Prefeito de Calumbi discute pavimentação da PE-357 em reunião no Recife
Por André Luis
O prefeito de Calumbi, Joelson, esteve nesta quarta-feira (20) em reunião no Recife com o secretário estadual de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho, para tratar da execução da pavimentação da PE-357.
O encontro foi articulado pelo ex-deputado Sebastião Oliveira e pelo deputado federal Waldemar Oliveira. Segundo Joelson, a pauta da rodovia é uma das prioridades de sua gestão.
“Conseguimos a ponte, agora é a vez do asfalto da nossa PE-357”, afirmou o prefeito.
Em 22 de fevereiro de 2016 – mal tomou posse no último dia 18 como o novo chefe de Gabinete do estado, João Campos teve sua primeira reunião de trabalho nesta segunda tratando de uma pauta ligada ao Sertão do Pajeú. O jovem filho do ex-governador Eduardo Campos recebeu Arquimedes Machado, Prefeito de Itapetim, Adelmo […]
Em 22 de fevereiro de 2016 – mal tomou posse no último dia 18 como o novo chefe de Gabinete do estado, João Campos teve sua primeira reunião de trabalho nesta segunda tratando de uma pauta ligada ao Sertão do Pajeú.
O jovem filho do ex-governador Eduardo Campos recebeu Arquimedes Machado, Prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, ex-prefeito e do time da Casa Civil, o Deputado Estadual Ângelo Ferreira (PSB) e Cayo Jeferson.
Na pauta, a vinda do governador Paulo Câmara a Itapetim, para inaugurar ações com recursos do Fundo Estadual dos Municípios – FEM e assinatura de Ordem de Serviço de outras obras.
Outra luta levada ao governador é a de que a Compesa agilize trecho da segunda etapa da Adutora do Pajeú entre São José do Egito e Itapetim, um dos municípios mais castigados pela estiagem na região.
Pelo relato ao blog, todos saíram empolgados da reunião e aprovaram o primeiro teste de Campos.
Transição é obrigação, não favor Esses dias, o noticiário tem sido tomado por informações sobre o processo de transição administrativa. Os eleitos indicam comissões de transição para, com a equipe designada pela gestão que está saindo, colher as informações necessárias sobre as condições da máquina. Mesmo em cidades onde o bastão é passado entre grupos […]
Esses dias, o noticiário tem sido tomado por informações sobre o processo de transição administrativa. Os eleitos indicam comissões de transição para, com a equipe designada pela gestão que está saindo, colher as informações necessárias sobre as condições da máquina.
Mesmo em cidades onde o bastão é passado entre grupos rivais políticos, o processo está sendo deflagrado. Alguns exemplos são os da transição entre os governos Ângelo Ferreira e Pollyana Abreu, Evandro Valadares e Fredson Brito, Nicinha Melo e Flávio Marques.
O melhor exemplo foi o de Salgueiro. Passadas 48 horas da derrota de Marcondes Sá para Fábio Lisandro, o Fabinho, vencido e vencedor se reuniram na prefeitura de Salgueiro com um gesto de respeito político e responsabilidade institucional, iniciando a transição.
Uma observação importante é a de que realizar a transição não é um favor. É obrigação amparada na Lei Complementar nº 260/2014.
Por ela, no prazo de 15 dias após a constituição da Comissão, devem ser disponibilizadas cópias da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), do Plano Plurianual de Investimentos (PPA) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2025, que provavelmente já está sendo analisada pela Câmara, como lembra João Batista Rodrigues, ex-prefeito de Triunfo, advogado e secretário da Comissão de Direito Municipal da OAB/PE.
Ele destaca que esses documentos são peças essenciais para o planejamento do futuro governo.
“No mesmo prazo, devem ser fornecidos demonstrativos atualizados até a data anterior a apresentação da informação, incluindo o termo de conferência de saldos em caixa e bancos, relação de restos a pagar, e documentos financeiros referentes a contratos de obras, consórcios, parcelamentos, convênios, além de informações sobre os programas (softwares) utilizados pela administração e um demonstrativo das obras em andamento, entre outros”.
No que se refere à gestão de pessoal, é obrigatório o fornecimento de informações detalhadas sobre a previdência, incluindo relatórios da situação atuarial e patrimonial dos órgãos previdenciários. “Devem ser apresentadas também a relação e a situação dos servidores, especificando os servidores estáveis, os pertencentes ao quadro suplementar, os admitidos por concurso público e os contratados temporariamente, além de cópias dos relatórios de Responsabilidade Fiscal”.
Para que as informações sejam compreendidas e utilizadas de forma eficaz, é recomendável que a análise seja feita por setor, com a participação dos futuros membros da equipe de governo, especialmente nas áreas de Assistência Social, Saúde e Educação.
Diz ainda, o ideal é que equipe de transição inclua integrantes do novo governo – coordenados pelo futuro(a) Secretário(a) de Administração ou de Finanças e Planejamento – e representantes da gestão atual, responsáveis por assegurar o obrigatório repasse adequado das informações essenciais para o dia a dia da gestão.
“Por óbvio que, durante a transição, é proibido remover documentos, computadores e bens das dependências da prefeitura, sob qualquer justificativa, incluindo a alegada necessidade de elaboração de prestações de contas da gestão atual”.
Abrir a caixa preta das gestões é um passo determinante para que quem chega tenha ciência da realidade encontrada e possa planejar as primeiras ações. Também vai revelar se quem passa o bastão teve o devido zelo com a coisa pública.
Também costuma haver a guerra das narrativas. Quem entrega diz que a casa está arrumada. Quem recebe, se for aliado, concorda e elogia como no exemplo Márcia Conrado e Luciano Duque de 2020. Se adversário, critica duramente a herança recebida, como no exemplo Márcia Conrado e Luciano Duque, só que de 2024, após o racha.
Narrativas à parte, transição é obrigatória, é necessária e muito importante para o mínimo bom funcionamento da máquina. Resumindo, transição é lei, com ou sem barraco.
Que noção
Das coisas mais sem noção desse pós eleição, a nota de Rona Leite, presidente do PT de São José do Egito, querendo impedir Fredson Brito, o prefeito eleito, de dialogar com o Senador Humberto Costa, cumprindo sua promessa de buscar todas as correntes políticas. Rona classificação a visita de Fredson como “oportunista” e “aproveitadora”, e repudiou o encontro .
Dor de cotovelo
Rona processou Fredson, que na campanha, acusou o partido em São José do Egito de “se vender ao PSB”, chegando a taxá-lo de “quadrilha”. Até aí um direito. Mas querer impedir um prefeito eleito de dialogar com um Senador da República para discutir o futuro da cidade beira o ridículo. Registre-se, Leite não conseguiu sequer unir o partido em torno de George Borja. Parte aderiu ao vencedor do pleito.
Jogou pra Raquel
O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, culpou a governadora Raquel Lyra pela retirada do material da rua Salustiano Vitorino, em Cruzeiro do Nordeste, que seria calçada. O assunto rendeu essa semana. Ângelo afirmou que são cerca de R$ 4 milhões não repassados. “Obras iniciadas nos dois últimos quadrimestres tem que estar concluídas e pagas até 31 de dezembro. E sem o repasse do Estado, não tem como”.
Água
A Rádio Pajeú realiza amanhã um Debate das Dez Especial sobre o drama hídrico vivido há semanas em Afogados da Ingazeira. Vários representantes da sociedade civil, da Câmara, o prefeito Sandrinho e até o Bispo Dom Limacêdo Antônio foram convidados. A Compesa ainda não confirmou presença.
Ciranda dos partidos
O PSB continua como partido hegemônico no Pajeú com seis prefeitos eleitos (Afogados, Carnaíba, Ingazeira, Solidão, Flores e Itapetim), seguido de PSDB, com três (Triunfo, Tuparetama e Iguaracy), Republicanos, com três (São José do Egito, Brejinho e Santa Cruz da Baixa Verde). O PT fez duas cidades, incluindo a maior (Serra e Tabira), mesmo número do AVANTE (Quixaba e Calumbi). Com uma prefeitura, o Podemos, em Santa Terezinha.
Mais um round
Até o momento, os nomes apoiados por Raquel Lyra parecem ter vantagem sobre os apoiados por João Campos nas duas cidades com segundo turno no estado, Paulista e Olinda. Na primeira, o tucano Ramos parece virtual eleito contra o socialista Júnior Matuto. E em Olinda, pequena vantagem da governista Mirella Almeida (PSD) contra Vinicius Castello, do PT.
Ó, Dair…
Em Serra Talhada, o candidato a vereador Odair Pereira gravou o que seria uma tentativa de suborno do vereador Gin Oliveira e da prefeita e candidata à reeleição Márcia Conrado. O caso foi bater no MP. Mas o promotor Vandeci de Souza Leite diz que, apesar de “extremamente grave, já que a cooptação de apoio politico em troca de vantagens pecuniárias fragiliza e deslegitima o processo eleitoral”, houve ilegalidade e ilicitude da prova.
O que diz a jurisprudência
O uso de gravação ambiental clandestina — ainda que feita por um dos participantes — é ilícito em ação eleitoral, exceto quando o registro ocorre em lugar público, sem controle de acesso. Esse entendimento foi estabelecido pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, e é aplicado desde as eleições de 2022.
Há dias, Toffoli…
À época da decisão, envolvendo um caso em Pedrinhas, Sergipe, o relator Dias Toffoli disse que, em seu entendimento, “a gravação em espaço privado, em razão das acirradas disputas político-eleitorais, pode decorrer de arranjo prévio para a indução ou a instigação de um flagrante preparado”. A posição majoritária divide opiniões até hoje.
Aprovadas
O advogado Roberto Morais informa à Coluna que o ex-prefeito Lino Morais, que ele defendeu, é um dos poucos ex-prefeitos do Estado que teve todas as suas contas aprovadas. Na última quinta, o TCE julgou suas contas de 2019, aprovadas com ressalvas.
Sem disfarce
A interferência dos prefeitos na escolha das Mesas Diretoras das Câmaras, ato que deveria caber aos vereadores, perdeu todo a característica de “costura de bastidores”. Veja essa matéria do Portal da Serra: o prefeito Coco de Odálio, de Tavares, anunciou o vereador Marcelo como presidente da Câmara para o primeiro biênio e Dona Graça para o segundo biênio. Então, tá…
Frase da semana:
Conta de prefeitura tem que ser que nem beiço de bode: tem que bater direitinho em cima e em baixo.
Do prefeito eleito de Arcoverde Zeca Cavalcanti, ao LW Cast e Fala Prefeito, explicando que a gestão tem que ter equilíbrio financeiro pleno. Zeca disse estar preocupado com a herança que receberá da gestão Wellington Maciel.
Nesta semana, a Pfizer informou que entrará com pedido de autorização de uso da vacina para a faixa etária de 5 a 11 anos de idade. Por Bruna de Alencar e Carolina Dantas – g1 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (29) que os cinco membros que compõem a sua diretoria […]
Nesta semana, a Pfizer informou que entrará com pedido de autorização de uso da vacina para a faixa etária de 5 a 11 anos de idade.
Por Bruna de Alencar e Carolina Dantas – g1
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (29) que os cinco membros que compõem a sua diretoria foram ameaçados por e-mail. As intimidações exigiam que o pedido de uso da vacina contra a Covid-19 em crianças, feito pela Pfizer, não seja aprovado.
Os cinco funcionários receberam um e-mail do mesmo remetente: um homem do Paraná, que possui um filho com idade entre 5 e 11 anos. Ele ameaçou não somente contra a vida dos agentes reguladores, mas também disse que irá retirar a criança da escola e optar pelo modelo de homescholling, caso a vacina seja obrigatória.
Os e-mails foram enviados na mesma semana em que a Pfizer anunciou que entrará com pedido de uso emergencial de seu imunizante para crianças no Brasil. A decisão foi divulgada um dia após o comitê da agência reguladora norte-americana (FDA, sigla em inglês) também recomendar a vacina para a faixa etária.
“Deixando bem claro para os responsáveis, de cima a baixo: quem ameaçar, quem atentar contra a segurança do meu filho: será morto”, disse o homem. Apesar do tom do texto, ele alega: “Isso não é uma ameaça. É um estabelecimento. Estou lhes notando por escrito porque não quero reclamações depois”.
De acordo com a Anvisa, já foram notificadas as autoridades policiais e o Ministério Público, nos âmbitos Federal, Estadual e Distrital, entre outras, para adoção das medidas cabíveis.
Bloco governista segue debatendo quem será o escolhido E assim como disse Horácio, o pensador Italiano, “a montanha pariu um rato”. O propalado anúncio do nome do vice de Flávio Marques (PT) para a sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB) não aconteceu ontem. O Presidente do PSB, Pipi da Verdura, concedeu a entrevista a Anchieta […]
Bloco governista segue debatendo quem será o escolhido
E assim como disse Horácio, o pensador Italiano, “a montanha pariu um rato”.
O propalado anúncio do nome do vice de Flávio Marques (PT) para a sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB) não aconteceu ontem.
O Presidente do PSB, Pipi da Verdura, concedeu a entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM e explicou que, mesmo diante do consenso entre Zé de Bira (ex-candidato a prefeito) e Aldo Santana (vereador) para que o vice fosse o parlamentar, surgiram sugestões dentro do bloco governista que indicaram ainda ser cedo para a decisão.
Pipi acha que dificilmente o nome virá de fora do PSB, mas respeita a orientação dos aliados. Ao mesmo tempo, o presidente do PSB declarou que de agora em diante fica fora da responsabilidade de fazer o anúncio do nome do vice.
“Sem mágoa, comunico que me retiro do processo de divulgação do vice. Minha candidatura a vereador está mantida e o meu apoio a candidatura de Flávio Marques não sofre nenhuma interrupção”, disse. Pipi informou que o nome da sua preferência desde o início era o de Zé de Bira, mas respeita que seja Aldo ou qualquer outro nome que fortaleça a chapa.
No comentário desta quarta-feira (17) na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o jornalista Nill Júnior classificou a aprovação da chamada “PEC da Blindagem” como um recado de impunidade para a sociedade. A proposta, aprovada pela Câmara, permite que deputados decidam sobre a prisão de colegas, mesmo em casos de crimes graves. “Enquanto cidadãos comuns […]
No comentário desta quarta-feira (17) na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o jornalista Nill Júnior classificou a aprovação da chamada “PEC da Blindagem” como um recado de impunidade para a sociedade. A proposta, aprovada pela Câmara, permite que deputados decidam sobre a prisão de colegas, mesmo em casos de crimes graves. “Enquanto cidadãos comuns respondem à lei, os parlamentares querem julgar a si mesmos”, criticou.
O jornalista destacou ainda a contradição de deputados que se apresentam como progressistas, mas votaram junto à ala conservadora. Entre os nomes citados, chamou atenção o de Pedro Campos (PSB), irmão do prefeito do Recife, João Campos, cuja posição gerou forte repercussão nas redes sociais. Outros parlamentares votados na região, como Fernando Monteiro e Waldemar Oliveira, também apoiaram a PEC, o que, segundo Nill, não surpreendeu.
Além da PEC, o comentarista chamou atenção para outro episódio ocorrido na Câmara: a indicação de Eduardo Bolsonaro (PL) como líder da minoria, mesmo estando afastado das atividades desde março. Para Nill, trata-se de uma manobra para evitar que o deputado perca o mandato por faltas. “É mais um exemplo de como o Parlamento se distancia da realidade de quem paga seus salários”, afirmou.
Encerrando o comentário, Nill Júnior classificou o atual Congresso como “o pior da história”, criticando a condução política de Hugo Mota (Republicanos) e apontando que medidas como a PEC da Blindagem e a nomeação de Eduardo Bolsonaro reforçam a crise de credibilidade do Legislativo.
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