O prefeito de Ouro Velho, no Cariri Paraibano, Dr. Augusto Valadares, foi um dos homenageados da Revista Tribuna, em evento realizado na capital João Pessoa.
A revista que está completando 23 anos de circulação e homenageou o jovem prefeito em reconhecimento ao trabalho que está sendo desenvolvido em Ouro Velho.
Augusto está no primeiro ano de gestão. A solenidade contou com a presença de várias autoridades Paraibanas.
Na noite do sábado (11) Augusto esteve em Monteiro recebendo o “Prêmio Prefeito Referência 2021” promovido pelo site Cariri em Ação, do jornalista Marivaldo Alcântara.
Arcoverde chegou a 342 casos confirmados; Sertânia, a 168. A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, nesta quarta-feira (8), até às 17 horas, foi confirmado um novo caso de Covid-19. O boletim diário, portanto, fica com vinte e sete (27) suspeitos, seiscentos e quatro (604) descartados, trezentos e quarenta dois (342) confirmados, vinte e […]
Arcoverde chegou a 342 casos confirmados; Sertânia, a 168.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, nesta quarta-feira (8), até às 17 horas, foi confirmado um novo caso de Covid-19. O boletim diário, portanto, fica com vinte e sete (27) suspeitos, seiscentos e quatro (604) descartados, trezentos e quarenta dois (342) confirmados, vinte e três (23) óbitos e cento e cinquenta e seis (178) recuperados.
Vale lembrar, que dentro dos 342 confirmados, estão contabilizados os 23 óbitos e 178 curados. No total, a cidade tem dois (02) pacientes em UTI e cinco (05) em enfermaria.
No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, não há paciente de Arcoverde na UTI e na enfermaria. No Hospital de Campanha há cinco (05) internados. No Hospital Memorial Arcoverde há dois (02) pacientes na UTI.
As barreiras da entrada da cidade abordaram 797 carros de fora. Em Pernambuco, foram confirmados 1.453 novos casos e 89 mortes, totalizando 67.604 positivos e 5.293 óbitos.
A Secretaria de Saúde de Sertânia informa, nesta quarta-feira (8), que dois caso foram confirmados para Covid-19 no município: um por teste rápido e outro com exame realizado no LACEN-PE, esse último estava em investigação.
Quatro casos foram descartados, com realização de testes rápidos.
O boletim traz, ainda, a entrada de mais seis casos em investigação e a recuperação de três pacientes.
Portanto, o boletim epidemiológico conta com: 168 casos confirmados, 142 recuperados, 10 em investigação e 4 óbitos.
Por André Luis O comentarista político Josival Pereira levantou questões importantes sobre a situação financeira das prefeituras na Paraíba, destacando a aparente contradição entre a alegada crise financeira e os números reais das receitas e despesas municipais. Em seu comentário na TV Tambaú, Pereira questionou o fechamento de prefeituras e a interrupção de serviços públicos […]
O comentarista político Josival Pereira levantou questões importantes sobre a situação financeira das prefeituras na Paraíba, destacando a aparente contradição entre a alegada crise financeira e os números reais das receitas e despesas municipais. Em seu comentário na TV Tambaú, Pereira questionou o fechamento de prefeituras e a interrupção de serviços públicos em meio às alegações de crise.
Pereira chamou atenção para o argumento frequente dos prefeitos, que apontam a crise econômica como a causa das dificuldades financeiras. Ele mencionou dados da Confederação Nacional dos Municípios que indicam que 51% dos municípios do país estão no vermelho, enfrentando problemas financeiros. Na Paraíba, de acordo com um levantamento do Tribunal de Contas, 41% das prefeituras estão quebradas.
O comentarista enfatizou que a questão crucial é identificar quem é o responsável por essa situação, questionando se os prefeitos podem responsabilizar exclusivamente a queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a retenção de recursos pelo governo federal. Ele apontou que, ao verificar informações da Confederação Municipal dos Municípios, é possível constatar que o FPM não caiu este ano, aumentando nos últimos dois meses e subindo até junho.
Josival Pereira prosseguiu indicando que, de acordo com os números, a receita total dos municípios cresceu 3%. O cerne do problema, segundo ele, é que as despesas aumentaram em 6% na Paraíba. Ele argumentou que, enquanto o FPM permaneceu praticamente inalterado, os prefeitos optaram por aumentar os gastos públicos, citando contratação de pessoal e compras sem controle como exemplos.
O comentarista ressaltou que a crise enfrentada pelas prefeituras é, na verdade, uma questão de gestão e não exclusivamente uma crise financeira. Ele apontou que os prefeitos precisam assumir a responsabilidade pela situação atual e considerar uma gestão mais eficiente dos recursos disponíveis.
“A crise é de gestão, não é uma crise financeira verdadeira, eles estão usando meias verdades”, destaca Josival.
Em sua análise, Pereira sugeriu que, em vez de protestar contra agentes externos, os prefeitos deveriam focar em resolver os problemas internos para superar as dificuldades financeiras. Ele também observou que o excesso de recursos durante a pandemia pode ter criado uma dependência financeira temporária, contribuindo para a atual crise de gestão.
O comentário de Josival Pereira lança luz sobre uma discussão relevante sobre as finanças municipais, enfatizando a importância da responsabilidade na administração pública e do uso eficiente dos recursos para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.
A secretária da mulher da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeita de Lagoa do Carro, Judite Botafogo, participou nesta quarta-feira (14) do 28º Fórum de Políticas Públicas para as Mulheres da Região do Semiárido: Agrestes Central e Meridional, promovido pela Secretaria da Mulher de Pernambuco, por videoconferência. As prefeitas e gestoras do Agreste discutiram […]
A secretária da mulher da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeita de Lagoa do Carro, Judite Botafogo, participou nesta quarta-feira (14) do 28º Fórum de Políticas Públicas para as Mulheres da Região do Semiárido: Agrestes Central e Meridional, promovido pela Secretaria da Mulher de Pernambuco, por videoconferência.
As prefeitas e gestoras do Agreste discutiram o tema “Gênero e Sociedade: Considerações sobre a Pluralidade das Políticas Públicas para as Mulheres”, sob a perspectiva dos princípios da promoção, proteção e respeito à cidadania das mulheres como condição indispensável para seu desenvolvimento individual e para a criação de uma sociedade livre considerando gênero, raça, etnia, classe, orientação sexual e liberdade religiosa.
A prefeita de Lagoa do Carro, Judite Botafogo, frisou a importância do fortalecimento da união entre as mulheres para a promoção da cidadania e equidade de gênero. “Fortalecer as políticas de respeito, promoção, desenvolvimento e garantia de cidadania para todas as mulheres, é um grande desafio, mas todas nós, unidas, já provamos que podemos”, enfatizou.
Judite reconheceu o avanço da representatividade feminina na política, em Pernambuco, nos últimos anos. “No meu primeiro mandato, em 1998, éramos apenas 12, hoje somos 35”. A secretária da Mulher da Amupe também reforçou à secretaria da Mulher de Pernambuco a importância da manutenção dos investimentos para garantir ainda mais avanços com a fomentação das políticas públicas.
O Tribunal de Contas de Pernambuco acompanha com preocupação os desdobramentos do Projeto de Lei nº 4.162/2019, que prorroga para até 2024 a obrigatoriedade dos municípios em adotar o uso de aterros sanitários para a disposição final de seus resíduos sólidos. O projeto foi aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado e aguarda tramitação […]
O Tribunal de Contas de Pernambuco acompanha com preocupação os desdobramentos do Projeto de Lei nº 4.162/2019, que prorroga para até 2024 a obrigatoriedade dos municípios em adotar o uso de aterros sanitários para a disposição final de seus resíduos sólidos. O projeto foi aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado e aguarda tramitação no Senado (PL nº 3261/2019) ainda este mês.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, previa inicialmente que a situação deveria estar normalizada até 2014, mas o compromisso não foi atendido pela maioria dos municípios que alegaram, principalmente, a falta de recursos e os altos custos para a implantação dos aterros. O assunto foi matéria de capa do Diario de Pernambuco, em edição publicada neste fim de semana.
A proposta a ser votada no Senado estabelece como primeiro prazo para que a disposição ambientalmente adequada dos rejeitos seja implementada até o final deste ano, exceto para cidades que possuam Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos ou Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
Assim, capitais e municípios localizados na região metropolitana terão até dois de agosto de 2021 para incorporar as mudanças. Já os que possuem população com mais de 100 mil habitantes, entre 50 e 100 mil e menos de 50 mil, terão até o dia dois de agosto dos anos de 2022, 2023 e 2024, respectivamente, para fazê-lo.
Para o gerente de Estudos e Auditorias Temáticas do TCE, Alfredo Montezuma, a nova Lei representa um retrocesso, uma vez que desestimula os gestores municipais que se empenharam em adotar as medidas socioambientais e acomoda aqueles que vêm resistindo e protelando a aderir às determinações da PNRS.
“A medida prorroga não apenas os prazos. As novas datas-limite permitirão a manutenção e até o agravamento da situação da poluição dos mananciais pelo chorume, intensificando e ampliando os problemas de saúde pública, com prejuízos ainda maiores para a questão social dos catadores”, concluiu.
O presidente do TCE, Dirceu Rodolfo, demonstrou preocupação com a alteração do dispositivo e classificou a iniciativa como “a prorrogação de algo improrrogável”. A procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, advertiu que a alteração traz riscos já que possui um dispositivo que permite o repasse de recursos federais a quem não esteja depositando corretamente os seus resíduos.
Atualmente, a Lei prevê que apenas os municípios que tenham cumprido os prazos e que deixaram de cometer crime ambiental podem ter acesso a esta verba.
Estudo – De acordo com levantamento atual do TCE houve uma nova evolução na quantidade de municípios que fazem o correto descarte do lixo em aterros sanitários. O número subiu de 92, em novembro de 2019, para 104 em janeiro deste ano.
Já o número de municípios que fazem o depósito irregular em lixões ou aterros controlados caiu de 92 para 80, segundo o levantamento.
A previsão para julho de 2020 é ainda mais otimista, quando se espera que 134 (73%) dos 184 municípios pernambucanos cumpram a determinação. “O avanço se deve em grande parte ao trabalho exaustivo do Tribunal de Contas para orientar os gestores municipais quanto às boas práticas que devem ser seguidas e ao monitoramento que realizamos para acompanhar o descarte do lixo pelos municípios, cujo resultado pode ser prejudicado com a concessão de novos prazos”, afirmou o auditor Pedro Teixeira, do Núcleo de Engenharia do TCE.
Os municípios que atendem às normas estão aptos a receber uma parcela do ICMs Socioambiental, cujo valor ajuda a cobrir as despesas com a operação e manutenção dos aterros.
Reação – De acordo com o presidente Dirceu Rodolfo, o Tribunal pretende continuar o trabalho educativo, orientando os gestores para as boas práticas que devem ser adotadas, mas pretende também atuar com mais rigor em suas auditorias, inclusive com a lavratura de autos de infração e aplicação de multas.
A partir de agora, quem não cumprir as determinações do TCE, que estabeleceu, através de Acórdãos, prazos para que alguns municípios apresentassem seus planos de ação visando à eliminação dos lixões, estará sujeito também às sanções administrativas cabíveis, além das previstas pela Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a sofrer ação por improbidade administrativa por renúncia de receita (ICMs Socioambiental), conforme previsto pela Lei nº 8.429/92 e pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
O Governo Municipal de Sertânia realizou investimentos no laboratório de análises clínicas do município. A Prefeitura adquiriu novos equipamentos, visando à modernização do ambiente e possibilitando mais agilidade na realização dos exames laboratoriais. Uma ação que garante maior eficiência no atendimento. O laboratório, que funciona no Hospital Maria Alice Gomes Lafayette, recebeu um aparelho bioquímico […]
O Governo Municipal de Sertânia realizou investimentos no laboratório de análises clínicas do município. A Prefeitura adquiriu novos equipamentos, visando à modernização do ambiente e possibilitando mais agilidade na realização dos exames laboratoriais. Uma ação que garante maior eficiência no atendimento.
O laboratório, que funciona no Hospital Maria Alice Gomes Lafayette, recebeu um aparelho bioquímico novo, com capacidade de analisar 160 amostras/hora, dependendo do tipo de averiguação.
Esse equipamento permitiu a redução no tempo de espera. Para se ter uma ideia, antes o cidadão aguardava em média 30 dias, após a marcação, para fazer o exame e receber o resultado. Hoje, os exames de rotina são feitos e entregues dentro de uma semana e os de emergência no mesmo dia. A celeridade contribui para que os pacientes não sofram com a espera e ajuda no tratamento correto.
Outro instrumento adquirido foi um deionizador de água, responsável por produzir água quimicamente pura. Sem essa ferramenta, a Prefeitura chegou a gastar, em 2019, R$ 16 mil com água deionizada. A aquisição permitiu uma economia e garantiu a mesma qualidade. Além dos aparelhos, o laboratório agora oferece novos exames, em especial de emergência, como de enzimas cardíacas, que são solicitados em caso de suspeita de infarto agudo do miocárdio.
O laboratório de Sertânia realiza 50 tipos exames, a exemplo de troponina, hemograma, sumário de urina, tuberculose e hanseníase. São feitas cerca de 6.000 investigações por mês. Uma demanda que chega das UBSFs, Centro de Saúde da Mulher e da Criança, NASF, unidades de referências e do próprio Hospital.
A equipe é composta por 12 profissionais, entre analistas e as pessoas responsáveis pela digitação, marcação e entrega de resultados. O Laboratório Municipal funciona de segunda à sexta-feira, das 7h às 22h, e com rotatividade dos trabalhadores nos fins de semana. Os serviços são oferecidos de forma gratuita aos usuários do SUS.
O farmacêutico/bioquímico, José Fábio Bezerra, responsável pelo Laboratório de Saúde Pública Municipal, falou sobre a satisfação com os investimentos realizados, “Uma grande conquista para o município, para a saúde de Sertânia. Vamos melhorar mais, porque novidades virão. Estamos trabalhando e organizando a equipe para darmos um suporte maior nessa parte de exames laboratoriais”.
As melhorias no laboratório municipal fazem parte de uma política de ações feitas na saúde de Sertânia, como a reforma de espaços do Hospital Maria Alice Gomes Lafayette, a exemplo do bloco cirúrgico e a sala de Raio X. A Prefeitura também construiu e reformou postos de saúde, como a UBSF do Ferro Novo/ Ferro Velho e do distrito de Henrique Dias. As revitalizações alcançaram, ainda, outros prédios da saúde, como o CAPS e CEO.
A gestão adquiriu um ônibus TFD e carros para atendimentos domiciliares. Já o material humano vai receber reforço após a realização do concurso público, realizado em 2019. O objetivo é elevar o quadro funcional da equipe de assistência de saúde.
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