Prefeitura de Afogados inicia vacinação de crianças com comorbidades nesta terça-feira
Por André Luis
Com a chegada das vacinas pediátricas da Pfizer, a Secretaria de saúde de Afogados da Ingazeira inicia nesta terça-feira (18), a vacinação do público infantil, na faixa etária de 5 à 11 anos, começando pelo grupo que possui comorbidades: distúrbios neurológicos e do desenvolvimento (síndrome de down e autismo).
A vacinação se dará na unidade básica de saúde de referência da criança. As crianças acamadas serão vacinadas no próprio domicílio.
Com a perspectiva da chegada de mais doses nesta terça, a Prefeitura de Afogados irá informar quando a vacinação for sendo adiantada para as demais crianças, de acordo com as idades.
O Deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) esteve na sua cidade, Arcoverde, em ato de campanha. Ele percorreu ruas e avenidas dos bairros do São Cristóvão e São Geraldo, os mais populosos da cidade. Na quarta-feira (05), o candidato foi até o bairro do São Cristóvão, aonde promoveu caminhada até a rua Corália de Siqueira, aonde […]
O Deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) esteve na sua cidade, Arcoverde, em ato de campanha. Ele percorreu ruas e avenidas dos bairros do São Cristóvão e São Geraldo, os mais populosos da cidade.
Na quarta-feira (05), o candidato foi até o bairro do São Cristóvão, aonde promoveu caminhada até a rua Corália de Siqueira, aonde discursaram vereadores, a presidente do PTB, Nerianny Cavalcanti, e o deputado trabalhista.
No discurso, Zeca destacou seu trabalho na região, agormando que promoveu o calçamento de mais de 150 ruas no bairro.
Já na quinta-feira, o deputado e candidato percorreu as ruas do populoso bairro do São Geraldo, saindo em caminhada da rua Sinuca Mulatinho.
Estava acompanhado do deputado estadual Júlio Cavalcanti, que defendeu a reeleição de Zeca. Na caminhada também estavam a presidente do PTB, Nerianny Cavalcanti; os vereadores Heriberto do Sacolão e Zirleide Monteiro; suplentes de vereadores e lideranças comunitárias.
“Somos desta terra que está prestes a completar 90 anos e que está sempre de portas abertas para todos. Vamos seguir em frente para mudar Pernambuco”, disse Zeca Cavalcanti.
Uma família inteira composta por pai, mãe e duas filhas contraíram o novo coronavírus em Serra Talhada e na quinta-feira (4), houve um final trágico. O pai, de 77 anos, que residia no Alto da Conceição, faleceu às 18h50 no Hospital Eduardo Campos. A morte foi confirmada pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres) e […]
Uma família inteira composta por pai, mãe e duas filhas contraíram o novo coronavírus em Serra Talhada e na quinta-feira (4), houve um final trágico.
O pai, de 77 anos, que residia no Alto da Conceição, faleceu às 18h50 no Hospital Eduardo Campos. A morte foi confirmada pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres) e pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Segundo o boletim, o teste que positivou para o Covid-19 foi feito no dia 27 de dezembro, no próprio hospital. A reportagem do Farol de Notícias apurou que a esposa e as filhas tiveram alta.
Agora, o município contabiliza 93 mortes pelo novo coronavírus, já incluindo a do comerciante Ivaldo Nunes de Carvalho. Já o óbito de Maria Cotinha de Carvalho foi retirado da lista, após intensa investigação.
O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, anunciou nesta quarta-feira (7), por meio de suas redes sociais, a nomeação do cantor Jackson Monteiro como novo secretário de Turismo, Cultura e Esporte do município. Natural da cidade, Jackson Monteiro tem trajetória marcada pela atuação em eventos e projetos ligados à cultura popular nordestina. Ao longo da […]
O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, anunciou nesta quarta-feira (7), por meio de suas redes sociais, a nomeação do cantor Jackson Monteiro como novo secretário de Turismo, Cultura e Esporte do município.
Natural da cidade, Jackson Monteiro tem trajetória marcada pela atuação em eventos e projetos ligados à cultura popular nordestina. Ao longo da carreira, participou de grupos culturais, festivais e iniciativas que valorizam as tradições locais.
É conhecido por seu trabalho com forró tradicional e eletrônico, com dois CDs gravados, além de singles lançados em plataformas digitais e participações em programas de televisão.
Segundo o prefeito, a escolha reforça o compromisso da gestão com o fortalecimento das áreas de cultura, turismo e esporte. “Jackson é artista da terra e sempre foi um verdadeiro defensor da nossa cultura popular”, escreveu Dr. Júnior ao anunciar a nomeação.
O novo secretário assume a pasta com a missão de desenvolver ações que promovam as manifestações culturais e esportivas do município, bem como ampliar a visibilidade de Ouro Velho como destino turístico na região.
Carga importada da China desembarcou no Aeroporto de Guarulhos nesta quinta (4). Butantan estima que conseguirá produzir 14 milhões de doses a partir da matéria-prima em 20 dias. G1-SP Um lote com 8 mil litros de insumo da vacina CoronaVac chegou a São Paulo na manhã desta quinta-feira (4). A estimativa do Instituto Butantan é […]
Carga importada da China desembarcou no Aeroporto de Guarulhos nesta quinta (4). Butantan estima que conseguirá produzir 14 milhões de doses a partir da matéria-prima em 20 dias.
G1-SP
Um lote com 8 mil litros de insumo da vacina CoronaVac chegou a São Paulo na manhã desta quinta-feira (4).
A estimativa do Instituto Butantan é a de produzir 14 milhões de doses a partir da matéria-prima e iniciar a entrega para o governo federal em três semanas.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, e o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, estiveram no local para receber o material.
Importado da China, o lote saiu de Pequim em um voo comercial e desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta das 6h10.
A carga será levada para o Instituto Butantan, responsável pela etapa final de produção da vacina no Brasil – envase, inspeção e rotulagem.
Do jornal O Globo Foco dos pré-candidatos à corrida eleitoral de 2026, brasileiros que manifestam resistências hoje tanto ao presidente Lula (PT), quanto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) demonstram tristeza com as atuais condições de vida e desencanto com opções já postas no tabuleiro político. Dados da última pesquisa Genial/Quaest, segundo a qual um a […]
Foco dos pré-candidatos à corrida eleitoral de 2026, brasileiros que manifestam resistências hoje tanto ao presidente Lula (PT), quanto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) demonstram tristeza com as atuais condições de vida e desencanto com opções já postas no tabuleiro político.
Dados da última pesquisa Genial/Quaest, segundo a qual um a cada três eleitores não se vê representado na polarização, e de uma análise qualitativa do projeto Plaza Publica, voltado às preferências de parte dessa população, indicam que os “nem Lula, nem Bolsonaro” oscilam entre o desconhecimento das ações do governo e a rejeição a pautas caras ao bolsonarismo, embora se aproximem de um perfil mais à direita.
Na pesquisa Quaest, 33% dos entrevistados afirmam “não ter posicionamento” quando questionados sobre suas preferências políticas, percentual similar ao dos que se veem mais à esquerda ou mais à direita. O grupo dos “nem, nem” é formado majoritariamente por mulheres e por pessoas com renda intermediária, em geral acima da faixa atendida pelo Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), segundo cruzamento de dados feito pela Quaest a pedido do GLOBO.
Embora o índice de reprovação a Lula neste grupo seja similar à média geral da pesquisa, 40% avaliam o governo como “regular” — diferentemente do quadro mais amplo do eleitorado, no qual preponderam as avaliações negativas. O grupo, no entanto, tem maior tendência a ver a gestão Lula como “igual” à de Bolsonaro e se mostra menos otimista, proporcionalmente, com os rumos da economia.
A visão negativa vai ao encontro das impressões colhidas em uma recente pesquisa qualitativa do projeto Plaza Publica, conduzido por Eduardo Sincofsky, da consultoria de pesquisas Nox, e Paulo Cidade, da Havine. O levantamento, realizado com grupos de eleitores do Rio e de São Paulo no início de abril, teve como filtro inicial eleitores que votaram ou em Lula ou em Bolsonaro nas últimas eleições, mas que hoje também se dizem indecisos para 2026.
Alto custo de vida
Segundo os pesquisadores, os entrevistados têm mostrado descontentamento com o governo desde as rodadas iniciais do estudo, em janeiro. A diferença é que a percepção negativa sobre a própria vida se agravou desde então, com a avaliação de que “está caro para comer, não tem segurança e a qualidade de vida está um lixo”, segundo a descrição de um ex-eleitor de Lula, de 45 anos.
Outro homem, de 26 anos, que votou em Bolsonaro nas duas últimas eleições, diz que “pensa em dar um voto de confiança” a outro nome, por sentir que “acontece sempre a mesma coisa” com opções já testadas. Os resultados não são generalizáveis, por se tratar de uma pesquisa qualitativa, mas ajudam a sinalizar tendências.
— As pessoas estão desencantadas com a política. Eu diria que há uma fadiga emocional e comunicacional com Lula, mas a direita não consegue ter um candidato natural por ora — afirma Sincofsky.
Paulo Cidade acrescenta: — A esquerda tem um líder que não consegue ter um domínio dessa situação. Na direita, existe um eleitorado mais de direita que está buscando um líder.
Os focos da pesquisa foram trabalhadores autônomos e informais, um dos principais segmentos que compõem o grupo de indecisos e que tem atraído a atenção de diferentes alas do espectro político. Ao lançar no ano passado o programa “Acredita”, voltado a beneficiários de programas sociais que desejam se tornar MEIs (microempreendedores individuais), Lula afirmou que o PT precisa “aprender que o mundo mudou” e que “parte da sociedade não quer ter carteira assinada”.
Aliados de Bolsonaro, por sua vez, têm criticado propostas de regulamentação de serviços de aplicativo sob a alegação de que isso extinguiria esses trabalhos.
Segundo os pesquisadores, há nos entrevistados um discurso que se aproxima do “empreendedorismo de subsistência”, em que a busca pelo trabalho autônomo se mistura à insatisfação com o mercado formal e com programas tidos como assistencialistas. “Cansei da cultura de escassez, de que somos pobres e precisamos sempre de ajuda”, afirmou um dos participantes, um homem de 24 anos.
Professora da Universidade de Dublin, a antropóloga Rosana Pinheiro-Machado afirma que o desencanto é algo representativo desse grupo, que também tem se mostrado por fora das proposições de políticas públicas que poderiam atingi-los. Dados da Quaest sugerem, por exemplo, que 53% dos sem posicionamento político não sabiam do envio ao Congresso da proposta de isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil, uma das apostas do governo para atingir esse segmento. É, numericamente, o maior índice entre os grupos divididos por preferência política.
— São grupos que têm muita frustração com a perda de poder de compra. Ao mesmo tempo, há uma grande aspiração, um desejo de ser cidadão, de ter visibilidade. Isso faz com que o Estado e a política sejam vistos com muito descrédito — avalia a antropóloga.
O movimento favorece a adesão a um discurso anti-establishment propagado por nomes próximos da direita, mas que aderem a uma roupagem dissociada do bolsonarismo, diz Esther Solano, socióloga e professora da Unifesp: — Esse grupo não se sente representado pela esquerda e pelo bolsonarismo tradicional, que já está também envelhecido, não só nos personagens, mas nos discursos. Então, aparecem nomes como o do (ex-coach) Pablo Marçal, que representa a lógica empreendedora e consegue seduzir pela possibilidade de vida.
Pauta de costumes
A qualitativa do Plaza Publica identificou menções positivas a Marçal e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); em geral, porém, esses comentários só surgiram quando os participantes foram estimulados a falar sobre figuras políticas.
Na área de costumes, os entrevistados teceram críticas à pauta identitária e ao “politicamente correto”, alvos do bolsonarismo, mas criticaram a postura de Bolsonaro e manifestaram apoio às prisões de envolvidos no 8 de Janeiro. Houve, ainda assim, ressalvas à atuação do Supremo Tribunal Federal neste caso. O cientista político Antonio Lavareda vê o comportamento eleitoral dos “nem, nem” em aberto:
— Esse eleitor lida com uma realidade material que não é boa e um sistema político que não entrega satisfação, o que cola mais no discurso da direita de hoje. Por outro lado, é alguém preocupado com questões imediatas, e que decidirá seu voto na hora H, a depender dos competidores.
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