Prefeitura de Tabira atende liminar e reintegra professora afastada após inquérito
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Tabira cumpriu na última sexta (23) a liminar do juiz da Comarca de Tabira, Rodrigo Barros Tomaz do Nascimento, após pedido de Antecipação de Tutela, feito pelo Departamento Jurídico do Sindicato dos professores (SINDUPROM/PE) e reintegrou ao cargo a professora municipal e atual Coordenadora Geral do SINDUPROM/PE, Dinalva Lima Pereira Vieira de Mello.
A decisão foi cumprida mas não quer dizer que a prefeitura entregou os pontos. segundo o Secretário de Administração, Flávio Marques, a prefeitura cumpriu a liminar mas mantém entendimento de que deve prevalecer o que definiu o Inquérito Administrativo, que afastou a professora. A Prefeitura alega que a professora se afastou da função algumas vezes sem justificativa. Ela se diz vítima de perseguição.
Assim, a prefeitura mantém o entendimento externado em 14 de agosto. “Discordarmos fortemente do seu teor dado que a autora foi desligada do cargo público de professora através de processo administrativo disciplinar por grave infração funcional. Lembramos a todos que se trata de decisão monocrática que será combatida pela via recursal, cujos nossos argumentos serão apreciados por um dos Desembargadores que compõe o Tribunal de Justiça de Pernambuco”.
Mensagens que circulam em redes sociais apontando que Tuparetama seria uma das cidades que teria escolas atacadas, tem deixado a população da cidade aflita. Em algumas mensagens divulgadas o nome da cidade aparece junto com Recife e Palmares. Uma das mensagens diz que “os dias estão contados” e que irão “fazer um inferninho geral na […]
Mensagens que circulam em redes sociais apontando que Tuparetama seria uma das cidades que teria escolas atacadas, tem deixado a população da cidade aflita.
Em algumas mensagens divulgadas o nome da cidade aparece junto com Recife e Palmares.
Uma das mensagens diz que “os dias estão contados” e que irão “fazer um inferninho geral na vida de vocês”. Ainda segundo a mensagem os nomes das primeiras escolas não serão reveladas.
Outra postagem mostra uma foto contendo uma faca, um facão, um soco inglês e uma pistola acompanhado de uma ameaça escrita: “amanhã hein. Tô avisando, vou em todas as escolas da região”.
A Secretaria de Defesa Social (SDS) divulgou, na manhã desta terça-feira (11), uma nota explicando as ações que devem ser tomadas para evitar que esse tipo de situação grave não aconteça no estado.
Uma reunião entre representantes das polícias Civil e Militar e das escolas estaduais e pessoas ligadas à Secretaria de Educação de Pernambuco acontecerá hoje, às 16h, no Centro Integrado de Comando e Controle Estadual, Avenida Rio Capibaribe, s/n – Recife, PE.
G1 Em viagem oficial a Israel, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira (1º) em uma rede social uma fotografia na qual está empunhando um fuzil. No post, ele defendeu a “liberdade” de os cidadãos se armarem e criticou leis de desarmamento. Capitão reformado do Exército, o presidente afirmou na internet que “o que torna […]
Em viagem oficial a Israel, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira (1º) em uma rede social uma fotografia na qual está empunhando um fuzil. No post, ele defendeu a “liberdade” de os cidadãos se armarem e criticou leis de desarmamento.
Capitão reformado do Exército, o presidente afirmou na internet que “o que torna uma arma nociva depende 100% das intenções de quem a possui”.
Desde que era deputado federal, Bolsonaro é um crítico do Estatuto do Desarmamento, que, segundo ele, impõe regras muito rígidas para a posse de arma. Durante sua carreira parlamentar, ele defendeu reformular a legislação a fim de facilitar o uso de armas pelos cidadãos.
“Defendo a liberdade, com critérios, para cidadãos que querem se proteger e proteger suas famílias. Leis de desarmamento só funcionam contra aqueles que respeitam as leis; quem quer cometer crimes já não se preocupa com isso”, escreveu Bolsonaro na rede social.
O G1 questionou à assessoria da Presidência se a imagem em que Bolsonaro está fazendo mira com um fuzil foi feita nesta segunda-feira em Israel, mas a Secretaria de Comunicação disse que o Palácio do Planalto “não comenta”.
A roupa que o presidente está usando na fotografia em que está empunhando o armamento, terno azul escuro, camisa branca e gravata azul, é a mesma que ele vestiu nas agendas públicas desta segunda-feira em Jerusalém. Bolsonaro desembarcou neste domingo em Israel para uma visita de quatro dias ao país do Oriente Médio.
Nesta segunda-feira, o presidente condecorou militares israelenses que atuaram na operação de resgate das vítimas da tragédia de Brumadinho e visitou, na companhia do premiê israelense Benjamin Netanyahu o Muro das Lamentações, local sagrado para os judeus que é um ponto de peregrinação em Jerusalém.
Foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (7), em Itapetim o comerciante, Mario de Oliveira Silva, proprietário da loja Davi Móveis em frente ao antigo Ponto Celpe em Itapetim. Ele era natural de Santa Terezinha. Segundo as primeiras informações, a vítima passou pela barreira sanitária e quando chegou de frente ao posto de combustíveis […]
Foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (7), em Itapetim o comerciante, Mario de Oliveira Silva, proprietário da loja Davi Móveis em frente ao antigo Ponto Celpe em Itapetim. Ele era natural de Santa Terezinha.
Segundo as primeiras informações, a vítima passou pela barreira sanitária e quando chegou de frente ao posto de combustíveis foi abordado por dois indivíduos em uma moto, o comerciante vinha em seu veículo na Rua Paulino Soares , os algozes efetuaram vários disparos de arma de fogo em sua direção, sendo que a vítima faleceu no local.
Os suspeitos fugiram em seguida. Pelo Modus Operandi, foi acerto de contas, o corpo espera a chegada do IC – Instituto de Criminalística para fazer a perícia. A polícia não tem pistas dos suspeitos. O corpo será levado para o IML em Caruaru. Mário Silva era ex-presidiário.
Do sábado (5), até esta segunda-feira (7), o Alto Pajeú registrou três homicídios, dois deles com as mesmas características, de execução o outro um latrocínio. As informações são do Blog do Marcello Patriota.
Por Marcelo Rocha/Folhapress A juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, rejeitou denúncia reapresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia, fruto da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada neste sábado (21). Alves também […]
A juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, rejeitou denúncia reapresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia, fruto da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada neste sábado (21).
Alves também refutou a denúncia contra todos os demais envolvidos no caso que havia tramitado na 13ª Vara Federal de Curitiba, então sob o comando de Sergio Moro. Cabe recurso.
Na decisão de 45 páginas, a magistrada afirmou que a Procuradoria deixou de fazer “a adequação da peça acusatória” às recentes decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela ainda extinguiu punição a Lula em razão de prescrição de pena.
O Supremo decretou a nulidade do processo, após condenação em primeira e segunda instância, sob o argumento de que Moro era incompetente e parcial para julgá-lo.
Ou seja, a acusação não deveria ter sido julgada na capital paranaense, e o então juiz, que posteriormente assumiu o cargo de ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, não atuou, segundo o tribunal, de forma imparcial nos processos.
O caso, então, foi deslocado para a Justiça Federal no Distrito Federal. O MPF na capital federal reapresentou o caso, mas Alves o rejeitou.
O advogado Cristiano Zanin, que defende Lula, afirmou que a decisão reforça que o petista “foi vítima de uma perseguição nos últimos anos”.
De acordo com criminalista, o caso do sítio de Atibaia, “tal como todas as outras acusações lançadas contra o ex-presidente, foi construído a partir de mentiras e deturpações jurídicas idealizadas por alguns membros do Ministério Público que não honram a prestigiosa instituição”. Segundo a denúncia, os réus praticaram os crimes de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.
A juíza ainda negou qualquer punição no episódio da suposta reforma realizada no sítio em troca de propina para favorecimento das construtoras OAS e Odebrecht aos envolvidos com mais de 70 anos em razão de prescrição.
“Declaro extinta a punibilidade dos denunciados septuagenários Luiz Inácio Lula da Silva, Emílio Alves Odebrecht, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar e Carlos Armando Guedes Paschoal”, escreveu a magistrada.
Também ficou livre de punição José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS. A razão para a tomada de decisão, segundo a juíza, se dá em decorrência dos posicionamentos recentes do STF.
“O Supremo Tribunal Federal, nas decisões proferidas nos Habeas Corpus n. 193.726/PR e Habeas Corpus n. 164.493/PR, decretou a nulidade de todos os atos decisórios proferidos no feito pelo então juiz federal Sergio Fernando Moro”, escreveu.
“Na hipótese em análise, parte significativa das provas que consubstanciavam a justa causa apontada na denúncia originária foi invalidada pelo Supremo Tribunal Federal, o que findou por esvaziar a justa causa até então existente, sendo certo que o Ministério Público Federal não se desincumbiu de indicar a este Juízo quais as provas e elementos de provas permaneceram válidos e constituem justa causa, que se traduz em substrato probatório mínimo de indícios de autoria e materialidade delitivas, para dar início à ação penal”, afirmou Alves.
Dessa forma, segundo a juíza, “não há como prosseguir a ação penal sem que o Ministério Público Federal realize a adequação da peça acusatória aos ditames da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal mediante o cotejo das decisões e provas delas resultantes e detração daquelas que foram anuladas”.
Segundo a juíza, falta demonstração de “justa causa na ratificação da denúncia por ressentir-se de indicar documentos e demais elementos de provas que a constituem, tendo em vista a prejudicialidade da denúncia original ocasionada pela decisão/extensão de efeitos prolatada pelo Supremo Tribunal Federal”.
“No presente caso, reitero, a mera ratificação da denúncia sem o decotamento das provas invalidadas em virtude da anulação das decisões pelo Supremo Tribunal Federal mediante o cotejo analítico das provas existentes nos autos não tem o condão de atender ao requisito da demonstração da justa causa, imprescindível ao seu recebimento.”
Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, em fevereiro de 2019.
O pagamento de obras na propriedade pela Odebrecht foi revelado pela Folha em reportagem de janeiro de 2016. A sentença foi dada pela juíza Gabriela Hardt, que substituía o ex-juiz Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.
“É fato que a família do ex-presidente Lula era frequentadora assídua no imóvel, bem como que usufruiu dele como se dona fosse”, escreveu a magistrada na sentença.
A decisão foi confirmada em segunda instância. Em dezembro de 2019, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-presidente Lula.
O trio de juízes da segunda instância havia condenado o ex-presidente a 17 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem -na primeira instância, a pena era menor. Lula nega todos os crimes.
Por André Luis No programa Primeira Página da Rádio Pajeú deste sábado (26), a jornalista e comunicadora Juliana Lima trouxe informações sobre a festa de setembro de Serra Talhada, bem como detalhes sobre a polêmica em torno do evento. Juliana Lima destacou a abertura do “jogo” pela Prefeitura de Serra Talhada, que finalmente revelou o montante […]
No programa Primeira Página da Rádio Pajeú deste sábado (26), a jornalista e comunicadora Juliana Lima trouxe informações sobre a festa de setembro de Serra Talhada, bem como detalhes sobre a polêmica em torno do evento.
Juliana Lima destacou a abertura do “jogo” pela Prefeitura de Serra Talhada, que finalmente revelou o montante investido na festa de setembro de 2023, marcada para ocorrer de 4 a 7 de setembro. O evento faz parte da programação da Festa da Padroeira Nossa Senhora da Penha, cujas celebrações religiosas terão início em 29 de agosto e seguirão até 8 de setembro.
No centro da polêmica estava o silêncio por parte do governo municipal em relação ao valor investido na festa. O vereador de oposição Vandinho da Saúde chegou a divulgar, de maneira extraoficial, que a festa custaria mais de R$ 5 milhões, o que gerou questionamentos acerca dos investimentos públicos em um momento de crise financeira.
A jornalista revelou que o valor exato da festa ultrapassa R$ 5 milhões, conforme informado pela secretária de Finanças Cibele Alves e pelo presidente da Fundação Cultural, Josenildo Barbosa, em entrevista à Rádio Cultura FM. Essa cifra também foi confirmada pelo governo e já havia sido divulgada nos processos oficiais que foram enviados ao Tribunal de Contas e estão disponíveis no Portal da Transparência.
“A gestão está evidenciando a movimentação financeira que a festa já tá trazendo para a cidade beneficiando diversos segmentos como de hospedagem com hotéis e pousadas já com uma grande movimentação nas vagas sendo todas preenchidas. Temos também movimentação do setor de beleza como salões, lojas de roupas, de calçados. Enfim, nos restaurantes, então há um aquecimento em praticamente toda a economia da cidade em virtude da festa de setembro como acontece em todos os anos”, destacou Juliana.
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