Prefeitura de Solidão firma concessão de Bolsas de Estudos para 2024
Por André Luis
O prefeito Djalma Alves assinou nesta terça-feira (23), os termos de concessão de Bolsas de Estudos para 2024 em Solidão, no Sertão de Pernambuco. O evento ocorreu no plenário da Câmara de Vereadores e contou com a presença dos jovens beneficiados pelas bolsas.
O Programa de Bolsas de Estudo foi estabelecido pelo executivo municipal em 2021, através de uma lei visando incentivar os solidanenses a ingressarem no ensino superior. Essa iniciativa pioneira na região auxilia financeiramente os estudantes que preenchem os critérios estabelecidos.
Durante a cerimônia de assinatura, o prefeito e a secretária de Educação, Aparecida Ramos, forneceram mais detalhes sobre o programa aos presentes.
O evento representou um momento de celebração para a comunidade solidanense, demonstrando o compromisso em proporcionar oportunidades para a população local. As informações são do PE Notícias.
No Município de Triunfo o Prefeito João Batista e a secretária de Desenvolvimento Social Paula Xavier depois do Selo UNICEF, comemoraram nesta sexta-feira (11) o Prêmio Parentalidade: boas práticas de visitadores na pandemia que nasceu com o propósito de identificar e valorizar iniciativas de profissionais que atuam no fortalecimento da primeira infância dentro dos programas […]
No Município de Triunfo o Prefeito João Batista e a secretária de Desenvolvimento Social Paula Xavier depois do Selo UNICEF, comemoraram nesta sexta-feira (11) o Prêmio Parentalidade: boas práticas de visitadores na pandemia que nasceu com o propósito de identificar e valorizar iniciativas de profissionais que atuam no fortalecimento da primeira infância dentro dos programas e políticas públicas de visitação domiciliar no Brasil.
Para isso, a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal se uniu à Fundação Bernard van Leer para premiar nacionalmente os profissionais que estão contribuindo para o aprimoramento das práticas de pais e/ou cuidadores, especialmente durante o período de distanciamento social, que tem exigido maior atenção dos responsáveis às crianças do nascimento aos 6 anos e suas famílias.
Triunfo foi premiada como uma das 100 melhores ações de profissionais que atuam em visitas domiciliares no País. Em Pernambuco apenas 8 das 72 iniciativas inscritas foram premiadas. Triunfo cuida bem das suas crianças, de maneira segura, até na pandemia.
Apoio à democracia segue alto, 51% afirmam temer ditadura, e maioria vê agenda bolsonarista e Poderes como risco Por Igor Gielow/Folha de S. Paulo Para 50% dos brasileiros, a retórica golpista de Jair Bolsonaro pode se tornar realidade e existe a chance de o presidente tentar um golpe de Estado. A agenda antidemocrática de seus […]
Para 50% dos brasileiros, a retórica golpista de Jair Bolsonaro pode se tornar realidade e existe a chance de o presidente tentar um golpe de Estado.
A agenda antidemocrática de seus apoiadores é percebida assim pela maioria, assim como ações dos três Poderes são vistas como ameaças.
O apoio à democracia, por sua vez, segue sólido: 70% dos ouvidos pelo Datafolha de 13 a 15 de setembro dizem crer que o sistema é o melhor para o país, o segundo maior nível da série histórica iniciada em 1989. Já o contingente que admite a ditadura como opção está no menor patamar, 9%.
O temor de que o Brasil volte a ser uma ditadura, como foi sob os militares de 1964 a 1985 ou com Getúlio Vargas de 1937 a 1945, é o mais alto desde que o Datafolha começou a questionar isso, em fevereiro de 2014: 51%, ante 45% que dizem não acreditar no risco e 5% que não sabem dizer.
O instituto ouviu 3.667 pessoas em 190 municípios, e o levantamento tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.
Os achados do Datafolha ocorrem na semana seguinte ao maior tensionamento institucional do governo Bolsonaro, que é marcado por desafios do chefe do Executivo a outros Poderes desde o começo, com picos em 2020 e uma crise colocada neste ano —com episódios como a tentativa de restaurar o voto impresso —derrubada na Câmara.
Num movimento que remonta às franjas dos atos que pediam o impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2015 e 2016, agora são majoritárias nas manifestações pró-governo pedidos diversos de golpe e intervenção militar.
No 7 de Setembro, o presidente levou milhares às ruas e pregou desobediência ao Supremo Tribunal Federal, além de enunciar uma cantilena de ameaças ao Judiciário. Caminhoneiros convocados por ele ameaçaram invadir a corte e paralisar o país.
Dois dias depois, temendo os efeitos da ultrapassagem de linha vermelha e os efeitos sobre sua precária governabilidade, Bolsonaro novamente recuou.
Entre os 50% que dizem acreditar que ele pode dar um golpe, ou no caso um autogolpe contra outras instituições já que está instalado no poder, 30% afirmam crer muito na hipótese. Já 45% dizem achar que o presidente nada fará e 6% não sabem opinar.
Desde que era um obscuro deputado federal, o capitão reformado Bolsonaro é um apologista do regime militar implantado em 1964. Já disse que o maior erro da ditadura no Brasil foi não ter matado tanto quanto a chilena, 30 mil pessoas, e declarou na campanha de 2018 que seu herói era o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra.
No poder, moderou um pouco o tom, ainda que seu Ministério da Defesa tenha emitido notas chamando 1964 de marco democrático por ter, segundo ele, barrado o comunismo —sem citar a censura e a repressão. Em seu entorno, dos filhos ao ministro Paulo Guedes (Economia), evocações de atos repressores como o AI-5 estão presentes.
Bolsonaro passou a aventar que podia “jogar fora das quatro linhas da Constituição” no seu embate com o Supremo.
Segundo o Datafolha, houve uma queda de cinco pontos no apoio à democracia desde a pesquisa anterior, em junho de 2020, que migraram para a fatia dos que se dizem indiferentes. Já a admissão da ditadura seguiu em baixa, oscilando de 10% para 9%.
O maior temor é entre quem reprova o governo, que perfazem 53% da amostra: para 70%, há risco. Já os mais ricos (71%) e os empresários (78%) descartam a hipótese.
Na série iniciada em 1989, o ponto mais baixo de suporte à democracia ocorreu em fevereiro de 1992, quando 42% diziam achar o sistema o melhor. O apoio agora sobe conforme a escolaridade e a instrução do entrevistado.
O apoio à democracia já é significativo entre os que ganham até 2 salários mínimos (51% da amostra), em 64%, chegando a 87% entre os 10% que ganham acima de 5 mínimos. Da mesma forma, é de 57% entre os 33% com ensino fundamental, indo a 89% entre os 21% que têm curso superior.
O risco de ver o país sob regime ditatorial, por sua vez, cresceu na percepção dos entrevistados desde o levantamento passado sobre isso, em junho de 2020: passou de 46% para 51%, enquanto a despreocupação refluiu de 49% para 45%. Cinco por cento não sabem dizer.
Dizem temer mais a volta da ditadura os mais jovens (59%) e quem reprova Bolsonaro (56%). Já não veem a hipótese os mais velhos (49%), quem aprova o presidente (58%) e os mais ricos (67%).
E onde tais riscos residem? Aqui há uma visão com nuances. Se as pautas bolsonaristas são lidas como ameaças à democracia, o mesmo é notado nas ações dos três Poderes, com preponderância natural do Executivo.
Em relação aos Poderes, a leitura de que o Executivo constitui ameaça à democracia é compartilhada por 71% —para 37%, bastante. O índice cai para 40% entre os 22% que aprovam Bolsonaro no geral.
O Legislativo também é visto como um perigo à democracia para uma fatia semelhante, 69%, embora desses 45% vejam apenas “um pouco” disso. Entre os apoiadores de Bolsonaro, como seria previsível, isso sobe para 74%.
Mais evidente da penetração das ideais do presidente entre quem o apoia é a avaliação do Judiciário como ameaça. É a menor entre os três Poderes, em ainda altos 63%, mas isso sobe para 79% entre quem acha Bolsonaro ótimo ou bom.
Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas para infraestrutura, saúde, educação e segurança e defendeu levar experiências da gestão do Recife para outras regiões do estado. João Campos (PSB) participou, nesta quarta-feira (9), de uma sabatina no Jornal da Tribuna e afirmou que, caso seja eleito governador, pretende adotar em Pernambuco políticas executadas durante sua […]
Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas para infraestrutura, saúde, educação e segurança e defendeu levar experiências da gestão do Recife para outras regiões do estado.
João Campos (PSB) participou, nesta quarta-feira (9), de uma sabatina no Jornal da Tribuna e afirmou que, caso seja eleito governador, pretende adotar em Pernambuco políticas executadas durante sua passagem pela Prefeitura do Recife.
Ao abordar a Região Metropolitana, o candidato citou obras de contenção de encostas, urbanização e requalificação de espaços públicos. Segundo João, municípios vizinhos ao Recife também apresentam demandas por intervenções semelhantes.
“A gente vai levar isso para a Região Metropolitana, fazer obras de proteção de encosta e de urbanização nas cidades metropolitanas”, afirmou.
Ao defender uma gestão com presença nos municípios, João declarou: “Eu não vou ser um governador que vai ficar andando de paletó, apenas no gabinete”.
Na saúde, o candidato voltou a apresentar a proposta de construir quatro hospitais, incluindo o Hospital Geral Metropolitano. Também defendeu ampliar o tratamento contra o câncer no Sertão, com a implantação de serviços de quimioterapia e radioterapia no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada.
Para a educação, João prometeu ampliar a oferta de ensino integral, dobrar o número de escolas técnicas e implantar os programas Embarque Digital Pernambuco e Pé-de-Meia Pernambuco.
Na área de segurança pública, voltou a defender a criação do chamado Pacto Antifacção, proposta de atuação conjunta entre forças policiais, Ministério Público, Judiciário e Secretaria da Fazenda contra organizações criminosas.
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O candidato também prometeu dobrar o número de Delegacias da Mulher, ampliar o funcionamento dessas unidades em regime de 24 horas e aumentar o uso de tornozeleiras eletrônicas no acompanhamento de agressores.
Durante a sabatina, João apresentou a experiência administrativa do Recife como referência para parte das ações que pretende implementar em outras regiões de Pernambuco caso vença a eleição de outubro.
Fonte: Blog do Elielson
Foto: Reprodução
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Haddad ganhou em todas as cidades. maior percentual foi alcançado em Quixaba e Calumbi. Nas três maiores cidades da região, índice oscilou entre 77,25% e 78,39%. Em Serra Talhada, maior colégio eleitoral do Pajeú, Haddad teve 77,27% dos votos ou 33.354. Bolsonaro obteve 22,73%, 0u 9.809 votos. Em Tabira, Haddad obteve 13.138 votos contra 2.083 votos […]
Haddad ganhou em todas as cidades. maior percentual foi alcançado em Quixaba e Calumbi. Nas três maiores cidades da região, índice oscilou entre 77,25% e 78,39%.
Em Serra Talhada, maior colégio eleitoral do Pajeú, Haddad teve 77,27% dos votos ou 33.354. Bolsonaro obteve 22,73%, 0u 9.809 votos. Em Tabira, Haddad obteve 13.138 votos contra 2.083 votos de Bolsonaro.
Apuração em Afogados da Ingazeira. Segundo a apuração paralela da Rádio Pajeú, que cravou os o candidato Fernando Haddad obteve 14.965 votos contra 4.729 de Bolsonaro. No primeiro turno, Haddad obteve 11.674 votos e Bolsonaro, 3.979. O candidato petista cresceu 3.291 votos e o candidato do PSL, 750 votos.
Em Iguaracy, Haddad tem 5.217 votos contra 866 de Bolsonaro. Em Flores, Haddad 10.591 (84,37%), Bolsonaro, 1.266 (10,09%). Em Carnaíba, o candidato Haddad obteve 9.624 votos, contra 1.163 de Bolsonaro.
Haddad venceu ainda em Quixaba (4.169 x 329), Ingazeira (2.637 x 377), Solidão (3.588 x 400), Calumbi (4.270 x 424) e Triunfo (7.109 x 1.286). Em Santa Cruz da Baixa Verde, Fernando Haddad teve 6.019 contra 917 de Bolsonaro.
No Alto Pajeú, o candidato petista também foi mais votado. Em São José do Egito, 12.970 votos contra 3.576 votos de Bolsonaro. Em Tuparetama, 5.203 votos contra 637 de Bolsonaro. Itapetim deu 7.053 votos ao petista contra 1.485 do nome do PSL. Em Santa Terezinha, 4.733 votos contra 808 de Jair. Brejinho, 4.174 contra 732.
Percentuais: as cidades por ordem onde o percentual de Haddad foi maior foram Quixaba (92,69%), Calumbi (90,97%), Solidão (89,97%), Flores (89,32%), Carnaíba (89,22%) e Tuparetama (89,09%). Na sequência, Ingazeira (87,49%), Santa Cruz da Baixa Verde (86,78%), Tabira (86,31%), Iguaracy (85,97%), Santa Terezinha (85,42%), Brejinho (85,08%) e Itapetim (82,61%).
Chama atenção que proporcionalmente, os três maiores municípios do Pajeú foram os em que Haddad teve menor votação e Jair Bolsonaro a menos baixa, fruto de maior mobilização de grupos em prol do candidato nessas cidades. Foram os casos de São José do Egito (78,39% x 21,61%), Serra Talhada (77,27% x 22,73%) e Afogados da Ingazeira (77,25% x 22,75%).
Tenha ou não da sua parte divergências com a pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, há pelo menos uma certeza: a de que os admiradores e seguidores de sua linha política são firmes em sua defesa, não aparentam ter perspectiva de mudar de opinião e fazem de tudo para reafirmar as ideias que, […]
Tenha ou não da sua parte divergências com a pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, há pelo menos uma certeza: a de que os admiradores e seguidores de sua linha política são firmes em sua defesa, não aparentam ter perspectiva de mudar de opinião e fazem de tudo para reafirmar as ideias que, acreditam, estão representadas no nome do PSC.
Uma das provas disso é que representantes do movimento pró Bolsonaro em Afogados da Ingazeira conseguiram colher o depoimento do filho de Jair, o também Deputado Eduardo Bolsonaro.
Eduardo é o terceiro filho do Deputado Federal e também exerce mandato pelo PSC de São Paulo. Suas principais propostas são a redução da maioridade penal, agronegócio contra invasões do MST, fim do auxílio-reclusão para presos, trabalho obrigatório para presos, planejamento familiar (PEC 584/02), contra o desarmamento, valorização das forças armadas e a favor do livre-comércio.
O blog conversou com Diego Pires, um dos articuladores do movimento, que disse como conseguiu um testemunho do parlamentar. “Foi através de um amigo de Garanhuns, Edu Cabral, que pertence à Direita Pernambuco. Ele tem reuniões semanais com ele e os assessores. Pedi para gravar um vídeo assim que tivesse a oportunidade”.
“Fala pessoal de Afogados da Ingazeira Pernambuco. Aqui Eduardo Bolsonaro fazendo esse vídeo para agradecer o apoio de vocês e dizer que em breve nós juntos vamos mudar o Brasil se Deus quiser. Um abraço e fique com Deus”, diz no vídeo.
Segundo Pires, vem mais por aí. “É para dar um gás para o movimento do Sertão em Afogados, Serra, Tabira. Há projeto inclusive para Bolsonaro vir a Pernambuco para passar por algumas cidades. Isso está sendo amarrado e deve acontecer em breve”. Claro, o movimento quer trazer Bolsonaro para uma cidade do Pajeú.
Diego faz parte de um grupo que, segundo as pesquisas, se identifica com o candidato de extrema direita: dos apoiadores de Bolsonaro, quase um terço tem ensino superior, boa parte jovens, muitos militares (o que não é o caso do jovem), são apartidários ou refratários a partidos políticos – 73% deles dizem não confiar nas agremiações e apenas um quarto está na faixa de renda até R$ 1.800,00.
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