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Prefeitura socorre famílias atingidas por temporal em Flores

Por Nill Júnior

Centenas de famílias receberam durante toda esta quarta-feira (25), o apoio imediato da Prefeitura de Flores, após o alerta da Defesa Civil de que o volume do rio Pajeú estaria aumentando e atingiria as residências dos moradores das ruas Benjamin Constant, Farmacêutico Otoni Andrada, Ruy Barbosa e Siqueira Campos.

Com o volume de água crescente nas últimas horas no rio Pajeú, a ponte de ferro no Sítio Matolotagem foi levada pelas águas; estradas rurais e passagens molhadas foram danificadas e moradores do Bairro Catolé ficaram ilhados durante algumas horas.

“Orientamos nosso pessoal da Defesa Civil e Secretaria de Infraestrutura, logo pela madrugada, da necessidade de fazer o monitoramento, e, cedinho levamos todos os veículos da prefeitura, ajudamos aos moradores retirarem seus pertences, disponibilizamos um local para abrigá-los, abrimos uma estrada para retirar os moradores do Catolé do isolamento, e,  acionamos a Polícia Militar dispersar e orientar a população sobres os riscos de ficarem aglomerados na ponte”; detalhou Marconi Santana, prefeito do município.

A atuação foi coordenada pela Defesa Civil Municipal e Secretaria de Infraestrutura na realização de ações de socorro às famílias atingidas, visando amenizar os impactos causados pela enchente, e restabelecendo a normalidade nas áreas atingidas pela as águas do Pajeú.  A Defesa Civil do Município, mantém o sinal de alerta e mantém membros da equipe de plantão. O atendimento, para registro de novas ocorrências está sendo feito pelo telefone, 9.9802-3355.

Outras Notícias

Museu do Rádio segue emocionando dez anos depois de criado

Prestes a completar dez anos, o Museu do Rádio, único museu dedicado ao meio em atividade no Estado, foi visitado por dezenas de radiodifusores do Estado. A visita fechou o Encontro Setorial ASSERPE realizado em Afogados da Ingazeira. Mantido pela Rádio Pajeú, no Bairro São Francisco, o espaço reúne rádios de época,  ajuda a contar […]

Prestes a completar dez anos, o Museu do Rádio, único museu dedicado ao meio em atividade no Estado, foi visitado por dezenas de radiodifusores do Estado.

A visita fechou o Encontro Setorial ASSERPE realizado em Afogados da Ingazeira.

Mantido pela Rádio Pajeú, no Bairro São Francisco, o espaço reúne rádios de época,  ajuda a contar a história do veículo no país e na região.  Ele traz também detalhes sobre a história da Rádio Pajeú,  nascida há 64 anos como primeira emissora do Sertão Pernambucano,  chegando a frente de praças mais desenvolvidas como Petrolina, Arcoverde,  Serra Talhada e Salgueiro.

Microfones de época,  como o que transmitiu a inauguração da Barragem de Brotas e uma peça original da era de ouro, mesas de áudio,  gravadores de rolo e portáteis,  discoteca,  transmissores valvulados e muita história.

Ainda o espaço Maria Dapaz,  que traz acervo pessoal da cantora e compositora afogadense, que teve sua influência musical gerada através da sua condição de ouvinte da Rádio Pajeú.  Até um solidéu do Papa Francisco,  doado para o museu como prova de seu alinhamento com os princípios da emissora.

“Parabéns pelo encontro e pelo acervo do Museu. Eu fiquei encantado”, disse Thiago Lima,  da Asa Branca FM, de Salgueiro. Emissoras e comunicadores fizeram conteúdos sobre o espaço.

O Museu do Rádio completa dez anos de sua inauguração em outubro.  Naquele ato, estiveram presentes nomes como os então prefeitos José Patriota e Francisco Dessoles, o então presidente da ASSERPE,  Cléo Niceas, Arijaldo Carvalho,  dentre outros nomes. Houve show no bairro São Francisco com o cantor Gilliard.

Aumentam os casos de Covid em Afogados, Tabira e São José do Egito

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta-feira (03), foram detectados 20 casos para covid-19 no município. Desses, 18 já estavam em investigação e aguardavam resultados de exames. São 9 pacientes do sexo feminino e 11 pacientes do sexo masculino.  Entre as mulheres são 2 agricultoras, 2 do lar, 1 aposentada, 1 comerciante, […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta-feira (03), foram detectados 20 casos para covid-19 no município. Desses, 18 já estavam em investigação e aguardavam resultados de exames. São 9 pacientes do sexo feminino e 11 pacientes do sexo masculino. 

Entre as mulheres são 2 agricultoras, 2 do lar, 1 aposentada, 1 comerciante, 1 operadora de loja, 1 assistente social e 1 promotora de vendas. Já entre os homens, são 2 profissionais da saúde, 2 de profissão não informada, 1 aposentado, 1 agricultor, 1 estudante, 1 serralheiro, 1 auxiliar de serviços gerais, 1 auxiliar de escritório e 1 motoboy. 

Entram em investigação os casos de 12 homens, com idades entre 12 e 73 anos, e 18 mulheres, com idades entre 5 e 70 anos. 

Na quinta também tivemos 52 casos descartados após os pacientes apresentarem resultados negativos para covid-19. Ainda segundo o boletim de ontem, 10 pacientes receberam alta após avaliação clínica e epidemiológica. 

Em Tabira a Secretaria de Saúde informa que com mais 6 casos o total de confirmados soma agora 426. O número de recuperados se manteve em 387. Em investigação existem 46 pacientes. 

Na tarde de ontem, o inquérito epidemiológico da Prefeitura de São José do Egito, concluiu o mapeamento no distrito de Riacho do Meio. Foram visitados 2.000 domicílios, a equipe identificou 8 pessoas com sintomas característicos da covid-19, todos foram encaminhados para consultas médicas. 

Nesta quinta-feira (03.09), o município atingiu a marca de 1.932 exames realizados desde o início da pandemia. 

Também ontem, 9 pacientes finalizaram todo o tratamento e estão livres da covid-19, já são 415 curados no município. Foram confirmados 11 novos casos da doença. 

No momento, 40 pessoas que testaram positivo para o novo Coronavírus, estão em isolamento domiciliar, sendo acompanhadas pela equipe multidisciplinar e um paciente continua internado na UTI da UPA/COVID.

Sebastião Oliveira divide ainda mais oposição com outdoor pró Fonseca

É de Sebastião Oliveira e assessoria o prêmio “tropeço político da semana” que só está começando. O Secretário de Transportes, líder maior do grupo identificado como G-11, dos nomes que fazem oposição a Luciano Duque, resolver fazer uma campanha de filiações ao PR. Mas na peça publicitária, aparece ao lado da imagem de Dr Fonseca, […]

Segundo Sebastião Oliveira é uma campanha de filiação. Mas pode chamar de outdoor da discórdia da molesta dos cachorros. Foto: Farol de Notícias
Segundo Sebastião Oliveira é uma campanha de filiação. Mas pode chamar de “outdoor da discórdia da molesta dos cachorros”. Foto: Farol de Notícias

É de Sebastião Oliveira e assessoria o prêmio “tropeço político da semana” que só está começando. O Secretário de Transportes, líder maior do grupo identificado como G-11, dos nomes que fazem oposição a Luciano Duque, resolver fazer uma campanha de filiações ao PR.

Mas na peça publicitária, aparece ao lado da imagem de Dr Fonseca, pré-candidato ao governo municipal. Em um grupo heterogêneo, cheio de vaidades e ambições pessoais e políticas, com muito a caminhar para chegar unido em 2016, a peça caiu como um paralelepípedo em montagem de Playmobil.

Nomes que rivalizam a indicação do grupo como Carlos Evandro, Dr Nena, Jailson Araúo, Duquinho, Geni Pereira e outros nomes criticaram o outdoor, que soou como definição antecipada de apoio. Como sinal de insatisfação, avisaram que não participarão de evento do PR dia 20 próximo.

Entre uma e outra declaração, Sebastião Oliveira, que comprou a briga pelo nome do seu partido tentou voltar atrás e dizer que foi “mal interpretado”. Não teve jeito. O estrago foi enorme para uma liderança que já sofre para se livrar do rótulo de dificuldade de comunicação e articulação com aliados.

Caso Miguel: mãe do menino entra em delegacia para falar com Sarí: ‘Não vi arrependimento’

Foto: Diogo Cavalcante/DP Diário de Pernambuco Mirtes Renata, mãe de Miguel Otávio, entrou na Delegacia de Santo Amaro, no Recife, para falar com Sarí Côrte Real, que compareceu ao local nesta segunda-feira (29) para prestar depoimento sobre o caso da morte da criança de 5 anos. Sarí é suspeita de homicídio culposo porque estava com […]

Foto: Diogo Cavalcante/DP

Diário de Pernambuco

Mirtes Renata, mãe de Miguel Otávio, entrou na Delegacia de Santo Amaro, no Recife, para falar com Sarí Côrte Real, que compareceu ao local nesta segunda-feira (29) para prestar depoimento sobre o caso da morte da criança de 5 anos.

Sarí é suspeita de homicídio culposo porque estava com a guarda temporária do menino, filho da trabalhadora doméstica, que caiu 9º andar de um prédio de luxo no Centro. Foi a primeira vez que as duas conversaram desde a tragédia, ocorrida há 28 dias. “Ela disse na minha cara que não apertou o botão. Não foi só eu que vi, todo mundo viu. Ela mentiu na minha cara friamente”, disse Mirtes, ao sair.

O prédio da delegacia foi cercado por moradores do entorno, que se juntaram à família de Miguel para protestar por justiça. Dona Marta Souza, avó de Miguel, também entrou no prédio. A Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia foi acionada para isolar a fachada durante a saída de Sarí, que esteve acompanhada pelo marido Sérgio Hacker Corte Real, prefeito de Tamandaré.

“Eu escutei absurdos da boca dela. Ela é fria e calculista. Ela não tem arrepedimento nenhum. A cara dela mostra isso. Ele só disse que sentia muito pela perda de Miguel”, continuou Mirtes, ao ser abordada pela imprensa. “Ela disse que não tínhamos obrigação de cuidar dos filhos dela. A gente só cuidava porque de manhã ela tinha que correr, depois tinha que ir ao salão, academia, shopping. O povo não parava em casa. […] Não tenho nenhum problema com o marido dela ou os filhos dela. Não tenho nada contra a família. Foi ela que tirou a vida do meu filho. Quem errou comigo foi ela”, ressaltou.

Sarí Côrte Real chegou na Delegacia de Santo Amaro para prestar depoimento por volta das 6h, duas horas antes do expediente oficial. Mirtes Renata chegou no local acompanhada pelas irmãs, Fabiana e Erilurdes Souza, por volta das 8h. Ela ficou sabendo que Sarí estava por lá ao ver notícias na imprensa.

“Acho isso um absurdo. Ela é uma pessoa qualquer, então deveria ter esperado a delegacia abrir em horário normal. Por que mais cedo? Por que esse privilégio? Ela não tem cargo político nem curso superior para ter esse privilégio. Fiquei surpreendida por ela ter chegado praticamente na madrugada”, disse Mirtes, mais cedo.

Miguel morreu ao despencar de uma altura de aproximadamente 35 metros, do nono andar do Edifício Píer Maurício de Nassau, conhecido como Torres Gêmeas e localizado no Bairro de São José, área central do Recife. No dia da tragédia, Mirtes estava de serviço da casa de Sarí e deixou o filho aos cuidados da mulher enquanto levava os cachorros da empregadora para passear.

Como Sarí estava com a “guarda momentânea da criança”, ela foi parcialmente culpada pelo acidente, caso previsto no Art. 13 do Código penal, que trata de ação culposa, por causa do não cumprimento da obrigação de cuidado, vigilância ou proteção. Após ser presa em flagrante, pagou uma fiança de R$ 20 mil e foi liberada. Ela está sendo investigada por homicídio culposo, onde não caberia intenção de causar a morte da vítima.

Advogado pede para STF arquivar inquérito contra Temer

Do O Globo Um advogado entrou, nesta sexta-feira, com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo para arquivar o pedido de inquérito que foi aberto contra o presidente Michel Temer na quinta-feira. O pedido, feito por Samuel José Orro Silva, foi distribuído para o ministro Luis Roberto Barroso. (AVISO: Inicialmente, publicamos que o pedido […]

Do O Globo

Um advogado entrou, nesta sexta-feira, com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo para arquivar o pedido de inquérito que foi aberto contra o presidente Michel Temer na quinta-feira. O pedido, feito por Samuel José Orro Silva, foi distribuído para o ministro Luis Roberto Barroso.

(AVISO: Inicialmente, publicamos que o pedido havia sido feito pela defesa do próprio presidente. A informação foi corrigida minutos depois).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura da investigação com base na delação dos executivos da JBS. Temer foi gravado pelo dono do grupo Joesley Batista, dando aval para o pagamento de propina ao deputado cassado Eduardo Cunha em troca do silêncio dele.

No pedido, o advogado alega que Temer é um “idoso de 76 anos de idade, que não é acostumado à uma rotina empresarial”, que esteve em diálogo com um empresário que seria conhecido como “muito esperto” pelo mercado.

“Primeiramente é necessário se destacar que se trata de um diálogo entre um homem de negócios muito experimentado, chamado pelo mercado como “muito esperto” de 45 anos de idade e que em sua carreira profissional sempre buscou atingir seus objetivos a todo custo (motivo das investigações que corriam contra si) e um idoso (o Paciente) de 76 anos de idade, que não é acostumado à uma rotina empresarial”, diz um trecho.

O advogado Samuel José Orro Silva argumenta que os envolvidos na delação estão “aproveitando uma investigação legítima, que é a Lava-Jato, para saírem desse escândalo sem serem investigados e resolver problemas que eles tinham com o atual governo.

— Está tendo um aproveitamento da Lava-Jato mediante uma excelente estrategia. Acredito que o presidente Michel Temer pode ser considerado vítima nessa estratégia. Com esse inquérito instaurado, o conglomerado JBS teria vários problemas resolvidos com essa investigação.

Orro diz que ao ouvir as gravações e analisar o caso não é possível constatar crime e que “fica claro que não havia uma relação íntima entre os dois, Temer e Joesley”.

— Um governo que vetou a internacionalização do grupo e que com essa decisão causou um prejuízo de R$ 4 bilhões à empresa não tem como ter conluio com os donos da empresa.

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Samuel afirma que, durante o diálogo com Joesley Batista, o presidente “emite respostas evasivas e genéricas”, e que não há qualquer “autorização de vantagem indevida” por parte de Temer. O advogado também nega que o presidente indique qualquer pedido de vantagem ao longo da conversa.

O advogado ainda alega que a JBS é uma das maiores doadoras de partidos políticos e questiona: “Qual político não receberia tais doadores?”.

Ao pedir a investigação, Janot viu indícios de pelo menos três crimes: corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no STF, considerou os indícios consistentes e autorizou o início do inquérito.