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Prefeituras de Solidão e Itapetim realizam pagamento de abril dos servidores

Por André Luis

As prefeituras de Solidão e Itapetim anunciaram nesta quarta-feira (30) a quitação da folha salarial referente ao mês de abril para os servidores públicos municipais. As duas gestões destacam a importância do pagamento em dia como medida de valorização do funcionalismo e de estímulo à economia local.

Em Solidão, aposentados, pensionistas, servidores efetivos e comissionados já receberam seus vencimentos. De acordo com o cronograma divulgado, os contratados e fornecedores também receberão até o dia 9 de maio.

Já em Itapetim, os salários foram transferidos para os servidores ativos, aposentados, pensionistas, terceirizados, além das equipes da limpeza urbana e transporte escolar. Segundo a Secretaria de Administração e Finanças, a folha de abril representa uma injeção de mais de R$ 3 milhões na economia local.

As duas administrações afirmam que manterão o compromisso com a pontualidade dos pagamentos. “A valorização dos nossos servidores é prioridade. Trabalhamos com planejamento para manter os salários em dia, o que também fortalece o comércio local e movimenta a economia do município”, destacou o prefeito de Solidão, Mayco Pablo.

A gestão de Itapetim também reforçou que seguirá garantindo os salários em dia como forma de reconhecimento ao trabalho diário dos profissionais que atuam nos serviços públicos.

Outras Notícias

Sem ministros do STF e com Motta na tribuna, Lula participa de desfile do 7 de Setembro em Brasília

Do g1 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã deste domingo (7) do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Lula chegou por volta das 9h04 ao local e desfilou em carro aberto ao lado da primeira-dama, Janja da Silva. A cerimônia também contou com a presença […]

Do g1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã deste domingo (7) do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Lula chegou por volta das 9h04 ao local e desfilou em carro aberto ao lado da primeira-dama, Janja da Silva.

A cerimônia também contou com a presença de autoridades, como o vice-presidente, Geraldo Alckmin, o presidente da Câmara, Hugo Motta, os ministros da Casa Civil, Rui Costa, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

Nenhum dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) compareceu ao evento.

‘Sem anistia’

Na presença de Hugo Motta, parte do público gritou “Sem Anistia”, em referência à proposta que está sendo costurada no Congresso para anistiar envolvidos na tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.

O ministro do Turismo, Celso Sabino (União-PA), também esteve presente na ocasião, e chegou a colocar o boné “Brasil Soberano” entregue pelo governo no evento. O ministro é do partido União Brasil, que desembarcou do governo na semana passada.

Sabino tem feito um esforço nos bastidores para tentar se manter no cargo por mais tempo. Ele está sendo pressionado pela cúpula do União Brasil a deixar o ministério depois que o partido antecipou a discussão para o desembarque do governo.

O ministro do Esporte, André Fufuca (PP-MA), também participou da cerimônia. Ele é outro ministro que integra partido que decidiu deixar a base do governo.

‘Brasil Soberano’

O governo escolheu o mote “Brasil Soberano” para o desfile deste ano, que foi organizado em três eixos: defesa da soberania nacional; organização da COP30 e obras do novo PAC; futuras entregas do governo.

O termo “Brasil Soberano” é o mesmo utilizado nas ações de resposta ao tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que determinou uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros.

Ao justificar a elevação da tarifa sobre o Brasil, Trump citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Desde julho, quando Trump anunciou o tarifaço, Lula, ministros e parlamentares apostam no discurso de defesa da soberania do país e nas críticas a Trump.

Bolsonaro desautoriza acordo de Pazuello e diz que não comprará CoronaVac

UOL O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que o governo brasileiro não comprará doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butatan e que tem o governo de São Paulo, comandado pelo rival político João Doria (PSDB), como principal fiador no Brasil. A declaração desautoriza anúncio de […]

UOL

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que o governo brasileiro não comprará doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butatan e que tem o governo de São Paulo, comandado pelo rival político João Doria (PSDB), como principal fiador no Brasil.

A declaração desautoriza anúncio de ontem do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que em reunião com governadores informou que o governo compraria 46 milhões de doses do imunizante.

Em declaração postada nas redes sociais, o presidente afirmou que não vai firmar acordo por nenhuma vacina não autorizada pela Anvisa e que o povo brasileiro não será “cobaia”. Ainda chamou a CoronaVac de “vacina chinesa de João Doria”.

“Para o meu governo, qualquer vacina, antes de ser disponibilizada à população, deverá ser comprovada cientificamente pelo Ministério da Saúde e certificada pela Anvisa. O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem. Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, disse o presidente.

A declaração, no entanto, contradiz os esforços do governo Bolsonaro em divulgar, incentivar e produzir cloroquina, medicamento cuja eficácia nunca foi comprovada contra o coronavírus. O Exército brasileiro havia produzido até julho 3 milhões de comprimidos do medicamento. Os custos da produção, de mais de R$ 1,5 milhão, são alvo de investigação do Ministério Público de Contas e do TCU.

 

Em Itapetim prefeito Arquimedes não vai querer integrar equipe do eleito Adelmo Moura

Os Prefeitos de Itapetim Arquimedes Machado e o eleito Adelmo Moura, ambos do PSB, foram os entrevistados de ontem no Cidade Alerta da Cidade FM, com Anchieta Santos. Arquimedes destacou que mesmo diante das dificuldades trabalha para passar o governo a Adelmo com todas as obras concluídas, como construção de 5 escolas, quadras esportivas, pavimentação […]

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Os Prefeitos de Itapetim Arquimedes Machado e o eleito Adelmo Moura, ambos do PSB, foram os entrevistados de ontem no Cidade Alerta da Cidade FM, com Anchieta Santos.

Arquimedes destacou que mesmo diante das dificuldades trabalha para passar o governo a Adelmo com todas as obras concluídas, como construção de 5 escolas, quadras esportivas, pavimentação de ruas, sistema de abastecimento de água em várias comunidades, passagens molhadas e a Ponte sobre o Rio Pajeú ligando a cidade ao bairro Maria de Lurdes.  “Ao todo, R$ 700 mil reais estão sendo investidos na construção da Ponte com recursos do FEM e contrapartida do município”.

Arquimedes disse não ter pretensão de integrar futura equipe de governo. Vai cuidar da saúde e atuar na iniciativa privada. O gestor disse que enxugou a máquina bem antes das eleições, inclusive reduzindo o próprio salário e que deixará a Prefeitura com os salários dos servidores em dia.

Por seu lado Adelmo Moura, prefeito eleito, que obteve mais de 58% da votação contra dois candidatos da oposição, reclamou do pouco tempo de campanha. Prometeu uma gestão com responsabilidade e mais moderna que as três vezes em que esteve à frente do município. Moura admitiu alterações na equipe de governo, que somente será anunciada entre os dias 15 e 20 de dezembro.

Disse ainda não estar tratando da eleição da Câmara onde acredita que fará a Presidência, pois dos 9 vereadores, seis foram eleitos em seu palanque. Disse que seguirá priorizando o pagamento em dia do funcionalismo.

Sobre 2018, afirmou  respeitar a opinião do socialista Gilberto Rodrigues que declarou que com a força que tem, o PSB não precisa importar nomes de outras regiões. Mas tem outra opinião: “Para o lugar de um bom parlamentar como Ângelo Ferreira, precisamos de alguém que nos ajudou na eleição, e quem nos ajudou foi Nilton Mota. Agora se o governador entender que precisamos fortalecer um nome da região, não teremos problemas em rever a nossa posição”.

Adelmo citou o próprio Gilberto e o prefeito de Afogados, José Patriota, como nomes com condições de disputar com sucesso o mandato para representar o Pajeú.

Sobre a queixa do ex-prefeito Dinca de que Adelmo teria influenciado na decisão do PSB de ter um candidato em Tabira, Moura deixou claro que apenas cumpriu uma tarefa partidária.

“Marcia tentou apagar o meu legado”. Leia a carta de Luciano Duque

O prefeito Luciano Duque acaba de, em um ato com aliados e setores da imprensa, ler uma carta aberta e responder alguns questionamentos. Foi em um hotel da cidade de Serra Talhada. Ele falou ao lado da esposa, Karina Rodrigues, dos vereadores Ronaldo de Dja e Vandinho da Saúde e do filho,  Miguel Duque. Em […]

O prefeito Luciano Duque acaba de, em um ato com aliados e setores da imprensa, ler uma carta aberta e responder alguns questionamentos. Foi em um hotel da cidade de Serra Talhada.

Ele falou ao lado da esposa, Karina Rodrigues, dos vereadores Ronaldo de Dja e Vandinho da Saúde e do filho,  Miguel Duque.

Em suma, disse que quem fez a campanha dele para deputado foi o povo, sem destacar a participação da prefeita Márcia Conrado.

Também cita as perseguições que diz ter sofrido através de pessoas aliadas, com a gota d’água sendo Ronaldo de Dja, que foi afastado da base governista. Concluiu a carta dizendo que foi traído.

Em determinado momento, disse que Márcia quis apagar seu legado político e conclamou lideranças para seu novo grupo.

Também falou que a prefeita tenta o aniquilar politicamente. Sobre se candidato ou não em 2024, afirmou que só discutirá o tema em 2024. Ainda que na hora certa vai conversar com Marília, porque a história deles se confunde em Pernambuco.

O programa Sertão Notícias, da Cultura FM, com Juliana Lima, traz a repercussão da fala de Duque e nosso comentário sobre os próximos capítulos dessa nova ordem política na Capital do Xaxado. Dentre as expectativas, a do pronunciamento da própria prefeita Márcia Conrado, que ainda não comentou a decisão do parlamentar.

Leia a carta aberta lida por ele:

Tenho uma história marcada por muitas lutas, desafios e conquistas, nunca disputei o poder simplesmente pelo poder. Da mesma forma, não tomo decisões por conveniência ou facilidades. Muito pelo contrário, em diversos momentos dos meus mais de 40 anos de vida pública escolhi caminhos árduos e repletos de obstáculos, inspirado no meu pai João Duque, um exemplo de cidadão e que nunca se afastou da sua vocação que é servir e ajudar as pessoas.

Na política, sempre agi com correção e cumprindo acordos e compromissos, buscando contribuir com os grupos e movimentos nos quais me inseri. Nunca fui de ficar em cima do muro, no conforto de não ter que escolher um lado e, por ventura, perder algum benefício que poderia ter.

Fui vice-prefeito pela força e pela vontade do povo que me fez ter estatura para ocupar aquela função, e tenho plena convicção que honrei o cargo que me foi confiado. A maior prova disso é que esse mesmo povo me escolheu para governar o destino da nossa amada Serra Talhada, e assim o fiz, respeitando as diferenças, a democracia e todas as lideranças políticas.

Enquanto prefeito, governei para todos e transformei a realidade do nosso município. Serra Talhada se tornou uma cidade em desenvolvimento com a atração de grandes investimentos e a geração de emprego e renda para os serra-talhadenses.

Mas não foi uma tarefa fácil governar nossa terra. Essa missão exigiu de mim e da minha equipe muito desprendimento, ousadia e amor. E se não bastasse a dificuldade de gerir um município da magnitude do nosso, ainda tivemos que enfrentar poderosas forças políticas que fizeram de tudo para nos desestabilizar, mas não conseguiram.

Ao longo dos nossos mandatos fomos oposição ao governo do estado e, boa parte, do governo federal. Mas sempre tivemos capacidade de enfrentar crises e buscar parcerias e ações que desenvolvessem o município e melhorassem a vida do nosso povo. Isso nunca nos desanimou.

Concluímos um mandato exitoso que em oito anos transformou Serra Talhada; construímos equipamentos públicos que mudaram a vida das pessoas; revolucionamos a educação; elevamos a saúde a uma das melhores de Pernambuco; dotamos o município de uma boa infraestrutura; fizemos dois concursos públicos; não esquecemos da Zona Rural; demos orgulho ao nosso povo.

Tudo aquilo que fizemos nos deu a condição de apresentar um nome ao nosso povo que pudesse dar continuidade ao trabalho realizado por todo um grupo. E graças a força que acumulamos, fruto desse trabalho, conseguimos eleger a primeira mulher com uma grande votação.

Mas, o poder, muitas vezes, muda as pessoas. E desde o início da atual gestão, buscamos aconselhar, sugerir, conversar com as pessoas, para mostrar que algumas coisas poderiam ser feitas de uma forma diferente. No entanto, o que percebemos é que um movimento interno do governo, liderado por pessoas que apostavam no nosso fracasso, começou a nos atacar e tentar apagar o nosso legado.

É de conhecimento público que deixamos a casa arrumada, sem folha de pagamento em atraso, com recursos em contas e diversos projetos engatilhados. Sempre fazendo questão de revelar e reconhecer o empenho daqueles que trouxeram recursos para Serra Talhada. Acontece que tudo que fizemos ou deixamos em andamento, começou a ser realizado como se não fosse ação do nosso governo. Tentaram cancelar meu CPF. Fomos boicotados. Novamente, não conseguiram. O povo sabe quem fez e conhece a nossa história, e sabe reconhecer de longe onde há ingratidão.

E a resposta do povo veio nas urnas mais uma vez. Fui o deputado mais votado da história de Serra Talhada, e sou grato a todos que me ajudaram. Vereadores, lideranças, pessoas do governo, amigos, familiares e especialmente a nossa gente. E não pensem que foi fácil. Mais uma vez, movimentos orquestrados dentro do governo me perseguiram e perseguiram pessoas ligadas a mim. Mas a vontade do povo foi soberana. Fizemos uma campanha modesta, mas cheia de esperança, e com a contribuição de muitas pessoas, vencemos.

E é justamente por não ser ingrato e nem traidor que me dirijo ao povo da minha terra. A gratidão vem associada à solidariedade, e eu não poderia mais aceitar que as pessoas que me ajudam, que estão próximas a mim, fossem perseguidas e expulsas do grupo que elas também ajudaram a construir.

Logo após as eleições, demostrada a minha força política, a atual prefeita começou a fazer uma série de demissões de pessoas que me deram as mãos. E os gestos da atual gestora foram a mais profunda demonstração que ela não tolera quem esteja ao meu lado, mesmo essas pessoas sendo leais a ela.

Marta, Cristiano e Anildomá, para citar alguns exemplos, têm o meu mais profundo respeito e a minha gratidão. No bom e no ruim estiveram comigo, como muitos outros. E, assim, quero estar com eles da mesma forma, entre outros que sequer tiveram uma oportunidade, porque gratidão e lealdade, infelizmente, não são para todo mundo, mas nós temos e o povo sabe disso.

Por fim, veio mais uma traição da atual prefeita, ao expulsar o vereador Ronaldo de Dja do grupo político, que ele é um dos construtores. E para a nossa tristeza, a gestora tomou essa atitude porque o vereador está “muito alinhado a gente”, como foi dito pelo seu secretário de comunicação recentemente em uma rádio local. Depois desse episódio, eu não poderia ficar calado.

Tentei por várias vezes ajudar, conversar e ser ouvido, mas fui ignorado. As lideranças próximas a mim foram perseguidas e, muitas delas, constrangidas e humilhadas, numa clara posição de quem não nos queria mais sendo parte do grupo da atual gestão.

Fica claro pelas atitudes tomadas pela atual prefeita e seu núcleo político, que eu e aqueles que me têm respeito e reconhecem o meu trabalho, não somos bem quistos no projeto que ela representa, por isso meu afastamento dela se tornou imperativo. Afinal, não podemos conviver com quem não nos quer.

Associado a tudo isso, também venho percebendo uma insatisfação crescente da população com a falta de cuidado e atenção da atual gestora. Vocês não têm ideia da quantidade de reclamações que recebo todos dias e os relatos dramáticos de gente sofrida.

Vemos hoje a prefeita dominada por aqueles que foram seus reais opositores, que a chamaram de poste. Pessoas que nunca construíram nada no grupo político dando as cartas em detrimento daqueles que contribuíram para ela chegar onde chegou. Eu sei do sentimento de decepção dessas pessoas e todas podem contar comigo.

O meu lado sempre foi o lado do povo e a minha voz será a voz dos esquecidos, dos invisíveis, dos insatisfeitos e dos que estão sofrendo com o abandono da nossa cidade e com a destruição do legado que deixamos.

Não posso assistir nossa cidade retroceder depois de vários anos no caminho do desenvolvimento e decair na entrega de serviços. Às vezes penso que a condutora parece ter engatado a marcha à ré ou que a pilota sumiu.

A partir de hoje, irei reunir aqueles e aquelas que queiram caminhar conosco na construção de um projeto que recoloque o nosso município nos trilhos, que devolva a esperança ao nosso povo, que acabe com a perseguição e o medo, que tenha diálogo aberto e franco com as lideranças políticas e que façam tudo isso POR AMOR A SERRA TALHADA.

E assim faço um chamado para daqui pra frente, juntos, com coragem, com esperança e com a certeza, que vamos apresentar aos serra-talhadenses um projeto que seja a cara do nosso povo e que melhore a vida de nossa gente.

Não guardo mágoas de ninguém e estou aberto para dialogarmos com qualquer pessoa ou liderança política que queira se juntar a nós nesse novo projeto, seja agora ou mais tarde.

Não desejamos o mal a “quem quer que seja” e muito menos, desejamos que a nossa terra sofra mais por falta de um governo atento aos anseios do povo. Vamos trabalhar de mãos dadas para construirmos um futuro como já fizemos no passado.

Não tomo essa decisão por projeto pessoal, até porque outros podem se apresentar nessa corrente de união, mas porque escutei a voz das ruas e das redes e me coloco no lugar dos perseguidos e dos desassistidos.

Com gratidão, lealdade, fé e esperança, POR AMOR A SERRA TALHADA,

Luciano Duque
Deputado Estadual

Deputado Waldemar Borges apóia mobilização contrária ao fechamento da agência do BB em Iguaracy

Em apoio à movimentação do prefeito de Iguaracy (Sertão de Pernambuco), Zeinha Torres, que convocou diversos setores da sociedade e realizou, nesta segunda-feira (23), uma mobilização em prol da manutenção da agência 2129 do Banco do Brasil na cidade, o deputado estadual Waldemar Borges apresentou na Assembleia Legislativa Voto de Aplausos para o gestor e […]

Em apoio à movimentação do prefeito de Iguaracy (Sertão de Pernambuco), Zeinha Torres, que convocou diversos setores da sociedade e realizou, nesta segunda-feira (23), uma mobilização em prol da manutenção da agência 2129 do Banco do Brasil na cidade, o deputado estadual Waldemar Borges apresentou na Assembleia Legislativa Voto de Aplausos para o gestor e a mobilização contrária ao fechamento da unidade bancária.

O parlamentar acredita que, por não ser uma agência deficitária e por cumprir seu papel social na região, os iguaracienses demonstram com a mobilização a insatisfação da população com a decisão do BB de fechar a agência instalada no município. “Através deste requerimento, manifesto meu apoio aos cidadãos de Iguaracy, bem como ao prefeito Zeinha Torres, que vem cumprindo sua missão de gestor público, dialogando em prol do referido assunto nas mais diversas esferas”, diz o documento.

Sob a justificativa de evitarem ser alvo de ações criminosas, diretores locais da estatal informaram o fechamento da unidade, pegando de surpresa não só a população, bem como comerciantes, agricultores e autoridades políticas da região. O deputado reforça que o as dificuldades que surgirão pós-encerramento das atividades bancárias afetarão setores como a economia, investimentos e o desenvolvimento social.

“Um maior deslocamento dos correntistas e demais clientes da unidade afeta não só a mobilidade, mas também atinge o consumo no comércio local de Iguaracy, onde os clientes serão estimulados a obter produtos e serviços naquele local fora de sua origem”, afirma Borges no requerimento.

Waldemar ressalta que atitudes como essa revelam a grande falta de sensibilidade e um largo distanciamento dos anseios do povo. “Decisões tomadas de forma unilateral sempre escondem objetivos escusos – quando, neste caso, sabemos a quem iniciativas como esta servem –, na intenção de fomentar uma política de desmontes de empresas públicas capitaneada pelo insustentável governo do presidente Michel Temer”, completa.

“Como parlamentar, repudio veementemente o posicionamento adotado pela superintendência regional do Banco do Brasil. Em tempos de crise, ações como essa contribuem com o aumento de desemprego e a violência, por conseguinte. Ponho meu mandato à disposição, na tentativa de mediar as discussões em busca da melhor resolução para este assunto”, conclui.