Presidente da Compesa promete levar água da Adutora do Pajeú a Riacho do Meio
Por André Luis
Garantia veio em encontro com Evandro Valadares, Tadeu Alencar e Ângelo Ferreira
O ex-prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares participou de encontro com o Presidente da Compesa Roberto Tavares, acompanhado dos deputados Tadeu Alencar (Federal) e Ângelo Ferreira (Estadual).
Roberto garantiu o andamento de um antigo pleito dos moradores do distrito Riacho do Meio, que anseiam por um sistema de abastecimento de água. Os mais de três mil moradores dessa localidade desejam ter acesso a água encanada, a partir da Adutora do Pajeú, construída pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas-DNOCS.
A água passa por dentro do Distrito, em São José do Egito, mas não abastece a comunidade.
Tavares assegurou que o governador Paulo Câmara determinou a execução da obra. “A Compesa já está desenvolvendo o projeto, que deverá ficar pronto em março”, disse.
Tavares afirmou que o pleito é justo, uma vez que a Adutora do Pajeú corta o distrito e eles não tem acesso a um sistema regular de distribuição de água.
A obra está orçada em R$ 1 milhão e a previsão é de que seja realizada num prazo de quatro meses, a partir da assinatura da ordem de serviço.
Para viabilizar a implantação do sistema de abastecimento de água para o distrito de Riacho do Meio, a Compesa precisará construir uma estação de tratamento de água, uma estação elevatória, um reservatório e implantar rede de distribuição.
Parlamentares repercutiram, durante a Reunião Plenária desta segunda-feira (11), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o evento de apresentação oficial das obras e projetos que o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) irá viabilizar em Pernambuco. Segundo o Governo Federal, R$ 91,9 bilhões serão investidos em intervenções no Estado, entre elas o eixo pernambucano […]
Parlamentares repercutiram, durante a Reunião Plenária desta segunda-feira (11), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o evento de apresentação oficial das obras e projetos que o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) irá viabilizar em Pernambuco.
Segundo o Governo Federal, R$ 91,9 bilhões serão investidos em intervenções no Estado, entre elas o eixo pernambucano da Ferrovia Transnordestina, a finalização das adutoras do Pajeú e do Agreste e a duplicação da BR-423, entre São Caetano e Lajedo, no Agreste.
Líder do Governo na Alepe, o deputado Izaías Régis (PSDB) comemorou a promessa dos recursos e disse confiar na cooperação entre Estado e União para concretizar os projetos. “Acredito muito que as parcerias do Governo Federal com a governadora Raquel Lyra vão dar certo e nós teremos os resultados que esperamos”, registrou.
Waldemar Borges (PSB) foi outro deputado a destacar o volume de investimentos destinado a Pernambuco pelo Novo PAC. Para ele, a eleição de Lula foi importante não apenas para restabelecer a democracia e as políticas sociais no Brasil, mas para concretizar empreendimentos muito aguardados pelos pernambucanos. Na avaliação do parlamentar, o presidente Lula vem demonstrando “como um estadista deve olhar para o país”, mantendo uma postura “republicana, de quem tem compromisso com a população”.
Para o deputado Mário Ricardo (Republicanos), o envio de recursos pelo Governo Federal reafirma “o cuidado e o zelo que o presidente Lula tem, particularmente, com Pernambuco”. Ele também elogiou a organização do evento, que trouxe ao Recife os ministros da Casa Civil, Rui Costa; dos Transportes, Renan Calheiros; e de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.
O velório do poeta e advogado criminalista Dudu Morais vai ser iniciado a partir da chegada do corpo, na Rua Rosa Xavier, 772, centro de Tabira. A previsão de chegada do corpo é para as 21 horas, vindo do IML Caruaru. O sepultamento acontecerá nesta quinta, dia 1º, às 4 da tarde, no Cemitério Parque […]
O velório do poeta e advogado criminalista Dudu Morais vai ser iniciado a partir da chegada do corpo, na Rua Rosa Xavier, 772, centro de Tabira. A previsão de chegada do corpo é para as 21 horas, vindo do IML Caruaru.
O sepultamento acontecerá nesta quinta, dia 1º, às 4 da tarde, no Cemitério Parque da Saudade.
Dudu Morais, de 34 anos, foi encontrado morto em sua propriedade rural na cidade de Tabira, no Sertão de Pernambuco, na manhã desta terça-feira (30/12). Advogado, poeta e influenciador, ele teve a morte confirmada pela Polícia Civil do município, que ainda investiga as circunstâncias do caso.
Conhecido na região pela atuação na advocacia criminal, Dudu também ganhou notoriedade nas redes sociais, onde recitava poesias autorais para mais de 40 mil seguidores. O apelido de Advogado do Chapéu surgiu pelo acessório que usava com frequência durante julgamentos.
Em 2022, ele lançou o livro Debaixo do Meu Chapéu. A obra reúne poesias que mesclam vivências pessoais e profissionais, explorando temas como justiça, vida, julgamentos e autodescoberta a partir da experiência de um advogado criminalista.
Além da produção literária, Dudu atuava como palestrante e tinha presença confirmada em um evento de advocacia criminalista em Brasília, previsto para maio de 2026. Ele também participava de vaquejadas, tradição cultural do Nordeste brasileiro.
Em 2019, Dudu se envolveu em um processo criminal após ser acusado de matar o próprio tio, Clênio Evandro Cordeiro, de 42 anos, após um desentendimento. Ao final do julgamento, ele foi absolvido da acusação.
Dudu Morais deixa duas filhas: Letícia, de 14 anos, e Maria Flor, de um ano. A morte provocou comoção entre colegas de profissão e seguidores.
A União Nacional das Advogadas Criminalistas (Unaa) lamentou a perda. “Sua presença e sua voz deixam uma marca permanente na advocacia criminal e em todos que com ele caminharam. Nossa solidariedade aos familiares, amigas, amigos e colegas, com votos de serenidade neste momento de dor”, diz a nota.
Nos comentários de publicações ainda ativas em seu perfil, seguidores também prestaram homenagens.
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), na pessoa do seu presidente José Patriota e demais prefeitos, participou na manhã desta terça-feira (26), por videoconferência, de reunião com representantes dos sindicatos de bancários para debater o fechamento de agências do Banco do Brasil. Ao todo, 22 municípios pernambucanos, segundo informações dos movimentos e sindicatos de bancários […]
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), na pessoa do seu presidente José Patriota e demais prefeitos, participou na manhã desta terça-feira (26), por videoconferência, de reunião com representantes dos sindicatos de bancários para debater o fechamento de agências do Banco do Brasil.
Ao todo, 22 municípios pernambucanos, segundo informações dos movimentos e sindicatos de bancários de Pernambuco correm esse risco. O secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes também participou da reunião.
Para o presidente da Amupe, José Patriota, “o fechamento das agências implica diretamente na vida dos cidadãos, que terão que se deslocar para cidades maiores para receber o seu salário ou resolver questões que seriam de fácil resolução. As cidades perdem também em arrecadação, pois ao receber em um banco fora da sua cidade, a expectativa é que o cidadão gaste parte do dinheiro ali mesmo. A Amupe estará junto de cada município afetado para tentarmos reverter essa situação”, concluiu Patriota.
O secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes, afirmou que o Governo do Estado estará junto aos municípios e bancários “para garantir os empregos e os serviços do Banco do Brasil à população de Pernambucano”, disse ele.
Representante dos sindicatos de bancários, o diretor da Contec, Gilberto Antônio Vieira, frisou a importância do não esquecimento do papel social do Banco do Brasil na vida dos brasileiros.
O prefeito de Flores, Marconi Santana, questionou a decisão de fechamento da agência de seu município, pois a mesma “em trinta anos de atuação, nunca apresentou prejuízo”. O prefeito de Águas Belas, Luiz Aroldi, classificou o atual momento como crítico, e pediu para que os prefeitos busquem articular com seus deputados a discussão do pleito em Brasília. Já o gestor de São Joaquim do Monte, Eduardo Oliveira, conhecido como Duguinha, ressaltou a dificuldade dos sãojoaquinenses em se deslocarem a agências bancárias mais próximas, possivelmente em Caruaru, segundo ele.
g1 O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu trecho da lei de improbidade administrativa. Na prática, fica estabelecido que apenas atos graves podem gerar a suspensão dos direitos políticos de condenados pelas irregularidades. A suspensão de direitos políticos impede, por exemplo, a participação em eleições e a nomeação para determinados cargos públicos. […]
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu trecho da lei de improbidade administrativa. Na prática, fica estabelecido que apenas atos graves podem gerar a suspensão dos direitos políticos de condenados pelas irregularidades.
A suspensão de direitos políticos impede, por exemplo, a participação em eleições e a nomeação para determinados cargos públicos.
A decisão está em linha com o projeto que altera a lei de improbidade administrativa, em discussão no Congresso. O texto já foi aprovado pelo Senado e deve ser votado na próxima semana pela Câmara.
Mendes atendeu a um pedido feito pelo PSB. O partido defendeu que a suspensão de direitos políticos prevista na lei ficasse restrita a atos intencionais, não tendo validade para atos culposos (sem intenção).
Segundo o PSB, a lei tratava de forma semelhante casos em que houve a intenção de cometer ato de improbidade e situações em que as irregularidades ocorreram sem culpa, como em atraso de prestação de contas.
Para o partido, a perda dos direitos políticos é uma “sanção excepcionalíssima”, que só deve ser aplicada para atos dolosos (intencionais) de improbidade administrativa que configurem lesão ao erário e enriquecimento ilícito.
Em sua decisão, o ministro Gilmar Mendes concordou com o partido. “O Constituinte, diante do passado ditatorial, esmerou-se em assegurar e potencializar a plena participação política dos cidadãos. As exceções foram taxativamente abordadas, de modo que a regra seja o pleno exercício dos direitos políticos”, escreveu.
Segundo o ministro, “independentemente do tempo de suspensão [dos direitos políticos], a mera aplicação dessa penalidade, a depender da natureza do ato enquadrado, afigura-se excessiva ou desproporcional”.
Congresso
Mendes afirmou que a decisão está de acordo com o projeto que altera a lei de improbidade administrativa que já foi aprovado pelo Senado e deve ser votado na próxima semana pela Câmara. Procuradores e juristas consideraram o texto um retrocesso no combate à corrupção.
“O projeto de lei, na forma como aprovado no Senado Federal – resta agora a anuência da Câmara dos Deputados às alterações no texto -, exclui a forma culposa dos atos de improbidade que causam dano ao erário e suprime a possibilidade de aplicação da sanção de suspensão dos direitos políticos aos atos de improbidade que atentem contra os princípios da administração pública”, escreveu o ministro.
Pelo projeto em discussão no Congresso, o agente público só poderá responder por improbidade se for comprovado que agiu com a intenção de cometer uma ilegalidade. Atualmente, qualquer ação ou omissão dolosa ou culposa, ou seja, com ou sem intenção, que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições configura improbidade administrativa.
O ministro Gilmar Mendes afirmou que a decisão individual se justifica diante da regra que estabelece que alterações que possam impactar as eleições precisam estar em vigor até um ano antes. Portanto, o entendimento adotado, segundo o ministro, vai conferir segurança e previsibilidade aos parâmetros de elegibilidade da eleição de 2022.
Segundo o advogado do PSB, Rafael Carneiro, a decisão do ministro é uma das mais relevantes para proteção da cidadania e dos direitos políticos. “Como direitos fundamentais, os direitos políticos somente podem ser suspensos por atos graves, e não por qualquer falha administrativa, como estabelecia a lei de forma desproporcional”, afirmou.
Relato de comunidade arcoverdense à prefeita Madalena Brito tem se repetido em outras cidades A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto esteve reunida com a Associação dos Moradores do Cocal, uma comunidade que fica na zona rural do município. Ela foi acompanhada pelo vice-prefeito, Wellington Araújo; pelo secretário da Agricultura, Alberto Vaz e pela secretária de […]
Relato de comunidade arcoverdense à prefeita Madalena Brito tem se repetido em outras cidades
A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto esteve reunida com a Associação dos Moradores do Cocal, uma comunidade que fica na zona rural do município. Ela foi acompanhada pelo vice-prefeito, Wellington Araújo; pelo secretário da Agricultura, Alberto Vaz e pela secretária de Comunicação, Cristhiane Cordeiro.Na ocasião, ela fez um balanço das estradas recapeadas e das que já estão recebendo nova manutenção.
Durante o encontro foram abordadas várias questões: a limpeza dos açudes, a luminação, a construção da nova sede da Associação, a limpeza do cemitério e a proposta de abertura de novas estradas. O secretário da Agricultura se comprometeu a avaliar a viabilidade da estrada reivindicada pelos moradores.
Algumas pessoas denunciaram que quando procuram a Celpe por causa de lâmpadas queimadas, são informados que a responsabilidade é da Prefeitura. Madalena explicou todo o processo de negociação que está acontecendo entre a municipalidade e a empresa de energia pública e anunciou que em breve, com o apoio da Amupe, as prefeituras passarão a assumir a sua parte.
No final, a prefeita convidou os presentes para participar do seminário Todos por Pernambuco, marcado para o próximo sábado, dia 21, na AESA.
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