Prefeitura e Perpart promovem regularização imobiliária em Afogados
Por André Luis
Durante praticamente toda semana, uma parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados e a PERPART – Pernambuco Participações – trouxe para o município o projeto “Perpart Itinerante”. Mais de 300 famílias, mutuárias da antiga COHAB e do extinto BNH, puderam participar de um mutirão para regularização dos seus imóveis.
O mutirão foi solicitado pelo Prefeito José Patriota, atendendo a um requerimento proposto pelo Vereador Augusto Martins. O atendimento aconteceu na Escola Municipal Petronila de Siqueira, no bairro Sobreira, nos últimos dias 23, 24 e 25 de Fevereiro.
Além da regularização, os mutuários também receberam orientações jurídicas e apoio especializado para a resolução de pendências documentais. O prazo para a entrega das escrituras definitivas é de 15 a 20 dias.
A Secretária de Assistência Social de Afogados, Joana Darc, coordenadora da atividade pelo município, avaliou a ação como positiva. “As famílias há muito tempo aguardavam uma ação como essa. Muitas já haviam perdido as esperanças. Mas fomos atrás da parceria e encontramos todo o apoio jurídico e logístico da Perpart. Os técnicos estão de parabéns pelo atendimento humanizado. Esta ação vai garantir segurança jurídica aos proprietários,” afirmou Joana.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado realizou, nesta quinta-feira (29), uma série de entregas no distrito de Santa Rita e no bairro Vila Bela, com investimentos nas áreas de infraestrutura, educação e apoio à zona rural. A programação incluiu a entrega de uma retroescavadeira, a distribuição de fardamentos e kits escolares para estudantes da […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado realizou, nesta quinta-feira (29), uma série de entregas no distrito de Santa Rita e no bairro Vila Bela, com investimentos nas áreas de infraestrutura, educação e apoio à zona rural. A programação incluiu a entrega de uma retroescavadeira, a distribuição de fardamentos e kits escolares para estudantes da rede municipal e a inauguração da pavimentação de 11 ruas no bairro Vila Bela, obra executada com investimento de quase R$ 1 milhão.
“Cada entrega que fazemos tem um objetivo claro: melhorar o dia a dia das pessoas. Seja com um equipamento que vai atender a zona rural, seja garantindo que os alunos tenham fardamento e material escolar, ou levando pavimentação para os bairros, o que estamos fazendo é transformar necessidade em ação concreta”, afirmou a prefeita Márcia Conrado.
No período da manhã, no distrito de Santa Rita, foi entregue uma retroescavadeira que passará a reforçar os serviços de manutenção de estradas vicinais, limpeza e apoio às atividades rurais. Em seguida, estudantes da rede municipal do distrito receberam fardamentos e kits escolares, com itens destinados ao uso diário nas unidades de ensino.
Já no turno da tarde, a Prefeitura realizou a entrega de fardamentos e kits escolares na Escola Carmélia Inácio, no bairro Vila Bela. Encerrando a agenda, foi inaugurada a pavimentação de 11 ruas da localidade, totalizando cerca de 1,5 quilômetro de vias urbanas, obra executada com recursos públicos municipais e voltada à melhoria da mobilidade e do acesso nas áreas atendidas.
Presidente também manteve emendas de relator, utilizadas no orçamento secreto Agência O Globo O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2022 com um valor de R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral, recursos que serão distribuídos entre partidos para serem utilizados nas eleições. A sanção foi publicada nesta segunda-feira (24) (no Diário Oficial da […]
Presidente também manteve emendas de relator, utilizadas no orçamento secreto
Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2022 com um valor de R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral, recursos que serão distribuídos entre partidos para serem utilizados nas eleições. A sanção foi publicada nesta segunda-feira (24) (no Diário Oficial da União (DOU).
Bolsonaro também manteve no Orçamento as emendas de relator, que permitem o chamado orçamento secreto, instrumento pelo qual o Executivo destina verbas a pedido de parlamentares, sem que eles sejam identificados.
O presidente vetou R$ 3,1 bilhões em despesas de diversas áreas, mas elas foram retiradas de outras fontes de receitas: R$ 1,3 bilhão haviam sido previstos em um tipo diferente de emenda, as emendas de comissão, e R$ 1,8 bilhão em despesas discricionárias.
Por André Luis O blog tem acompanhado a curva de contágio de alguns municípios do Sertão do Pajeú, que tem preocupado as autoridades sanitárias e o Ministério Público. Entre eles, São José do Egito. Na semana passada, mostramos que o município vinha crescendo os casos positivos de covid-19. Do dia 10, ao dia 16 de […]
O blog tem acompanhado a curva de contágio de alguns municípios do Sertão do Pajeú, que tem preocupado as autoridades sanitárias e o Ministério Público. Entre eles, São José do Egito.
Na semana passada, mostramos que o município vinha crescendo os casos positivos de covid-19. Do dia 10, ao dia 16 de agosto, a cidade registrou cinquenta e cinco novos casos.
O aumento assustou tanto as autoridades, que na segunda-feira (17), a Prefeitura decretou que bares deveriam ficar fechados. Lanchonetes e restaurantes, podem atender até as quinze horas, sem venda de bebidas alcoólicas.
Esta semana, de 17 a 22 de agosto, o município teve uma queda nos números de confirmações, foram trinta e três, 22 casos a menos que a semana anterior.
Lógico que o resultado não está relacionado a decisão da Prefeitura de manter os bares fechados, o impacto dessa decisão na curva de contágio, só poderá ser visto por volta do dia 31. A cidade tem hoje 388 casos confirmados.
Em contrapartida, São José do Egito, teve queda, também, no número de pacientes recuperados da covid-19. Na semana de 10 a 16 de agosto, foram 64. Já nos últimos seis dias, foram 39. Ainda assim, a taxa de recuperados é alta, são 360, o que corresponde a 92,7% dos casos confirmados.
Em reunião realizada nesta quarta-feira (14), na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) recebeu o vice-prefeito de Alagoinha, Ciba, e o vereador Flávio, ambos do PSB. Também esteve presente o suplente Girlécio. Na ocasião, os representantes do município conseguiram, com articulação do parlamentar, a liberação da perfuração de 10 poços artesianos. […]
Em reunião realizada nesta quarta-feira (14), na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) recebeu o vice-prefeito de Alagoinha, Ciba, e o vereador Flávio, ambos do PSB. Também esteve presente o suplente Girlécio.
Na ocasião, os representantes do município conseguiram, com articulação do parlamentar, a liberação da perfuração de 10 poços artesianos. A ação está prevista para ser iniciada a partir da próxima semana.
Ainda na reunião, os representantes do município entregaram o projeto do 12° Torneio Leiteiro de Caprinos de Alagoinha, do Sítio Laje do Carrapicho. O deputado vai garantir, também, a realização do mesmo torneio, com a ajuda do Governo do Estado, que vai dar um pulso econômico para o evento. “Esse é um importante evento para a cidade que traz impacto econômico para toda região. Não poderíamos deixar de apoiar o torneio. Precisamos, cada vez mais, impulsionar as atividades tradicionais de cada município. Em Alagoinha, a produção de caprinos sempre foi destaque. É fundamental o estímulo a essa atividade, que é fonte de renda para muitas famílias, podendo se tornar caprinocultura ainda mais rentável”, avaliou o deputado.
Na ocasião, Diogo Moraes ainda recebeu dos vereadores o plano de trabalho para aquisição de dois carros, que serão adquiridos através de emenda parlamentar apresentada por Diogo. Os veículos irão atender o distrito de Socorro.
Da Folha de São Paulo Após o pior momento de sua relação com o governo de Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse à Folha que, se quisesse, poderia ter dificultado a vida do presidente da República na votação da denúncia de corrupção passiva feita pela PGR (Procuradoria-Geral da República). “Não cabia […]
Após o pior momento de sua relação com o governo de Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse à Folha que, se quisesse, poderia ter dificultado a vida do presidente da República na votação da denúncia de corrupção passiva feita pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
“Não cabia à minha pessoa fazer nenhum movimento que me beneficiasse pessoalmente. Isso mancharia minha biografia”, disse o deputado, que nega almejar uma candidatura à Presidência por não ter “apoio popular necessário”.
Folha – Temer barrou a primeira denúncia com votos de 51% da Câmara, 53% dos presentes. Está longe dos 308 votos para aprovar qualquer PEC.
Rodrigo Maia – Olhando para a necessidade das reformas, precisa reconstruir parte da base para que se possa ter 308 votos necessários para aprovar principalmente a da Previdência. Mas, olhando para trás, para o momento de mais tensão do presidente nesta crise, foi um bom resultado.
Esse resultado dimensiona o tamanho da base?
Não, porque é uma votação atípica. Agora que vai ser mais delicado. O governo vai ter de esquecer o passado recente e construir uma base incluindo aqueles que votaram contra o presidente. Tem que ter muita tranquilidade, conversa.
O governo consegue reconquistar o PSDB?
Se estiver em cima da agenda de reformas, que também é a agenda do PSDB, tenho certeza de que o governo tem condição de reconstruir a maioria do PSDB apoiando as matérias do governo.
O centrão acha inadmissível o PSDB continuar com o mesmo espaço. A disputa dificulta o relacionamento com o PSDB?
Não adianta exigir do governo um posicionamento que pode inviabilizar a votação de projetos que podem gerar um resultado nos indicadores econômicos e, principalmente, na redução do desemprego.
Seus aliados diziam que o sr. avaliava a segunda denúncia como mais complicada para o presidente. Com a base que ele tem hoje, sobrevive?
Nunca disse. Ouvi isso de muita gente. A cada dez deputados, oito avaliavam dessa forma. As poucas vezes que falei foi para deixar claro que não ia me movimentar contra o presidente. Infelizmente, especularam movimentos meus que não existiram.
Qual a sua opinião? Ele sobrevive a uma próxima denúncia?
Ela não existe ainda. Se haverá ou não segunda denúncia é uma questão que não está sob meu comando.
Hoje há possibilidade de se derrubar o presidente?
Ele venceu a primeira denúncia. Não posso falar de hipótese que não conheço.
Quando a crise se agravou, seu entorno começou mobilização para eventual governo seu. clima mudou. Dizem que o sr. se recolheu porque seria alvo de delação. Por que esse discurso esfriou?
Porque vocês apuram mal. Se vocês apurassem bem, você ia ver que eu nunca me mexi para governo Maia algum.
Por que o sr. nunca desmentiu?
Sempre desmenti isso. Mas muitos preferem a matéria do que a verdade. Infelizmente é assim. E os resultados das dez votações provam isso.
O sr. também nega que seu entorno tenha se movimentado?
Eu não tenho entorno. Não tenho patota. Sou presidente da Câmara porque não tenho patota. Entendeu?
Mas tem aliados.
Ninguém ouviu da minha boca que eu ia ficar contra o presidente da República.
Em algum momento o sr. pensou que, se quisesse, teria condições de derrubar o presidente?
Eu teria condições de gerar uma votação muito difícil para o presidente na última quarta-feira e não o fiz. O resultado é prova disso.
Por que o sr. não fez?
Acredito que não cabia à minha pessoa fazer nenhum movimento que me beneficiasse pessoalmente. Isso mancharia minha biografia. Sou de um partido da base do governo, que apoia o presidente. Não cabia este movimento.
O sr. pretende disputar a Presidência da República?
Pretendo ser deputado. Sou candidato à reeleição.
Por que não a Presidência?
Eleição presidencial não se constrói da noite para o dia nem eu tenho a projeção necessária, o apoio popular necessário para estar pensando nisso neste momento. Não é a presidência da Câmara que gera as condições para você ser candidato nem a governador nem a presidente da República. Acho que não tenho votos majoritários no Rio e muito menos a nível nacional para ter a pretensão de me colocar candidato a presidente.
Como lidou com a pecha de “traidor” e “conspirador” que lhe foi atribuída por integrantes do Planalto quando se discutia eventual governo seu?
Este é assunto do passado. Os resultados na CCJ e no plenário provam que assessores do Planalto mais atrapalharam o presidente que ajudaram.
Após a sessão de quarta, o sr. disse que “o entorno do presidente teve uma relação muito ruim comigo”. O que houve?
Já passou. Este assunto já está encerrado para mim. O tempo vai resolver minha relação com o governo.
De 0 a 10, que nota o sr. dá para sua relação com o governo?
Nove. Não preciso esperar os seis segundos [quando a mesma pergunta foi feita pela Folha ao ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, sobre o grau de confiança em Maia, ele levou este tempo para responder.
Por que não 10?
Você não constrói relações perfeitas em nenhum ambiente. Nem na sua casa, nem no seu trabalho. É óbvio que não tem relação perfeita, mas é uma relação muito boa.
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