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Prefeito de Brejinho assina ordem de serviço para reforma da praça de Placas de Piedade

Por André Luis

No mesmo dia, Gilson Bento fará a entrega do cemitério do povoado

Por André Luis

A Prefeitura de Brejinho, através da Secretaria de Obras, realizará na próxima quarta-feira (8), a assinatura da ordem de serviço para reforma da Praça Central de Placas de Piedade, além da entrega da obra do Cemitério José de Lima dos Santos.

A cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a reforma da Praça Central de Placas de Piedade será realizada às 9h da manhã, no local da obra. A reforma incluirá a instalação de novos equipamentos, como playground, academia ao ar livre e pista de caminhada.

Cemitério – A entrega da obra do Cemitério José de Lima dos Santos será realizada às 10h, no próprio cemitério. 

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, destacou a importância dessas obras para o Povoado Placas de Piedade.

“Essas obras são importantes para melhorar a qualidade de vida da população de Placas de Piedade. A reforma da Praça Central vai proporcionar um espaço de lazer e convivência para a comunidade, e a entrega do Cemitério José de Lima dos Santos vai garantir um local digno para o sepultamento dos moradores do povoado”, afirmou Bento.

Outras Notícias

É hora de um freio na farra

Jornalista tem que ter opinião, mesmo que não necessariamente popular, com concordância da maioria da sociedade. Esse talvez seja um dos exemplos. Porque é hora de opinar mais forte, e há um movimento crescente no Brasil, contra a farra do pão e circo. Passamos dois anos em pandemia, sem o bater de uma lata com […]

Jornalista tem que ter opinião, mesmo que não necessariamente popular, com concordância da maioria da sociedade. Esse talvez seja um dos exemplos. Porque é hora de opinar mais forte, e há um movimento crescente no Brasil, contra a farra do pão e circo.

Passamos dois anos em pandemia, sem o bater de uma lata com dinheiro público. E à exceção dos que a pandemia e a política negacionista no  país infelizmente levaram, ninguém morreu com o diagnóstico de “ausência de evento”. Nenhum laudo identificou a ausência de festas bancadas com dinheiro público como a causa de um óbito sequer. Se a depressão e ansiedade se acentuaram, foi pelo medo  da pandemia, não por gastos excessivos nos shows em praça pública.

Na minha adolescência, mesmo rapaz quase liso, não lembro de ter ficado sem o direito a shows, àquela época com música de muito mais qualidade, nas casas de eventos que existiam no meu lugar. Mas a partir do início dos anos 2000, em uma curva ascendente de gastos, o poder público passou a assumir integralmente a responsabilidade e organização de tudo que é festa. Carnaval, São João São Pedro, João Pedro, Virada de Ano, Emancipação, Festa de Padroeiro, tudo, praticamente tudo tem que ter evento com recursos públicos.

Preste atenção: quem escreve não é contra a realização desses eventos. Mas é a favor de um teto dentro do mínimo do que se chama princípio da razoabilidade. Isso porque os prefeitos no Brasil perderam a mão, perderam o freio. E a imprensa tem ajudado a repercutir esse descalabro com dinheiro público. Só esses dias: em Conceição do Mato Dentro,  Minas Gerais, cidade de 17 mil habitantes, a prefeitura contratou Gusttavo Lima por R$ 1,2 milhão. A atração,  a 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus Do Matozinhos. O evento vai contar também com Bruno e Marrone, contratados por R$ 520 mil, e Israel e Rodolffo, por R$ 310 mil. No total, os contratos disponíveis no portal da prefeitura ultrapassam a cifra de R$ 2,3 milhões. Segundo O Antagonista, a gestão  Zé Fernando, do MDB, desviou a verba que deveria ser destinada apenas para saúde, educação, ambiente e infraestrutura para pagar o cachê.

A pacata São Luiz, Roraima, vai pagar R$ 800 mil ao mesmo Gusttavo Lima. O MP está no pé, pois a cidade de pouco mais de 8 mil pessoas tem importantes problemas estruturais. A entrada da cidade é um abandono só, cheia de lama e falta de acessibilidade. Gusttavo Lima critica artistas que recebem recursos da Lei Rouanet, mas não tem cerimônia em receber dinheiro público de municípios. Em nota, diz que é um problema dos órgãos de controle.

Em Bom Conselho, a Prefeitura terá no período junino João Gomes, César Menotti e Fabiano, Priscila Senna, Vitor Fernandes, Marcinho Sensação e Luka Bass. Só João Gomes levará R$ 350 mil. Na mesma cidade, viralizaram imagens de escolas caindo aos pedaços, sem manutenção.

Dito isso, e, reforçando que a crítica não é contra os eventos, mas contra os valores cada vez mais estratosféricos gastos, a leitura é de que o Congresso e órgãos de controle, tal qual na Lei de Responsabilidade Social, no piso de gastos da educação e saúde, deveriam ter uma regra clara para estabelecer um teto para investimentos municipais em eventos culturais e do calendário anual. As prefeituras manteriam festas com boa qualidade , aquecendo a economia e deixando os super megas pop stars para a iniciativa provada, ou com condições diferenciadas para o setor público, acabando essa farra, essa sangria de dinheiro público.

É justo uma cidade com Índice de Desenvolvimento Humano baixo, sem saneamento, educação, atenção básica e média complexidade para 100% da população, onde faltam ruas calçadas, acessibilidade, assistência social para os vulneráveis, se permite gastar R$ 2 milhões, R$ 3 milhões, ou até mais com dinheiro público? Claro, há de se considerar que muitas prefeituras alegam que “o dinheiro vem carimbado”. Então que se discuta trocar o carimbo na execução orçamentária. Se tem essa dinheirama de governo estadual e federal para pagar tanto com eventos, porque falta para UTI neonatal, como vimos em Pernambuco essa semana? Ou para frear a alta de preços, subsidiar políticas para o SUS ter mais qualidade, as universidades aos pedaços terem mais condições de formar o batalhão de jovens querendo melhor futuro para o país.

No mais, é essa inversão que ainda por cima descaracteriza e contamina nossos valores culturais. De olho na exposição midiática dos grandes nomes do business musical, prefeitos preferem valorizá-los deixando nossos artistas com parte das migalhas. No São João, trazemos Anita, Alok, Gusttavo Lima, os sertanejos. Aí pra “compor a grade”, tratam os nossos principais nomes como subcelebridades: Maciel Melo, Flávio José, Assisão, Alcimar Monteiro, As Severinas, Petrúcio Amorim, Jorge de Altinho, Santanna, nem sempre tem espaço no palco principal das nossas festas. É injusto e um estupro cultural, que atinge a nossa alma, a nossa identidade. Isso não está certo.

Líder do MBL responde a mais de 60 processos e sofre cobrança de R$ 4,9 mi

Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), está envolvido em problemas na Justiça. Ele é réu em, pelo menos, 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas, incluindo os […]

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Uol

Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), está envolvido em problemas na Justiça. Ele é réu em, pelo menos, 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas, incluindo os que estão em seu nome e o das empresas de que é sócio. Ele nega irregularidades.

As acusações incluem fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações de danos morais, num total de R$ 4,9 milhões. Além disso, o movimento está sofrendo uma ação de despejo de sua sede nacional, localizada em um prédio na região central de São Paulo, por se recusar a deixar o imóvel mais de um ano após o pedido de devolução por parte de seu proprietário.

O imóvel e o aluguel estão em nome de Stephanie Santos, irmã de Renan Santos. No mesmo local, funciona a produtora de vídeos NCE Filmes, comandada por Stephanie e seu outro irmão, Alexandre Santos, que é responsável pela produção de todo material gráfico e de vídeo do MBL. Também está no nome da irmã a conta bancária em que o movimento recebe dinheiro de doadores interessados em auxiliar a entidade.

Composto em sua maioria por jovens de formação liberal, o Movimento Brasil Livre tem em Renan seu coordenador mais velho: 32 anos. Desde 1998, ele enfrenta problemas na Justiça.

Renan e seus irmãos são réus em, pelo menos, 16 processos na área cível. São processos de cobrança de dívidas já consideradas líquidas e certas pelo Poder Judiciário. Juntas, somam mais de R$ 3,4 milhões. São fornecedores que deixaram de ser pagos, bancos que não receberam de volta empréstimos concedidos, empresas que foram fechadas de forma, segundo a Justiça, fraudulenta, e buscas frustradas de oficiais de Justiça por bens devidos.

Na maioria dos processos, o tempo para a empresa se defender já passou, e a cobrança que está sendo realizada na Justiça não tem resultado porque os tribunais não encontram valores nem nas contas das empresas, nem nas de seus proprietários.

Em entrevista ao UOL, Renan admite que deve, e afirma que se trata de pendências advindas de sua atuação como empresário, geradas “pela dificuldade que existe na atividade empresarial no Brasil”.

Além dessas ações cíveis, a Martin Artefatos de Metal, empresa de que Renan é sócio, possui 45 processos trabalhistas nos tribunais de São Paulo e Campinas. Eles acumulam condenações que ultrapassam R$ 1,5 milhão.

Em mais da metade, as condenações se deram em processos que correram à revelia. Ou seja, nem Renan nem nenhum outro sócio se manifestaram no processo. Depois de condenados, com o início do processo de execução, a Justiça chegou a decretar o bloqueio das contas bancárias da empresa, mas nelas não encontrou dinheiro. Foi decretada, então, a penhora de bens da empresa, que irão a leilão para levantar os valores devidos.

Sobre a Martin, Renan nega que exista irregularidades e disse que a família “já comprou [a empresa] com dívida”. “Comprei para tentar recuperar. A gente já fez inúmeros acordos e está tentando tocar. O que há são dívidas, assim como inúmeros empresários têm dívidas. Eu sou mais um dos milhões de pessoas que tentaram empreender no Brasil e não conseguem.”

Em relação à sede do MBL, o imóvel é alvo, desde janeiro, de uma ação de despejo na 31ª Vara Cível de São Paulo. A proprietária, Lrbo Adm de Imóveis Ltda, pediu a desocupação do imóvel em outubro do ano passado, mas não teve resposta e entrou com a ação.

Renan admite a existência da ação de despejo, embora tente desvincular o MBL da sede na avenida Brigadeiro Luiz Antônio. “O MBL não tem sede. A gente usa lá, mas lá é uma produtora [a NCE Filmes].”

Ele diz que a entidade sofre cerceamento. “A gente nunca conseguiu abrir um escritório do MBL, existe uma perseguição contra nós. A gente paga o aluguel lá absolutamente em dia, mas é apenas convidado de honra lá. Agora, teremos que achar uma nova sede”. Em publicações oficiais do MBL, porém, o endereço consta como “sede nacional” do movimento.

Afogados: Prefeitura vai promover segundo Arraial Municipal

Será no próximo sábado, 13 de Junho – dia de Santo Antônio, a segunda edição do arraial municipal, com apresentações de grupos musicais tradicionais do Pajeú, a exemplo do Vozes do Forró e As Severinas. Este ano a festa será na sede da AABB, a partir das 22 horas. Os ingressos individuais e mesas já […]

Salão lotado

Será no próximo sábado, 13 de Junho – dia de Santo Antônio, a segunda edição do arraial municipal, com apresentações de grupos musicais tradicionais do Pajeú, a exemplo do Vozes do Forró e As Severinas. Este ano a festa será na sede da AABB, a partir das 22 horas.

Os ingressos individuais e mesas já estão à venda e podem ser adquiridos na Secretaria Municipal de Cultura e Esportes, no Centro Desportivo Municipal. Ingresso individual: R$ 10,00. Mesa (04 lugares): R$ 50,00.

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As Severinas

“Esperamos contar com a animação do nosso povo na comemoração dos nossos festejos juninos, que é sem dúvida a maior festa popular do Nordeste”, afirmou Alessandro Palmeira, Secretário de Cultura.

Bom público prestigiou noite de cinema e poesia em Iguaracy

O CineClube do Verso reuniu um bom público na noite de sábado (25) em Iguaracy. Foram escolhidos os filmes A bailarina e a moça, uma produção pajeuzeira, e Tecendo repente, uma produção da TV Escola. No momento poesia se apresentaram os repentistas Diomedes Mariano e Adelmo Aguiar, com participações de Denilson Nunes, Wellington Rocha, Alexandre […]

13521985_613837745438487_3080856375855338171_nO CineClube do Verso reuniu um bom público na noite de sábado (25) em Iguaracy. Foram escolhidos os filmes A bailarina e a moça, uma produção pajeuzeira, e Tecendo repente, uma produção da TV Escola.

No momento poesia se apresentaram os repentistas Diomedes Mariano e Adelmo Aguiar, com participações de Denilson Nunes, Wellington Rocha, Alexandre Morais e Francisca Araújo, que é iguaraciense e saiu da plateia para o palco, demonstrando a interatividade do projeto.

A utilização de um caminhão palco ampliou a estrutura do Cineclube, agradando aos poetas e ao público. “Foi uma das melhores sessões que já realizamos. Tanto melhoramos na estrutura quanto a cidade nos acolheu muito bem e o público ficou até o final, se despedindo com agradecimentos e pedidos de volta”, explica o poeta Alexandre Morais, que é produtor do CineClube do Verso.

A sessão integrou a programação junina da cidade e foi elogiada pelo Secretário de Cultura local, Roberto Murilo. “Foi uma noite especial, agraciada com nossa verdadeira cultura. Abrilhantou em muito o nosso São João do Gonzagão”, destacou.

O CineClube do Verso é incentivado pelo Funcultura, programa de incentivo á cultura do Governo de Pernambuco. Em sua intinerância, segue agora para os municípios de Brejinho, Ingazeira, Santa Terezinha e Solidão.

Festa aberta: Secretário promete medida jurídica contra quem lançou ingresso falso da Expoagro

O Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira Alessandro Palmeira não viu graça na brincadeira de algum internauta que lançou em páginas nas redes sociais imagens de ingressos da Expoagro 2014, sugerindo que o evento terá cobrança na portaria, quando o evento tradicionalmente é aberto ao público. “Essa  pessoa não sabe o prejuízo […]

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Secretário (de amarelo) esteve com o Major Barreto e as conselheiras tutelares Alane Ramos e Patrícia Carvalho no Debate das Dez

O Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira Alessandro Palmeira não viu graça na brincadeira de algum internauta que lançou em páginas nas redes sociais imagens de ingressos da Expoagro 2014, sugerindo que o evento terá cobrança na portaria, quando o evento tradicionalmente é aberto ao público.

“Essa  pessoa não sabe o prejuízo que causou. Eu que já sou tão procurado neste período não parei de atender telefonemas ontem de pessoas perguntando se haveria cobrança de ingressos na Expoagro, o que é uma grande mentira”.

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Imagem dos falsos ingressos rodou as redes sociais

Palmeira disse não saber de onde partiu a brincadeira, mas prometeu medidas jurídicas quando identificados os autores do que já é considerado como um estelionato pelo Jurídico da Prefeitura. “Vamos acionar nosso jurídico. Alguém fez com interesse de nos prejudicar. Em uma das fotos há alguém segurando os ingressos”, reclamou.

Em páginas do Facebook ou através de Wathsapp, internautas reproduziam e questionavam a todo o momento a autenticidade dos ingressos. A Expoagro acontece de 28 de junho a 1º de julho e será aberta ao público no Centro Desportivo, garante o Secretário.