Prefeito de Ouro Velho comemora Centro de Hemodiálise no Cariri
Por André Luis
Augusto Valadares participou de reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
O prefeito de Ouro Velho, no Cariri paraibano, Augusto Valadares (DEM), esteve participando de reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na manhã desta segunda-feira (17), na cidade de Monteiro.
O Ministro, que é paraibano, participou da testagem de Covid em crianças e anunciou mais de R$ 4 milhões de investimentos para atender despesas da Saúde na região do Cariri paraibano, através do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Cariri Ocidental (CISCO).
Marcelo Queiroga ainda confirmou a implantação do Centro de Hemodiálise para atender toda a região do Cariri paraibano.
Uma caravana de 15 prefeitos da região do Cariri marcaram presença durante visita do Ministro.
Foto: imagem meramente ilustrativa A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) suspendeu nesse fim de semana o fornecimento de energia aos prédios das Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Cohab e Juazeiro Grande e da Secretaria de Saúde. A informação é do blog do Alvinho Patriota. Em nota, a prefeitura informou que o motivo dos cortes […]
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) suspendeu nesse fim de semana o fornecimento de energia aos prédios das Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Cohab e Juazeiro Grande e da Secretaria de Saúde. A informação é do blog do Alvinho Patriota.
Em nota, a prefeitura informou que o motivo dos cortes foi “o atraso de contas referentes aos meses de novembro e dezembro de 2020”, na gestão passada.
Na sexta os funcionários da Saúde deram expediente, mesmo sem energia. O governo municipal está providenciando a quitação das contas para resolver as pendências no sentido de restabelecer o abastecimento elétrico.
Foto: Paulo Sérgio Alunos de várias modalidades da Escola de Música Maestro Israel Gomes, em Carnaíba, estão de volta à sala de aula a partir desta segunda-feira (9) Após praticamente oito meses sem ter aulas presenciais, aos poucos os alunos da Escola de Música Maestro Israel Gomes em Carnaíba estão retomando suas atividades. A retomada […]
Alunos de várias modalidades da Escola de Música Maestro Israel Gomes, em Carnaíba, estão de volta à sala de aula a partir desta segunda-feira (9)
Após praticamente oito meses sem ter aulas presenciais, aos poucos os alunos da Escola de Música Maestro Israel Gomes em Carnaíba estão retomando suas atividades. A retomada começou nesta segunda-feira (9) com as aulas de percussão e instrumento de sopro. Nesta terça-feira será a vez de os alunos de teclado e violão voltarem a frequentar a escola.
Estão sendo adotados todos os procedimentos de biossegurança contra a Covid-19.
Em dias e horários alternados e com número de alunos reduzidos por aula, as atividades serão retomadas nas seguintes modalidades: acordeão, violão, teclado, violino, viola, percussão, metais e instrumentos de madeira. O calendário com os dias e horários está disponível na própria escola de música.
Esse regresso às aulas presenciais fez a alegria de professores como Francisco Pereira, que ministra percussão. “A expectativa era muito grande. Para nós, que somos professores, o retorno foi bom demais porque interagimos presencialmente com os nossos alunos”, disse Sivuca, como é conhecido.
Antes dessa volta às aulas, alunos e professores passaram por testes para coronavírus. O aluno de acordeon Pablo Rhuan Simplício do Nascimento, 15 anos, não escondia o desejo de retornar a assistir aulas presencialmente.
“As aulas online tornaram-se um pouco cansativas. Não estávamos acostumados a elas”, revelou o futuro músico. “Não aguentava mais ficar enfurnado em casa”, complementou. Pablo, inclusive, faz parte da Orquestra Sanfônica de Carnaíba.
Por enquanto, as aulas de música que são ministradas no período da noite estão suspensas. Antes da retomada das atividades presenciais, os alunos eram atendidos pelos professores da Escola de Música Maestro Israel Gomes através de aulas online.
O empresário Carlos Brito chamou de “brincadeira” as postagens que tentaram lançar seu nome como candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira. Falando ao blog de Léo Galdino, disse que não é candidato a nenhum cargo público. “Não posso praticar uma atividade a qual não conheço, não tenho pretensões políticas. Fico muito lisonjeado com o […]
O empresário Carlos Brito chamou de “brincadeira” as postagens que tentaram lançar seu nome como candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira.
Falando ao blog de Léo Galdino, disse que não é candidato a nenhum cargo público.
“Não posso praticar uma atividade a qual não conheço, não tenho pretensões políticas. Fico muito lisonjeado com o carinho e atenção de muitos afogadenses quando sou abordado com esse assunto para perguntar e incentivar sobre política”.
E seguiu: “se eu tivesse as características e perfil político, com certeza enfrentaria. Sou do ramo da indústria”.
Carlos é apoiador do presidente Jair Bolsonaro e passou a ser sondado por grupos de direita. “Não participo de nenhum partido político, não participo de nenhum grupo político, nada alusivo a esse tema”.
De acordo informações da Compesa, a Barragem do Rosário, um dos principais reservatórios da região, que abastece as cidades de Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito tem hoje apenas 5 milhões de metros cúbicos. Isso representa apenas 11% de sua capacidade. Não bastasse o problema, pessoas que moram próximas à Barragem atestem que […]
De acordo informações da Compesa, a Barragem do Rosário, um dos principais reservatórios da região, que abastece as cidades de Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito tem hoje apenas 5 milhões de metros cúbicos.
Isso representa apenas 11% de sua capacidade. Não bastasse o problema, pessoas que moram próximas à Barragem atestem que é grande retirada de água através de carros pipa para socorrer comunidades em dificuldades.
Se não chover nos próximos meses o abastecimento das cidades pode ficar comprometido.
Valor foi pago por obra que nunca foi finalizada, tendo sido paralisada por conta do risco de desabamento Acatando pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal condenou a ex-prefeita de Pombos (PE), Cleide Jane Sudário, a seis anos de reclusão pelo desvio de R$ 1,2 milhão de verbas federais destinadas à construção de […]
Valor foi pago por obra que nunca foi finalizada, tendo sido paralisada por conta do risco de desabamento
Acatando pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal condenou a ex-prefeita de Pombos (PE), Cleide Jane Sudário, a seis anos de reclusão pelo desvio de R$ 1,2 milhão de verbas federais destinadas à construção de uma creche-escola no município. Além dela, foram condenados servidores públicos municipais e empresários participantes do esquema. O crime de peculato foi praticado entre 2010 e 2012, no âmbito do programa Proinfância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O esquema criminoso contou com o direcionamento da licitação para construção da creche em favor da empresa de engenharia Elipse Construção, por meio de um conjunto de exigências técnicas indevidas e de falta de transparência do procedimento, que sequer foi publicado no Diário Oficial da União e do Estado de Pernambuco. Desse modo, empresa e prefeitura entraram em conluio para superfaturar a obra, por meio do uso de materiais de baixa qualidade e metodologias inadequadas, desviando recursos do convênio em benefício de empresários e de agentes públicos envolvidos no esquema.
Relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU) obtidos pelo MPF mostraram que a empresa vencedora foi constituída apenas sete meses antes do anúncio do procedimento licitatório, e não detinha sequer capacidade técnica para executar o projeto nos termos do edital. As investigações apontaram que os sócios da empresa eram laranjas, pai e tio de Maria Salete de Santana, uma das condenadas no processo.
As obras foram executadas em total descumprimento das normas técnicas e especificações do projeto padrão fornecido pelo FNDE, com vícios estruturais que comprometiam a segurança do empreendimento, gerando inclusive riscos de desabamento. O local escolhido pela prefeitura não comportava a construção de uma creche-escola, estando a cinco metros do leito do rio Tapacurá, em área de proteção permanente e sujeita a inundações.
Por conta das irregularidades, a obra foi paralisada em 2012, não tendo cumprido sua finalidade pública, causando o prejuízo de R$ 1,2 milhão. Apesar de o empreendimento ter sido concluído em apenas 85% de sua estrutura, o pagamento foi realizado como se a obra tivesse sido totalmente finalizada. Os recursos foram liberados com base em relatórios técnicos alterados pela Elipse e atestados em sua integralidade pela Secretaria de Obras do município, orientados pela então prefeita.
Além de Cleide Jane, a Justiça condenou José Roberto da Silva e Maria Salete de Santana, os verdadeiros responsáveis pela empresa Elipse, José Euzébio Gomes Filho, responsável pela logística da construção, Wayne Fontenelle de Magalhães Cardoni, operador financeiro da empresa que utilizou um posto de gasolina para recebimento de parte dos pagamentos, bem como José Mário Barreto Coimbra, responsável técnico da obra, e Andrea Carla Bezerra de Araujo, secretária de infraestrutura do município. Eles obtiveram penas que variam de três a seis anos de reclusão, além da inabilitação para assumir cargos públicos pelo período de 5 anos. Cabe recurso da decisão.
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