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Presidente da Contag diz no rádio não saber quem pagou evento de Lula em Monteiro

Por Nill Júnior

Com data ainda indefinida para assumir a Presidência da Contag-Confederação Nacional da Agricultura, o Tabirense Aristides Santos falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Com o histórico de quem já foi Presidente do STR de Tabira, vereador, vice-prefeito e Presidente da Fetape, o petista histórico assume a Presidência da Contag, no dia 27 ou 28 de abril. A data ainda está indefinida.

Aristides foi candidato único e por isso declarou que a Contag está unida, mais a conjuntura no país é difícil, com o governo federal ameaçando retirar conquistas com a proposta das reformas da Previdência e Trabalhista.

Sobre o evento de Lula e Dilma em Monteiro, Santos viu uma participação popular muito forte, mas ainda é cedo para dizer que Lula será candidato diante dos processos que enfrenta na justiça. Perguntado sobre quem pagou a chamada Inauguração Popular da Transposição, o Presidente eleito da Contag afirmou que viu grande mobilização por parte do governo da Paraíba e dos movimentos sociais como CUT e MST, mais não quis arriscar dizer com quem ficou a conta. “A imprensa vai investigar e logo se chegará a quem pagou, eu não sei”.

Perguntado se a Reforma Agrária voltará a ser pauta da Contag depois da saída do PT do governo, Aristides admitiu que os governos de Coalização de Lula e Dilma, apoiados por deputados e senadores integrantes do agronegócio não avançaram neste aspecto, mais que a luta nunca cessou na Contag.

Santos disse reconhecer que na administração de Dilma a Reforma Agrária andou ainda menos que no governo de Lula.

Afirmou que é cedo para dizer que Carlos Veras, Presidente da CUT, vai se viabilizar com uma possível candidatura à Câmara Federal em 2018 e deixou claro não ter projeto de seguir o caminho do serra-talhadense Manoel Santos, que depois de presidir a Contag, foi eleito Deputado Estadual.

Outras Notícias

Prefeitos do Pajeú puxam decretos de contenção de gastos em Pernambuco 

Da Coluna do Domingão Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas. Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade.  A […]

Da Coluna do Domingão

Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas.

Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade.  A alegação, “para enfrentar a redução nas receitas municipais e assegurar a continuidade dos serviços públicos. O documento determina a suspensão e a redução temporária de despesas em diferentes setores da administração”.

Entre as determinações, proibição do uso de veículos oficiais em fins de semana e feriados, exceto em situações de urgência, restrições na concessão de licenças, horas extras, diárias e capacitações, além de cortes no consumo de energia elétrica, combustíveis e materiais de expediente. Também ficam suspensos serviços de horas-máquina e manutenções de poços, e haverá redução nos salários de cargos comissionados, contratados e prestadores de serviço.

No dia seguinte,  o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou um corte linear de 20% nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários, cargos comissionados e contratados pelos próximos quatro meses. A medida, segundo o gestor, foi uma resposta à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS, além de dificuldades adicionais provocadas por decisões judiciais ligadas ao Fundo de Previdência Municipal (FUNPREJ).

A Justiça determinou que o município aumente em cerca de R$ 300 mil mensais os repasses ao FUNPREJ, após reconhecer que a gestão anterior havia reduzido salários de professores aposentados.

No dia 4, o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira,  anunciou por meio do Decreto nº 027/2025, um conjunto de medidas administrativas para reduzir despesas e equilibrar as contas públicas. “A decisão foi motivada pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e pela necessidade de assegurar o pagamento em dia da folha de servidores e fornecedores”, disse a municipalidade.

Entre as ações previstas estão a restrição no uso da frota de veículos, a suspensão de novas gratificações, o corte de 10% nos salários de cargos comissionados e contratados temporários (exceto para serviços essenciais) e a redução de 50% nas gratificações já concedidas. Também diminuição de despesas com energia, água, diárias e assessorias contratadas.

E por fim, neste sábado,  o prefeito de Afogados da Ingazeira,  Sandrinho Palmeira, emitiu um decreto buscando conter despesas. Diz que a medida é tomada tendo em vista “a crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM”. O município também reclama quedas no ICMS estadual.

O decreto vale até 31 de dezembro e prevê suspensão da permissão de novos afastamentos de servidores, novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados, suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, expediente de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais, inaugurações sem pompa, redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota e suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos.

As medidas geram algumas perguntas: Pernambuco terá mais gestores adotando medidas similares? As decisões de aperto do cinto tem justificativa exclusiva na queda dos repasses? Há outros fatores ligados à gestão dos recursos? A AMUPE vai engrossar e apoiar a demanda dos prefeitos?

Uma curiosidade,  dois dos gestores são aliados de Raquel Lyra, dois alinhados com João Campos. A questão quebra a possibilidade de alegar contaminação do ambiente pré-eleitoral.

Outra questão invocada será da legitimidade do movimento. Os prefeitos são eventualmente acusados de “perder a mão gerencialmente”. Faltaria mais controle fiscal dos gastos. Também há a possibilidade ventilada de uma saída para apertar os cintos que os atuais ou antecessores afrouxaram no ano eleitoral. Os decretos evitariam assim jogar ao ventilador o que fora feito de forma descontrolada no passado por antecessores ou pelo ano eleitoral, à exceção de quem quer expor o adversário,  como em São José do Egito.

Os prefeitos envolvidos no “G4 da contenção” negam e dizem que de fato, “agosto foi o mês do desgosto” e que tem como provar. Apertem os cintos: o piloto não sumiu. Mas, decretou: apertem os cintos.

Pesquisa que mostra Luciara na frente é questionada em Custódia

Depois de várias pesquisas indicando favoritismo de Manoel do Dnocs em Custódia, incluindo os respeitados institutos Múltipla, Opinião, e o recente, mas não de menor repercussão DataTrends, apareceu uma pesquisa com Luciara de Nemias, do PSB, na frente, levantando questionamentos do bloco governista. Pesquisa do Instituto DataTrends divulgada na manhã da quarta-feira (26), pelo Blog do […]

Depois de várias pesquisas indicando favoritismo de Manoel do Dnocs em Custódia, incluindo os respeitados institutos Múltipla, Opinião, e o recente, mas não de menor repercussão DataTrends, apareceu uma pesquisa com Luciara de Nemias, do PSB, na frente, levantando questionamentos do bloco governista.

Pesquisa do Instituto DataTrends divulgada na manhã da quarta-feira (26), pelo Blog do Finfa, mostrou o candidato Manoel Messias, liderando a disputa pela eleição da Prefeitura de Custódia.

Manoel Messias apareceu com 54%, seguido de Luciara de Nemias com 34%. Não sabe/não responderam 8%. Brancos e nulos 4%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-00336/2024.

Dia 13, pesquisa de intenção de voto do Opinião para prefeito de Custódia, divulgada pelo Blog do Magno,  apontou o candidato do PSD e apoiado pelo prefeito Manuca, Messias do Dnocs, com 32 pontos à frente da candidata do PSB, Luciara de Neemias. Se as eleições fossem hoje, ele teria 58,6% dos votos e a adversária 26,6%. Brancos e nulos seriam 8,3% e indecisos chegariam a 6,5%. Ela foi registrada sob o número  PE-00846/2024.

Dia 1, o Múltipla mostrou o candidato governista com  47,7% dos votos contra 34% da candidata oposicionista. A pesquisa foi registrada sob o número PE – 03360/2024.

Aí agora, surge a  pesquisa eleitoral realizada pelo Blog do Ninja em parceria com a Insight Global revelando Luciara de Nemias liderando a corrida eleitoral para a Prefeitura de Custódia.

De acordo com os números, se a eleição para prefeito de Custódia fosse realizada hoje, Luciara de Nemias lideraria com 42% das intenções de voto. Em seguida, Manoel Messias aparece com 39%. Os eleitores que indicaram a intenção de votar em branco ou nulo somam 6%, enquanto 13% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta.

A pesquisa foi registrada sob o número PE-03146/2024 e contou com a resposta de 400 eleitores. Os governistas estão tratando a pesquisa como Fake.

Operação da PF contra desvios federais mira envolvidos em Serra Talhada, Recife e Paulista

G1 A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (8), a segunda fase da Operação Outline, que investiga possíveis desvios de recursos que deveriam ter sido utilizados nas obras de requalificação da BR-101, no Grande Recife. A Justiça Federal emitiu dois mandados de prisão temporária e outros nove mandados de busca e apreensão. A ação ocorre […]

G1

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (8), a segunda fase da Operação Outline, que investiga possíveis desvios de recursos que deveriam ter sido utilizados nas obras de requalificação da BR-101, no Grande Recife.

A Justiça Federal emitiu dois mandados de prisão temporária e outros nove mandados de busca e apreensão. A ação ocorre nos municípios do Recife, Paulista e Serra Talhada, em Pernambuco, e em Brasília.

A Justiça Federal em Pernambuco também decretou o sequestro de imóveis situados no Recife e em Gravatá, no Agreste do estado, pertencentes aos investigados, que não tiveram os nomes divulgados.

O contrato para execução dos serviços é de cerca de R$ 190 milhões. Além do desvio dos recursos, a PF investiga crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e da antiga Secretaria de Transportes do Estado de Pernambuco.

A maior parte dos recursos para a obra veio de repasses do governo federal para o estado, sob a gestão do DER, segundo a PF. Relatórios de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Estado (TCE) recebidos pelos investigadores apontaram que a obra vinha sendo executada com material, especialmente asfalto, de baixa qualidade e pouca durabilidade.

A operação Outline foi deflagrada em novembro de 2019. Na ocasião, foram apreendidos documentos e mídias digitais. Segundo a PF, a análise do material apontou evidências de desvios que chegam a, aproximadamente, R$ 4,2 milhões.

Ainda de acordo com a PF, foi constatado que ex-servidores do DER que foram responsáveis pela fiscalização e liberação de recursos da obra tiveram acréscimo patrimonial incompatível com os seus rendimentos nos últimos anos. Um eles teria comprado embarcações, veículos, apartamentos e ainda realizou diversas viagens ao exterior. Os bens adquiridos por ele eram registrados em nome de terceiros, apontam os investigadores.

Com recursos do Incra, Prefeitura vai recuperar estradas vicinais em Serra Talhada

Nesta segunda-feira (16), será assinada em Serra Talhada uma ordem de serviço para a construção e recuperação de estradas vicinais, um investimento de cerca de 3,5 milhões reais. Os recursos foram assegurados junto ao INCRA. A promessa do Secretário de Agricultura, José Pereira é de melhorar o acesso de mais de 800 famílias que moram no entorno […]

Foto-1-Governo-do-Estado-conclui-o-melhoramento-de-72-km-de-estradas-vicinais-na-zona-rural-de-ImperatrizNesta segunda-feira (16), será assinada em Serra Talhada uma ordem de serviço para a construção e recuperação de estradas vicinais, um investimento de cerca de 3,5 milhões reais.

Os recursos foram assegurados junto ao INCRA. A promessa do Secretário de Agricultura, José Pereira é de melhorar o acesso de mais de 800 famílias que moram no entorno dos Assentamentos São Lourenço, Três Irmãos e Tiburuna.

O prefeito Luciano Duque assinará a Ordem de Serviço no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, às 8h30.

Itapetim ganhará nova praça e letreiro turístico na entrada da cidade

A prefeita de Itapetim, Aline Karina, anunciou nesta quarta-feira (6) a construção de uma nova praça com letreiro turístico na entrada do município. O projeto prevê a criação de um espaço público com foco na valorização da identidade local e no estímulo ao turismo. Na mesma área, será feito o calçamento ao lado da Cozinha […]

A prefeita de Itapetim, Aline Karina, anunciou nesta quarta-feira (6) a construção de uma nova praça com letreiro turístico na entrada do município.

O projeto prevê a criação de um espaço público com foco na valorização da identidade local e no estímulo ao turismo.

Na mesma área, será feito o calçamento ao lado da Cozinha Comunitária Oziro Amâncio de Oliveira. De acordo com a gestão municipal, a intervenção busca melhorar a mobilidade urbana e oferecer melhores condições de acesso para a população.

“As obras integram um conjunto de ações voltadas à requalificação de espaços públicos e ao fortalecimento da infraestrutura urbana do município”, explica a assessoria de comunicação.