Sem alarde, tramita no Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco um procedimento interno para apurar denúncia recebida contra a atual gestão do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (CREMEPE).
Segundo uma fonte do Blog, a denúncia veio acompanhada de documentos internos do órgão de fiscalização profissional e questiona atos de gestão do órgão, relativos a compras, diárias, verbas de representação e suposta falta de transparência.
Recebida no MPF, a denúncia foi autuada como procedimento interno e classificada como sigilosa, por despacho do procurador-chefe do MPF em Pernambuco, segundo a fonte.
No momento, o procedimento está sendo analisado pelo procurador Cláudio Dias, da Procuradoria da República em Pernambuco.
“Requeremos a abertura de investigação por possível improbidade administrativa, pelas irregularidades apontadas, que não foram objeto de quaisquer correções pela atual gestão do Conselho Regional de Medicina, em grave violação dos princípios da transparência, da moralidade e da eficiência”, constou de trecho da denúncia, segundo a fonte.
O CREMEPE é uma autarquia federal que recebe delegação legal para fiscalizar a medicina. Sua diretoria é, por lei, escolhida em eleição direta pelos profissionais fiscalizados.
Pré-candidata à reeleição, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, tem a missão de trabalhar sua articulação política e ainda ser gestora do maior município da região. Nas últimas horas, teve notícia boa e notícia ruim para seu governo, ligadas a uma auditoria do TCE e à solução para um problema que aflige área estratégica […]
Pré-candidata à reeleição, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, tem a missão de trabalhar sua articulação política e ainda ser gestora do maior município da região.
Nas últimas horas, teve notícia boa e notícia ruim para seu governo, ligadas a uma auditoria do TCE e à solução para um problema que aflige área estratégica do município.
Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias, da Cultura FM.
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Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato. João esteve no […]
Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato.
João esteve no evento, realizado no Clube Português, no Recife, acompanhado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) e da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT).
“O encontro reuniu lideranças, militantes e representantes de movimentos sociais para reafirmar a unidade do campo progressista em Pernambuco e no apoio à reeleição do presidente Lula (PT)”, diz em nota.
Durante a plenária, João Campos exaltou a atuação de Teresa no Senado e destacou a trajetória da parlamentar em defesa da educação, da democracia e da classe trabalhadora. “Queria todo estado do Brasil ter uma senadora do tamanho, da dimensão e do perfil de Teresa Leitão. Ninguém aqui tem dúvida sobre como Teresa vota, de como ela se posiciona. Reconhecer o trabalho de Teresa é uma obrigação de quem admira e respeita a política, de quem valoriza a educação, o SUS, a participação feminina na política, de quem defende a democracia e a classe trabalhadora”, afirmou.
João também defendeu a “unidade do time de Lula” para levar Pernambuco a um outro momento. “Nós vamos voltar a investir em educação, abrir escolas técnicas, expandir a educação integral, valorizar os trabalhadores da educação e poder fazer com que as coisas aconteçam de verdade. Todo mundo que está comigo está com Carlos Costa, com Humberto, com Marília. Esse time está unido de ponta a ponta”, complementou.
Já Teresa argumentou que, para além da prestação de contas de seu mandato, a plenária também representou a reafirmação de seu posicionamento nas eleições deste ano. “Esta plenária tem cor, tem cara, tem CPF, tem identidade e tem posição política, que é eleger Humberto, que é eleger Marília, que é eleger João Campos e contribuir de forma decisiva com o presidente Lula em todos os estados. É preciso que a gente mostre a força dessa unidade política aqui em Pernambuco”, disse a senadora.
No mesmo sentido, Humberto Costa destacou a necessidade de construção de palanques unificados nos estados para fortalecer a campanha de reeleição de Lula. Segundo ele, Pernambuco apresenta uma chapa “com história, unidade política e compromisso” com as transformações realizadas pelo Governo Federal. “Com João, a gente tem que dizer que Pernambuco pode muito mais, para fazer aquilo que foi feito no Recife de uma forma muito mais ampla. Com Carlos Costa, que vem de uma família que sempre esteve ao nosso lado. E com a companheira Marília, que será a segunda mulher senadora de Pernambuco”, afirmou.
Marília Arraes, por sua vez, classificou o mandato de Teresa Leitão como “extremamente necessário” e defendeu a formação de uma bancada alinhada ao campo progressista no Senado. “Aqui a gente forma um time que tem lado, que não fica em cima do muro. Pernambuco, pela primeira vez, vai ter três senadores lulistas, progressistas, de esquerda, da base popular”, declarou.
O presidente da Amupe, José Patriota esteve reunido na manhã desta quarta-feira (30) com o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua para discutir soluções para os bloqueios no Estado. O último levantamento da Amupe demonstra que 115 municípios já decretaram estado de emergência por causa do desabastecimento do combustível. O Comitê de Gerenciamento de […]
O presidente da Amupe, José Patriota esteve reunido na manhã desta quarta-feira (30) com o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua para discutir soluções para os bloqueios no Estado.
O último levantamento da Amupe demonstra que 115 municípios já decretaram estado de emergência por causa do desabastecimento do combustível. O Comitê de Gerenciamento de Crise, composto pela Amupe, Governo Estadual, através da Seplag, Polícia Militar e Exército, tem tentado viabilizar a ida de caminhões com combustível para municípios de diversas regiões, mas alguns ainda enfrentam bloqueios pelo caminho.
O momento é de expectativa acompanhando a chegada desses caminhões no interior. O Comitê continua acompanhando os bloqueios ainda existentes. Colaboram nas atividades do GT a prefeita de São Bento do Una, Débora Almeida, a prefeita de Surubim, Ana Célia, vice-presidente da Amupe e o prefeito Mário Mota, de Riacho das Almas.
A Coligação Pernambuco Vai Mais Longe (PTB, PDT, PT, PRB, PSC e PTdoB) vem a público reafirmar o compromisso assumido com a sociedade pernambucana de manter suspensas as atividades da campanha majoritária até terça-feira (19), em respeito à memória do ex-governador Eduardo Campos e das demais vítimas do trágico acidente que enlutou o Brasil. A […]
A Coligação Pernambuco Vai Mais Longe (PTB, PDT, PT, PRB, PSC e PTdoB) vem a público reafirmar o compromisso assumido com a sociedade pernambucana de manter suspensas as atividades da campanha majoritária até terça-feira (19), em respeito à memória do ex-governador Eduardo Campos e das demais vítimas do trágico acidente que enlutou o Brasil.
A decisão tomada pelos candidatos ao governo, Armando Monteiro, a vice-governador, Paulo Rubem Santiago, e ao Senado, João Paulo, de suspender as atividades pelo período de sete dias, continua mantida, independentemente da movimentação da coligação adversária.
Somente a partir desta quarta-feira (20), as agendas de Armando, Paulo Rubem e João Paulo voltam à normalidade, bem como a distribuição de material publicitário, a circulação de carro de som, o trabalho da militância nas ruas e as atividades nos comitês.
Quatro processos contra Lula estavam com Gonzaga porque chegaram ao tribunal antes de Barroso ser sorteado relator do caso Da Folha PE O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a redistribuir os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estavam com o ministro Admar Gonzaga para o colega Luís Roberto Barroso, relator do […]
Quatro processos contra Lula estavam com Gonzaga porque chegaram ao tribunal antes de Barroso ser sorteado relator do caso
Da Folha PE
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a redistribuir os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estavam com o ministro Admar Gonzaga para o colega Luís Roberto Barroso, relator do caso do petista na corte. Quatro processos contra Lula estavam com Gonzaga porque chegaram ao tribunal antes de Barroso ser sorteado relator do caso.
Desses, dois já estão no gabinete do magistrado. Na noite de quinta (16), a presidente Rosa Weber definiu Barroso como relator do pedido de registro de candidatura de Lula. Agora, caberá a ele analisar as contestações.
Após a decisão de Rosa Weber sobre a permanência do processo sobre o pedido de registro de candidatura do ex-presidente, as impugnações contra a candidatura foram distribuídas eletronicamente para Gonzaga.
A controvérsia sobre quem deveria relatar o registro e a impugnações contra Lula começou na quarta-feira (15). Poucas horas depois de o PT entrar com o pedido de registro da candidatura Presidência da República, o Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou uma impugnação (questionamento), argumentando que o ex-presidente não é elegível, de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa. O registro foi distribuído para o ministro Barroso, que teve o nome confirmado por Rosa Weber.
Outras duas impugnações, movidas pelos candidatos a deputado federal Alexandre Frota (PSL) e Kim Kataguiri (DEM), também foram protocoladas, mas antes de o pedido de registro de Lula ter sido incluído no sistema do TSE. Assim, tais questionamentos acabaram sendo distribuídos a outro relator, o ministro Admar Gonzaga.
Lula está preso desde 7 de abril, na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, por causa de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do caso do tríplex do Guarujá (SP).
Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE. O pedido funciona como o primeiro passo para que a Justiça Eleitoral analise o caso.
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