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Presidente do PT descarta aliança com PSB e alerta Marilia Arraes: não é o momento de discutir nomes

Por Nill Júnior

“Boato vazio”. Foi assim que o Presidente do PT Bruno Ribeiro reagiu à indagação sobre a possível reedição de aliança do seu partido com o PSB nas próximas eleições estaduais. “O PSB tem 35 deputados. Todos eles votaram pelo impeachment da Presidente Dilma. Foi o partido do golpe. Se tivesse defendido o que sempre defendeu Miguel Arraes teria seguido outro caminho. O PSB negou sua história. Não há chance dessa aliança”.

A declaração foi dada ontem durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Questionado se o PT oferecerá uma cara nova para o próximo pleito, e se o nome seria Marília Arraes que nos últimos dois dias fez reuniões e concedeu entrevistas em várias emissoras de Rádio de Arcoverde, Serra Talhada, Carnaíba, Tabira, Quixaba, Tuparetama e Afogados, Bruno evitou antecipar esse debate.

“A pior contribuição que poderíamos dar a este debate é falar de nomes. Eu gosto de Marília, é um quadro do partido, mas temos que discutir como vamos sair deste impasse. Temos bons nomes, e não é agora que temos que discutir isso. O PT vai construir primeiro um programa de governo para depois debater o candidato ou candidata que vai defende-lo”.

E seguiu: “Nesse instante falar de nomes de Marília, João Paulo, Aristides ou de Tereza Leitão, não é bom para esse debate”.

Detalhe: Os passos de Marília nas cidades do sertão deixaram a sua intenção muito clara. A vereadora afirmou à Pajeú que a lembrança ao seu nome é natural pelo fato de que faltam lideranças no Estado. Bruno Ribeiro esteve em Tabira ontem ao lado de Carlos Veras, Presidente da CUT e Aristides Santos, Presidente da Contag, para a posse da nova direção do partido. Na entrevista ele defendeu a inocência dos ex-Presidentes Lula e Dilma.

Outras Notícias

NJTV: como uma Barragem mal concebida leva vidas

O vídeo a seguir não é do Reservatório I do Córrego do Feijão, em Minas. Aconteceu em Mato Grosso no passado, mas está sendo repassado como se fosse, e mais uma Fake News. Assim, não acredite. De toda forma, a imagem mostra a fragilidade de barragens construídas a partir do princípio com o qual o […]

O vídeo a seguir não é do Reservatório I do Córrego do Feijão, em Minas. Aconteceu em Mato Grosso no passado, mas está sendo repassado como se fosse, e mais uma Fake News. Assim, não acredite.

De toda forma, a imagem mostra a fragilidade de barragens construídas a partir do princípio com o qual o reservatório I do Córrego do Feijão foi concebido, muito condenado pela engenharia.  Só tem uma “vantagem”: o baixo custo em relação às barragens seguras, com alto risco para quem mora no entorno.

A barragem da mineradora Vale que se rompeu na sexta-feira (25), em Brumadinho (MG), usava uma tecnologia de construção bastante comum nos projetos de mineração iniciados nas últimas décadas, mas considerada por especialistas uma opção menos segura e mais propensa a riscos de acidentes.

O método chamado de alteamento a montante, permite que o dique inicial seja ampliado para cima quando a barragem fica cheia, utilizando o próprio rejeito do processo de beneficiamento do minério como fundação da barreira de contenção.

Neste sistema, a barragem vai sendo elevada na forma de degraus conforme vai aumentando o volume dos rejeitos. A lama que é dispensada é formada basicamente por ferro, sílica e água. É o método mais simples e também o mais barato.

“É o menos seguro… (…) Uma estrutura que embute um risco não deveria nem ser cogitada”, opina o pesquisador da UFMG e especialista em engenharia hidráulica, Carlos Barreira Martinez.

Ele explica que o modelo é o menos seguro porque a barragem é construída em cima de rejeitos que já foram depositados. “Estamos utilizando uma técnica de depósito de rejeitos que embute um certo risco, principalmente quando há uma elevação muito rápida das barragens”, afirma.

Hoje, engenheiros que atestaram a segurança da barragem foram presos temporariamente em SP. Podem ter fraudado laudos. E mortos continuam sendo contados…

João Campos tem celular de divulgação do mandato hackeado

A Assessoria do deputado federal João Campos informou que ele teve o número do celular pelo qual divulga seu mandato clonado e o aplicativo WhatsApp invadido. De acordo com a assessoria do socialista, nesta sexta-feira (2) mensagens estranhas teriam sido enviadas de seu telefone. No mesmo modus operanti, elas solicitam às vítimas a transferência de recursos sob […]

A Assessoria do deputado federal João Campos informou que ele teve o número do celular pelo qual divulga seu mandato clonado e o aplicativo WhatsApp invadido. De acordo com a assessoria do socialista, nesta sexta-feira (2) mensagens estranhas teriam sido enviadas de seu telefone.

No mesmo modus operanti, elas solicitam às vítimas a transferência de recursos sob o argumento de que o deputado precisaria fazer um pagamento e estaria sem limite bancário. “Quem receber informações por este contato, quaisquer que sejam, desconsidere. Já estamos resolvendo a questão e avisaremos assim que recuperar o número”.

O estadual Doiriel Barros (PT),, por exemplo, e outros políticos, inclusive prefeitos, tiveram o mesmo problema.  Doriel informou que registrou um boletim de ocorrência contra a suposta invasão e entrou em contato com a operadora do celular.

O prefeito de São Joaquim do Monte, Joãozinho Tenório (PSDB), disse que foi vítima de um golpe e que teve o WattsApp desativado. Ele afirmou ainda que também desativaram o chip do seu aparelho telefônico com a operadora. Já a prefeita de Surubim, Ana Célia (PSB) falou que seu número estaria sendo usado para aplicar golpes em outras pessoas.

Deltan Dallagnol será removido do comando da Lava Jato, afirma revista

Por: Danielle Santana/Diario de Pernambuco A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF. A […]

Reprodução/CNMP

Por: Danielle Santana/Diario de Pernambuco

A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF.

A saída de Deltan teria sido deflagrada com o pedido de representação feito pela senadora Kátia Abreu (PDT). O procurador-geral da República, Augusto Aras, estaria estudando apresentar um convite para que Deltan passe a chefiar uma força-tarefa de combate ao narcotráfico, longe de Curitiba.

A ideia inicial era levar Deltan para atuar na própria PGR, em Brasília. Mas, os defensores da remoção do procurador foram alertados que a presença de Deltan na capital federal poderia causar tensão com o Supremo Tribunal Federal.

Procuradoria avalia ‘saída honrosa’ para Dallagnol

Nos bastidores, os procuradores já discutiam o que poderia ser uma “saída honrosa” para Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, destacou o jornal O Estado de S. Paulo. A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal, o que o afastaria da operação. Para isso acontecer, porém, Dallagnol precisa se candidatar à vaga.

Dallagnol é o titular da Lava Jato desde o início, há cinco anos período em que a operação levou dezenas de empresários e políticos à prisão. Nos últimos meses, porém, teve a conduta contestada após a divulgação de conversas privadas no Telegram com integrantes de sua equipe e com o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro. Eles não reconhecem a autenticidade das mensagens. As conversas reforçaram representações contra Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público, que fiscaliza a atuação de procuradores.

A decisão pela promoção cabe ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, formado por dez subprocuradores e presidido pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Há, no momento dez vagas abertas para procurador regional – cinco por antiguidade e outras cinco por merecimento – e mais uma prevista até o fim do mês. Dallagnol precisaria se candidatar a uma vaga por mérito.

Segundo a reportagem apurou, aliados de Dallagnol se dividem quanto à possibilidade de o procurador concorrer. Segundo Januário Paludo, um dos mais experientes da equipe da força-tarefa, ainda não é hora de o procurador sair. “Essa é uma questão pessoal dele. A operação ainda está em curso. Temos trabalho para pelo menos dois anos”, disse Paludo.

Por outro lado, defensores da promoção a Dallagnol argumentam que isso seria uma forma de reconhecimento pelo bom trabalho na Lava Jato. Ao mesmo tempo, poderia reduzir o desgaste na imagem da operação, sobretudo pela exposição pessoal do procurador após as divulgações das mensagens.

O procurador evita falar do assunto. Questionado pela reportagem Dallagnol não comentou. Quem acenou com a possibilidade publicamente foi Aras. “Vai haver a promoção de 11 procuradores regionais da República nas próximas sessões. Ele (Dallagnol) pode ser promovido, até porque é um direito dele. Nem por isso deixará de responder (a representações no Conselho Nacional do MP)”, disse o procurador-geral da República em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada na segunda-feira passada.

Críticas

Diferentemente de sua antecessora no cargo, Raquel Dodge, Aras defende a análise das mensagens atribuídas a procuradores e divulgadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos. Em sabatina no Senado, no mês passado, o procurador-geral fez críticas ao que considera “excessos” da Lava Jato e, especificamente, à conduta de Dallagnol. “Talvez tenha faltado nessa Lava Jato a cabeça branca, para dizer que tem certas coisas que pode, mas tem muitas outras coisas que nós não podemos”, disse Aras.

A próxima sessão do Conselho Superior do MPF está marcada para 5 de novembro, e o tema das promoções deve entrar na pauta.

Em PE, Lula e Padilha visitam obras para expansão de laboratório farmacêutico que produz medicamentos  

Nesta sexta-feira (13), às 15h, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitam, em Cabo de Santo Agostinho (PE), as obras de expansão de uma fábrica do Aché Laboratórios Farmacêuticos, que produz medicamentos para o SUS. Localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, a nova unidade […]

Nesta sexta-feira (13), às 15h, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitam, em Cabo de Santo Agostinho (PE), as obras de expansão de uma fábrica do Aché Laboratórios Farmacêuticos, que produz medicamentos para o SUS. Localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, a nova unidade deve ampliar sua capacidade de produção, contribuindo para o fortalecimento da soberania sanitária do Brasil.

A agenda integra o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), inserida no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB). O objetivo é aumentar a produção nacional de medicamentos, vacinas e equipamentos médicos, reduzindo a dependência do mercado internacional.

SERVIÇO

Visita às obras de fábrica do Aché Laboratório Farmacêutico

Com o presidente Lula e o ministro Alexandre Padilha

🗓️ Data: 13/02/2025 (sexta-feira)

⏰ Horário: 15h

📍 Local: Rodovia PE-009, Km 30,8, na Praça do Pedágio P-01, município do Cabo de Santo Agostinho – PE.

Wellington Maciel no LW Cast

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, é o convidado do LW Cast desta quinta-feira, 19 horas. É a primeira entrevista mais longa desde a desistência da reeleição e a decisão do gestor de trabalhar exclusivamente sua sucessão. A transição, que realidade Wellington vai deixar para o futuro governo Zeca Cavalcanti, obras em andamento, convênios, e […]

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, é o convidado do LW Cast desta quinta-feira, 19 horas. É a primeira entrevista mais longa desde a desistência da reeleição e a decisão do gestor de trabalhar exclusivamente sua sucessão.

A transição, que realidade Wellington vai deixar para o futuro governo Zeca Cavalcanti, obras em andamento, convênios, e muito mais. Wellington deixa a vida pública definitivamente? Se dedicará apenas à vida empresarial?

Há dois meses de finalizar sua experiência na vida pública, deixando a política e a prefeitura de Arcoverde, o prefeito Wellington Maciel tem corrido contra o tempo para entregar as últimas obras de sua gestão.

Outro desafio é o da entrega das contas equilibradas. As exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal e outros mecanismos legais obriga  o governo a entregar o caixa sem o que se pode chamar de “herança maldita” para Zeca Cavalcanti. Apenas os convênios parcelados e renegociações como INSS por exemplo, pode ser entregues com obrigações para o novo gestor.

A situação do caixa da prefeitura ainda não foi totalmente detalhada pela equipe de transição. Nos bastidores, a determinação é para que, de uma forma ou de outra, a gestão LW repasse o bastão com dignidade, depois dos trancos e barrancos enfrentados nesses quatro anos. Zeca e Siqueirinha, entretanto, demonstraram apreensão com a situação econômica e fiscal do município.

Nesta quinta, 19 horas, na TV LW On Line no YouTube.