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Presidente da Câmara de Solidão desiste de leiloar carro e formaliza denúncias contra prefeito

Por André Luis

Por Anchieta Santos

O ditado, não cutuque a onça com vara curta nunca esteve tão em moda na política de Solidão. Foi o que aconteceu com o Prefeito Djalma Alves (PSB).

O gestor teria vazado para a imprensa a notícia de que o Presidente da Câmara Antônio Bujão iria leiloar no final de novembro o carro do Poder legislativo para aquisição de um veículo no valor estimado em R$ 104.834,00. Um detalhe: o carro que a câmara tem hoje é um Siena ano 2017 modelo 2018 adquirido na gestão da vereadora Eliana Nascimento a menos de dois anos.

Na quarta-feira (27), data que o leilão seria realizado, o Presidente Antônio Bujão procurou o Ministério Público para comunicar a desistência do leilão e o pedido de mediação para que o valor seja devolvido com o propósito de adquirir ou construir algo para a municipalidade. Viva a imprensa que denunciou. A ação do Presidente não era ilegal, mas era imoral.

Ao mesmo tempo o Presidente Antônio Bujão formalizou um documento com várias queixas contra a gestão do Prefeito Djalma Alves.

Ontem durante a sessão ordinária da Câmara a vereadora Edleuza Godê fez uso da tribuna para apresentar as denúncias: Prática de improbidade com a contratação de dois irmãos do gestor, Djaci Alves de Souza que recebeu R$ 36.603,56 nos anos de 2017/2018 e Decival Alves de Souza, com valor de R$ 7.892,00 em 2017.

O documento requenta a denúncia contra o carro do gabinete do Prefeito cujo aluguel é de R$ 8 mil enquanto em Afogados da Ingazeira a Prefeitura paga a mesma empresa e por caminhonete semelhante, o valor de R$ 4,2 mil.

A nota é assinada pelos vereadores Antônio Marineiro (Bujão), Edileuza Godê e Viturino Melo. As queixas são graves, mas pelo tempo da ocorrência, cheira a vingança pela denuncia contra o leilão do carro.

Outras Notícias

Marconi Santana desabafa sobre perdas no Fundeb

Na última quinta-feira (27), o blog informou com exclusividade que Pernambuco está entre os estados que tiveram lançamentos negativos nas contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Os dezessete municípios do Sertão do Pajeú, perderam, juntos, R$ 5.270.556,21, no Valor Aluno Ano Fundeb (VAAF). […]

Na última quinta-feira (27), o blog informou com exclusividade que Pernambuco está entre os estados que tiveram lançamentos negativos nas contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Os dezessete municípios do Sertão do Pajeú, perderam, juntos, R$ 5.270.556,21, no Valor Aluno Ano Fundeb (VAAF).

Diante deste quadro, o prefeito de Flores, Marconi Santana, usou as suas redes sociais para desabafar sobre a redução no repasse.

“Ou seja, mais um novo e grande desafio para todos nós gestores municipais, que teremos que sentar e refazer o nosso planejamento financeiro, e assim continuarmos assegurando a manutenção e desenvolvimento da educação básica pública, na educação infantil e no ensino fundamental”, escreveu Marconi. Flores perdeu R$ 340.733,04 no VAAF.

Segundo estudos de instituições municipalistas, com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Fundeb, em 2023, será menor do que o realizado no ano passado. No estudo feito pela entidade, 166 municípios terão repasses financeiros do Fundeb menor do que em 2022, com percentuais que variam de 0,1% a 36%.

Todos os anos os municípios do Nordeste recebiam de forma positiva, este ano vai ser negativa, isto é, nesta sexta-feira os valores serão debitados das contas.

Os recursos oriundos do Fundeb são destinados/distribuídos aos Estados, Distrito Federal e Municípios, para o financiamento de ações de manutenção e desenvolvimento da educação básica pública, levando-se em consideração os respectivos âmbitos de atuação prioritária, conforme estabelecido no art. 211, §§2º e 3º da Constituição Federal. Nesse sentido, os Municípios utilizarão os recursos provenientes do Fundeb na educação infantil e no ensino fundamental e os Estados no ensino fundamental e médio.

Na distribuição desses recursos é observado o número de matrículas nas escolas públicas e conveniadas apuradas no último Censo Escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC).

Deputado cobra melhorias no fornecimento de energia no Sertão do Pajeú 

Durante a Sessão Plenária desta segunda-feira (11) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Luciano Duque (Solidariedade) fez uma cobrança por melhorias no serviço prestado pela Neoenergia nos municípios de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, localizados no Sertão do Pajeú. O parlamentar ressaltou que falhas no fornecimento de energia em sistemas adutores […]

Durante a Sessão Plenária desta segunda-feira (11) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Luciano Duque (Solidariedade) fez uma cobrança por melhorias no serviço prestado pela Neoenergia nos municípios de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, localizados no Sertão do Pajeú.

O parlamentar ressaltou que falhas no fornecimento de energia em sistemas adutores têm comprometido seriamente o abastecimento de água tanto nas áreas urbanas quanto rurais dessas localidades.

“Vamos realizar uma audiência pública para chamar a Neoenergia porque tem prestado um desserviço ao povo de Pernambuco com as faltas constantes de energia, inclusive municípios passando um a dois dias sem energia e isso não pode continuar acontecendo”, afirmou o deputado Duque durante a sessão.

A Neoenergia, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, tem enfrentado uma onda de críticas no Sertão do Pajeú. Residentes de diversas cidades têm expressado insatisfação com os serviços oferecidos pela empresa.

A antiga Celpe, adquirida pela Iberdrola Energia em fevereiro de 2000 por R$1,7 bilhão durante o governo de Jarbas Vasconcelos, enfrentou uma série de problemas após a transação. Embora o dinheiro da compra tenha sido destinado para a duplicação da BR 232 até Caruaru, os problemas persistiram. Programas de demissão voluntária, terceirização e redução do número de colaboradores foram algumas das medidas adotadas pela empresa, o que gerou controvérsias.

Algumas Câmaras de Vereadores da região, como as de Ingazeira, São José do Egito e Afogados da Ingazeira, já emitiram notas de repúdio contra a empresa devido aos problemas enfrentados pelos moradores locais.

Prefeitura de Tuparetama leva obras de infraestrutura ao Bairro Santa Luzia 

O bairro Santa Luzia, no município de Tuparetama foi beneficiado com a construção de um córrego e pavimentação da Rua José Pergentino.  O prefeito Sávio Torres visitou as obras de pavimentação e destacou as ações como importantes investimentos de políticas públicas. “Sem dúvida que a cidade está vivendo uma grande transformação com ações que representam […]

O bairro Santa Luzia, no município de Tuparetama foi beneficiado com a construção de um córrego e pavimentação da Rua José Pergentino. 

O prefeito Sávio Torres visitou as obras de pavimentação e destacou as ações como importantes investimentos de políticas públicas. “Sem dúvida que a cidade está vivendo uma grande transformação com ações que representam segurança e qualidade de vida para à população. Assim como o Bairro Santa Luzia, vamos percorrer outros habitacionais da cidade”, afirmou Sávio. 

Segundo o secretário de Obras, Tanta Sales, a prefeitura investiu recursos próprios na construção de duas necessidades e anseios antigos dos moradores. “Ouvimos a população que nos pedia a realização dessas duas obras. A Rua José Pergentino cresceu e precisou ter o calçamento complementado e o córrego comunitário para o escoamento de dejetos, antes descartados de forma irregular.”, lembrou. 

Na próxima sexta-feira, o gestor iniciaria pelo Santa Luzia, o programa Bairro Pronto, adiado devido as confraternizações e celebrações de final de ano. 

O crescente e curioso comércio de Carnaíba

Fotos: Roberto Arrais Cidade de 20 mil habitantes, no Sertão do estado, mantém hábitos europeus e uma economia em evolução Sebastião Araújo, especial para o blog Quem pretende ir ao comércio de Carnaíba exatamente ao meio-dia e um minuto vai se sentir em algum país da Europa, como a Itália e Espanha, onde a população […]

Fotos: Roberto Arrais

Cidade de 20 mil habitantes, no Sertão do estado, mantém hábitos europeus e uma economia em evolução

Sebastião Araújo, especial para o blog

Quem pretende ir ao comércio de Carnaíba exatamente ao meio-dia e um minuto vai se sentir em algum país da Europa, como a Itália e Espanha, onde a população costuma tirar a famosa “sesta”. Ao meio-dia todas as lojas fecham, aqui e acolá alguma permanece aberta, mas a grande maioria só volta a abrir às 14h e algumas abrem apenas às 15h. Parece que você está num fuso horário diferente. Esse costume é até justificado no Sertão. Sob um calor de 37 graus – na sombra, como se diz -, não é de se admirar que lojistas e funcionários aproveitem esse intervalo para um bom banho e uma soneca, após o almoço. Esta é uma das curiosidades da cidade que possui cerca de 20 mil habitantes.

Mas Carnaíba reserva outras peculiaridades, que chamam a atenção numa cidade do interior. Você vê lojas com placas na porta em português e inglês (fechado-closed, aberto-open) e uma delas se destaca das demais em todo o estado – e quiçá no mundo – por oferecer aos clientes e transeuntes um pequeno “bufê” na entrada. O serviço chama a atenção de quem passa pela rua José Martins, no Centro da cidade, uma das principais a sediarem o comércio, paralelamente à rua Saturnino Bezerra. Uma mesa montada na porta principal da Casa Carvalho, a partir das 6 da manhã, oferece café, chá de boldo, biscoito, bolacha, rapadura e água gelada para quem quiser, do caminhoneiro ao aposentado, que dão uma paradinha por lá para se abastecer. Durante todo o dia não faltam nenhuma das comidas e bebidas. Entre café e chá são produzidos entre 15 e 20 litros diariamente.

A loja também oferece bancos, como se fosse numa praça, para os clientes sentarem e ainda disponibiliza quatro banheiros. A iniciativa é do proprietário André Pereira de Carvalho Filho, 42 anos, um católico fervoroso que vê nesse diferencial da sua loja, o fato de agradecer a Deus pelo sucesso nos negócios. “É gratificante poder servir e recompensar o cliente”, revela Andrezinho, como é conhecido. A loja vende do prego ao terço, passando pela ração animal e ainda atende o consumidor na própria residência. “Se ele precisa fazer uma chave ou tem um liquidificador com problema, vamos até lá atendê-lo. Mantemos o corpo a corpo com o cliente e temos jogo aberto com ele ”, conta o comerciante. “Este serviço não afeta em nada no meu orçamento. É só motivo de elogio e de satisfação para mim”.

Profissionalismo

Iniciativas como a de Andrezinho, que unem o social ao empreendedorismo, só têm impulsionado o comércio de Carnaíba. São dezenas de lojas e boutiques de roupas, salões de beleza, barbearias da moda e um grande supermercado, o Avistão, que não fica a dever a nenhum outro da capital e possui até posto de atendimento bancário, algo inédito na região. Praticamente todo o comércio da cidade tem uma característica que permeia: a maioria dos comerciantes são oriundos da roça, antes eram proprietários de pequenas bancas na feira, e ofereciam serviços de forma bem acanhada. “Agora, todo mundo saiu do casulo e apareceu”, analisa Alexsandro Queiroz, 39 anos, dono do Avistão, que possui filiais em Iguaraci e Sertânia e deve abrir brevemente a maior loja da rede, num espaço de dois mil metros quadrados em Afogados da Ingazeira, terra natal de Alexsandro. “O comércio de Carnaíba cresceu, tornou-se competitivo e com qualidade”, avalia o empresário. Prova disso, é que até o final do ano será inaugurado o mercado público municipal com 32 boxes.

A informalidade e o desconforto de antes, deram lugar ao profissionalismo e adaptações à nova realidade do mercado. Mas ainda há quem preserve aquele gostinho de passado. Aos 75 anos e com 50 na praça, Manoel Pereira de Carvalho, o “seu” Maninho, mantém a Graciosa Móveis dentro de um mesmo padrão, desde a inauguração em 1970. As vendas são anotadas em um caderno e na ficha que o cliente recebe e na qual os pagamentos vão sendo registrados. E tem mais: ele ainda usa a figura do avalista e não tem empregado. A loja é conduzida pela mulher e filhos de “seu” Maninho. “Aqui, nós estabelecemos uma relação familiar com os clientes. Conhecemos bem todos eles”, garante o lojista.

Entidade lojista se fortalece

Apesar de ter sofrido um grande abalo com o “estouro” do Banco do Brasil, em 2017, pois as pessoas passaram a realizar suas transações bancárias em outras cidades, o comércio de Carnaíba vem se restabelecendo. O progresso é fruto de capacitações, cursos, palestras promovidas numa parceria de lojistas com entidades como o Sebrae, segundo destaca Luiz Gustavo Neves de Araújo, 36 anos, que está à frente do Núcleo de Dirigentes Lojistas (NDL), braço da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Afogados da Ingazeira. O NDL, que há poucos dias inaugurou a sede própria, contava com apenas quatro associados em 2017, quando surgiu, e atualmente possui 47. “Essa voz a gente não tinha antes. O comércio não tinha nenhuma representatividade e teve que se reinventar”, conta Luiz Gustavo, justificando o surgimento da entidade que comanda. “O NDL fortalece o comércio e luta pelo crescimento do município como um todo”, reforça.

Além das duas principais ruas do Centro, a José Martins e a Saturnino Bezerra, o comércio de Carnaíba vem ganhando espaço em outros locais, como a PE-320, que corta a cidade e onde estão localizados um novo posto de gasolina, oficinas de carro, revendedora de motos e madeireira, entre outros estabelecimentos. O comércio de bairro também está em crescimento, como no Santa Luzia e em Carnaíba Velha, que ganharam padaria, mercados e salões de beleza. “O crescimento vem trazendo a melhoria técnica”, explica Luiz Gustavo. Para exemplificar, o dirigente aponta a recente implantação do sistema de delivery. “Houve uma explosão desse serviço por parte de várias empresas e não apenas no segmento de alimentação”, diz ele.

O mais jovem barbeiro da cidade, Carlos Santos, preserva a tradição da profissão. Foto: Roberto Arrais.

Barbearias mantêm tradição

O salão é pequeno mas tem uma energia superpositiva. Na porta, o cliente é recebido por um cara de bermuda e chinelo, amante de rap. É Carlos Santos, de 19 anos, o mais jovem barbeiro de Carnaíba, no Sertão do Pajeú. Estudante de administração na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), campus Serra Talhada, ele transformou a garagem da própria casa na barbearia, que funciona há quatro meses. Carlos foi ajudante de pedreiro, ficou desempregado e acabou se beneficiando do auxílio emergencial do governo federal. “Com esse dinheiro resolvi investir em algo que desse lucro. A família também me apoiou e surgiu a barbearia”, relembra. “Estou satisfeito e otimista com a minha iniciativa, porque vejo os clientes voltarem, o que significa que estou no caminho certo”, acredita Carlos, que com mãos leves mas firmes comprova talento e habilidade.

Quem também resolveu apostar na profissão e se deu bem foi Doba ou Márcio Severino da Silva, como está na carteira de identidade. Aos 32 anos, instalado no bairro Caixa d’ Água, Doba tornou-se referência em Carnaíba nos segmentos barba trabalhada e cabelo tipo degradê, duas tendências atuais masculinas. A barbearia conta com minibar, setor de perfumaria e sinuca, entre outros serviços adicionais oferecidos aos clientes. “O boca a boca tem me ajudado bastante. Não posso reclamar da minha profissão”, salienta Doba.

Vai longe o tempo, então, em que Raimundo Barbeiro era um dos mais procurados na cidade. Nos anos 1980, Raimundo era famoso por decorar sua barbearia com fotos de clientes que iam falecendo. No entanto, existem barbeiros que mantêm hábitos e equipamentos do passado, como Antônio de Pádua Lima, 50 anos, o Antônio de Gitirana, que atende num bequinho no Centro da cidade. A barbearia é simples, e ele conserva uma cadeira da marca Ferrante, fabricada nos anos 1940, usada pelos clientes, e guarda como relíquia uma navalha original, daquelas que eram amoladas na pedra. Entre os cerca de dez barbeiros, que se distribuem por vários locais do município, Antônio continua com uma clientela garantida, formada em sua maioria pelo público da terceira idade. “Trabalho como barbeiro do passado e tenho muito orgulho do que faço”, frisa o barbeiro, que também é maestro da Banda Filarmônica Santo Antônio.

Flores: parceria entre Prefeitura e BNB liquida débitos de mais de 400 agricultores

A prefeitura de Flores em parceria com o Banco do Nordeste, concluiu um trabalho de liquidação de débitos de mais de 400 agricultores do município. A renegociação nasceu de reivindicação dos agricultores através dos presidentes de associações que representam o homem do campo. “Isso demonstra, a nossa preocupação com os nossos agricultores e a harmonia que temos com […]

A prefeitura de Flores em parceria com o Banco do Nordeste, concluiu um trabalho de liquidação de débitos de mais de 400 agricultores do município. A renegociação nasceu de reivindicação dos agricultores através dos presidentes de associações que representam o homem do campo.

“Isso demonstra, a nossa preocupação com os nossos agricultores e a harmonia que temos com o homem do campo, do nosso município. E assim vamos continuar fazendo, em 2018, que será voltado também para a agricultura, possibilitando assim, o crescimento do município como um todo” declarou o prefeito Marconi Santana.

O gestor também ressaltou sua gratidão à parceria com o Banco do Nordeste, nas pessoas de Glewber Mourato e Edmilson Vasconcelos, os quais colaboraram diretamente e se fizeram presentes para que a liquidação dos débitos se concretizasse.

Prestigiaram o evento Dr. Nelson Daniel da Fundação Ambiental Pedro Daniel, o Presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Heleno, o vereador Alberto Ribeiro, a vereadora Jeane Lucas, José Antônio – Presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural de Flores, Glewber Mourato – Gerente de Negócio do Banco do Nordeste, Edmilson Vasconcelos – Gerente Regional do Banco do Nordeste, Júnior do IPA e secretários municipais.