Prefeito Simão Durando manda limpar terreno da própria sogra
Por André Luis
Por André Beltrão/Blog do Ricardo Antunes
Um vídeo está “viralizando” em Petrolina e dando o que falar. O prefeito, Simão Durando (UB) mandou limpar o terreno da própria sogra.
Revoltada, uma moradora filmou tudo e pediu explicações aos trabalhadores.
E olhe que ele é o candidato à reeleição em 2024, e do grupo de Miguel Coelho, que sonha em ser, um dia, governador de Pernambuco. Com esse tipo de aliados, vai ter muito trabalho em 2026.
A assessoria do prefeito já foi acionada e disse que iria mandar uma nota explicando o inexplicável. Estamos aguardando. Clique aqui para assistir o vídeo.
A vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT) comemorou falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, os números da pesquisa Múltipla divulgada ontem em todo o Estado, inclusive através desse blog. Eles mostraram a petista como sendo a mais competitiva em uma simulação de segundo turno com o governador […]
A vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT) comemorou falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, os números da pesquisa Múltipla divulgada ontem em todo o Estado, inclusive através desse blog.
Eles mostraram a petista como sendo a mais competitiva em uma simulação de segundo turno com o governador e candidato a reeleição, Paulo Câmara.
“Nós já tínhamos notícias de pesquisas de outros institutos que apresentam números parecidos com essa. A receptividade tem sido muito boa, pelo desejo de renovação não só por ser novidade, mas por encarar a política de Pernambuco de outra forma. A classe política tem que fazer uma alto reflexão. Não adianta querer fazer mais do mesmo. Essa é a leitura que as pessoas tem da nossa candidatura”.
Marília afirmou que a pesquisa consolida um entendimento e um sentimento que a base do PT e o povo em geral já tinha demonstrado, de o PT ter candidatura própria. Quanto a Humberto Costa, voz dissonante que trabalha com a possibilidade de alianças até com o PSB, Marília diz acreditar que ele esteja sendo mal interpretado.
“A posição dele não é bem essa. Tem externado que hoje teríamos candidatura, mas o que ressalta é que não se pode fechar portas em nome da candidatura do presidente Lula, para colocar em prática o projeto que acreditamos”.
Marília dividiu o processo por parte das outras pré-candidaturas entre o grupo que representa a base de Temer, e o governo Paulo Câmara, que taxou de desgastado, sem liderança.
Sobre o futuro até a consolidação do projeto, disse que tem feito discussões internas. “Haverá reunião do Diretório Estadual em dezembro, depois a nacional vai discutir os caminhos para os estados e vai haver um amplo debate. Em paralelo, isso não impede a discussão do projeto de governo do partido”.
Por Agência Estado Segundo o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, a ideia é estabelecer um limite para o aumento das despesas a cada ano. Se ficar claro que ele será rompido, o governo poderá cortar (contingenciar) gastos. Se isso não for suficiente, serão acionadas cláusulas de ajuste automático para recolocar as despesas nos trilhos no […]
O aumento deste ano, por exemplo, vai custar R$ 30,2 bilhões para as contas do governo
Por Agência Estado
Segundo o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, a ideia é estabelecer um limite para o aumento das despesas a cada ano. Se ficar claro que ele será rompido, o governo poderá cortar (contingenciar) gastos. Se isso não for suficiente, serão acionadas cláusulas de ajuste automático para recolocar as despesas nos trilhos no ano seguinte.
São três estágios de medidas que serão acionados em sequência. No primeiro estágio estão as ações mais brandas. São elas: não conceder novas desonerações de impostos, não permitir que as despesas de custeio da máquina tenham aumento real (acima da inflação), não permitir crescimento real das despesas discricionárias (investimentos, convênios com Estados e prefeituras), não realizar concurso público e não conceder aumento para os servidores.
No segundo estágio, estão medidas um pouco mais draconianas. Não será possível ampliar os gastos com subsídios, barrar aumentos nominais nas despesas de custeio, não permitir aumento nominal nas despesas discricionárias e não dar reajuste nominal para os servidores – coisa que ocorre todo ano.
Se nem isso for suficiente, então serão cortados benefícios concedidos a servidores, depois serão cortados os gastos com os funcionários não estáveis e, finalmente, suspender o aumento real do salário mínimo.
Custo do mínimo
Com o anúncio de ontem, o governo federal reconhece o peso e as implicações fiscais do reajuste do mínimo. O aumento deste ano, por exemplo, vai custar R$ 30,2 bilhões para as contas do governo, pressionando ainda mais o caixa da União, que já opera no vermelho. Desse valor, R$ 2,9 bilhões não estão previstos no Orçamento, um rombo que precisará ser coberto com medidas adicionais.
A proposta de fixar teto para despesas ainda está em discussão com governadores e prefeitos, que poderão também adotar o mesmo mecanismo. Além disso, Barbosa pretende abrir diálogo com o Legislativo e Judiciário, pois eles também serão enquadrados nessas regras. Historicamente, os dois Poderes reagem quando o Executivo tenta conter reajustes salariais.
O teto será proposto em uma lei complementar a ser enviada ao Congresso até o final de março. Ele faz parte das medidas que o ministro quer implementar para dar um horizonte de médio e longo prazos para as contas públicas. Para Barbosa, o limite tem como vantagem forçar uma discussão sobre a composição do gasto. O teto deve lançar uma luz, por exemplo, para o fato de aposentadorias, pensões e benefícios sociais responderem por 44% das despesas da União.
Outra vantagem do teto para o governo é estabelecer uma disciplina para que eventuais excessos de arrecadação possam ser poupados. Segundo Barbosa, é possível que esse mecanismo seja adotado também por Estados e municípios. Outra medida de longo prazo, disse o ministro, é a reforma da Previdência. O governo deve encaminhar uma proposta ao Congresso num prazo de 60 dias.
Por Hesdras Souto – Historiador, Escritor, Presidente do CPDoc-Pajeú e membro do IHGP. A cólera chegou ao Brasil em 1855, durante a pandemia global causada pelo vibrião colérico Vibrio cholerae. A doença, que já havia causado estragos em diversos países da Europa e da Ásia, chegou ao país por meio de embarcações vindas de regiões […]
Por Hesdras Souto – Historiador, Escritor, Presidente do CPDoc-Pajeú e membro do IHGP.
A cólera chegou ao Brasil em 1855, durante a pandemia global causada pelo vibrião colérico Vibrio cholerae. A doença, que já havia causado estragos em diversos países da Europa e da Ásia, chegou ao país por meio de embarcações vindas de regiões afetadas. Caracterizada por uma diarreia aguda, a doença matava rapidamente, após um processo de desidratação e perda de peso que conferia aos pacientes uma aparência esquelética, com olhos afundados e cor da pele azulada.
A cólera chegou ao estado de Pernambuco nos fins de 1855, durante a disseminação da epidemia pelo território brasileiro. O principal vetor foi o Porto do Recife, que era um dos mais movimentados da região e recebia embarcações vindas de áreas já afetadas pela doença. Uma vez em Pernambuco, a cólera encontrou condições ideais para sua propagação, como a precariedade do saneamento básico e a dependência de fontes de água muitas vezes contaminadas. As áreas mais afetadas foram os bairros mais pobres e as comunidades próximas aos rios e canais, onde o contato com águas poluídas era frequente. A rápida disseminação da doença levou a um aumento expressivo nos casos e nas mortes, deixando a população em estado de pânico.
De acordo com a antropóloga Luciana Santos, que estudou o tratamento da doença na província de Pernambuco, no sertão “os primeiros registros da doença foram identificados na vila de Taracatú, Garanhuns, Ingazeira, Flores, Vila-Bela e Baixa-Verde”.
Num relatório apresentado pelo médico Dr. Thomaz Antunes de Abreu ao presidente da província de Pernambuco, em 12 de dezembro de 1856, dizia que “A marcha da epidemia foi tão irregular e caprichosa, quanto foi em muitos países: é por isso que tendo-se apresentado o mal na vila de Taracatú em o mês de novembro, desapareceu em janeiro para reaparecer no mês de junho no Riacho do Navio, pertencente ao mesmo termo, em um lugar foi muito benigno, e circunscreveu-se a um pequeno número de pessoas: não aconteceu porém assim na vila da Ingazeira, na freguesia de Flores, na Vila-Bela e na Baixa-Verde, onde a peste com furor atacou. A epidemia foi intensíssima nestes termos [Flores, Ingazeira] e, apoiada pela natureza do solo, e circunstâncias climatérias, assim como pela extraordinária miséria da maior parte de seus habitantes, e frenético charlatanismo, a par de recursos bem dirigidos, e de método de serviço sanitário, cujas faltas infelizmente foram observadas por muito tempo, ceifou desapiedosamente 9000 vidas”.
A situação foi tão alarmante que frei Caetano de Messina partiu para o Brejo da Madre de Deus e para Cimbres, onde a cólera não parava de fazer vítimas. Ao mesmo tempo em que frei Caetano de Messina percorria as áreas centrais da província, frei Caetano da Gratiere se empregaria nas missões localizadas na região de Baixa Verde, (atual Triunfo e adjacências) Flores, Ingazeira e o povoado de Afogados. Esses frades tiveram grande importância na luta contra a doença, pois, em toda localidade que visitavam, cada um dos missionários se encarregava da distribuição de remédios, dos cuidados com os doentes e do enterramento dos mortos.
Talvez muita gente não saiba, mas o atual cemitério da Ingazeira foi construído afastado da cidade por ser destinado às vítimas da cólera, visto que não era recomendável sepultar os mortos no antigo cemitério da Matriz, que hoje não existe mais. O cemitério da Ingazeira, ou dos coléricos, por assim dizer, foi construído em 15 dias, por mão de obra escrava, tendo parte das custas financiada pelo governo da Província e pelo Coronel Francisco Miguel de Siqueira, cuja mãe, Dona Antônia da Cunha Siqueira, também foi vítima da cólera em 1856, sendo uma das últimas pessoas a serem sepultadas no antigo cemitério da Matriz.
Blog do Magno Uma matéria publicada no UOL, hoje, aborda ações que visam à preservação do meio ambiente no Brasil. Uma das citadas como exemplo está em Serra Talhada: o IPTU Verde foi instituído por meio da Lei Municipal nº 251/2015, de autoria do vereador Sinézio Rodrigues (PT). Na prática, concede desconto no imposto para […]
Uma matéria publicada no UOL, hoje, aborda ações que visam à preservação do meio ambiente no Brasil. Uma das citadas como exemplo está em Serra Talhada: o IPTU Verde foi instituído por meio da Lei Municipal nº 251/2015, de autoria do vereador Sinézio Rodrigues (PT). Na prática, concede desconto no imposto para quem plantar árvores.
Leia o trecho da matéria que trata do assunto:
Os tipos de incentivo para que você plante uma árvore variam conforme o tipo e local. Em muitas cidades, um modelo usado é o do IPTU Verde, que oferta desconto a pessoas que tenham árvores ou área verdes em suas propriedades.
E esses valores variam de local para local: em São Carlos (SP), por exemplo, o contribuinte paga 1% a menos no valor do IPTU caso tenha uma árvore no passeio público imediatamente em frente a seu imóvel; em Serra Talhada (PE), esse percentual chega a 6%.
“São centenas de municípios com esse IPTU Verde, que reconhecem que as árvores de um terreno particular prestam serviço à comunidade”, afirma.
O pré-candidato a deputado estadual, Luciano Duque (SD), comemorou a declaração de apoio da oposição de Custódia ao palanque de Marília Arraes, pré-candidata a governadora de Pernambuco. O grupo liderado pelo ex-vereador e candidato a prefeito, Marcílio Ferraz, vai marchar com Luciano Duque para deputado estadual e Marília governadora. “Muito feliz com o apoio declarado à […]
O pré-candidato a deputado estadual, Luciano Duque (SD), comemorou a declaração de apoio da oposição de Custódia ao palanque de Marília Arraes, pré-candidata a governadora de Pernambuco.
O grupo liderado pelo ex-vereador e candidato a prefeito, Marcílio Ferraz, vai marchar com Luciano Duque para deputado estadual e Marília governadora.
“Muito feliz com o apoio declarado à nossa futura governadora, Marília Arraes, pelos amigos de Custódia: vereador Cristiano, ex-vereador Marcílio, Didi do Quitimbu, ex-vice-prefeito Joãozinho e demais lideranças”, disse Duque.
Marcílio Ferraz, que obteve 7.106 votos na última eleição para prefeito de Custódia, reafirmou o compromisso da oposição com a dupla do Solidariedade. “Luciano estamos juntos na sua candidatura a deputado estadual, Deus quiser a nossa região vai ter um deputado atuante, e estamos juntos para também trazer a esperança, trazer a renovação para o nosso estado através da nossa futura governadora Marília Arraes. Marília, pode contar com Custódia, pode contar com o nosso grupo”, garantiu.
O detalhe em Custódia é que Marcílio Ferraz foi candidato a prefeito pelo Avante de Sebastião Oliveira, no entanto Sebá fechou apoio com o prefeito Manuca e todo o grupo governista, incluindo a vice-prefeita Luciara Frazão e nove vereadores. Antes, o grupo de Manuca apoiva o deputado federal André de Paula. Sebá e Duque estarão mais uma vez em lados opostos, desta vez em Custódia.
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