Prefeito de Água Branca não compareceu à audiência na Justiça Eleitoral
Por Nill Júnior
Não aconteceu a audiência de instrução programada para ontem na 34ª Zona Eleitoral de Princesa Isabel/PB do prefeito Everton Firmino Batista, conhecido por Tom e o vice-prefeito Jose Beroaldo Gomes de Andrade, ambos do PMDB de Água Branca/PB.
A audiência é referente à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por captação indevida de recursos eleitorais promovida pela coligação “O Trabalho não pode parar”.
Tom não compareceu, assim também como as testemunhas. Precavida, a acusação comprovou com cópias de telegramas que suas testemunhas dos fatos foram convidadas. O juiz eleitoral providenciou a intimação das testemunhas mediante oficial de justiça para nova audiência.
Folhapress O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, atacou nesta sexta-feira (11) o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, 24, assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro. Em sua rede social, Camargo disse que o jovem foi um “vagabundo morto por vagabundos mais fortes.” “Moïse andava e negociava com pessoas que não prestam. Em tese, foi […]
O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, atacou nesta sexta-feira (11) o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, 24, assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro. Em sua rede social, Camargo disse que o jovem foi um “vagabundo morto por vagabundos mais fortes.”
“Moïse andava e negociava com pessoas que não prestam. Em tese, foi um vagabundo morto por vagabundos mais fortes. A cor da pele nada teve a ver com o brutal assassinato. Foram determinantes o modo de vida indigno e o contexto de selvageria no qual vivia e transitava”, disse.
Em outra publicação, horas antes, Camargo também disse não existir “a menor possibilidade” de a Fundação Palmares homenagear o congolês. “Ele foi vítima de crime brutal, mas não fez nada relevante no campo da cultura. A Palmares lamenta e repudia a violência, mas não endossa as narrativas canalhas e hipócritas da esquerda”, escreveu.
Ele também disse que a morte não torna Moïse um mártir ou herói dos negros. “Moïse foi morto por selvagens pretos e pardos – crime brutal. Mas isso não faz dele um mártir da “luta antirracista” nem um herói dos negros. O crime nada teve a ver com ódio racial. Moïse merece entrar nas estatísticas de violência urbana, jamais na história.”
O congolês foi espancado até a morte perto de um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 24. Segundo familiares do jovem, ele foi agredido após pedir salários atrasados no quiosque onde trabalhava como ajudante de cozinha.
Um vídeo de segurança gravou o momento em que Moïse mexe no interior de um refrigerador e dois homens se aproximam e o empurram para longe.
Um deles o joga no chão e os dois começam a lutar. O segundo homem chega a segurar as pernas de Moïse. Enquanto isso, um terceiro agressor, com um pedaço de pau, começa a bater no congolês.
Três suspeitos que aparecem no vídeo já foram presos. Eles negaram que o assassinato tivesse motivação racista e disseram que as agressões começaram após Moïse abrir uma geladeira do estabelecimento para pegar cervejas.
A morte de Moïse motivou atos por justiça em ao menos 13 capitais do país.
Camargo ainda comparou o assassinato de Moïse com o caso de uma policial militar negra, Tatiana Regina Reis da Silva, 37, morta em uma tentativa de assalto, quando estava de folga, em Guarulhos, na Grande São Paulo.
“Nossos valores estão sendo corrompidos. Há algo muito errado quando o assassinato de uma mulher negra que dedicou sua vida à defesa da sociedade é ignorada. Mas a morte de um negro envolvido com selvagens, que nada fez pelo País, gera protestos, matérias e narrativa de racismo”, disse.
Camargo já negou o racismo no país em outras ocasiões. Na última terça-feira (8), a Fundação Palmares publicou nas redes sociais uma nota em que dizia que o “racismo não tem cor”.
“A Fundação Cultural Palmares repudia e lamenta profundamente a campanha racista que está circulando nas redes sociais, a qual visa dividir os brasileiros e fomentar o ódio racial. Racismo é racismo, não importa a cor de quem está incentivando essa prática abominável”, dizia o comunicado da fundação.
Foram diplomados, hoje pela manhã, no salão do Fórum, o prefeito eleito de Pesqueira, Bal de Mimoso, e seu vice, Guilherme Araújo, o Guila Xukuru. Bal estava no terceiro mandato de vereador, quando assumiu interinamente a Prefeitura de Pesqueira, em decorrência do impedimento do prefeito eleito em 2020, Cacique Marquinhos. Bal (Republicanos) foi escolhido pelo […]
Foram diplomados, hoje pela manhã, no salão do Fórum, o prefeito eleito de Pesqueira, Bal de Mimoso, e seu vice, Guilherme Araújo, o Guila Xukuru. Bal estava no terceiro mandato de vereador, quando assumiu interinamente a Prefeitura de Pesqueira, em decorrência do impedimento do prefeito eleito em 2020, Cacique Marquinhos.
Bal (Republicanos) foi escolhido pelo grupo do Cacique para eleição suplementar, junto com o jovem advogado Guilherme Araújo (Republicanos) para compor a chapa e disputar a eleição suplementar ocorrida junto com o segundo turno das eleições gerais em Pesqueira.
O Cacique obteve, em 2020, na oposição, mais de 17 mil votos. Agora, Bal obteve 22 mil votos, o que corresponde a mais de 65% dos votos válidos, dando uma diferença maior que 10.600 votos para o segundo colocado, Dr. Peixoto (MDB) e sua vice, a ex-prefeita Maria José (União). As informações são do Blog do Magno.
O município de Arcoverde atingiu neste sábado (21), o total de 70.988 doses de vacinas aplicadas contra a Covid-19. Deste total, 44.644 pessoas receberam a primeira dose, 19.575 já receberam a segunda dose, além de 6.770 pessoas que foram vacinadas com a dose única da Janssen. “É mais um bom índice alcançado neste mês, quando […]
O município de Arcoverde atingiu neste sábado (21), o total de 70.988 doses de vacinas aplicadas contra a Covid-19.
Deste total, 44.644 pessoas receberam a primeira dose, 19.575 já receberam a segunda dose, além de 6.770 pessoas que foram vacinadas com a dose única da Janssen.
“É mais um bom índice alcançado neste mês, quando através das equipes da Secretaria de Saúde e do PNI Municipal, nossa cidade ampliou as etapas de vacinação com as remessas que estão sendo recebidas. Hoje, Arcoverde também registra mais de 26 mil pessoas que já concluíram o processo de imunização ou receberam a dose única”, enfatiza o prefeito Wellington Maciel.
O projeto Arte da Palavra, desenvolvido pelo Departamento Nacional do Sesc, aporta mais uma vez em Triunfo. A partir da próxima segunda-feira (14/5) até o dia 18 de maio, será ministrada a Oficina de Criação Literária com o escritora sul-mato-grossense Michelly Dominiq, na Fábrica de Criação Popular do Sesc, das 18h às 22h. Voltada para […]
O projeto Arte da Palavra, desenvolvido pelo Departamento Nacional do Sesc, aporta mais uma vez em Triunfo. A partir da próxima segunda-feira (14/5) até o dia 18 de maio, será ministrada a Oficina de Criação Literária com o escritora sul-mato-grossense Michelly Dominiq, na Fábrica de Criação Popular do Sesc, das 18h às 22h.
Voltada para maiores de 17 anos, aoficina tem o objetivo de exercitar a prática da escrita literária. O público-alvo são escritores, professores, estudantes do Ensino Médio e pessoas que tenham afinidade com a escrita. Os interessados podem se inscrever na Fábrica de Criação Popular. Para participar é necessário pagar uma taxa de R$ 14. Comerciários e dependentes têm desconto, e pagam de R$7.
Michelly Dominiq é contadora de histórias, atriz e pedagoga formada pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Durante a oficina ela também falará sobre sua experiência e pesquisa de contos populares. Michelly é ganhadora do Prêmio Professoras do Brasil 2016, com o projeto “Contos, Cantigas e Brincadeiras”. Sua atuação atende as áreas de pesquisa em cultura popular, patrimônio imaterial, educação e teatro.
Projeto – O Arte da Palavra visa divulgar a literatura no Brasil, facilitando o acesso da população à obra literária, por meio de ações que atuem em toda a cadeia da literatura, incluindo a formação e a divulgação de novos autores, a valorização das novas formas de produção e fruição literária.
Serviço – Arte da Palavra
De 14 a 18 de maio, das 18h às 22h
Local: Fábrica de Criação Popular (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro)
A prisão de Elder Santos Souza, suspeito de assassinar o jovem Pedro Gabriel Silva Gomes, foi resultado de uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar de Pernambuco, deflagrada na manhã desta terça-feira (04), em Afogados da Ingazeira. A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão, expedidos pelo Juiz […]
A prisão de Elder Santos Souza, suspeito de assassinar o jovem Pedro Gabriel Silva Gomes, foi resultado de uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar de Pernambuco, deflagrada na manhã desta terça-feira (04), em Afogados da Ingazeira.
A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão, expedidos pelo Juiz da Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, Dr. Osvaldo Teles Lobo Júnior, após parecer favorável do Ministério Público, representado pelo promotor de justiça Romero Borja.
Em entrevista a Alyson Nascimento no programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, o promotor Romero Borja destacou a complexidade do caso e a necessidade de agir com precisão e responsabilidade para garantir que a Justiça fosse feita.
Borja confirmou que o autor do crime mudou de esconderijo algumas vezes e enobreceu o trabalho de inteligência das polícias militar e civil. Também explicou que não poderia haver margem de erro na operação. “A gente não podia errar”, disse.
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