Destaque, Notícias

Água da transposição chega a Taperoá a partir da Adutora do Pajeú

Por Nill Júnior

O município de Taperoá, no Cariri paraibano, começou a receber, nesta sexta-feira (8), as águas da Transposição do Rio São Francisco. O recurso chega à cidade por meio de uma adutora interligada ao sistema da Adutora do Pajeú, em Pernambuco.

A informação é do Blog do Bruno Lima em parceria com o Cariri em Ação.

A água já está sendo incorporada ao sistema de abastecimento da Cagepa e representa um importante reforço para a segurança hídrica do município.

A medida ocorre em um momento de preocupação com o baixo nível do Açude Manoel Marcionilo, principal manancial responsável pelo abastecimento da população.

Com a chegada das águas da Transposição, a expectativa é de maior estabilidade no fornecimento e redução dos impactos provocados pela estiagem. A iniciativa também deve contribuir para garantir mais segurança no abastecimento da população de Taperoá nos próximos meses.

Outras Notícias

Morre radialista com passagem pelas rádios de Tabira

por Anchieta Santos Jussara Menezes morreu, aos 31 anos, em Goiânia-GO, a jovem Jussara Menezes. Jussara fez uma cirurgia de redução de estômago e depois não se sentiu bem e teve que retornar para mesa de cirurgia, foi quando teve paradas cardíacas e acabou não resistindo e morreu. Atualmente Jussara prestava assessoria em moda na […]

por Anchieta Santos

Jussara Menezes morreu, aos 31 anos, em Goiânia-GO, a jovem Jussara Menezes. Jussara fez uma cirurgia de redução de estômago e depois não se sentiu bem e teve que retornar para mesa de cirurgia, foi quando teve paradas cardíacas e acabou não resistindo e morreu.

Atualmente Jussara prestava assessoria em moda na capital de Goiás, mas sua vida profissional teve início no período em que morou em Tabira e trabalhou como radialista nas Rádios Tabira FM e a extinta Nossa Terra FM.

O sepultamento de Jussara Menezes aconteceu na manhã desta terça-feira (24).

Pernambuco tem a maior rede de ensino integral do país, aponta MEC

Censo da Educação Básica indicou que o estado tem 62,5% dos alunos do ensino médio matriculados em escolas dessa modalidade, bem acima da média nacional, que é de 20,4% Pernambuco tem a maior rede de ensino em tempo integral do país. É o que revela o Censo da Educação Básica, divulgado nesta quinta-feira (9) pelo […]

Censo da Educação Básica indicou que o estado tem 62,5% dos alunos do ensino médio matriculados em escolas dessa modalidade, bem acima da média nacional, que é de 20,4%

Pernambuco tem a maior rede de ensino em tempo integral do país. É o que revela o Censo da Educação Básica, divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação.

Segundo o PSB, o resultado é um legado direto dos ex-governadores Eduardo Campos e Paulo Câmara.

Em Pernambuco, 62,5% dos alunos do ensino médio da rede pública de ensino estão matriculados em escolas em tempo integral, bem acima da média nacional, que é de 20,4%, e de estados mais ricos, como Paraná (4,4%) e Rio Grande do Sul (4,7%), que aparecem nas últimas colocações. Estão no topo da lista, juntamente com Pernambuco, outros três estados nordestinos: Paraíba (57,8%), Ceará (42,1%) e Sergipe (30,7%). Os dados do censo são referentes a 2022.

“Não posso deixar de mencionar o estado de Pernambuco, com mais de 62% dos estudantes do ensino médio frequentando escolas em tempo integral. É um avanço importante a ser destacado, juntamente com outros estados, como Paraíba, Ceará, Sergipe, caminhando fortemente no tempo de permanência do estudante na escola”, afirmou o diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Moreno, responsável pela apresentação dos dados em entrevista coletiva realizada em Brasília.

Guerra pelo Senado movimenta xadrez político em Pernambuco

A movimentação política no estado subiu de tom. O que antes eram conversas de bastidores, agora ganha contornos de estratégia pública. No seu comentário desta quinta-feira (19), para a Rádio Itapuama, o jornalista Nill Júnior destaca a “Guerra pelo Senado” que está redesenhando o xadrez político em Pernambuco. ​O cenário para as duas vagas do […]

A movimentação política no estado subiu de tom. O que antes eram conversas de bastidores, agora ganha contornos de estratégia pública.

No seu comentário desta quinta-feira (19), para a Rádio Itapuama, o jornalista Nill Júnior destaca a “Guerra pelo Senado” que está redesenhando o xadrez político em Pernambuco.

​O cenário para as duas vagas do Senado em 2026 é o verdadeiro motor das alianças atuais. Não se trata apenas de nomes, mas de sobrevivência de grupos políticos.

De um lado, o Palácio busca consolidar sua base; do outro, nomes de peso da oposição e até aliados ‘inquietos’ começam a medir forças.

Em Pernambuco, quem não se posiciona agora, corre o risco de sobrar na curva quando a janela fechar.

A pergunta não é apenas quem quer ser senador, mas quem está disposto a abrir mão de quê para chegar lá.

Operação força-tarefa prossegue em Arcoverde para evitar danos ocasionados por chuvas

A Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente da Prefeitura de Arcoverde continua em ritmo intenso com a operação força-tarefa, em pontos estratégicos da cidade. No intuito de evitar que outros prejuízos sejam causados à população, em virtude da temporada de fortes chuvas, as equipes de trabalho estão focando em medidas urgentes envolvendo ações de […]

A Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente da Prefeitura de Arcoverde continua em ritmo intenso com a operação força-tarefa, em pontos estratégicos da cidade. No intuito de evitar que outros prejuízos sejam causados à população, em virtude da temporada de fortes chuvas, as equipes de trabalho estão focando em medidas urgentes envolvendo ações de limpeza urbana.

Na manhã desta quinta-feira, 28 de março, com o auxílio de caçambas, além de retro-escavadeira e caminhão hidro-jato, a operação abrange especialmente as ruas: 29 de julho, 07 de julho, Amaro de Albuquerque Padilha e Frederico Barbosa, concluindo a ação na Cohab II.

“Nos últimos dias, estamos focando em medidas como a desobstrução e o conserto de galerias, além da reposição de calçamentos, reparos na iluminação pública e retirada de entulhos e metralhas, visando assim evitar transtornos comumente ocasionados pelas chuvas, como entupimentos e outros danos em diversas localidades de Arcoverde”, informou o secretário municipal de Serviços Públicos, Freed Gomes.

Políticos vivem expectativa de nova ‘lista do Janot’

Procuradores analisam delações da Odebrecht desde dezembro para embasar novas investigações ou inquéritos em curso; em março de 2015, Teori Zavascki autorizou investigação de 47 políticos. Do G1 Dois anos após o ministro Teori Zavascki autorizar a investigação de 47 parlamentares e ex-parlamentares de cinco partidos a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por supostos […]

Procuradores analisam delações da Odebrecht desde dezembro para embasar novas investigações ou inquéritos em curso; em março de 2015, Teori Zavascki autorizou investigação de 47 políticos.

Do G1

Dois anos após o ministro Teori Zavascki autorizar a investigação de 47 parlamentares e ex-parlamentares de cinco partidos a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por supostos crimes de corrupção relacionados à Operação Lava Jato, o mundo político vive a expectativa da chegada ao Supremo Tribunal Federal (STF) de novos pedidos de inquérito baseados nas delações de 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht.

Nos próximos dias, a PGR deve começar a apresentar à Justiça uma nova “lista do Janot”, como foi apelidado o conjunto de solicitações de inquéritos enviado em março de 2015 pelo procurador. Agora, deverão ser mais de 200 pedidos com base nas delações da Odebrecht. Para isso, cerca de 950 depoimentos dos 77 delatores vêm sendo analisados desde dezembro, quando os dirigentes e ex-dirigentes da empreiteira falaram aos procuradores que cuidam do caso.

Entre os pedidos, deverá haver solicitações de novas investigações, acréscimo de detalhes a inquéritos já em andamento e, até mesmo, a possibilidade de denúncias, com provas documentais já entregues pela empresa (entenda abaixo as fases de um processo criminal).

Junto com parte dos pedidos, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir o fim do sigilo sobre as delações, gravadas em vídeo. Outra parte ainda poderá continuar em segredo, se houver risco para as investigações futuras.

Somente parte do material ficará no Supremo Tribunal Federal – aquela que eventualmente se referir a ministros e parlamentares, que, devido à prerrogativa de foro por função (o chamado foro privilegiado), só podem ser processados no STF.

Uma outra parte será enviada a vários outros tribunais. Se houver trechos relativos a governadores, por exemplo, estes vão para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Tribunais de Justiça estaduais (TJs) ou tribunais regionais federais (TRFs) receberão eventuais revelações sobre prefeitos e deputados estaduais. Pessoas sem foro privilegiado são investigadas na primeira instância da Justiça.

Nem todas as declarações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht se relacionam à Petrobras. Por isso, parte do material será enviado para outros juízes, além de Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, em Curitiba, assim como para outros ministros do STF que não Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

Desde que foram prestados os depoimentos, em dezembro, o grupo de trabalho composto por dez procuradores que cuidam da Lava Jato têm trabalhado de forma ininterrupta na delação, inclusive durante o carnaval. A análise é considerada exaustiva porque envolve mapear a citação a cada político e separar os fatos ligados a cada um.

A nova “lista do Janot” deve ser mais extensa do que a primeira, apresentada em março de 2015. Estima-se que os delatores da Odebrecht tenham mencionado algo em torno de 200 políticos com e sem mandato atualmente.

Em 2015, o procurador-geral pediu – e o então relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki autorizou – inquéritos para investigar a participação de 47 políticos nos crimes apurados na operação.

À época, passaram à condição de investigados 22 deputados federais, 12 senadores, 12 ex-deputados e uma ex-governadora integrantes de cinco partidos.