Prefeito Djalma Alves é reconduzido à Presidência do PSB de Solidão
Por André Luis
Na tarde da última sexta-feira (8), o Prefeito Djalma Alves foi reconduzido à presidência do Partido Socialista Brasileiro – PSB do município de Solidão, a recondução aconteceu no Congresso realizado pelo PSB local.
“Estou muito feliz com a recondução a presidência do PSB, sei da responsabilidade que tenho em guiar o maior partido político de Solidão, porém sou convicto que o partido não é somente a direção, é o conjunto de seus filiados. Precisamos de todos vocês para que a direção acerte, tenha êxito e contribuía nas relações com as forças políticas e o bem estar de toda população”, destacou o presidente do PSB Municipal e Prefeito Djalma Alves.
O presidente da AMUPE José Patriota participou do congresso, abordando o tema: “Autorreforma do PSB”.
“Estar em Solidão é sempre motivo de grande alegria, contribuir para que o PSB cresça cada vez mais é algo sem preço. Parabenizo o nosso companheiro Djalma pela organização e compromisso com o partido, só reforça sua postura de grande líder”, frisou José Patriota.
Além da eleição do Diretório Municipal, houve filiações de diversas lideranças locais para compor o partido.
Participaram do congresso além do Prefeito Djalma Alves e do presidente da AMUPE José Patriota, o Vice-Prefeito José Nogueira, a presidente da Câmara de Vereadores Adriana de Lima, os Vereadores Luiz Vicente Júnior, Jacinete Gois, Genivaldo Barros, Telma Melo, Djalma Barros, Antonio Marinheiro e filiados locais do PSB.
O Presidente da Câmara de Vereadores, Junior de Diógenes, devolveu cerca de R$ 163 mil à gestão municipal. Na oportunidade, apresentou o Plano de Economia da Casa ao Prefeito Adelmo Moura. “Considerando os grandes desafios enfrentados pelos municípios no corrente ano, principalmente, no que diz respeito às perdas de receitas, o Legislativo fez um estudo […]
O Presidente da Câmara de Vereadores, Junior de Diógenes, devolveu cerca de R$ 163 mil à gestão municipal.
Na oportunidade, apresentou o Plano de Economia da Casa ao Prefeito Adelmo Moura.
“Considerando os grandes desafios enfrentados pelos municípios no corrente ano, principalmente, no que diz respeito às perdas de receitas, o Legislativo fez um estudo em sua capacidade financeira-administrativa, para ao final devolver uma quantia significativa ao Poder Executivo”, disse Júnior de Diógenes.
Os recursos serão destinados à troca de lâmpadas de LED na zona urbana e nos distritos, destacou o presidente da Câmara, que avaliou positivamente o ato que fecha o ano legislativo.
Primeiro voo comercial da companhia ocorrerá no dia 18 de julho Em virtude da alta demanda de voos e por ocasião da realização do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, a Azul vai antecipar o início de suas operações na cidade. O primeiro voo para passageiros será no dia 18 de julho. Antes, […]
Primeiro voo comercial da companhia ocorrerá no dia 18 de julho
Em virtude da alta demanda de voos e por ocasião da realização do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, a Azul vai antecipar o início de suas operações na cidade. O primeiro voo para passageiros será no dia 18 de julho.
Antes, no dia 15 de julho, vai acontecer o voo inaugural da rota com a presença do Governador do estado, Paulo Câmara, e outras autoridades locais, junto com executivos da Azul, César Grandolfo, gerente de Relações Institucionais, e Ronaldo Veras, assessor especial da presidência.
O aeroporto de Garanhuns foi anunciado como nova base da Azul no Palácio Campo das Princesas, em Recife, na última segunda-feira, 27. Assim, a cidade passou a ser a sexta base de operações da companhia no estado pernambucano, que já atende às cidades de Caruaru, Fernando de Noronha, Petrolina, Serra Telhada, além da capital Recife, principal centro de operações da Azul no Nordeste.
“Fizemos essa adequação na oferta de voos para Garanhuns levando em consideração a alta procura de nossos Clientes, já que no período volta a ocorrer o tradicional festival de inverno da cidade, após dois anos de hiato. Então, queremos proporcionar a chance para que mais pessoas possam aproveitar ao máximo todos os dias da programação. As viagens para Garanhuns serão realizadas diretamente do aeroporto de Recife, que por sua vez é rota de milhares de passageiros. Da capital partem 77 voos diários, sem escalas, para 35 destinos espalhados por todo o Brasil e 70% desses voos são da Azul”, explica César Grandolfo, gerente de Relações Institucionais da Azul.
Os voos entre os aeroportos de Garanhuns e Recife serão operados pela Azul Conecta, empresa sub-regional da Azul, com monomotores turboélice Cessna Grand Caravan, de nove lugares. Os voos comerciais começam a operar regularmente a partir do dia 18, partindo de Recife às 13h15 e com chegada a Garanhuns prevista às 14h20.
No sentido inverso, a decolagem deve ocorrer às 14h45 e o pouso na capital pernambucana será às 15h45. A partir de outubro, os voos passam a ser diários, partindo de Garanhuns às 6h da manhã e retornando no fim do dia. Isso permite aos Clientes garanhuenses fazer um bate-volta, por exemplo, indo até Belo Horizonte ou Rio de Janeiro e retornando no mesmo dia. As passagens estão disponíveis em todos os canais de venda oficiais da companhia.
A nova pesquisa Conecta em Pernambuco foi explorada de maneiras diferentes pelos palanques de João Campos e Raquel Lyra. Aliados da governadora destacaram a evolução de Raquel, que perdia de 57% a 21% em abril de 2025, reduziu para 52% a 31% em agosto, cenário estável em outubro, reduziu para 45,4% a 38,4% em dezembro […]
A nova pesquisa Conecta em Pernambuco foi explorada de maneiras diferentes pelos palanques de João Campos e Raquel Lyra.
Aliados da governadora destacaram a evolução de Raquel, que perdia de 57% a 21% em abril de 2025, reduziu para 52% a 31% em agosto, cenário estável em outubro, reduziu para 45,4% a 38,4% em dezembro e agora aparece com 42,4% contra 40,4% do socialista.
“Em pouco mais de um ano, João Campos perdeu 16 pontos nas intenções de voto. No mesmo período, Raquel Lyra cresceu 21 pontos, saiu de 21% para 42,4% e assumiu a liderança no cenário pesquisado”, dizem em nota.
Já o grupo de João Campos explorou que, com apoio de Lula, João Campos abre 10 pontos sobre Raquel.
“Pesquisa do Instituto Conecta divulgada nesta terça-feira (14) mostra que, com apoio de Lula (PT), o pré-candidato a governador João Campos (PSB) tem vantagem de pelo menos dez pontos sobre Raquel Lyra (PSD) na corrida eleitoral deste ano. Em um cenário em que a governadora é associada ao presidenciável Ronaldo Caiado, de seu partido, o ex-prefeito do Recife aparece com 45,1%, e ela, com 35,8%”, destacam.
Ainda afirmam que quando Raquel é relacionada a Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL, partido recentemente acolhido com cargos no Governo de Pernambuco, o cenário eleitoral é ainda mais desfavorável à governadora. Nesse caso, João Campos abre 13 pontos de diferença, chegando a 47,5% das intenções de voto, contra 34,1% dela. No primeiro cenário, brancos e nulos foram 10,6%, e não souberam ou não responderam, 8,5%. Já no segundo cenário, 10,5% disseram que votariam nulo ou em branco, e 7,9% não souberam ou não responderam.
O levantamento foi feito entre os dias 8 e 11 de julho e contou com 2,1 mil entrevistas em 53 municípios pernambucanos. A margem de erro é de 2,14 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número 04263/2026.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas. Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente […]
Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas.
Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente Jair Bolsonaro seria o responsável pelas mais de 450 mil mortes por covid-19. O governador cassado disse também que o governo federal criou uma narrativa para fragilizar os governadores por terem tomado medidas restritivas.
— Como é que você tem um país em que o presidente da República não dialoga com um governador de estado? E o presidente deixou os governadores à mercê da desgraça que viria. O único responsável pelos 450 mil mortos que estão aí tem nome, endereço e tem que ser responsabilizado aqui, no Tribunal Penal Internacional, pelos fatos que praticou.
Witzel acusou o governo federal de agir de caso pensado para deixar governos estaduais em situação de vulnerabilidade, sem condições de comprar insumos e respiradores.
— Os governos estaduais ficariam em situação de fragilidade, porque não teriam condições de comprar os insumos, respiradores e, inclusive, atender os seus pacientes no Sistema Único de Saúde, que, embora seja um excelente sistema para um país como o nosso, tem dificuldades. Como é que eu vou requisitar ao governo da China receber respirador? Isso é uma negociação internacional, e não foi feita — assinalou Witzel.
O intuito do Executivo, disse o ex-governador fluminense, foi se livrar das consequências econômicas da pandemia.
— A narrativa que foi criada foi a narrativa de que “os governadores vão destruir os empregos”, porque sabia o senhor presidente da República que o isolamento social traria consequências graves à economia.
Segundo Witzel, os governadores tentaram se reunir diversas vezes com o presidente Jair Bolsonaro para planejar uma ação conjunta durante a pandemia de covid-19, mas ficaram desamparados. Ele afirmou que o governo federal politizou a pandemia.
— Os governadores, prefeitos de grandes capitais, prefeitos de pequenas cidades, ficaram totalmente desamparados do apoio do governo federal. Isso é uma realidade inequívoca, que está documentada em várias cartas que nós encaminhamos ao presidente da República. Nas poucas reuniões (salvo engano foram duas reuniões que nós tivemos com o presidente), foram reuniões em que o que se percebeu foi a politização da pandemia, o governador Doria foi frontalmente atacado — apontou.
Para o senador Humberto Costa (PT-PE), o governo federal e o presidente da República são os responsáveis pela tragédia vivida pelo país.
— A gestão que esse governo deu teve o objetivo claro de descompromisso com a saúde da população — apontou.
Em resposta a Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Witzel criticou parlamentares ligados a Jair Bolsonaro que invadiram hospitais de campanha e comandaram carreatas e outras ações contra as medidas restritivas decretadas pelo governo do estado para reduzir a propagação da doença. Sobre os mais de 600 leitos fechados em hospitais federais no estado do Rio de Janeiro, ele relatou que pediu ao governo federal que cedesse a administração dos hospitais, com as respectivas verbas, mas não foi atendido.
— Não fui atendido e durante a pandemia também não fui atendido — disse Witzel, ao afirmar que a medida teria garantido mais leitos durante a crise sanitária e seria mais econômica do que construir hospitais de campanha.
Com base no habeas corpus, Witzel pediu para se retirar após sua declaração inicial e depois de responder o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e a alguns dos senadores inscritos. Durante questionamentos de Eduardo Girão (Podemos-CE) sobre investigações de superfaturamento enquanto Witzel foi governador do Rio de Janeiro, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), comunicou o encerramento do depoimento a pedido do depoente.
O senador Jorginho Mello (PL-SC) criticou a retirada de Witzel: “Não contribuiu em nada”, apontou.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Fundação Cultural, realizou ontem (5) uma oficina voltada para a orientação dos blocos carnavalescos sobre a elaboração de projetos e planos de trabalho. A iniciativa tem como objetivo facilitar a captação de recursos através do edital da Fundação, que oferecerá patrocínios para as agremiações, garantindo apoio financeiro […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Fundação Cultural, realizou ontem (5) uma oficina voltada para a orientação dos blocos carnavalescos sobre a elaboração de projetos e planos de trabalho.
A iniciativa tem como objetivo facilitar a captação de recursos através do edital da Fundação, que oferecerá patrocínios para as agremiações, garantindo apoio financeiro e incentivando a organização do carnaval de rua no município.
A prefeita Márcia Conrado ressaltou a importância do investimento na cultura popular e na valorização das tradições carnavalescas. “Nosso compromisso é fortalecer a cultura local, apoiando os blocos de rua e garantindo que o carnaval de Serra Talhada continue sendo um grande evento para todos. Estamos trabalhando para que as agremiações possam realizar suas programações com qualidade e segurança”, destacou.
Os blocos contemplados pelo edital serão distribuídos em cinco categorias: Tradicional e Multicultural I, II, III e IV, com patrocínios que variam entre R$ 1.800 e R$ 15.000. Para ser classificado como Tradicional, o bloco precisa garantir pelo menos 50% de atividades musicais que enalteçam o carnaval pernambucano, como orquestras de frevo e marchinhas. Já os blocos Multiculturais contemplam uma programação diversificada, com diferentes estilos musicais.
O presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada, Josenildo André, destacou a importância do edital para a organização da festa. “Estamos oferecendo um suporte essencial para que os blocos possam estruturar seus projetos e captar recursos. Além disso, reforçamos o compromisso de um carnaval responsável, proibindo músicas que incentivem qualquer forma de violência contra a mulher”, afirmou.
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