Frente espera resposta de FBC ao convite de Marília
Por Nill Júnior
O ex-senador Fernando Bezerra Coelho, filiado ao MDB, recebeu ontem, do conjunto da Frente Popular, o convite para integrar a suplência de Marília Arraes, que terá o nome formalizado para concorrer ao Senado na chapa de João Campos, em convenção também neste sábado.
No grupo dos Coelho, se diz que o gesto na direção de Fernando se deu com “muito acolhimento”. Por ele ser filiado ao MDB, que já integra a coligação de João Campos, essa montagem é possível.
Fernando é pai de Miguel Coelho, filiado ao União Brasil, que não conseguiu ocupar uma das vagas para o Senado na chapa da governadora Raquel Lyra também neste sábado.
Com isso, o nome da Federação União Progressista que vai concorrer à Casa Alta é Eduardo da Fonte, do PP. A chapa da gestora do PSD será formalizada em convenção neste domingo (2) e conta ainda com Túlio Gadêlha como pré-candidato a senador.
A construção com Fernando Bezerra Coelho passou por vários integrantes da Frente Popular, que tiveram carta branca do ex-prefeito do Recife, João Campos, para atuar nisso. A própria Marília Arraes falou com FBC e vários telefonemas foram trocados.
O martelo ainda não foi batido e o Palácio do Campos das Princesas estaria agindo para conter o avanço da aliança de João Campos nessa direção. Até então, outros nomes chegaram a ser ventilados para suplência de Marília Arraes. Entre eles, Arlen Pereira, do Rio de Janeiro, braço direito do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, além de Luciano Vasquez, coordenador político da campanha dela. A informação, don Diário Político, do DP, foi confirmada pela própra Marília.
Marília falou pela primeira vez sobre a conversa que teve com Miguel Coelho e seu bloco, na construção de um possível alinhamento. “Nunca deixei de ter diálogo com Miguel e todo o seu grupo e é importante manter o diálogo e o respeito na convergência e na divergência. Mais adiante vamos conversar se for oportuno. E arrematou sobre o convite ao pai, FBC, para suplência na sua chapa: “pra vir tem que aceitar”, disse ao Ponto de Vista.
Do Correio Braziliense O Ministério Público da Suíça confiscou dinheiro em contas bancárias no país europeu em nome do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e dos familiares dele. A informação é de comunicado da Procuradoria Geral da República (PGR), divulgado na noite desta quarta-feira (30/9). Na Suíça, Cunha é investigado desde abril por corrupção […]
O Ministério Público da Suíça confiscou dinheiro em contas bancárias no país europeu em nome do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e dos familiares dele. A informação é de comunicado da Procuradoria Geral da República (PGR), divulgado na noite desta quarta-feira (30/9).
Na Suíça, Cunha é investigado desde abril por corrupção e lavagem de dinheiro. No Brasil, já foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos mesmos crimes. A assessoria do deputado afirmou ao jornal que ele não comentaria o caso. Na segunda-feira, Cunha foi ao Twitter negar qualquer irregularidade.
As informações sobre o caso foram encaminhadas hoje por investigadores suíços à PGR. No STF, Cunha é acusado de embolsar ao menos US$ 5 milhões do lobista do estaleiro Samsung Júlio Camargo, que fechou um negócio de US$ 1,2 bilhão com a Petrobras. O fabricante coreano de embarcações construiu dois navios para a petroleira. Na 13ª Vara Federal de Curitiba, o juiz Sérgio Moro condenou o ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, o lobista Fernando “Baiano” Soares e o próprio Camargo por envolvimento no esquema.
Recuo
Em 12 de março de 2015, Cunha foi categórico ao negar a propriedade de dinheiro no exterior. Nos últimos meses, ele passou a evitar responder a essa pergunta. Na terça-feira (29/9), ele disse que não cairia em “armadilhas”. “Eu não vou cair em armadilhas. Cada detalhe que for falar, de qualquer situação, são detalhes que vão sendo gerados a cada hora mais polêmicas. Eu já desmenti isso ontem, para mim já está desmentido. É só ler o que eu escrevi no Twitter, está desmentido e já foi publicado isso hoje (terça).”
Mas, em 12 de março, logo após sair de uma reunião na CPI da Petrobras em que se defendeu das suspeitas levantadas contra ele numa petição do Ministério Público ao Supremo, Cunha afirmou ao Correio que não tinha conta “de nenhuma natureza” fora do Brasil. A reportagem do jornal questionou-o se ele mantinha recursos em empresas offshores. “Não, eu não tenho nada”, afirmou o deputado, de pronto.
“Se eu não respondi, me perdoe. Foi a ânsia de querer completar tudo. Não tenho nenhum recurso, não sou sócio de nenhuma empresa. Tudo o que tenho está no meu imposto de renda. Se eu não respondi a essa pergunta lá (na CPI) ou passou batido, eu peço desculpas. Mas é claro e textual: tudo o que eu tenho está no meu imposto de renda, declarado à Justiça Eleitoral, não sou sócio de nenhuma offshore, não mantenho conta no exterior de nenhuma natureza”, esquivou-se.
Com 7.578 votos de vantagem (quase 20%) sobre a segunda colocada, o ex-deputado federal e ex-prefeito em dois mandatos (2005-2008/2009-2012), Zeca Cavalcanti, conquistou a volta à prefeitura de Arcoverde, no Sertão do Moxotó. E com um título a mais: a partir de janeiro de 2025, Zeca será o primeiro político a ser três vezes prefeito […]
Com 7.578 votos de vantagem (quase 20%) sobre a segunda colocada, o ex-deputado federal e ex-prefeito em dois mandatos (2005-2008/2009-2012), Zeca Cavalcanti, conquistou a volta à prefeitura de Arcoverde, no Sertão do Moxotó. E com um título a mais: a partir de janeiro de 2025, Zeca será o primeiro político a ser três vezes prefeito de Arcoverde.
“Zeca Cavalcanti e seu candidato a vice, o presidente da Câmara, Siqueirinha, confirmaram as expectativas de votos previstas nas pesquisas eleitorais”, destaca a assessoria. Na véspera da eleição, a previsão era de uma vitória com cerca de 20% de vantagem sobre a segunda colocada, a ex-prefeita Madalena Britto. Quando as urnas foram apuradas, a vantagem se tornou real, com Zeca alcançando 23.091 votos (59,17%) contra 15.513 votos (39,75%) de Madalena.
“A verdade é que lideramos de ponta a ponta. Desde a pré-campanha e ao longo de toda a Campanha oficial, ficamos sempre em primeiro lugar em todas as pesquisas, de todos os institutos. E a gente já sentia o clima nas ruas, a vontade do povo de Arcoverde de ter a gente de volta na prefeitura. Nesta reta final, consolidamos a vantagem e tivemos essa vitória maravilhosa”, disse Zeca.
Na comemoração da vitória, Zeca Cavalcanti reuniu apoiadores e militantes na praça do Bandeirante, centro da cidade. “Agora é só agradecer ao povo e devolver essa confiança com um governo que coloque Arcoverde de novo no protagonismo regional. Mais do que isso, vamos agradecer a confiança da população com ações efetivas na Saúde, na Educação no Desenvolvimento Econômico, na Geração de Empregos, na Assistência Social, e todas as demais áreas, para melhorar, de fato, a qualidade de vida de nossa população”, concluiu Zeca Cavalcanti, prefeito eleito de Arcoverde.
Sai à meia noite a terceira pesquisa com intenção de votos para o Governo de Pernambuco. Realizada pelo Instituto Múltipla, com 1200 entrevistas, a conclusão do levantamento aconteceu dia 7. O registro é o PE-01312/2026. O resultado da corrida para o Governo de Pernambuco e para o Senado sai aqui no blog, em suas redes […]
No parecer, promotor lembra episódio dos “sequestrados” e diz que houve desorganização e descumprimento da legislação O Ministério Público de Pernambuco opinou pela nulidade da reeleição ao cargo de presidente da Câmara dos Vereadores de São José do Egito, no imbróglio envolvendo a eleição de João de Maria para o biênio 2023/2024. Segundo o parecer, […]
No parecer, promotor lembra episódio dos “sequestrados” e diz que houve desorganização e descumprimento da legislação
O Ministério Público de Pernambuco opinou pela nulidade da reeleição ao cargo de presidente da Câmara dos Vereadores de São José do Egito, no imbróglio envolvendo a eleição de João de Maria para o biênio 2023/2024.
Segundo o parecer, assinado pelo promotor Aurinilton Leão Sobrinho, a reeleição de João feriu dispositivos da Lei Orgânica Municipal e Regimento Interno da Câmara Municipal de
Vereadores.
Ainda reconhece como eleito o segundo colocado na votação, o vereador Alberto de Zé Loló, nos termos do art. 14 da Lei Orgânica Municipal e art. 12 do Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores, e com fundamento nas razões fático-jurídicas supraexpostas.
Ele também diz que o mais razoável, adequado e constitucional requer-se a determinação de novo processo eleitoral, a fim de que o próprio Poder Legislativo eleja o Presidente para o restante do biênio 2023-2024.
Dentre as alegalções, o promotor traz à tona que João de Maria tentou votar a eleição do segundo biênio imediatamente após a eleição de 2021, como foi noticiado na imprensa. “A antecipação do pleito supostamente pretendida não chegou a acontecer. No entanto, não foi a única situação que ganhou ampla divulgação, pois repercutiu em todo o Estado a notícia de que teria havido o “sequestro” dos vereadores para negociação dos bastidores do processo eleitoral na passagem entre o fim de 2022 e o início de 2023. Mas o noticiário negativo não se encerra e, dentre outras tantas notícias, há relatos até mesmo de vereador supostamente envolvido em colisão proposital sem olvidar algumas discussões acaloradas e desarrazoadas nas sessões no Plenário do Poder Legislativo.
O promotor lembra que os vetores éticos do debate público e republicano estão cada vez mais esmaecidos na atualidade. “Ao longo de pouco mais de dez anos de atuação na Região do Pajeú, especificamente em São José do Egito, PE, raríssimas foram as oportunidades e ocasiões em que se debateram publicamente planos e projetos de desenvolvimento sustentável e de emancipação do povo pela educação e pelo trabalho digno. Os cenários vivenciados lembram muito os contextos tão criticados por Riu Barbosa”, lembra.
A ação congtra a reeleição afirmou que o art. 14 da Lei Orgânica Municipal proíbe a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente, ao passo que os promovidos obtemperam o contrário. Já a defesa de João de Maria cita a Emenda Modificativa nº 04/02, em 2 de agosto de 2010, que permitiria a reeleição.
Mas, opina o promotor: “a análise dos autos virtuais revela que a Emenda Modificativa nº 04/2022 não seguiu o devido processo legal para a alteração do art. 14, da Lei Orgânica Municipal, mudança esta que visava a garantir a recondução para o mesmo cargo da mesa diretora da Câmara Municipal de São José do Egito, PE, para eleições subsequentes. A Lei Orgânica Municipal estabelece que, para ser emendada, a proposta será votada em dois turnos, com interstício mínimo 10 (dez) dias, além de aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, o que não ocorreu.
“Entre a aprovação pela comissão, em 8 de março de 2004, e a votação em segundo turno, em 15 de março de 2004, houve um lapso temporal de apenas sete dias, quando a própria lei disciplina que o período mínimo entre as votações seria de 10 (dez) dias. Ademais, não há comprovação segura de que foi observado o quórum dois terços dos membros da Câmara Municipal para a alteração da Lei Orgânica Municipal. Como se vê, a suposta alteração do art. 14, da Lei Orgânica Municipal foi realizada em desacordo com o princípio democrático e com o devido processo legal . João de Maria não observou os regramentos que o disciplinam”.
E criticou: “o que se observa é a profunda desorganização do Poder Legislativo do Município de São José do Egito, o qual demonstrou que sequer possui controle transparente, seguro e adequado dos próprios atos normativos que emite”.
Sobre a desistência da ação por Vicente de Vevéi, disse o promotor: “neste caso, apenas um dos coautores requereu a desistência, oque é bastante para excluir qualquer possibilidade de homologação da desistência. Ora, se a desistência após a contestação só pode ser homologada com a aquiescência da parte contrária, o que dizer então da exigibilidade de consenso entre os próprios sujeitos processuais que compõem o polo ativo em litisconsórcio facultativo?”
E segue: “mesmo que o coautor tenha manifestado a desistência, o coautor Alberto de Zé Loló pode promover o andamento do processo e os atos daquele não afetam/prejudicam este”. Ainda que há legitimidade do próprio Ministério Público para ajuizar toda e qualquer ação coletiva em defesa dos direitos metaindividuais e dos individuais indisponíveis, inclusive eventualmente assumir o polo ativo e garantir o prosseguimento regular do processo e o julgamento da causa sob o pálio do devido processo legal. A palavra final será do Judiciário. Clique aqui e veja o parecer do Ministério Público.
As fortes chuvas que caíram no sertão do Pajeú provocaram prejuízos, principalmente em São José do Egito com os seus 215 mm. Uma garagem caiu, o muro da AABB cedeu, um poste da rede elétrica e árvores foram ao chão, calçamentos arrancadas, tubulação de esgoto estourada e um pontilhão do Riacho Ipiranga foi arrastado no […]
As fortes chuvas que caíram no sertão do Pajeú provocaram prejuízos, principalmente em São José do Egito com os seus 215 mm. Uma garagem caiu, o muro da AABB cedeu, um poste da rede elétrica e árvores foram ao chão, calçamentos arrancadas, tubulação de esgoto estourada e um pontilhão do Riacho Ipiranga foi arrastado no bairro do mesmo nome. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Um carro foi amarrado a um poste pelo proprietário para não ser levado pela força das águas. O volume de 215 mm foi a maior chuva da história em São José do Egito. Antes a maior chuva registrada no município foi de 114 mm em 2004.
Foto: Renan Medeiros
Itapetim, onde choveu 180 mm e Brejinho, com 213 mm, cidades que vinham sendo abastecidas por carros pipa, deverão voltar a ter água nas torneiras. Ontem a noite choveu outra vez em São José do Egito, Itapetim e Brejinho e no Rio Pajeú depois de vários anos, voltou a correr.
Depois de 5 anos, a Barragem de Piedade do Ouro volta a sangrar em Itapetim. A barragem tem capacidade de cerca de 500 mil metros cúbicos de água.
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