Água da transposição chega a Taperoá a partir da Adutora do Pajeú
Por Nill Júnior
O município de Taperoá, no Cariri paraibano, começou a receber, nesta sexta-feira (8), as águas da Transposição do Rio São Francisco. O recurso chega à cidade por meio de uma adutora interligada ao sistema da Adutora do Pajeú, em Pernambuco.
A informação é do Blog do Bruno Lima em parceria com o Cariri em Ação.
A água já está sendo incorporada ao sistema de abastecimento da Cagepa e representa um importante reforço para a segurança hídrica do município.
A medida ocorre em um momento de preocupação com o baixo nível do Açude Manoel Marcionilo, principal manancial responsável pelo abastecimento da população.
Com a chegada das águas da Transposição, a expectativa é de maior estabilidade no fornecimento e redução dos impactos provocados pela estiagem. A iniciativa também deve contribuir para garantir mais segurança no abastecimento da população de Taperoá nos próximos meses.
A presidente em exercício da União dos Vereadores de Pernambuco, Lívia Januário, entregou ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife, João Campos, o convite para o Congresso Estadual de Vereadores da UVP, em Triunfo. O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de maio de 2026, na cidade sertaneja e […]
A presidente em exercício da União dos Vereadores de Pernambuco, Lívia Januário, entregou ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife, João Campos, o convite para o Congresso Estadual de Vereadores da UVP, em Triunfo.
O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de maio de 2026, na cidade sertaneja e deve reunir parlamentares municipais, autoridades políticas, especialistas e representantes de diversas regiões do estado.
João Campos confirmou presença no Congresso. O evento será uma importante vitrine para os principais nomes políticos do estado. Além de João, é esperada a presença da governadora Raquel Lyra, de Deputados, Senadores e uma penca de pré-candidatos às eleições desse ano.
A comitiva da UVP também contou com a participação do vereador Antonio Henrique, o Fiapo, do município de Sertânia; do vereador Diogo Lemos, de Bezerros; do assessor jurídico da entidade, Geraldo Cristóvão; e do assessor para assuntos institucionais, Tadeu Carvalho.
O Congresso da UVP terá como foco debates ligados ao fortalecimento do municipalismo, à gestão pública e aos desafios enfrentados pelas câmaras municipais em Pernambuco.
Da Folha de São Paulo Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber a ajuda do programa Bolsa Família no mês de julho graças ao aumento da renda do domicílio, segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social), responsável pela gestão da política. Com isso, o número de beneficiários da política caiu de […]
Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber a ajuda do programa Bolsa Família no mês de julho graças ao aumento da renda do domicílio, segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social), responsável pela gestão da política.
Com isso, o número de beneficiários da política caiu de 20,5 milhões em junho para 19,6 milhões neste mês. Trata-se da menor quantidade de famílias dentro do programa desde a reformulação implementada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em março de 2023.
Considerando o período em que ele foi chamado de Auxílio Brasil, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o número é o menor desde julho de 2022, quando havia 18,1 milhões de famílias contempladas, logo antes do aumento do benefício mínimo de R$ 400 para R$ 600.
A secretária nacional de Renda de Cidadania, Eliane Aquino, ressalta que a redução no número de famílias ocorre por razões positivas. Segundo ela, 536 mil famílias atingiram o prazo máximo de 24 meses sob a regra de proteção, que garante 50% do valor do benefício a famílias que ultrapassam o limite de renda para receber o Bolsa (R$ 218 por pessoa), mas ainda ganham abaixo de meio salário mínimo (R$ 759) por pessoa.
O dado indica que esses domicílios não só elevaram seus rendimentos a partir de outras fontes, mas conseguiram manter o ganho extra com alguma estabilidade, a ponto de não precisarem mais da ajuda do governo para sair da situação de pobreza.
Caso essa situação se reverta no futuro e a renda volte a ficar abaixo dos R$ 218 por pessoa, essas famílias têm retorno garantido ao programa, com prioridade na concessão.
Outras 385 mil famílias passaram a ter rendimentos superiores a meio salário mínimo por pessoa e tiveram o benefício cancelado, pois não preenchem os requisitos para ficar sob a regra de proteção. Ao todo, 921 mil famílias deixaram o programa devido ao aumento da renda domiciliar.
“É isso que a gente quer, mesmo. Que a população, em primeiro lugar, não tenha medo de assinar a carteira. A gente está rodando alguns estados e fazendo diálogos, principalmente com as mulheres do Bolsa. Ainda é muito forte na cabeça das pessoas achar que ‘se eu assinar a carteira eu perco o benefício’. A gente está trabalhando para desmistificar isso”, diz a secretária.
Outras 2,68 milhões de famílias ainda estão sob a regra de proteção e, caso mantenham a suas fontes de renda fora do programa, poderão ser desligadas no futuro.
Segundo ela, a divulgação da regra de proteção é uma “informação que precisa chegar na ponta”, para que os beneficiários tenham mais segurança para assumir postos formais de trabalho.
Nos últimos meses, o governo tem feito parcerias com empresas para tentar incentivar a contratação de beneficiários do Bolsa Família e pessoas registradas no CadÚnico. A avaliação no governo é que a iniciativa tem dado resultado.
Das 11,7 milhões de admissões registradas de janeiro a maio de 2025 no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), principal indicador do mercado formal, 2,01 milhões foram de beneficiários do Bolsa Família, segundo cruzamento de dados feito pelo MDS. Isso significa uma proporção de 17,1%.
Já os desligamentos de integrantes do programa somaram 1,4 milhão, o equivalente a 13,1% do total de 10,7 milhões de demissões no mesmo período.
Entre o público do Bolsa, o saldo de emprego formal está positivo em 606,4 mil, o que representa 57,7% do saldo geral do Caged (1,05 milhão). Segundo técnicos do governo, a participação maior no saldo do que nas admissões e demissões indica que a permanência dos beneficiários do programa no mercado de trabalho formal está sendo maior do que nos demais grupos neste momento.
Em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, empresários passaram a atribuir ao Bolsa Família as dificuldades de encontrar mão de obra disponível. O argumento é rejeitado pelo governo. “A gente precisa fazer uma reflexão realmente se o problema é a família do Bolsa Família ou se são as condições de trabalho. Que tipo de emprego está tendo no Brasil, principalmente para as mulheres?”, diz a secretária.
Ela reconhece, porém, que ainda há uma questão a ser melhor trabalhada: a elevada informalidade entre beneficiários do programa.
A professora do Insper Laura Müller Machado, colunista da Folha, avalia que o número de famílias que deixaram o Bolsa em julho é representativo, mas seria potencialmente maior caso houvesse um monitoramento mais próximo de famílias que estão, justamente, em situação de informalidade.
Segundo ela, as visitas domiciliares podem ajudar no acompanhamento e atualização da renda, mas os incentivos do programa também precisam de ajustes. Sob o desenho atual, o trabalhador formal acaba sofrendo uma espécie de punição no médio prazo, devido à saída do programa, enquanto os informais conseguem acumular o benefício e a remuneração do trabalho.
“Não é que o programa incentiva o não trabalho. Talvez não seja essa a intenção, mas ele incentiva a informalidade”, afirma Machado.
Para a especialista, seria importante prever um desenho que não transmita esse sinal de punição por encontrar um trabalho. “Quase um milhão de famílias saíram do programa, e que bom, precisa ser celebrado. Mas a família tem que sentir essa celebração. Então, em vez de retirar o benefício, ou reduzir à metade, poderia dar um prêmio a elas e fazer um acordo de saída mais suave”, diz.
Segundo ela, uma possibilidade seria oferecer aos beneficiários um bônus, financeiro ou não, para quem consegue emprego formal, além de uma redução mais gradual do valor do benefício. Hoje, o montante cai de 100% para 50% assim que há a colocação no trabalho com carteira assinada.
Em maio, o governo publicou uma portaria com mudanças na regra de proteção para restringir o acesso e reduzir a duração dos pagamentos. Agora, têm direito ao pagamento os beneficiários com renda entre R$ 218 e R$ 706 por pessoa – ou seja, o teto da regra de proteção não acompanha mais o salário mínimo. O prazo também caiu de 24 para 12 meses.
As novas regras foram aplicadas pela primeira vez no mês de julho. Segundo o MDS, 36 mil famílias preencheram as condições e foram colocadas sob a regra de proteção.
A saída de famílias do Bolsa não significa necessariamente a redução de alcance da política, já que o espaço no Orçamento pode ser usado para conceder novos benefícios a pessoas que estão em situação de pobreza e preenchem os requisitos, mas ainda não estão na folha de pagamento do programa.
Ainda assim, o desempenho de fato ajuda a reduzir a pressão sobre as despesas do governo. No início do ano, o Executivo negociou com o Congresso um corte de R$ 7,7 bilhões na reserva de recursos para o Bolsa em 2025, para acomodar o crescimento de outros gastos.
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Defesa Social (SDS), por meio da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística, nesta sexta-feira (5), Pernambuco registrou 16 meses consecutivos de redução nos homicídios e alcançou, em agosto, o melhor resultado da série histórica para crimes patrimoniais. De acordo com a SDS, as Mortes Violentas Intencionais (MVIs) caíram 6,5% […]
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Defesa Social (SDS), por meio da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística, nesta sexta-feira (5), Pernambuco registrou 16 meses consecutivos de redução nos homicídios e alcançou, em agosto, o melhor resultado da série histórica para crimes patrimoniais.
De acordo com a SDS, as Mortes Violentas Intencionais (MVIs) caíram 6,5% em agosto, com 258 registros contra 276 no mesmo mês de 2024. No acumulado de 2025, entre janeiro e agosto, a redução é de 11,1%: foram 2.123 casos este ano, ante 2.389 no ano passado.
Além dos homicídios, os Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) também diminuíram. Segundo os dados da SDS, agosto teve 3.111 ocorrências, o menor índice já registrado para o mês. Em 2024, haviam sido 3.687 casos, o que representa queda de 15,6%. No acumulado do ano, os CVPs passaram de 26.756 para 25.790 ocorrências, retração de 3,6%.
A governadora Raquel Lyra destacou que a marca de 16 meses seguidos de queda na violência reflete as ações de reforço na segurança. “São 16 meses consecutivos de redução da violência em Pernambuco, resultado que nos anima e nos motiva a seguir trabalhando firme para fortalecer ainda mais as forças de segurança do nosso Estado e, assim, preservar vidas e proteger a população”, afirmou.
O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, ressaltou que os investimentos têm sido ampliados. Segundo ele, a gestão estadual adquiriu novos equipamentos, ampliou recursos para inteligência, abriu concursos para mais de sete mil vagas e iniciou a construção de novas unidades policiais.
Violência contra a mulher No recorte da violência contra a mulher, a SDS informou que houve retração de 1,3% em agosto, com 5.225 registros contra 5.293 no ano anterior. A pasta destacou que a Patrulha Maria da Penha acompanha atualmente mulheres com Medidas Protetivas de Urgência, tendo realizado mais de 63 mil diligências entre 2024 e 2025. Somente neste ano, 3.802 mulheres ingressaram no programa, com mais de 20 mil atendimentos feitos.
A SDS reforçou ainda que denúncias e informações podem ser repassadas pelos números 190 (emergência), 181 ou 0800.081.5001 (disque-denúncia). A Ouvidoria Estadual da Mulher também está disponível pelo 0800.281.8187.
Nesta segunda-feira (22/09), acontece a quinta reunião do Fórum Permanente de Convivência Produtiva com as Secas, no Hotel Golden Tulip, em Boa Viagem, às 8h30. O encontro será marcado pela palestra “Modelagem visando a tomada de decisões agropecuárias em ambientes secos”, apresentada pelo pesquisador da CSIRO, a serviço da Austrália, Andrew Moore. Esta é a terceira edição do Fórum Permanente […]
Nesta segunda-feira (22/09), acontece a quinta reunião do Fórum Permanente de Convivência Produtiva com as Secas, no Hotel Golden Tulip, em Boa Viagem, às 8h30. O encontro será marcado pela palestra “Modelagem visando a tomada de decisões agropecuárias em ambientes secos”, apresentada pelo pesquisador da CSIRO, a serviço da Austrália, Andrew Moore.
Esta é a terceira edição do Fórum Permanente de Convivência Produtiva com as Secas. Criado em 2014 pelo Sebrae e pela Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), o evento é um espaço de debates que reúne especialistas do Brasil e do exterior, a fim de discutir à adaptação ou implantação de soluções permanentes para convivência produtiva na região semiárida, a exemplo do que ocorre em países como Estados Unidos, Austrália e Índia.
O evento é de grande importância para o Nordeste brasileiro, que passa pelo sexto ano consecutivos por longos períodos de estiagem. Segundo o presidente da Faepe, Pio Guerra, doze milhões de nordestinos sofrem as consequências dessa estiagem prolongada, 1.200 municípios já decretaram estado de emergência e mais de sete milhões de cabeças de gado desapareceram.
Em Pernambuco, são mais de um milhão e duzentas mil pessoas atingidas. Dados do IBGE apontam, ainda, uma redução de mais de 30%da área cultivada e cerca de 50% do Valor Bruto da Produção, se comparado a 2011. O Fórum é composto por 14 instituições empresariais.
É hoje O domingo é de eleições em todo o país. Em Pernambuco, olhares se voltam para os maiores centros e para importantes cidades sertanejas. No Recife, maior vitrine, olhares já se voltam para o segundo turno entre Geraldo Júlio e João Paulo. Em Petrolina, todos os prognósticos indicam vitória de Miguel Coelho. Em Caruaru, […]
O domingo é de eleições em todo o país. Em Pernambuco, olhares se voltam para os maiores centros e para importantes cidades sertanejas. No Recife, maior vitrine, olhares já se voltam para o segundo turno entre Geraldo Júlio e João Paulo.
Em Petrolina, todos os prognósticos indicam vitória de Miguel Coelho. Em Caruaru, emoção para saber quem vai ao segundo turno, se o Delegado Erick Lessa ou se Raquel Lira. Se conseguir ir ao segundo turno, o Delegado pode dar trabalho por ser o novo, contra nomes que estão há muito tempo se revezando no poder.
No Pajeú, é fácil cravar os pleitos tidos como mais equilibrados: São José do Egito (Romério x Evandro), Tuparetama (Dêva x Sávio), Flores (Soraya x Marconi), Quixaba (Jailson da Paixão x Tião de Gaudêncio), Santa Cruz da Baixa Verde (Dra Ildete x Tássio) e Iguaracy (Dessoles x Zeinha). Nessas cidades, atenção especial das autoridades e da militância para que tudo comece e termine bem. Quem agradece é a democracia.
Quem leva na Ingazeira?
Em Ingazeira, os dois blocos, de Mário Viana e Lino Morais cantam vitória. Os dois blocos, de Lino Morais e Mário Viana, dizem ter pesquisas internas favoráveis. Os dois blocos, de Mário Viana e Lino Morais garantem que fizeram os maiores eventos. Em Ingazeira, só um deles, Lino Morais ou Mário Viana, ganhará a eleição e assumirá a prefeitura. Naquela cadeirinha, só cabe um.
Ameaça
Circula em Tabira o vídeo de Zé Amaral, candidato a vice na chapa de Sebastião Dias em Tabira, ameaçando a candidata a vice na chapa de Nicinha de Dinca, Genedy Brito. Segundo o blog apurou o filho de Zé, Amaro, bateu no carro de Genedy e teria ouvido algo que soara como ameaça. No dia seguinte, Zé encontrou Genedy e a intimidou. Tudo lamentável.
Imprevisível
Mesmo com os prognósticos pró Nicinha, ninguém pode cravar o resultado em Tabira. Há quatro anos, Dinca era favorito e caiu do cavalo, perdendo para Sebastião Dias. Isso porque depois da última pesquisa Múltipla (Nicinha 37,7%; Sebastião 30,8% e Zé de Bira 16%), ninguém sabe como o eleitor de movimentou. Há quem acredite que votos de Zé migraram para Sebastião para evitar vitória de Dinca. Outros, que parte virou voto útil de Nicinha. Não dá para cravar nada também pelos indecisos, 12%, que podem migrar até para o socialista, cansados de um e de outro. Certeza: o vencedor não terá aceitação sequer de metade do eleitorado. Só não dá para culpar o instituto e o blog: mudar de voto sob essa alegação é cretinice política.
Tiro no pé
O calor do processo eleitoral cega e gera passos em falso, principalmente quando se fala de pesquisas no interior. Quem está atrás nunca aceita e descredencia o resultado, quando não tenta a todo custo evitar a divulgação de um segundo levantamento. Em 2012, o Múltipla havia cravado a eleição de Luciano Duque, mas a primeira pesquisa divulgada deu vantagem de Sebastião Oliveira. O Jurídico de Duque tentou impedir a divulgação da última pesquisa via liminar, mas não conseguiu. Melhor pra ele: o instituto cravou o resultado e ele pôde ser divulgado.
Tiro no pé 2
E um cenário tão apertado como o de São José do Egito, a coligação de Romério ingressou com liminar e conseguiu evitar a divulgação da pesquisa Múltipla desta semana. Instituto e Blog vão querer divulgar resultado mesmo após a eleição, para mostrar que, a se considerar o incrível resultado e impressionante variação e equilíbrio dos números entre o petista e Evandro, atestou que a eleição da Terra da Poesia será decidida nos detalhes. Também que não quis favorecer ou prejudicar um ou outro.
Estratégia abafa
Foi clara a estratégia dos vereadores que aprovaram aumento nos vencimentos do legislativo em Afogados da Ingazeira em uma verdadeira operação secreta: evitar que a questão vazasse para a imprensa e sociedade antes das eleições, causando desgaste aos que disputam a reeleição. Foi pior. A notícia na véspera fez com que muitos tivessem que se explicar. Ter debatido o tema com a sociedade teria sido mais republicano e menos desgastante.
Frase da semana :
“No próximo mandato, os vereadores receberão R$ 7.535,00, que corresponde à correção da inflação nos últimos quatro anos”. De um vereador à fonte do blog, que pediu sigilo, mas comprovou a conversa, revelando o aumento de salários para 2017 sem consulta à sociedade.
Você precisa fazer login para comentar.