Prefeitura entrega sistema de abastecimento de água em comunidade rural de Serra Talhada
Por André Luis
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou no último domingo (4) um sistema simplificado de abastecimento de água à comunidade de Brás-Quincas, localizada em Caiçarinha da Penha, zona rural do município. A obra garante água encanada às residências da localidade, que há anos dependiam de alternativas para o consumo diário.
Durante a entrega, uma moradora de 60 anos relatou a expectativa pelo acesso à água. “Eu pensei que iria morrer e não ia ver água na minha torneira”, afirmou.
Segundo a prefeita Márcia Conrado, a implantação do sistema atende uma demanda histórica da comunidade. “Levar água para quem sempre precisou e nunca recebeu é mais que uma obra: é respeito. É devolver dignidade a pessoas que, por tanto tempo, carregaram lata d’água na cabeça, enfrentaram a seca e ainda assim seguiram firmes”, declarou.
De acordo com a Prefeitura, o sistema integra um conjunto de ações voltadas à ampliação do acesso à água nas zonas rural e ribeirinha de Serra Talhada. Com a entrega em Brás-Quincas, o município passa a contar com 18 sistemas simplificados de abastecimento implantados pela atual gestão.
O secretário de Agricultura e Recursos Hídricos, Fábio do Sindicato, afirmou que as ações na área seguem em andamento. “Esse trabalho não para. Nossa missão é continuar levando água, dignidade e cuidado para cada família que ainda precisa desse direito tão essencial”, disse.
A maior repercussão da nota dos pré-candidatos a vereador nem veio do texto propriamente dito. A ex-vereadora Zirleide Monteiro continua com protagonismo político e espaço, inclusive com disposição de disputar nova eleição para vereadora. Em novembro do ano passado, para escapar da cassação, ela publicou um vídeo nas redes sociais solicitando a renúncia do cargo. A decisão […]
A maior repercussão da nota dos pré-candidatos a vereador nem veio do texto propriamente dito.
A ex-vereadora Zirleide Monteiro continua com protagonismo político e espaço, inclusive com disposição de disputar nova eleição para vereadora.
Em novembro do ano passado, para escapar da cassação, ela publicou um vídeo nas redes sociais solicitando a renúncia do cargo.
A decisão foi tomada pela parlamentar, após a Comissão Legislativa Municipal formada por três vereadores aceitar por unanimidade uma denúncia contra a vereadora, após ela afirmar em uma sessão que mulher foi “castigada por Deus” por ter filho com deficiência. O caso teve repercussão nacional.
Agora, sabe-se, Zirleide escapou da cassação para, estrategicamente, voltar à disputa. A dúvida é se, depois do episódio, perdeu ou não capital eleitoral.
A vereadora de Terra Nova, Verônica Callou, e o ex-vereador Eduardinho Callou, declararam apoio ao pré-candidato João Campos. A decisão foi tomada como repúdio à retirada de Miguel Coelho da disputa ao Senado. “Reconhecemos em Miguel Coelho uma das principais lideranças da nova geração política do Estado. Essa admiração também se estende ao ex-senador Fernando […]
A vereadora de Terra Nova, Verônica Callou, e o ex-vereador Eduardinho Callou, declararam apoio ao pré-candidato João Campos.
A decisão foi tomada como repúdio à retirada de Miguel Coelho da disputa ao Senado.
“Reconhecemos em Miguel Coelho uma das principais lideranças da nova geração política do Estado. Essa admiração também se estende ao ex-senador Fernando Bezerra Coelho e ao deputado federal Fernando Filho, com quem aprendemos que a política se faz com palavra, respeito e compromisso”, disse .
“Em Terra Nova, especialmente no Distrito de Guarani, Miguel construiu uma relação de amizade, trabalho e confiança que jamais será esquecida”.
E seguiu: “recebemos com decepção a definição da chapa majoritária sem que Miguel fosse escolhido para disputar o Senado, por entendermos que sua experiência e liderança o credenciavam plenamente para essa missão”.
“Manifestamos nossa solidariedade e reafirmamos nosso respeito à sua liderança. Ao mesmo tempo, diante do novo cenário político, decidimos apoiar a candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco, por entendermos ser a escolha mais coerente neste momento”, concluiu.
G1 PE A Polícia Federal desencadeou a Operação Impunitas, nesta terça-feira (11), para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Olinda e em Caruaru, no Agreste do estado, sendo dois em cada cidade. A ação faz parte de uma investigação sobre fraude na concessão de empréstimos no Banco do Nordeste, com aprovação de crédito para empresas sem […]
A Polícia Federal desencadeou a Operação Impunitas, nesta terça-feira (11), para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Olinda e em Caruaru, no Agreste do estado, sendo dois em cada cidade. A ação faz parte de uma investigação sobre fraude na concessão de empréstimos no Banco do Nordeste, com aprovação de crédito para empresas sem capacidade.
A investigação começou em maio deste ano, em Caruaru, sob a responsabilidade do delegado federal Márcio Tenório. Segundo a PF, essas empresas não tinham condições financeiras de arcar com os empréstimos, mas ainda assim conseguiam os valores junto ao BNB. O G1 entrou em contato com o banco em Pernambuco e aguarda resposta.
Policiais federais foram vistos cumprindo mandados em um prédio no bairro de Casa Caiada e em outro endereço em Bairro Novo, em Olinda, mas não foram dados detalhes do que foi apreendido nem quem são os alvos.
Segundo a PF, seis pessoas são investigadas. Foram pedidos sequestros de bens e retenção dos passaportes dos envolvidos, mas os nomes deles e outros detalhes da ação não forma informados. Os crimes que estão sendo investigados são de gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Os materiais apreendidos foram encaminhados para a sede da Polícia Federal em Caruaru.
Da Gazeta Pernambucana Em Brasília, o poder costuma encontrar caminhos criativos para resolver seus próprios assuntos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ofereceu um exemplo quase didático dessa engenharia institucional ao encaminhar um ofício solicitando a liberação de cerca de R$ 379 milhões em emendas parlamentares destinadas ao Amapá. O documento segue todos os ritos […]
Em Brasília, o poder costuma encontrar caminhos criativos para resolver seus próprios assuntos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ofereceu um exemplo quase didático dessa engenharia institucional ao encaminhar um ofício solicitando a liberação de cerca de R$ 379 milhões em emendas parlamentares destinadas ao Amapá.
O documento segue todos os ritos formais da administração pública. Apresenta a lista de aproximadamente noventa obras e projetos que aguardavam pagamento de recursos indicados em anos anteriores e formaliza o pedido de liberação das verbas. No próprio documento, dirigido a ele mesmo, Alcolumbre encerra o texto com a tradicional fórmula de cortesia administrativa. “Certos de podermos contar com a sua valiosa colaboração, aproveitamos para renovar votos de elevada estima e consideração”.
O detalhe que transformou o episódio em assunto imediato nos corredores do Congresso está no destinatário. O destinatário é ele próprio.
A frase parece simples, mas descreve um arranjo institucional curioso. O remetente solicita a liberação dos recursos. O destinatário analisa o pedido. Ambos ocupam a mesma cadeira. O documento não percorre gabinetes nem atravessa corredores do poder. Cumpre apenas um ritual burocrático que transforma uma decisão política em procedimento administrativo.
A assessoria do senador sustenta que a medida buscou cumprir exigências de transparência determinadas pelo Supremo Tribunal Federal. Decisões recentes da Corte passaram a exigir maior rastreabilidade das emendas parlamentares, com identificação clara dos responsáveis pelas indicações e pelos pedidos formais de liberação dos recursos.
Segundo essa explicação, o ofício apenas registraria oficialmente solicitações feitas pela bancada federal do Amapá em anos anteriores, período em que Alcolumbre atuava como coordenador do grupo parlamentar.
Mesmo com a justificativa formal, o episódio provocou comentários inevitáveis nos bastidores de Brasília. O sistema político brasileiro possui engrenagens complexas, mas poucas situações ilustram tão bem sua elasticidade quanto um documento oficial em que remetente e destinatário aparecem na mesma assinatura.
Parte das emendas acabou vinculada a empreendimento executado por empresa ligada ao segundo suplente do senador. De acordo com os órgãos responsáveis, a contratação ocorreu por meio de licitação regular e dentro das normas legais. Ainda assim, o caso reacende o debate sobre a transparência efetiva das emendas parlamentares e sobre os limites entre formalidade burocrática e credibilidade institucional.
Para quem observa a política fora do ambiente do poder, a cena tem algo de revelador. Um presidente de Poder solicita formalmente a liberação de centenas de milhões de reais, recebe o próprio pedido e agradece antecipadamente pela colaboração que ele mesmo deverá conceder.
Diante de episódios assim, o humor popular costuma traduzir melhor que qualquer relatório técnico o sentimento de perplexidade. Há quem diga que, entre tantas obras financiadas por emendas, talvez coubesse também a compra de algumas boas caixas de óleo de peroba. Em certos momentos da vida pública brasileira, parece ser um item de utilidade permanente.
O tabuleiro político para as próximas eleições municipais já começou a ser desenhado no Sertão do Pajeú. Durante o Debate das Dez na Rádio Pajeú, nesta terça-feira (27), o blogueiro Itamar França trouxe à tona nomes de peso que, embora atualmente fora do comando das prefeituras, devem protagonizar o pleito de 2028. Para França, o […]
O tabuleiro político para as próximas eleições municipais já começou a ser desenhado no Sertão do Pajeú. Durante o Debate das Dez na Rádio Pajeú, nesta terça-feira (27), o blogueiro Itamar França trouxe à tona nomes de peso que, embora atualmente fora do comando das prefeituras, devem protagonizar o pleito de 2028.
Para França, o movimento de retorno de lideranças tradicionais é uma tendência clara na região. Ele destacou nomes que já sinalizam articulações para retomar o poder em seus respectivos redutos:
Tuparetama: Sávio Torres surge como nome natural para a disputa.
Iguaracy: Zeinha Torres, que encerrou seu ciclo atual, já é apontado como peça central para o retorno em 2028.
Carnaíba: Anchieta Patriota, uma das maiores lideranças da região, permanece no radar como força influente para os próximos embates.
“Nomes e articulações já surgem em várias cidades. O próximo pleito estadual servirá como termômetro para esses projetos locais”, afirmou Itamar, referindo-se à eleição de 2026 como o grande balizador para o retorno desses ex-gestores.
Além do retorno dos “caciques”, Itamar mencionou estratégias de continuidade familiar, como em Flores, onde os bastidores apontam que o prefeito Marconi Santana pode lançar sua esposa para garantir a manutenção do grupo político.
A análise reforça que, no Pajeú, o jogo político não tem intervalos e a disputa de 2026 entre João Campos e Raquel Lyra será o combustível necessário para definir quais ex-prefeitos chegarão com mais fôlego para reconquistar suas bases em 2028.
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