Prefeito de Iguaracy discute demandas do município com o Governo de Pernambuco
Por André Luis
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, cumpriu agenda institucional nesta segunda-feira (26), no Recife, com reuniões no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco, para tratar de demandas prioritárias do município junto a órgãos estaduais.
Na Secretaria da Casa Civil, o gestor foi recebido pelo secretário executivo de Coordenação Estratégica, Yuri Coriolano. O encontro contou com a presença do chefe de gabinete da Prefeitura de Iguaracy, Júlio Veras. Na pauta, foram discutidas ações nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento rural, com foco na ampliação de parcerias entre o município e o Governo do Estado.
Ainda na capital pernambucana, o prefeito participou de reunião na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (Seduh-PE). Acompanhado novamente do chefe de gabinete, Pedro Alves foi recebido pela diretora de Obras, Rafaela Dantas. Durante a reunião, foram abordados projetos voltados à infraestrutura urbana, habitação e melhorias no saneamento.
Segundo o prefeito, as reuniões tiveram como objetivo buscar apoio institucional e técnico para a execução de ações consideradas prioritárias para o município. “Viemos buscar apoio para ações que tragam qualidade de vida para nossa população. A Seduh é uma aliada essencial nesse processo”, afirmou Pedro Alves.
A gestão municipal informou que seguirá mantendo diálogo com o Governo de Pernambuco para viabilizar projetos e investimentos voltados ao desenvolvimento de Iguaracy.
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) José Patriota, recebeu nesta terça-feira (24/08), na sede da Associação, a visita do Adido Militar de Israel, Oded Knaan, representante do governo israelita que tem por objetivo realizar missões diplomáticas junto ao Brasil. Os gestores conversaram sobre desenvolvimento regional, com foco na perspectiva da convivência com o […]
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) José Patriota, recebeu nesta terça-feira (24/08), na sede da Associação, a visita do Adido Militar de Israel, Oded Knaan, representante do governo israelita que tem por objetivo realizar missões diplomáticas junto ao Brasil.
Os gestores conversaram sobre desenvolvimento regional, com foco na perspectiva da convivência com o semiárido.
Do meio rural, José Patriota contextualizou a situação do semiárido nordestino, com pouca chuva e deficiência na gestão hídrica, atreladas às mudanças climáticas que causam transtornos como a desertificação do solo.
“Um terço do território pernambucano está localizado no semiárido, que precisa de um olhar diferenciado. Nos municípios pernambucanos há pontos em que o solo já está entrando em desertificação, se tornando infértil. E sem vida, não tem como plantar, não tem como sobreviver”, alertou o presidente da Amupe.
Segundo Patriota, a Amupe vai buscar acelerar parcerias com o governo de Israel a fim de viabilizar transferências de tecnologia de reúso de água, gestão de recursos hídricos, preservação do meio ambiente ou até pensar na implantação de um projeto de referência no tema, com missão ao país do Oriente Médio para troca de intercâmbio entre agricultores brasileiros e israelenses.
“Com experiências exitosas já comprovadas nestes ramos, a nossa expectativa junto ao governo de Israel é estreitar laços e viabilizar parcerias que minimizem os efeitos da seca e levem ainda mais desenvolvimento para os interiores do nosso Estado. Fui convidado para conhecer a embaixada do país, em Brasília, e iremos trabalhar para que, de modo rápido e promissor, possamos anunciar a parceria entre Amupe e governo de Israel”, completou Patriota.
Em entrevista ao Diario de Pernambuco, o deputado federal e presidente do PDT em Pernambuco, Wolney Queiroz, desmentiu as especulações de uma possível saída do partido e de que estaria dialogando com a deputada federal Marília Arraes (SD) para compor a chapa da parlamentar no estado. “Sei nem de onde partiu isso, ninguém falou comigo […]
Em entrevista ao Diario de Pernambuco, o deputado federal e presidente do PDT em Pernambuco, Wolney Queiroz, desmentiu as especulações de uma possível saída do partido e de que estaria dialogando com a deputada federal Marília Arraes (SD) para compor a chapa da parlamentar no estado.
“Sei nem de onde partiu isso, ninguém falou comigo a respeito”, disparou Wolney.
Em Pernambuco, o PDT buscava a vaga ao Senado na chapa majoritária da Frente Popular para, assim, construir palanque para o pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT), o que não ocorreu.
“Já disseram que eu ia sair para o PV, para o PSB, para o PCdoB, tudo especulação, boato”, esclareceu Wolney Queiroz.
O objetivo do PDT em Pernambuco era apresentar o nome do deputado para a vaga ao Senado na chapa da Frente Popular – liderada pelo PSB – e com isso também conquistar espaço para o ex-governador Ciro Gomes, que está na corrida pelo Palácio do Planalto.
Desde o início essa última possibilidade já se mostrava improvável, já que o PSB firmou aliança nacional com o PT em apoio à candidatura do ex-presidente Lula (PT), inviabilizando a construção de um palanque duplo em terras pernambucanas.
Enié Eventos tem como dona uma sera-talhadense e é sediada no Crato. Recebeu para realizar formatura de turma de Direito e outras espalhadas por três estados, mas alegando crise, fechou. Donos não são encontrados e dizem que deixaram cidade “por segurança” A empresa Enié Eventos, de Crato, Ceará, que produzia festas de formatura em cidades sertanejas e […]
Enié Eventos tem como dona uma sera-talhadense e é sediada no Crato. Recebeu para realizar formatura de turma de Direito e outras espalhadas por três estados, mas alegando crise, fechou. Donos não são encontrados e dizem que deixaram cidade “por segurança”
A empresa Enié Eventos, de Crato, Ceará, que produzia festas de formatura em cidades sertanejas e de outras regiões no Nordeste, está sendo acusada nas redes sociais de não realizar o pactuado com estudantes de Direito da FIS, que os contrataram para organizar baile e festa de formatura no fim desse ano.
Além da turma serra-talhadense, são , segundo relatos nas redes sociais, diversas turmas no Ceará, Paraíba e Pernambuco que foram lesadas. “Alguns contratos já tinham sido quitados completamente pelos alunos e clientes. Um dos bailes inclusive aconteceria esse mês”, diz um texto em rede social.
Em nota na página no Facebook, a empresa afirmou que não conseguiu reverter a situação caótica financeira que a empresa vinha atravessando. “Tentamos de tudo. Vendemos patrimônio pessoal, fizemos empréstimos com pessoas jurídicas e físicas, mas não teve jeito. O mercado simplesmente parou e a empresa não conseguiu mais formar capital. Então matematicamente ficou inviável prosseguir. Vendemos todos bens pessoais, mas não resolveu “, dizem no texto.
Segundo Ednaína Santos, donos da empresa, a saída repentina da família da cidade do Crato foi por questão de segurança. “Unicamente por isso. Não estamos com um tostão sequer em mãos de nossos clientes. Estamos correndo com a parte contábil da empresa pra judicializar a falência na vara competente e trazer explicações mais claras quanto a esse quadro trágico”.
“Precisei resguardar minha família. Repito, lamentamos profundamente. Mas se houvesse qualquer possibilidade de contornarmos isso, nós faríamos com todas nossas forças”, conclui Edinaina Souza. Entretanto, não explica porque com todo esse cenário previsto, não optou por devolver o dinheiro recebido das turmas e outros contratantes. Só da turma de Direito da FIS, foram R$ 77 mil.
Evelyn Noronha Soares, Presidente da Comissão de Formatura da turma de Direito da FIS disse ao blog que seria o primeiro evento em Serra Talhada. “Buscamos a empresa a partir de um evento que realizaram no Crato. O evento foi muito bem produzido e resolvemos busca-los”. O contrato foi fechado em 2015 e todas as parcelas foram quitadas em agosto. A formatura será em março do ano que vem.
Outra coisa que pesou foi o fato de que Ednaina de Sousa Santos Melo é de Serra Talhada, casada com o Marcos Allan, que é cearense. “Somos estudantes do 10° período do Curso de Direito vespertino da FIS. São 29 alunos, todos revoltados”, disse Soares. “Eles foram contratados para organizar todas as etapas da formatura, desde as fotos, aula da saudade, colação, baile, culto ecumênico e outros atos”.
Como providências da turma, foi apresentada uma notícia crime na Delegacia de Serra Talhada e está sendo aberto um processo judicial junto ao advogado e Secretário de Administração, Renato Godoy. “Tudo começou quarta-feira (6), quando vimos a nota da Enié o Facebook”, diz. “Estamos muito decepcionados por ter nosso sonho destruído”, conclui.
Turma corre contra o tempo e pede colaboração: agora, a turma corre contra o tempo para realizar sua formatura de forma decente e faz até campanha nas redes sociais. Quem puder ajudar por fazê-lo na Conta Bradesco, agência 0586 , Poupança 1004699-8, em nome de Samara Gabriela Melo Lima, uma das integrantes da Comissão.
Integrantes do Ministério Público Federal realizaram nesta terça-feira (29) a entrega simbólica de 2.028.263 assinaturas de cidadãos que apoiam um pacote de 10 medidas de combate à corrupção propostas pelo órgão. A lista de apoiadores será levada ao Congresso, onde as propostas já foram apresentadas para serem votadas e aprovadas pelos parlamentares. O conjunto de propostas […]
Integrantes do Ministério Público Federal realizaram nesta terça-feira (29) a entrega simbólica de 2.028.263 assinaturas de cidadãos que apoiam um pacote de 10 medidas de combate à corrupção propostas pelo órgão. A lista de apoiadores será levada ao Congresso, onde as propostas já foram apresentadas para serem votadas e aprovadas pelos parlamentares.
O conjunto de propostas foi lançado em março do ano passado e mobilizou procuradores e promotores em palestras e eventos realizados em todo o país para divulgar e pedir adesão às medidas, que incluem alterações legislativas para prevenir, punir e recuperar desvios de dinheiro público. Em mais de oito meses de coleta de assinaturas, mais de 1.016 entidades – incluindo igrejas, universidades, associações, empresas e ONGs – manifestaram apoio às medidas.
As propostas incluem mecanismos para dar mais transparência para o Judiciário e o próprio MP. Há uma proposta específica para tornar crime o enriquecimento ilícito por parte de agentes públicos e outra para aumentar as penas para crimes de corrupção, que também se tornaria hediondo. Outra proposta visa reduzir o número de recursos possíveis num processo penal e ainda acelerar ações de improbidade administrativa, envolvendo desvios de recursos.
Outro grupo de propostas envolve mudança que visa reduzir a possibilidade de prescrição de crimes (quando se perde o direito de punir um criminoso) e diminuir procedimentos que possam anular um processo penal. Há também proposta para criminalizar o caixa 2 (doação de campanha não declarada), incluindo punição para o candidato que for beneficiário.
Também há uma proposta para permitir a prisão preventiva (antes da condenação) em casos que se comprove que o suspeito mantém recursos no exterior. Uma outra medida apresentada pretende que, no ressarcimento de recursos aos cofres públicos, o responsável deva entregar todo o patrimônio, exceto aquele que consiga provar origem lícita.
As medidas foram inicialmente propostas pela força-tarefa que está à frente da Operação Lava Jato em Curitiba. Coordenador do grupo, o procurador Deltan Dallagnol afirmou que as investigações do caso ajudaram a elaborar as medidas.
“O que a Lava Jato pode alcançar é a recuperação do dinheiro desviado no caso concreto e a punição dos responsáveis. Mas a sociedade espera que os escândalos de corrupção parem de se suceder semana após semana. Para que isso aconteça precisamos mudar as condições que hoje favorecem a corrupção para que passem a desfavorecê-la”, afirmou em entrevista à imprensa.
Sobre as chances de aprovação, Dallagnol disse esperar que os parlamentares venham a se sensibilizar com o apoio popular às propostas, na medida em que são representantes da sociedade civil.
“Nosso desafio à toda a sociedade é que continuem colhendo assinaturas, para que nós criemos um incentivo ainda maior à aprovação desses projetos e para que contatem os parlamentares de seus estados pedindo e suplicando para que tomem em consideração essas propostas”, disse.
Ao menos seis governadores eleitos em outubro são alvo do Ministério Público Eleitoral em pedidos de cassação de seus mandatos por suspeitas de terem cometido irregularidades. As ações dos procuradores apresentadas à Justiça envolvem Fernando Pimentel (PT), em Minas Gerais; Camilo Santana (PT), no Ceará; Wellington Dias (PT), no Piauí; Simão Jatene (PSDB), no Pará; […]
Ao menos seis governadores eleitos em outubro são alvo do Ministério Público Eleitoral em pedidos de cassação de seus mandatos por suspeitas de terem cometido irregularidades. As ações dos procuradores apresentadas à Justiça envolvem Fernando Pimentel (PT), em Minas Gerais; Camilo Santana (PT), no Ceará; Wellington Dias (PT), no Piauí; Simão Jatene (PSDB), no Pará; Ricardo Coutinho (PSB), na Paraíba, e Waldez Góes (PDT), no Amapá.
Todos os pedidos atingem ainda os vice-governadores eleitos.
Em Minas Gerais, o procurador regional eleitoral Patrick Salgado acusa a campanha encabeçada por Pimentel de ter sido “ilicitamente impulsionada por inaceitável abuso de poder econômico”. Salgado baseou-se em decisão do próprio Tribunal Regional Eleitoral do Estado, que reprovou as contas de Pimentel e seu vice, Antônio Andrade (PMDB), por considerar que os gastos com a campanha extrapolaram R$ 10,1 milhões o limite de despesas de R$ 42 milhões previsto inicialmente.
Na ação dos promotores cearenses, Camilo Santana (PT) é acusado de utilizar irregularmente recursos públicos do Fundo de Combate à Pobreza para a construção de banheiros quando era secretário no segundo governo de Cid Gomes (PROS). O procurador Rômulo Conrado questiona também recursos de convênios estaduais repassados a municípios.
No Pará, o governador reeleito Simão Jatene (PSDB) e seu vice, Zequinha Marinho (PSC), têm três pedidos de cassação de mandato. Eles respondem por gastos excessivos com a Secretaria de Comunicação da atual gestão, por demissões no Hospital Ophir Loyola em período vedado por lei e por irregularidades no Cheque Moradia. A ação da Procuradoria Regional Eleitoral afirma que os candidatos exerceram influência nas eleições com entrega do benefício em troca de votos.
O Ministério Público Eleitoral do Piauí entrou com 10 ações, dentre elas a que pede a cassação do mandato do governador eleito, Wellington Dias (PT), e da vice, Margarete Coelho (PP). De acordo com o procurador regional eleitoral Kelston Lages, a ação descreve abuso de poder econômico e compra de votos. Em setembro deste ano, Polícia Rodoviária Federal em Barreiras, na Bahia, apreendeu R$ 180 mil em espécie sob os cuidados de um dos assessores de Dias.
Na Paraíba, o governador reeleito Ricardo Coutinho (PSB) foi notificado por nove ações de investigação judicial eleitoral na Justiça Eleitoral. Em uma delas, o procurador Rodolfo Alves, que também pediu a cassação da vice Lígia Feliciano (PDT), propõe que a servidora Francisca de Lucena Henriques teria “conclamado prestadores de serviços a apoiarem a reeleição para garantir manutenção de empregos”, além de citar irregularidades em distribuição de kit escolar no Estado.
No Amapá , uma das ações movidas pela Procuradoria Regional Eleitoral contra o governador eleito Waldez Góes (PDT) é por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral. O grupo Beija-Flor de rádio e televisão, pertencente à família do ex-senador Gilvan Borges (PMDB), teria direcionado, segundo o texto, a programação de suas 16 emissoras de rádio e duas de televisão a favor do candidato com manifestações explícitas de apoio.
As ações de investigação judicial eleitoral podem resultar na cassação do registro ou diploma e na inelegibilidade dos candidatos eleitos. (Colaboraram Janaína Araújo, Luciano Coelho, Marcelo Portela). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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