Prefeito de Petrolina diz que ele e o secretário da Ammpla estavam recebendo ameaças de morte
Por Nill Júnior
Foto: Emerson Rocha / G1 Petrolina
Foto: Emerson Rocha / G1 Petrolina
G1/PE
Durante coletiva de imprensa realizada no início da tarde desta quarta-feira (11), sobre a tentativa de assassinato sofrida pelo secretário-executivo da Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (Ammpla), José Carlos Alves, o prefeito Miguel Coelho confirmou que ele, o secretário e outras pessoas envolvidas no processo de licitação que resultou na mudança da concessão do transporte público da cidade vinham sendo vítimas de ameaças de morte. Miguel Coelho lamentou o crime.
Segundo Miguel Coelho, por não acreditarem em uma ação violenta, ele e os demais ameaçados decidiram abrir mão de uma segurança especial. O prefeito afirmou que as provas das ameaças foram entregues à polícia.
De acordo com ele, após o atentado contra José Carlos todas as pessoas que tiveram participação no processo de licitação e na mudança da concessão do serviço de transporte vão ter a segurança reforçada.
Sobre o estado de saúde de José Carlos, que na manhã desta quarta (11) foi atingido por quatro tiros, três na cabeça, sendo dois de raspão, e um no tórax, Miguel disse que é estável.
O secretário passou por uma cirurgia em um hospital particular de Petrolina e está consciente. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Responsável pela investigação, o delegado Gregório Santos, segundo nota da polícia, só vai falar no final.
Notícia tem tamanho Se a imprensa no país sofre duros golpes e a tentativa de ataques à sua credibilidade, é certo dizer que, garantias constitucionais a parte, em alguns momentos ela dá mote para ser vidraça. Essa semana vimos o embaraço de parte do meio ao lidar com a notícia da semana: a operação da […]
Se a imprensa no país sofre duros golpes e a tentativa de ataques à sua credibilidade, é certo dizer que, garantias constitucionais a parte, em alguns momentos ela dá mote para ser vidraça.
Essa semana vimos o embaraço de parte do meio ao lidar com a notícia da semana: a operação da PF que buscou documentos em imóveis funcionais do Deputado Sebastião Oliveira, líder da oposição na Capital do Xaxado.
A informação ganhou manchetes dos principais portais e TVs do país, do UOL ao Jornal Nacional. Mas em alguns momentos era nítida a preocupação de passar rápido pela notícia, dar a manchete genérica, sem falar nos investigados, desconversar, pular, minimizar. Era perceptível o desconforto de alguns por conta da relação com o parlamentar.
Mas notícia tem tamanho, forma e conteúdo compatíveis com o impacto natural. Não pode ser menor ou maior. Não que seja fácil, mas é necessário obedecer esse critério.
Da mesma forma, explorar o episódio alardeando a cada minuto o nome do parlamentar, colocando-o como condenado sem direito ao contraditório, como também aconteceu, é deliberadamente conduta anti ética.
Oliveira ainda vai se pronunciar, tem direito ao contraditório e há de se aguardar os rumos da investigação. Nem absolver nem condenar. Noticiar, com o tamanho que o fato exige.
Infelizmente, esse tipo de relação contamina a relação com outros entes. Vemos isso com governos estaduais, prefeituras, por exemplo.
Não é crime para veículos de imprensa estabelecer parcerias para divulgação de informações institucionais, atendendo ao princípio da publicidade dos atos. Isso só não pode ser maior que o dever de informar. A pressão de parte dos gestores e auxiliares para interferir na linha editorial dos veículos é enorme. Resistir é obrigação do meio.
Mas a impressão é que parcerias viram decretos: “fica decretado que a partir desse ato que é proibido trazer qualquer informação que divirja da gestão. E revogam-se as disposições em contrário”. Esse ambiente é péssimo e pressiona quem tenta atender também à sociedade, divulgar as informações de órgãos de controle, não perder o direito de também confrontar, divergir, questionar.
Aqui não trata-se de falar sob o manto do puritanismo. Ele não existe no jornalismo, na política, na vida. Mas é nos fazendo respeitar que vamos ser cada vez mais fortes.
Na polêmica pressão do governo Nixon sobre o Washington Post, que descobriu documentos que provaram graves mentiras sobre a Guerra do Vietnã, pressionada, Kat Graham, dona do jornal, com o peso da pressão daquele império nos ombros, afirmou:
“A imprensa deve servir os governados, não os governantes.”
Tá sub?
Um profissional médico que atua no Hospital Regional Emília Câmara tem preocupação com a possível subnotificação de casos em Afogados. Ele diz que os testes rápidos, que já não são tão confiáveis, são feitos com oito dias dos sintomas. O ideal é a partir dos 15. “A pessoa pode estar com O vírus circulando pensando que não tem nada”.
Confia em Sebá
O Avante de Serra Talhada não tem dúvidas de que Sebastião Oliveira provará não ter nenhum envolvimento em desmandos apurados pela operação Outline, da PF. “Todas as dúvidas serão esclarecidas”, garante o presidente Leirson Magalhães. Sebá ainda não se manifestou.
Medo do futuro
O pneumologista tabirense Jandson Beniz viu o futuro. No Rio, quinze pessoas numa Upa com falta de ar e ele escolheu a quem entregar poucos respiradores, dentre outras imagens que nunca viu na vida. Hoje, se preocupa com o crescimento de suspeitos em 24 horas em São José do Egito. “Se não se cuidarem, posso ver de novo”.
Coisas do Brasil
José Aldenir Rodrigues de Carvalho que, com surto psicótico ameaçou meio mundo em Ingazeira e Afogados, não ficou internado no Hospital Ulisses Pernambucano. O psiquiatra afirmou que ele pode ser controlado com medicamentos. Nem é normal o suficiente para ficar preso nem louco o suficiente pra ficar internado.
Significa?
O ex-prefeito Totonho Valadares ainda se coloca como pré-candidato, mas sinalizou que pode não ser o cabeça de chapa. “Se o povo não me quiser, o que fazer?” Pra uns, o sinal de que ele teria ciência de que Alessandro Palmeira, quando identificado como o nome de Patriota, teria vantagem em pesquisa.
Pesquisa prova dos nove
Em reunião com Djalma das Almofadas, Aristóteles Monteiro e Flávio Marques, Carlos Veras voltou a garantir que uma pesquisa definirá o nome governista. Isso aumenta a esperança dos dois primeiros, que reclamavam que Flávio já era colocado como “O ungido”.
#politicomalexemplo
Bolsonaro ameaçou mas não fez o churrasco. Pois em São José do Egito, o vereador Albérico Thiago foi acusado de fazer o contrário: não ameaçou e fez a farra, para espanto das autoridades em saúde do município.
Frase da semana:
“A humanidade não para de morrer, sempre houve tortura, Stalin, Hitler, quantas mortes? Não quero arrastar um cemitério nas minhas costas”.
Da Secretária Especial de Cultura, Regina Duarte, minimizando as mortes na ditadura militar no Brasil.
Do G1 O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, a pedido do Ministério Público Federal, a abertura de inquérito para investigar os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Edinho Silva (Comunicação Social), além do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Edinho Silva e Aloysio Nunes negaram as acusações; […]
O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, a pedido do Ministério Público Federal, a abertura de inquérito para investigar os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Edinho Silva (Comunicação Social), além do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Edinho Silva e Aloysio Nunes negaram as acusações; Mercadante não se manifestou.
Na delação premiada, o empresário Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, disse que fez repasses milionários para as campanhas eleitorais de Mercadante e de Aloysio Nunes, e também para a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, da qual Edinho Silva foi tesoureiro.
Pessoa assinou acordo de delação premiada, no âmbito da Operação Lava Jato, em 13 de maio. O acordo foi feito em Brasília porque Ricardo Pessoa citou pessoas com foro privilegiado.
Senadores, deputados e ministros de Estado têm foro privilegiado no STF. Por isso, o procurador-geral precisa pedir à Corte autorização para a abertura de inquérito.
Doações: De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral(TSE), a UTC doou R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma Rousseff. Para Mercadante, Pessoa disse que doou R$ 500 mil em 2010, quando ele era candidato ao governo de São Paulo. Para o senador Aloysio Nunes Ferreirra, o empresário disse ter doado R$ 300 mil de forma oficial e R$ 200 mil em dinheiro vivo, sem declaração.
Grupo procurou Delegacia para prestar queixa Candidatos que iriam se submeter ao exame seletivo para a Secretaria de Saúde de Serra Talhada, para diversos cargos, foram informados na entrada do prédio aonde seriam aplicadas as provas que o exame seletivo teria sido cancelado. A situação, sem comunicado prévio, gerou revolta dos candidatos. Segundo o PE […]
Candidatos fazem fila na Delegacia de Serra Talhada: reclamam desinformação
Grupo procurou Delegacia para prestar queixa
Candidatos que iriam se submeter ao exame seletivo para a Secretaria de Saúde de Serra Talhada, para diversos cargos, foram informados na entrada do prédio aonde seriam aplicadas as provas que o exame seletivo teria sido cancelado. A situação, sem comunicado prévio, gerou revolta dos candidatos.
Segundo o PE Notícias, candidatos dos estados da Bahia, Ceará, Alagoas e de outras cidades do Estado estão neste momento na Delegacia de Polícia prestando queixa. A alegação claro, de que não foram informados do cancelamento das provas com a devida antecedência, sendo pegos de surpresa.
Dizem os candidatos que souberam somente esta manhã apenas através de redes sociais. Nenhum comunicado foi feito por jornais de circulação ou outro mecanismo que fizesse a informação chegar a todos. Houve também muitas informações desencontradas e muito boca a boca. Reclamam falta de um Edital de Cancelamento.
Muitos candidatos se queixam que tiveram despesas de viagem e que retornariam aos seus estados ainda no dia de hoje. Eles disseram ter ouvido de um representante, não sabem se do município, que as provas seriam aplicadas neste domingo (14).
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, afirmou nesta sexta-feira (13) que o Governo de Pernambuco está organizando uma agenda institucional que deve contemplar municípios do Sertão do Pajeú, incluindo Tabira. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Erbimael Andrade, no programa Rádio Verdade, da Gazeta FM, em São José do Egito. Segundo o gestor, […]
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, afirmou nesta sexta-feira (13) que o Governo de Pernambuco está organizando uma agenda institucional que deve contemplar municípios do Sertão do Pajeú, incluindo Tabira. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Erbimael Andrade, no programa Rádio Verdade, da Gazeta FM, em São José do Egito.
Segundo o gestor, a informação foi repassada pela Casa Civil do Estado. De acordo com ele, a programação em construção envolve as cidades de Tabira, São José do Egito e Santa Terezinha, dentro de uma agenda regional.
“O que a gente recebeu da Casa Civil é que uma programação está sendo construída para a região, inclusive envolvendo Tabira, São José do Egito e Santa Terezinha”, afirmou.
Flávio Marques acrescentou que a expectativa é de que a visita da governadora ocorra após o Carnaval. “A Casa Civil também diz que, pós-Carnaval, ainda no mês de fevereiro ou março, a gente poderia contar com essa presença aqui da governadora”, declarou.
Até o momento, o Governo do Estado não divulgou oficialmente a data da agenda nos municípios citados.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (04) o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, a passar o Natal na casa dos pais, na cidade de Buriti Alegre, em Goiás. Barroso determinou que Delúbio se ausente do Distrito Federal (DF), onde cumpre prisão domiciliar, no período de 24 a 30 […]
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (04) o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, a passar o Natal na casa dos pais, na cidade de Buriti Alegre, em Goiás.
Barroso determinou que Delúbio se ausente do Distrito Federal (DF), onde cumpre prisão domiciliar, no período de 24 a 30 de dezembro. O ex-tesoureiro foi condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão do PT, a seis anos e oito meses pelo crime de corrupção ativa.
Delúbio Soares, que cumpre pena no regime aberto, teve a progressão do regime deferida por Barroso no fim de setembro, por já ter cumprido um sexto da pena e em razão do bom comportamento no Complexo Penitenciário da Papuda. Na época, o ministro autorizou a conversão em prisão domiciliar por não existir Casa de Albergado no Distrito Federal.
Na mesma decisão, Luís Roberto Barroso indeferiu pedido de Delúbio para viajar a São Paulo, entre 8 e 13 de dezembro. Ele iria à sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), onde presta assessoria aos sindicatos filiados à central.
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