Prefeito Djalma Alves é reconduzido à Presidência do PSB de Solidão
Por André Luis
Na tarde da última sexta-feira (8), o Prefeito Djalma Alves foi reconduzido à presidência do Partido Socialista Brasileiro – PSB do município de Solidão, a recondução aconteceu no Congresso realizado pelo PSB local.
“Estou muito feliz com a recondução a presidência do PSB, sei da responsabilidade que tenho em guiar o maior partido político de Solidão, porém sou convicto que o partido não é somente a direção, é o conjunto de seus filiados. Precisamos de todos vocês para que a direção acerte, tenha êxito e contribuía nas relações com as forças políticas e o bem estar de toda população”, destacou o presidente do PSB Municipal e Prefeito Djalma Alves.
O presidente da AMUPE José Patriota participou do congresso, abordando o tema: “Autorreforma do PSB”.
“Estar em Solidão é sempre motivo de grande alegria, contribuir para que o PSB cresça cada vez mais é algo sem preço. Parabenizo o nosso companheiro Djalma pela organização e compromisso com o partido, só reforça sua postura de grande líder”, frisou José Patriota.
Além da eleição do Diretório Municipal, houve filiações de diversas lideranças locais para compor o partido.
Participaram do congresso além do Prefeito Djalma Alves e do presidente da AMUPE José Patriota, o Vice-Prefeito José Nogueira, a presidente da Câmara de Vereadores Adriana de Lima, os Vereadores Luiz Vicente Júnior, Jacinete Gois, Genivaldo Barros, Telma Melo, Djalma Barros, Antonio Marinheiro e filiados locais do PSB.
Do UOL, em São Paulo O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, titular da 14ª Vara Federal de Curitiba, contradisse nesta quinta-feira (21) o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que afirmou que o homem preso no Paraná é o líder do grupo de dez suspeitos de planejarem atos terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio-2016. Segundo […]
O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, titular da 14ª Vara Federal de Curitiba, contradisse nesta quinta-feira (21) o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que afirmou que o homem preso no Paraná é o líder do grupo de dez suspeitos de planejarem atos terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
Segundo o magistrado, ainda não é possível dizer se o grupo possui um líder. “Essa questão da liderança, quero esclarecer que foi uma leitura feita pelo ministro da Justiça. Eu não diria que é uma liderança proeminente, não diria que é a mais proeminente. A vinda do inquérito para cá foi mais pela residência dele [o suspeito] ser em Curitiba do que pela proeminência”, afirmou Josegrei.
De acordo com o juiz, o monitoramento da Polícia Federal mostrou que há suspeitos “mais ativos” que outros em manifestações na internet, mas o caráter amador do grupo torna difícil falar em uma liderança central.
“Difícil falar em liderança, porque não há organização próxima deles. Mas há pessoas mais ativas, que se percebe que têm mais conhecimento desse tipo de ação. E há pessoas com manifestações menos incisivas, mais de postagem de fotos. Dizer que tem uma liderança de uma organização piramidal, isso eu não poderia dizer”, explicou.
Prisões são justificáveis, diz juiz
Segundo Josegrei, a investigação da Polícia Federal reuniu elementos suficientes para justificar a medida preventiva com base na nova Lei Antiterrorismo do Brasil, que entrou em vigor em março. Porém, ele reiterou que os suspeitos não podem ser considerados “terroristas”.
“Não se pode dizer que essas pessoas são terroristas, que vão cometer esses atos, mas tenho na minha frente pessoas que exaltam esses tipos de condutas reprováveis pelo mundo civilizado. Embora não tenham organização muito sólida, tendo esses elementos, sob ponto de vista legal está justificado esse tipo de prisão preventiva”, disse Josegrei.
Os suspeitos foram presos preventivamente por 30 dias, prorrogáveis por mais 30, por se enquadrarem nos artigos 3º e 5º da Lei Antiterrorismo: “integrar ou promover organização terrorista” e/ou “iniciar atos preparatórios tendentes à prática de terrorismo”. Nesse período, as investigações buscarão evidências que confirmem os delitos.
Apesar de dizer que “há possibilidade concreta de que alguns dos indivíduos incidam em um dos dois crimes”, o juiz reforçou que os detidos não estão “condenados”. Ele afirmou que, aparentemente, nenhum tem ascendência árabe, e que alguns dizem ter jurado lealdade ao Estado Islâmico via internet.
A Câmara dos Deputados já gastou R$ 3,3 milhões para bancar os gabinetes de parlamentares presos ou fora do Brasil, sem registro de presença em sessões. O levantamento, divulgado pelo Estadão, mostra que o ex-deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), cassado em abril após um ano preso, e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli […]
A Câmara dos Deputados já gastou R$ 3,3 milhões para bancar os gabinetes de parlamentares presos ou fora do Brasil, sem registro de presença em sessões. O levantamento, divulgado pelo Estadão, mostra que o ex-deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), cassado em abril após um ano preso, e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli (PL-SP), ambos impedidos de receber salário por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), continuam com gabinetes ativos, servidores e despesas pagas pela Casa.
O caso provocou indignação entre parlamentares e reacendeu o debate sobre a blindagem e os privilégios dentro da Câmara, em meio a uma crise de credibilidade do Legislativo. As informações são do portal Congresso em Foco.
Três gabinetes, milhões em gastos e nenhum trabalho
Em menos de dois anos, os gabinetes dos três deputados consumiram R$ 3,3 milhões dos cofres públicos — R$ 1,9 milhão de Chiquinho Brazão, R$ 900 mil de Eduardo Bolsonaro e R$ 300 mil de Carla Zambelli.
Mesmo presos ou ausentes do país, os parlamentares mantêm equipes numerosas:
Zambelli possui 12 assessores, que custam cerca de R$ 103 mil por mês;
Eduardo Bolsonaro, nove servidores, com R$ 132 mil mensais;
Chiquinho Brazão manteve 24 funcionários, somando R$ 120 mil por mês, até ser cassado por excesso de faltas.
Carla está presa na Itália, enquanto Eduardo articula sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras, alegando que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é perseguido judicial e politicamente.
Mesmo com os parlamentares sem desempenhar o mandato, os gabinetes continuaram operando sob justificativas burocráticas. Em nota, a equipe de Zambelli afirmou que segue “desempenhando suas funções legislativas e administrativas”, mesmo com a deputada presa na Itália após ser condenada pelo STF a dez anos de prisão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela foi condenada a mais de cinco anos de prisão por perseguição com arma de fogo a um jornalista.
“Deputado home office” e acordões no Congresso
A manutenção das estruturas levou o vice-líder do governo, Alencar Santana (PT-SP), a apresentar um projeto que proíbe o “deputado home office”, aquele que, mesmo afastado do país, mantém gabinete e equipe pagos com recursos públicos.
“É ilógico ser eleito para exercer função na Câmara e ficar em outro país”, afirmou Santana ao Estadão. “Deputados que não exercem o mandato plenamente não podem custar milhões aos cofres públicos.”
Mas o descontentamento na base governista foi além. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), classificou a situação como “um absurdo e um escárnio”, afirmando que há “um acordão para blindar os bolsonaristas”.
Cassações paradas
Os processos contra Zambelli e Eduardo Bolsonaro seguem travados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não julgou o pedido de perda de mandato da deputada, e o Conselho de Ética avalia o caso de Eduardo, cujo relator, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), pediu o arquivamento.
Mesmo assim, Eduardo poderá perder o mandato em 2026 por excesso de faltas, caso continue sem registrar presença. De acordo com Lindbergh, há um “acordão” na Câmara para que Eduardo perca o mandato por ausências, em vez de ter seu processo analisado pelos colegas. Com a cassação por faltar a mais de um terço das sessões sem justificativa, ele continua elegível para o próximo ano e poderá se candidatar novamente, o que não ocorreria com o julgamento no Plenário.
Para um, ele “trabalhou mentalmente”. Outro disse que “queria estar na partilha” Dizendo não ser novidade “funcionário receber sem trabalhar em Tabira”, o odontólogo Marcílio Pires fez uso ontem da Tribuna Popular na Câmara de vereadores para tratar da polêmica folha salarial da Prefeitura, cujo nome aparece como Coordenador de Saúde Bucal. Em tom diferente do […]
Para um, ele “trabalhou mentalmente”. Outro disse que “queria estar na partilha”
Dizendo não ser novidade “funcionário receber sem trabalhar em Tabira”, o odontólogo Marcílio Pires fez uso ontem da Tribuna Popular na Câmara de vereadores para tratar da polêmica folha salarial da Prefeitura, cujo nome aparece como Coordenador de Saúde Bucal.
Em tom diferente do que disse na Rádio Cidade FM, Pires afirmou que no período atuou dando assessoria à administração com o cargo que tem de Coordenador Odontológico. “Nenhum governo pode prescindir de uma boa assessoria”. E continuou: “os vereadores estão corretos em fiscalizar, mas em Tabira tem servidor perto de se aposentar sem ter trabalhado”.
Ele completou afirmando que a partir de agora vai desenvolver o trabalho que o cargo impõe e quem vem atuando com orientações e não com equipamentos, e mais, que devolverá o dinheiro que recebeu desde que seja questionado judicialmente. Na Rádio Cidade, Marcílio afirmou que incomodado em receber sem trabalhar, tentou devolver o cargo ao Secretário Alan Dias e este não aceitou.
Edmundo Barros questionou dizendo: “Como é que Dr. Marcílio como coordenador em mais de um ano e não fez nenhuma reunião com os trabalhadores da área?” Ele lembrou que falando na Rádio Tabira FM, chegou a admitir que recebia o dinheiro e dividia com outros prestadores de serviço. E cobrou para Dr. Marcílio citar nomes de quem recebe sem trabalhar além dele, e está prestes a se aposentar.
Mas pior foi a reação de outros vereadores, pseudo fiscais do povo. O vereador Sebastião Ribeiro depois de iniciar criticando, soltou uma pérola. “Dr. Marcilio divide o dinheiro que recebe com quem quiser”. E até se colocou à disposição para participar da partilha também, esquecendo estar falando de dinheiro é público.
Sebastião Ribeiro e Aristóteles Monteiro
O petista Aristóteles Monteiro seguiu na mesma linha: “Dr. Marcílio pode não ter trabalhado fisicamente, mas trabalhou mentalmente”. Como, se ele mesmo admitiu não ter trabalhado durante entrevista a duas emissoras de Rádio?
O Presidente Marcos Crente disse que o Poder Legislativo precisa passar a limpo a afirmação de Dr. Marcílio, de que tem gente quase se aposentando, sem nunca ter trabalhado.
Oposição cobra anulação de eleições e CPI após revelações de Paulo Marinho Em resposta às acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse haver interesse político da parte do suplente. “Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz a nota divulgada pelo gabinete do […]
Oposição cobra anulação de eleições e CPI após revelações de Paulo Marinho
Em resposta às acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse haver interesse político da parte do suplente.
“Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz a nota divulgada pelo gabinete do senador neste domingo (17).
Segundo a nota, Marinho tem interesse em prejudicar Flávio porque é seu sucessor no Senado, caso o senador seja afastado do cargo.
De acordo com Marinho, que é presidente do PSDB no Rio e pré-candidato a prefeito, o filho do presidente Bolsonaro foi avisado pela Polícia Federal de que o assessor Fabrício Queiroz seria alvo de investigação na Operação Furna da Onça.
Próximo à família Bolsonaro, Queiroz era funcionário de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e é investigado por acusações de rachadinha e desvio de dinheiro público na Alerj.
Leia abaixo a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O desespero de Paulo Marinho causa um pouco de pena. Preferiu virar as costas a quem lhe estendeu a mão. Trocou a família Bolsonaro por Dória e Witzel, parece ter sido tomado pela ambição.
É fácil entender esse tipo de ataque ao lembrar que ele, Paulo Marinho, tem interesse em me prejudicar, já que seria meu substituto no Senado.
Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão. E por que somente agora inventa isso, às vésperas das eleições municipais em que ele se coloca como pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio, e não à época em que ele diz terem acontecido os fatos, dois anos atrás?
Sobre as estórias, não passam de invenção de alguém desesperado e sem votos.
Repercussão – Deputados federais e senadores de oposição e ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional reagiram às declarações do empresário Paulo Marinho em entrevista ao jornal Folha de São Paulo neste sábado com pedidos de investigação, impeachment e até cassação da chapa que elegeu o presidente e seu vice Mourão, pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) caso as denúncias do empresário sejam comprovadas.
“Se comprovadas as denúncias, o TSE pode anular as eleições de 2018 ele pode cassar a chapa Jair Bolsonaro e Mourão para que tenha novas eleições ainda em 2020”, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), do MBL (Movimento Brasil Livre). “As denúncias são gravíssimas.”
O adversário de Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais, Fernando Haddad (PT-SP), afirma que houve fraude. “Conforme suspeita, suplente de Flavio Bolsonaro confirma que PF alertou-o, entre o 1° é o 2° turno, de que Queiroz seria alvo de operação, que foi postergada para evitar desgaste ao clã durante as eleições. Isso se chama FRAUDE!”, escreveu no Twitter.
Por pura questão de politicagem, a prefeita de Tabira, Nicinha melo e o marido, có gestor Dinca Brandino embargaram a obra da Compesa que vai levar água a Araras e Brejinho, comunidades importantes que sofrem historicamente sem água. O Gerente Regional Igor Galindo foi notificado a responder em 24 horas sobre projeto e licenças da obra, […]
Por pura questão de politicagem, a prefeita de Tabira, Nicinha melo e o marido, có gestor Dinca Brandino embargaram a obra da Compesa que vai levar água a Araras e Brejinho, comunidades importantes que sofrem historicamente sem água.
O Gerente Regional Igor Galindo foi notificado a responder em 24 horas sobre projeto e licenças da obra, que já estava em execução pela COMPESA, sob pena de medidas judiciais e providências cabíveis.
A COMPESA respondeu que tudo atendia à legislação e encaminhou os documentos solicitados, tais quais projeto e as licenças. No pacote da documentação enviada, a Licença de Operação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, mais todo o projeto técnico e planta da obra.
Mas ainda assim, a prefeitura mandou embargar a obra. Poderia solicitar mais documentos, fazer recomendação, advertir, mas sem interromper obra tão importante para a população daquela área, que comemorava a perspectiva de chegada da água. Mas a prefeitura interrompeu o serviço alegando que a construção estava sendo tocada sem licença e sem projeto, mesmo com tudo devidamente apresentado.
Registre-se, a obra é tocada pelo Governo do Estado. A prefeita e Dinca não são aliados do governo. Votam em Miguel Coelho. A obra melhoraria a imagem do Governo que eles querem prejudicar. Caso sui generis em Pernambuco. É tão inacreditável que o blog disponibiliza a documentação apresentada pela COMPESA e o embargo pela prefeitura:
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