Prefeitura de Arcoverde promove reunião sobre a cadeia produtiva da apicultura
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Agricultura, promoveu na última quarta-feira (12), no Centro de Educação e Desenvolvimento Comunitário (CEDEC), importante debate sobre fortalecimento da cadeia produtiva da apicultura no município.
A ocasião contou com participações da Superintendente do Ministério do Trabalho, Patrícia dos Anjos, além de representantes da Associação dos Apicultores, de técnicos do programa AT e G do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), dos Secretários Municipais Jaques Junior (Agricultura) e Verones de Carvalho Filho (Planejamento), de membros da Associação Comunitária dos Pereiros e do Padre Adilson Simões, representando o CEDEC.
A prática de apicultura enquanto geradora de renda extra para produtores locais, tem favorecido em várias comunidades de Arcoverde, a produção de própolis verde e mel, oriundo da jurema preta, entre outras ações que fortalecem a cadeia produtiva do segmento, especialmente na zona rural.
O deputado federal Carlos Veras (PT), recém-eleito presidente estadual do partido, afirmou que a oposição tenta usar a CPMI do INSS como “palanque político” para desgastar o governo Lula, mas disse acreditar que a base governista seguirá com maioria no colegiado e poderá garantir uma investigação “séria e isenta”. A declaração foi dada em entrevista […]
O deputado federal Carlos Veras (PT), recém-eleito presidente estadual do partido, afirmou que a oposição tenta usar a CPMI do INSS como “palanque político” para desgastar o governo Lula, mas disse acreditar que a base governista seguirá com maioria no colegiado e poderá garantir uma investigação “séria e isenta”. A declaração foi dada em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha, nesta sexta-feira (22).
Segundo Veras, a perda do comando da CPMI pelo governo se deveu a “descuido de articulação” e a uma manobra da oposição que encerrou a votação antes da chegada de parlamentares aliados. Ele defendeu que a comissão não se limite ao embate político e sirva para apurar fraudes contra aposentados, devolvendo valores descontados indevidamente.
“Tem que separar o joio do trigo. Entidades sérias precisam ser respeitadas, enquanto as fraudulentas devem ser punidas”, afirmou, lembrando a importância histórica do movimento sindical rural e denunciando perseguições a servidores que expuseram esquemas durante o governo Bolsonaro.
Veras também atacou a postura do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que classificou como “traidor da pátria” por, segundo ele, trabalhar contra os interesses do Brasil no exterior. “A população sabe quem defende a democracia. Bolsonaro e sua família vão responder pelos crimes cometidos”, disse.
Sobre 2026, Veras destacou que a prioridade do PT é a reeleição do presidente Lula e do senador Humberto Costa. Questionado sobre a pesquisa Genial/Quaest que aponta João Campos (PSB) com 55% das intenções de voto e Raquel Lyra (PSD) com 24%, ele evitou antecipar alianças e cobrou “gestos claros” das lideranças estaduais em apoio ao presidente. “Quem quer governar Pernambuco sabe que é melhor com Lula na Presidência. O prefeito João Campos já declarou apoio incondicional. Esperamos um gesto semelhante da governadora Raquel Lyra”, afirmou.
Veras ressaltou que o PT discutirá sua tática eleitoral apenas em 2026, ouvindo os partidos da federação (PV e PCdoB) e a militância. Ele defendeu ainda maior aproximação com a classe trabalhadora, como propôs o presidente nacional do PT, Edinho Silva. “Nossa pauta é a pauta do povo: redução da jornada de trabalho, isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, defesa dos motoboys e dos trabalhadores precarizados”, disse.
O deputado cumpre agenda em Brasília neste sábado (23) em reunião do diretório nacional do PT, mas retorna a Pernambuco para participar do congresso estadual do partido no domingo (24), no Clube do Sindsprev, no Recife. O evento reunirá cerca de 400 delegados e terá a presença do ex-ministro José Dirceu para debater a conjuntura política. Também acontecerá a posse de Carlos Veras como presidente estadual do PT.
Os vereadores Danilo Augusto (Presidente da Câmara), Orlando da Cacimbinha, Priscila Filó e Vanda Lúcia, integrantes da bancada de oposição em Tuparetama falaram ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre as últimas polêmicas da política do município. Sobre o acirramento reclamado pelo prefeito Sávio Torres que em sua última entrevista à emissora cobrou […]
Os vereadores Danilo Augusto (Presidente da Câmara), Orlando da Cacimbinha, Priscila Filó e Vanda Lúcia, integrantes da bancada de oposição em Tuparetama falaram ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre as últimas polêmicas da política do município.
Sobre o acirramento reclamado pelo prefeito Sávio Torres que em sua última entrevista à emissora cobrou da oposição a redução da “temperatura política”, o Presidente da Câmara Danilo Augusto até admitiu o clima quente dos dois lados, mas acusou o Prefeito de contribuir pra isso.
“Em primeiro de janeiro o Prefeito se retirou da solenidade de posse para não assistir o triunfo da oposição na eleição da Câmara; pintou os prédios públicos com o amarelo de sua campanha; retirou as placas das obras que faziam alusão a gestão do ex-prefeito, ou seja, joga gasolina com frequência acusando os vereadores de Turma do Ódio”.
Danilo chegou a admitir que a coisa é tão grave que na cidade se comenta que até nas missas e cultos, tem o lado do prefeito e dos adversários. “Isso é lamentável”, disse.
A respeito da paralisação das aulas, a vereadora Vanda Lucia declarou que ela se deu porque o posto de gasolina licitado pela Prefeitura não tinha combustível e os ônibus amarelos ficaram sem rodar.
Já Priscila Filó afirmou que a greve na educação foi provocada pela própria Secretaria e não pelos profissionais. E a suplementação proposta pelo prefeito foi rejeitada porque apresentava erros, pois a gestão retirou dotação de onde não devia.
O vereador Orlando da Cacimbinha não se mostrou surpreso com a vitória do Prefeito no processo do Fumpetru no TSE. “Estamos vendo os absurdos dos processos votados sob o comando do Gilmar Mendes e esse não foi diferente”.
Disse ainda que a respeito da suplementação, criticou: “não dá para entender ter dinheiro para festa e não ter para a educação”.
Os vereadores ainda reclamaram da falta de diálogo do prefeito Sávio com a Câmara. E também fizeram denúncia contra os R$ 360 mil gastos com medicamentos para a farmácia básica e o comum é não ter medicamentos quando o povo procura.
Com o título “TRE-PE cassa vereadora de Serra Talhada por fraude à cota de gênero”, a comunicação do Tribunal Regional Eleitoral destacou a perda de mandato de Juliana Tenório, vereadora do Solidariedade, e de toda a chapa da legenda. Por unanimidade, a Corte do TRE-PE decidiu, nesta segunda (4), cassar todos os registros e diplomas […]
Com o título “TRE-PE cassa vereadora de Serra Talhada por fraude à cota de gênero”, a comunicação do Tribunal Regional Eleitoral destacou a perda de mandato de Juliana Tenório, vereadora do Solidariedade, e de toda a chapa da legenda.
Por unanimidade, a Corte do TRE-PE decidiu, nesta segunda (4), cassar todos os registros e diplomas dos candidatos do partido Solidariedade de Serra Talhada (eleitos, suplentes e não eleitos) por fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024.
Com a decisão, a vereadora eleita Juliana Tenório perde o mandato e ficará inelegível por 8 anos. O julgamento reconheceu duas candidaturas fictícias: de Jéssica Bianca e Silva e Ana Michele de Barros Silva, que assim como Juliana, ficarão inelegíveis pelo prazo de oito anos.
“Também foi decretada a inelegibilidade do presidente do partido no município, Waldir Tenório Junior, responsável pela homologação das candidaturas”.
Segundo a relatora, desembargadora Karina Amorim, as duas candidatas não eram postulantes reais e não realizaram atos efetivos e contínuos de campanha eleitoral.
A legislação prevê, nesses casos, a cassação de toda a chapa proporcional e a anulação dos votos recebidos. A decisão será executada imediatamente, com recontagem de votos e redistribuição das vagas.
Ainda cabe recurso ao TSE, mas sem efeito suspensivo. O processo tem o número 0600626-31.2024.6.17.0071.
Sete pessoas morreram em 2020 de sarampo, das quais seis eram crianças com menos de 18 meses Enquanto há grande expectativa sobre os imunizantes que protegerão contra a Covid-19 — dois deles aprovados pela Anvisa no domingo —, a cobertura vacinal de outras enfermidades não atinge o mínimo necessário. Seis das sete mortes causadas pelo […]
Sete pessoas morreram em 2020 de sarampo, das quais seis eram crianças com menos de 18 meses
Enquanto há grande expectativa sobre os imunizantes que protegerão contra a Covid-19 — dois deles aprovados pela Anvisa no domingo —, a cobertura vacinal de outras enfermidades não atinge o mínimo necessário.
Seis das sete mortes causadas pelo sarampo no Brasil em 2020 ocorreram em crianças com menos de 18 meses. A sétima vítima foi um homem de 34 anos. Nenhum deles tinha histórico de vacinação contra a doença.
No ano passado, foram confirmados 8.419 casos de sarampo no país, até o dia 19 de dezembro. E há, ainda, 371 em investigação.
O estado do Pará concentra o maior número de casos confirmados — 5.375 diagnósticos — e cinco mortes (dois residentes no município de Belém, dois em Novo Repartimento e um em Igarapé-Miri). Ele é seguido por Rio de Janeiro, com 1.347 casos e uma morte (um menino residente no município de Nova Iguaçu); São Paulo, com 864 diagnósticos e uma morte (residente na capital); Paraná, com 377 casos; Amapá, 177 pessoas infectadas; e Santa Catarina, com 110 diagnósticos positivos. Outros 15 estados apresentaram menos de 100 casos de infecção pelo vírus do sarampo.
A vacinação é a única forma de proteção contra a doença. No entanto, a cobertura vacinal não tem atingido a porcentagem mínima para garantir que o vírus não circule em território brasileiro. Desde 2017, a primeira e segunda doses da tríplice viral em crianças — que além do sarampo protege também contra caxumba e rubéola — não alcançou os 95% de cobertura, necessários para deixar a população protegida.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até de 2 de outubro de 2020, a primeira dose tinha sido aplicada em apenas 70,64% do público-alvo (crianças com 12 meses), e a segunda dose — que inclui a proteção contra a varicela — foi inoculada em 55,77% das crianças com 15 meses. Leia a íntegra da reportagem de Evelin Azevedo, no O Globo.
O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) declarou nesta segunda-feira (25) que os problemas do setor de transporte público de Pernambuco devem ser enfrentados com investimentos em várias áreas. “Não há uma solução única. Temos que atuar em diversas frentes”, frisou Armando, durante entrevista à Rádio Globo Recife. Segundo Armando, houve em Pernambuco, nas últimas […]
O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) declarou nesta segunda-feira (25) que os problemas do setor de transporte público de Pernambuco devem ser enfrentados com investimentos em várias áreas. “Não há uma solução única. Temos que atuar em diversas frentes”, frisou Armando, durante entrevista à Rádio Globo Recife.
Segundo Armando, houve em Pernambuco, nas últimas décadas, o que ele chamou de “déficit de planejamento”. Por isso, o sistema terminou ficando dependente do modal ônibus. Para desatar o nó, a sugestão do senador licenciado é investir na ampliação do metrô e na implantação de linhas de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além do reforço dos corredores de Bus Rapid Service (BRT, os ônibus mais rápidos e com maior capacidade de passageiros).
“Defendo o investimento na modernização do metrô. Com trens mais novos, poderemos aumentar a frequência das viagens e, com isso, passar de 300 mil para 500 mil passageiros transportados diariamente. É uma meta possível”, afirmou. “Mas o custo com a desapropriação para ampliação do metrô é muito alto. Então, temos também que ter outras opções.”
Para Armando, a mobilidade deve estar no centro do debate nacional. “A grande questão é a qualidade do serviço público. Vimos isso nas movimentações de junho do ano passado”, disse. Para tratar do sistema de ônibus, será necessário, na visão de Armando, muito esforço por parte das autoridades. “É necessário fazer muitos estudos porque o assunto é complexo”, destacou o candidato, aproveitando para lembrar que as obras dos corredores de BRT, tocadas pelo governo do Estado com recursos federais, estão atrasadas.
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