Prefeitura de Itapetim inicia construção de adutora que vai abastecer Piedade e Pimenteira
Por Nill Júnior
Na manhã desta quarta-feira (22), a Prefeitura de Itapetim iniciou a construção da adutora que vai abastecer os moradores dos povoados de Piedade e Pimenteira.
Segundo Clodoaldo Lucena, diretor de Agricultura, primeiro estão sendo realizadas as escavações, para posterior instalação da tubulação, que terá cerca de 2 km e que se interligará ao sistema de abastecimento das comunidades.
A adutora levará aos moradores de Piedade e Pimenteira água de um poço artesiano perfurado na região em parceria com o Governo do Estado, o qual possui uma vazão estimada em cerca de 10 mil litros de água por hora.
A obra está sendo muito comemorada, já que garantirá o abastecimento de água e uma melhor qualidade de vida aos moradores, que hoje são atendidos apenas por caminhões pipas, em virtude da barragem responsável pelo abastecimento das comunidades se encontrar em colapso total.
O início da construção da adutora foi autorizado pelo prefeito Arquimedes Machado na manhã do último domingo (19), durante reunião com os moradores.
O candidato da REDE Sustentabilidade ao Governo do Estado, Júlio Lóssio falou ao blog nesta sexta. A entrevista foi feita nos estúdios da Rádio Pajeú esta manhã. Lóssio criticou a polarização entre Armando Monteiro e Paulo Câmara dizendo que o quadro é parte da estratégia dos dois candidatos. “Nosso desafio é esse. Eu sabia da […]
O candidato da REDE Sustentabilidade ao Governo do Estado, Júlio Lóssio falou ao blog nesta sexta. A entrevista foi feita nos estúdios da Rádio Pajeú esta manhã. Lóssio criticou a polarização entre Armando Monteiro e Paulo Câmara dizendo que o quadro é parte da estratégia dos dois candidatos.
“Nosso desafio é esse. Eu sabia da dificuldade. Nossa inserção nas regiões Metropolitana e Agreste é muito pequena. Agora começa a melhorar. Mesmo com sete segundos de guia, temos inserção nas redes sociais. Quando nos conhecem, tendem a votar na gente. Estudamos muito Pernambuco. Já eles, querem a polarização.”, disse.
Sobre a falta de espaços de debates com os candidatos – Armando e Câmara abortaram debate essa semana na Rádio Cultura do Nordeste – Lóssio brincou. “Agora vou ter que puxar os dois na rua e chamar para o debate”.
Ele voltou a criticar o que chamou de “política de andor” de Paulo e Armando querendo colar a Lula. “Um tá puxando de um lado, o outro de outro”.
O candidato também criticou a proposta de 13º do Bolsa Família defendida pelos dois candidatos. “Estão dizendo com isso que as pessoas continuarão miseráveis e ao fim do ano terão mais uma ajuda. Temos que investir para libertar as pessoas”. Ele defendeu mais políticas educacionais e disse não ser fato que Pernambuco tenha a melhor educação do Brasil.
Lóssio disse que o Pajeú tem vocação como centro de distribuição para todo o Nordeste, mas precisa de estímulo do Estado, principalmente na politica tributária. “Temos iniciativas como da Tupan, da rede Pajeú Autosserviço mostrando que é possível”, defendeu. Ele acusou o governador de, na política com o Porto de Suape, perder sua função logística para ganhar papel meramente político. “Entregaram ao PP de Eduardo da Fonte”.
Perguntado o que fazer para reduzir a carga tributária, Lóssio disse que há como reduzir impostos, reduzindo também o Estado. “Você acha justo um prefeito deixar o mandato no Pajeú e ganhar um cargo no governo? A máquina está inchada”, criticou.
A cada dia, aumenta a lista de nomes que migraram da oposição para o bloco governista em Serra Talhada. Só nos últimos dias, nomes importantes como Pinheiro do São Miguel, Leirson Magalhães e João Antonio anunciaram ingresso no grupo da prefeita Márcia Conrado. A maior virada de palanque já havia sido registrada com o ingresso […]
A cada dia, aumenta a lista de nomes que migraram da oposição para o bloco governista em Serra Talhada.
Só nos últimos dias, nomes importantes como Pinheiro do São Miguel, Leirson Magalhães e João Antonio anunciaram ingresso no grupo da prefeita Márcia Conrado. A maior virada de palanque já havia sido registrada com o ingresso de Carlos Evandro e Socorro Brito, que no balaio levaram o filho, Cacá Menezes.
E vem mais por aí. Internamente, outros nomes tem dialogado e devem ser anunciados em breve. Primeiro, pela articulação de Márcia e perspectiva de reeleição, depois, e para muitos, principalmente, pela orfandade política que vivem, dada a ausência dos principais líderes do bloco, Sebastião e Waldemar Oliveira.
Não se faz oposição só aparecendo em entrevistas por telefone ou vídeo chamada. Por isso, Sebastião e Waldemar Oliveira são tidos como padrinhos da deserção. A cada semana, restou a eles o papel de avaliar abandonos do bloco e criticar a sedução da caneta de Márcia, sem fazer um mea culpa. Enquanto se preocupam com a macro política, com o AVANTE estadual e nacional e outras demandas, debandaram do debate em Serra. Viraram personagens virtuais. Some-se a isso a falta de espaços com a derrota de 2022 da chapa Marília-Sebá.
Valores variam entre R$ 46,4 milhões (Geraldo Alckmin) e R$ 231 mil (João Goulart Filho) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou neste sábado (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República. Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) […]
Geraldo Alckmin foi o que mais arrecadou, R$ 46,4 milhões. Foto: Reprodução/Vídeo
Valores variam entre R$ 46,4 milhões (Geraldo Alckmin) e R$ 231 mil (João Goulart Filho)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou neste sábado (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.
Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.
A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.
A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.
Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.
Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.
Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.
Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.
João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.
José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.
Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.
Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo.
João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.
As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.
Alvinho Patriota Sob a justificativa de economizar para realizar um concurso público no decorrer deste ano, a Câmara de Vereadores de Salgueiro aprovou em primeiro turno um projeto que propõe a redução salarial dos servidores que recebem acima do mínimo e ocupam cargos de confiança. O texto de autoria da Mesa Diretora foi colocado em […]
Sob a justificativa de economizar para realizar um concurso público no decorrer deste ano, a Câmara de Vereadores de Salgueiro aprovou em primeiro turno um projeto que propõe a redução salarial dos servidores que recebem acima do mínimo e ocupam cargos de confiança.
O texto de autoria da Mesa Diretora foi colocado em pauta nesta terça-feira, 12, e deve passar por uma nova votação no próximo encontro dos vereadores.
Os edis Augusto Matias e Pedro de Compadre se posicionaram contrários ao projeto, afirmando que não seria justo com os servidores. O presidente do legislativo, George Arraes, rechaçou, assegurando que a redução é por uma boa causa. “Nós não vamos mexer nos efetivos, nós vamos reduzir os salários dos comissionados para a gente poder fazer um concurso público. Então nosso intuito é esse: enxugar a máquina para fazer o concurso”, justificou.
O projeto foi aprovado com os votos de George Arraes, Antonio Pires, André Cacau, Eliane Alves, Bruno Marreca, Erivaldo Pereira, Veronaldo Gonçalves e José Carlos. Votaram contra, Pedro de Compadre, Augusto Matias e Flávio Barros.
Para o deputado estadual: “não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio”. Por André Luis O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), usou a sua fala na Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (20), para cobrar da governadora Raquel Lyra, ações estruturantes para o Instituto Agronômico de Pernambuco […]
Para o deputado estadual: “não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio”.
Por André Luis
O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), usou a sua fala na Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (20), para cobrar da governadora Raquel Lyra, ações estruturantes para o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
Ele destacou que o IPA nasceu com o objetivo de elevar as condições de vida da sociedade pernambucana, mas que atualmente a sua missão de contribuir para o desenvolvimento rural e sustentável de Pernambuco está seriamente comprometida.
“O órgão que deveria atuar de modo integrado na geração de tecnologia, nas ações de assistência técnica, de extensão Rural e no fortalecimento da infraestrutura hídrica com atenção prioritária aos agricultores de base familiar, encontra-se agonizando e sucateado”, destacou.
Duque informou que segundo o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Agricultura e Meio Ambiente do Estado de Pernambuco (Sintape), desde agosto do ano passado não saiu um real para custeio do IPA e até o momento não foi liberado o custeio para colocar pra funcionar,
“O que é uma instituição histórica de pesquisa, de Assistência Técnica Rural, há seis meses… Não deixando de lembrar que o governo passado também abandonou esse mesmo Instituto. Se antes o Instituto estava de muletas, agora está agonizando na UTI. Os servidores desse Instituto trabalham hoje sem estímulo, porque o cenário é de destruição, lenta e gradual de um órgão que é vital para a economia pernambucana principalmente do homem do campo”, alertou Duque.
Ainda segundo o parlamentar, o sentimento que se tem em todas as unidades do IPA, em cada cidade de Pernambuco é o de funcionários desestimulados e desacreditados de ter novamente um serviço de pesquisa e extensão forte.
Duque cobrou uma definição do Governo do Estado com relação ao caminho que o Instituto vai trilhar. “Ainda sequer nomeou a maioria dos seus gestores como também não liberou recurso para colocar suas unidades para funcionar, não é possível que em seis meses o governo ainda não tem uma solução para esse órgão tão importante que atende a Agricultura Familiar no estado de Pernambuco”, reclamou o parlamentar.
O deputado se solidarizou com o Sintape, que representa os trabalhadores do órgão e chamou a atenção de Raquel Lyra. “É hora de começar a olhar para as ações de fato, porque o governo foi eleito e está aí ha seis meses e não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio” finalizou Luciano Duque.
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