônia aconteceu na Câmara dos Vereadores. A vereadora Maria Nelly, presidente da Câmara, disse em seu discurso que trabalhar no SUS não é tarefa fácil. “É uma missão árdua, porém muito gratificante”, disse Nelly. […]

O prefeito Sebastião Dias assinou o termo de posse dos novos Agentes de Saúde e de Endemias aprovados no último concurso. A cerimônia aconteceu na Câmara dos Vereadores.

A vereadora Maria Nelly, presidente da Câmara, disse em seu discurso que trabalhar no SUS não é tarefa fácil. “É uma missão árdua, porém muito gratificante”, disse Nelly. Aos novos servidores do município e colegas de trabalho, uma vez que Nelly também é servidora municipal, ela desejou boa sorte e disse que todos podem contar com a Câmara.

O líder da oposição, Djalma Sales, elogiou os empossados e os parabenizou reconhecendo o trabalho e dedicação que cada um teve para chegar àquele momento. Marcílio Pires, líder do governo, parabenizou também os novos agentes dizendo da importância que a conquista representa para cada um. “Sejam humildes e tratem bem a população e zelem por esse espaço”.

O secretário de Administração, Flávio Marques, lembrou que o prefeito Sebastião Dias, logo no início de sua primeira gestão, teve o cuidado de chamar os concursados e hoje esses servidores estão distribuídos em todas as secretarias ajudando o município.  O vice-prefeito, Zé Amaral, também fez questão de dar as boas-vindas aos novos servidores.