Cobrado, prefeito de Santa Terezinha promete receber aprovados em concurso
Por Nill Júnior
O Prefeito de Santa Terezinha, Delson Lustosa, adiou a reunião com os aprovados no concurso público promovido pela prefeitura e alvo de críticas justamente por não ser homologado ou convocar os classificados no certame.
É a segunda promessa do gestor do município, que foi questionado pelo “bolo” na comissão formada por aprovados em uma primeira reunião. Agora, garante Delson, se reunirá com a comissão nesta sexta-feira, dia 25.
O gestor também já foi cobrado pelo Ministério Público para fazer a homologação do certame mas até agora não tomou nenhuma atitude nesse sentido, segundo denunciam os concursados.
A expectativa é de que haja uma boa notícia. Ao menos a carta foi amigável. O gestor afirmou ter todo o interesse em receber a Comissão e conversar sobre a questão. Acrescentou que na data marcada não será possível recebê-los por motivo de força maior. A reunião acontece às 10h na sede da prefeitura.
Prezado Jornalista Nill Júnior, Em relação a matéria postada no seu blog sobre multa ao PSB de São José do Egito emitimos os seguintes comentários: 1-O PSB, mesmo respeitando a decisão da juíza local, entende que houve um erro grosseiro na sentença e na próxima segunda feira irá recorrer ao TRE/PE; 2-O PSB já apresentou […]
Em relação a matéria postada no seu blog sobre multa ao PSB de São José do Egito emitimos os seguintes comentários:
1-O PSB, mesmo respeitando a decisão da juíza local, entende que houve um erro grosseiro na sentença e na próxima segunda feira irá recorrer ao TRE/PE;
2-O PSB já apresentou defesa e espera que a referida Juiza na próxima segunda feira reavalie sua decisão;
3- O PSB entende que os adesivos veiculares são propaganda partidária, tendo em vista que apenas utilizam a expressão “PSB 40” sem fazer menção a nomes dos candidatos;
4- Por fim, é de lembrar que existem instâncias superiores para corrigir possíveis falhas da justiça local, por isso, acreditamos que essa decisão será modificada em breve.
Esta é a pergunta recorrente no meio político da cidade: com quem ficará o PSB de Solidão? O prefeito Djalma Alves tem esperanças de receber da direção estadual a sinalização para disputar a reeleição pela sigla do Governador Paulo Câmara. A ex-prefeita Cida Oliveira tem o controle da legenda, uma vez que o marido Jesus […]
Esta é a pergunta recorrente no meio político da cidade: com quem ficará o PSB de Solidão? O prefeito Djalma Alves tem esperanças de receber da direção estadual a sinalização para disputar a reeleição pela sigla do Governador Paulo Câmara.
A ex-prefeita Cida Oliveira tem o controle da legenda, uma vez que o marido Jesus é o Presidente. Notícias que chegaram a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta dão conta de que o prefeito Djalma Alves aproveitou sua ida ao Recife esta semana para participar do ‘Programa Criança Alfabetizada’ e visitou a direção estadual do partido para tratar do futuro do PSB em Solidão.
Uma coisa é certa na cidade: o caldeirão da política está fervendo depois da notícia de que Cida enfrentará o prefeito Djalma nas urnas. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Nesta quinta-feira, 23 de dezembro, representantes da Gestão do Municipal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, estiveram reunidos, para abordarem como será a realização do Censo Demográfico no ano de 2022, em Arcoverde. Na ocasião, estiveram presentes os secretários municipais Isaac Salles (Saúde) e Antônio Gibson Siqueira (Desenvolvimento Econômico); o coordenador […]
Nesta quinta-feira, 23 de dezembro, representantes da Gestão do Municipal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, estiveram reunidos, para abordarem como será a realização do Censo Demográfico no ano de 2022, em Arcoverde.
Na ocasião, estiveram presentes os secretários municipais Isaac Salles (Saúde) e Antônio Gibson Siqueira (Desenvolvimento Econômico); o coordenador de Comunicação da Prefeitura de Arcoverde, Manoel Milton; a secretária executiva de Educação, Zulmira Cavalcanti; o diretor de Apoio Comunitário, Gustavo Azevedo; o representante do IBGE no município, João Alexandre, e parte da sua equipe de trabalho.
A pauta do encontro foi sobre a parceria que o IBGE está propondo ao município, no intuito de ter mais eficiência no decorrer das etapas previstas para o Censo programado para o próximo ano, assim como concurso público que será anunciado brevemente, para que sejam contratados os agentes que farão a base da pesquisa de estimativa da população. Outras questões foram definidas em relação à comunicação do processo, para que a população fique ciente das visitas dos agentes e colabore com o que propõe a futura edição de dados demográficos do município.
Deputado pelo Piauí foi ministro da Saúde na gestão de Dilma Rousseff. Ele foi escolhido em uma votação interna da bancada peemedebista. Do G1 Em uma votação interna, a bancada do PMDB na Câmara escolheu nesta terça-feira (12) o deputado federal Marcelo Castro (PMDB-PI) como seu candidato oficial na disputa pela presidência da Casa. Por […]
O deputado Marcelo Castro quando era ministro da Saúde, em viagem oficial a Goiânia (Foto: Vanessa Martins/G1)
Deputado pelo Piauí foi ministro da Saúde na gestão de Dilma Rousseff.
Ele foi escolhido em uma votação interna da bancada peemedebista.
Do G1
Em uma votação interna, a bancada do PMDB na Câmara escolheu nesta terça-feira (12) o deputado federal Marcelo Castro (PMDB-PI) como seu candidato oficial na disputa pela presidência da Casa.
Por 28 votos a 18, Castro derrotou no segundo turno do pleito interno o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), que é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Se for eleito, farei uma administração com transparência, respeito à democracia, com a participação de todos, sem discriminar e sem excluir ninguém”, disse Castro, logo após a divulgação do resultado.
O deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), também do partido, já havia se lançado também como candidato avulso. Apesar de também ser do PMDB, ele não é o candidato oficial da bancada.
Ex-ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff, Castro já havia registrado oficialmente a sua candidatura avulsa e agora contará com o apoio formal da bancada peemedebista.
Diante da proliferação de candidaturas e para tentar chegar a um nome de consenso, a bancada decidiu buscar um acordo para evitar um racha no partido do presidente em exercício Michel Temer.
“O PMDB está unido para trabalhar, para conseguir o melhor para o nosso povo, para o nosso Brasil”, ressaltou Castro.
No primeiro turno da eleição interna, Castro obteve 17 votos, contra 11 obtidos por Serraglio e 11 recebidos por Carlos Marun (PMDB-MS). Fábio Ramalho tinha ficado com 7 votos. Para definir quem iria disputar o segundo turno com Castro, foi usado o critério de idade: Serraglio, por ser mais velho que Marun, acabou alçado do segundo turno.
Candidatos registrados – Em um balanço parcial, a eleição para a presidência da Câmara registrava, até as 12h desta terça-feira (12), 11 candidaturas oficiais de deputados interessados em concorrer à sucessão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O prazo para quem ainda quiser entrar no pleito é 12h desta quarta-feira (13), dia em que será realizada a eleição.
Veja quem são os deputados que já registraram as candidaturas:
– Carlos Gaguim (PTN-TO): administrador, tem 55 anos e também está no primeiro mandato. Foi vereador e deputado estadual no Tocantins. Governou o estado após a cassação do então governador Marcelo Miranda e do vice Paulo Sidnei pelo TSE, em 2009.
– Carlos Manato (SD-ES): médico, tem 58 anos e está no quarto mandato na Câmara. É o atual corregedor da Casa e já ocupou cargos de suplente na Mesa Diretora.
– Cristiane Brasil (PTB-RJ): advogada e filha do delator do mensalão Roberto Jefferson. Está no primeito mandato na Câmara.
–Evair Melo (PV-ES): administrador de empresas, estreou na Câmara na eleição de 2014. Atualmente, é um dos vice-líderes do PV na Casa.
– Fábio Ramalho (PMDB-MG): empresário, está no terceiro mandato consecutivo na Câmara. Ele já foi prefeito do município de Malacacheta (MG), entre 1997 e 2004.
– Fausto Pinato (PP-SP): advogado, tem 39 anos e está em seu primeiro mandato. Chegou a ser eleito relator do processo contra Cunha no Conselho de Ética, mas foi substituído.
–Fernando Giacobo (PR-PR):segundo vice-presidente da Câmara. Foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2002, pelo PPS, e reeleito em 2006, pelo PL (hoje PR). Nas últimas eleições, em 2014, teve 144 mil votos.
–Heráclito Fortes (PSB-PI):funcionário público, exerce o quinto mandato na Câmara. Ex-integrante do DEM, foi um dos principais opositores do governo Lula no Senado. Já comandou a prefeitura de Teresina.
–Luiza Erundina (PSOL-SP): assistente social, ela foi a primeira prefeita mulher da cidade de São Paulo. Erundina está no quinto mandato na Câmara dos Deputados.
– Marcelo Castro (PMDB-PI): médico, 66 anos, foi ministro da Saúde do governo da presidente afastada, Dilma Rousseff. Como deputado, está no quinto mandato.
– Rogério Rosso (PSD-DF): aliado de Cunha, foi presidente da comissão especial do impeachment na Câmara dos Deputados.
Planalto tenta evitar racha – O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira que o Palácio do Planalto está “trabalhando” para construir uma candidatura de consenso entre os partidos que integram a base aliada de Michel Temer na eleição que escolherá o novo presidente da Câmara. Homem de confiança do presidente em exercício, Padilha tem feito o mapeamento das candidaturas na eleição interna da casa legislativa.
Monitoramento do palácio identificou que, pelo menos, 12 integrantes de partidos alinhados ao governo pretendem entrar na corrida pelo comando da Câmara.
Esta é a primeira vez que um dos integrantes do Planalto revela abertamente que o governo tem atuado nos bastidores para evitar uma multiplicação de candidatos governistas na disputa pela sucessão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Até então, o discurso dentro do palácio era de que o governo não iria interferir diretamente na eleição interna da Câmara. Agora, com a iminência de, ao menos, 10 deputados aliados entrarem na corrida pelo comando da casa legislativa, Padilha admitiu que o Planalto pode conversar com líderes partidários para tentar convencê-los a apoiar um único candidato da base.
A votação que elegerá o novo presidente da Câmara está marcada ocorrer na tarde desta quarta-feira (13).
“O governo trabalha com a ideia de a base ter um candidato único. Nós estamos trabalhando para que se tenha um só candidato. A fórmula [de consenso], eles [deputados] têm o dobro de sabedoria que nós temos para construir. É possível construir [o consenso] e não tem porquê criarmos a possibilidade de ter qualquer arranhão na base. […] Não podemos correr riscos”, afirmou o ministro ao deixar um evento no Palácio do Planalto.
Responsável pela articulação política do Planalto com o Congresso Nacional, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ressaltou nesta terça que o Executivo “torce” pela redução no número de candidatos à presidência da Câmara dos Deputados.
“A tendência é ter mais de um [candidato a presidente da Câmara], pelo que estou vendo, mas a gente torce até o fim para ter uma redução no número de candidatos”, disse Geddel após participar de um evento em um dos anexos da sede do Executivo federal.
Petista ainda acredita que Nacional ouvirá o pedido de reconsideração do Diretório em Recife e manterá aliança com PSB O Senador Humberto Costa foi nosso convidado da Quarta com Live de hoje, no Instagram do blog e tratou de vários temas. No plano nacional, Costa criticou como tem feito o governo do Presidente Jair Bolsonaro. […]
Petista ainda acredita que Nacional ouvirá o pedido de reconsideração do Diretório em Recife e manterá aliança com PSB
O Senador Humberto Costa foi nosso convidado da Quarta com Live de hoje, no Instagram do blog e tratou de vários temas. No plano nacional, Costa criticou como tem feito o governo do Presidente Jair Bolsonaro.
Ele afirmou que é mais fácil fazer oposição ao atual governo que às gestões Temer e FHC “pelo conjunto de desmandos da gestão”, citando a gestão na crise da Covid-19. “O Brasil virou motivo de chacota no cenário internacional”.
Perguntado se já sofreu ameaças de bolsonaristas, disse que sim, acrescentando que já recebeu pedidos de perdão de vários deles para parar processos. “Não paro não, vou até o final”. Já sobre Impeachment, reconheceu que o presidente ainda não desidratou o suficiente para um processo. Tanto pela conjuntura política quanto pelos 25% a 30% de apoio. Ele se mostrou surpreso com o percentual de apoio de Bolsonaro, mesmo que 70% já condenem seu governo.
Humberto destacou a decisão do Facebook de desarticular uma série de contas, páginas, grupos e perfis ligados ao clã de Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (8). Também disse que vai ajudar a desmascarar o episódio das Fake News, como integrante da CPMI no Senado.
Sobre 2022, disse que o PT deve manter a defesa do presidente Lula, mas defendeu a candidatura de Fernando Haddad considerando que o próprio presidente Lula já sinalizou que não disputará.
Dilema com grupo de Marília Arraes: Humberto destacou a importância da aliança com PSB, PDT, PCdoB para eleição de Paulo Câmara e sua eleição . “Continuamos a achar que essa unidade na Frente Popular é importante pra gente fazer o estado progredir. Isso não é nenhum demérito a Marília Arraes que é uma companheira combativa, respeitada, que tem o respeito da bancada e do Diretório Nacional do PT”.
Ele afirmou que o PT nacional tem uma visão de candidatura própria e tem olhado para Marília por Recife. “Faltou combinar com o partido no Estado e município. 85% do Diretório municipal e 70% do estadual quer a continuidade da aliança. A nacional tomou a decisão antes da Estadual. Temos aposição do Diretório Nacional que diz que Marília é candidata. E temos o Diretório municipal que fez um recurso à nacional pedindo que ele reconsidere”.
Perguntado sobre como reagirá caso a nacional reafirme a candidatura, disse: “se ele decidir que vai ser uma candidatura própria, nós vamos ficar chateados, mas vamos sem dúvidas assumir essa candidatura dela. Humberto afirmou que não conversou com Gleisi Hoffman sobre a questão. “Hoje a candidatura de Marília existe, entendo perfeitamente a posição de Gleisi. Estamos otimistas de que o Diretório Nacional vai fazer uma revisão dessa decisão”.
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