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Prefeito anuncia que vai acabar lixão em Serra Talhada

Por Nill Júnior

15800422_975180279293541_5539553011774517796_oDuque falou em tom de despedida do PT. “Fiz parte de um partido que mudou história de Serra”

A assinatura da ordem de serviço da Praça da AABB, ontem quinta-feira (29) em Serra Talhada, foi um dos últimos atos da primeira gestão do prefeito reeleito, Luciano Duque, do PT. Antes da assinatura, Samara Godoy filha do homenageado (Antônio de Godoy) destacou o legado do pai, externou a alegria de contemplar um equipamento que será a realização do sonho do saudoso ‘Tonhinho’, e exaltou a figura de Luciano Duque.

Ainda passaram pela tribuna, os vereadores Nailson Gomes, Zé Raimundo e o empresário Francisco Mourato que reforçaram os ensinamentos que receberam de “Peixoto” e de sua luta pelo o povo. Já o prefeito Luciano Duque, aproveitou a ocasião não só para enaltecer “Peixoto’, mas também pra registrar agradecimentos: a Deus, esposa, equipe de governo, vereadores e ao povo de Serra Talhada que o reconduziu a prefeitura.

Duque falou da luta pela do aeroporto citando o olhar de Sebastião Oliveira (PR) e Paulo Câmara (PSB). Lembrou que colocou junto ao PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – no governo de Dilma “cumprindo uma demanda histórica resolvendo a questão do lixo e meio ambiente”. Ele  anunciou a chegada da usina de resíduos sólidos à cidade, ponto final ao lixão.

O gestor de Serra Talhada continuou dizendo que a gestão avançou  extraordinariamente. “Não fraquejamos. Tive a felicidade de fazer parte de um partido que mudou a história de Serra Talhada”, usando com exemplo a água da Adutora do São Francisco, citando a presidente Dilma Rousseff. “Isso devo a ela (Dilma), um ganho extraordinário que minha terra teve. Como esquecer o Instituto Federal que vamos entregar em fevereiro”, disse.

Duque ainda citou o  ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, “que trouxe o curso de medicina”. Luciano ainda pregou a união em prol de Serra Talhada e contabilizou captação de recursos, que foi possível entregar novas USF’S e Creches.

Outras Notícias

Dois anos de saudade: Missa e forró na homenagem ao Mestre Dominguinhos

Por Ruy Sarinho Nesta sexta-feira (24), continuam as homenagens ao Mestre Dominguinhos pelos dois anos de seu falecimento, completados neste dia 23. Às 20 horas, será celebrada missa na Capela de Nossa Senhora da Conceição das Barreiras, no Parque da Jaqueira, pelo Padre Josenildo Tavares, com a participação de diversos artistas, forrozeiros, familiares e amigos […]

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Por Ruy Sarinho

Nesta sexta-feira (24), continuam as homenagens ao Mestre Dominguinhos pelos dois anos de seu falecimento, completados neste dia 23.

Às 20 horas, será celebrada missa na Capela de Nossa Senhora da Conceição das Barreiras, no Parque da Jaqueira, pelo Padre Josenildo Tavares, com a participação de diversos artistas, forrozeiros, familiares e amigos de Dominguinhos.

Já no sábado (25), a partir das 13 horas, no espaço Dominguinhos, à rua Lindolfo Collor, s/n, no Engenho do Meio, haverá muito forró sob o comando de Ivan Ferraz e  apresentação de diversos artistas em homenagem especial.

O Espaço Dominguinhos foi uma iniciativa de Ivan Ferraz, considerado o “Embaixador do Forró”, e foi aberto há três anos com o aval de Dominguinhos, que chegou a se apresentar no local.

Bolsonaro rebate arcebispo de Aparecida e volta a defender armamento

Desinformado, presidente disse que fala do arcebispo foi no dia 11 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender o armamento da população no Brasil e minimizou a posição do arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes. Ontem, no dia em que o presidente visitou o santuário da cidade para celebrar o dia de […]

Desinformado, presidente disse que fala do arcebispo foi no dia 11

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender o armamento da população no Brasil e minimizou a posição do arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes. Ontem, no dia em que o presidente visitou o santuário da cidade para celebrar o dia de Nossa Senhora Aparecida, o religioso afirmou, durante celebração de missa, que, para ser pátria amada, o Brasil “não pode ser uma pátria armada”.

O sermão foi feito antes da chegada de Bolsonaro à cidade. O presidente disse hoje, em evento em Miracatu (SP), que respeita a opinião, mas mantém sua posição.

“Respeito a opinião de qualquer um aqui que seja a favor e contra a arma de fogo, mas o que acontecia no Brasil é que somente os marginais e bandidos tinham armas de fogo. Não pude alterar lei como queria, mas alteramos decretos e portarias de modo que arma de fogo passou a ser realidade entre nós”, disse.

Bolsonaro ainda reclamou que a frase do arcebispo teria sido dita no dia 11 de outubro e que a imprensa só repercutiu no dia seguinte. Porém, a fala ocorreu durante a missa da manhã do dia 12 de outubro, antes de o presidente chegar à cidade, como está registrado nas transmissões do santuário.

“Disseram que ele teria falado no dia 12, não falou, ele é uma pessoa educada. Não iríamos discutir abertamente ali, até porque não tinha microfone, não tinha como discutir esse assunto”, disse Bolsonaro.

Na sequência, reafirmou seu discurso armamentista relacionando a arma à liberdade, uma equivalência que é contestada por parte de especialistas em violência urbana que alertam para os riscos do aumento de pessoas com porte de armas no Brasil.

O Blog e a História: MP foi à sessão apertar vereadores contra nepotismo

O Ministério Público na região do Pajeú continua sua cruzada anti nepotismo. Na última sessão da Câmara de vereadores os promotores Lúcio Luiz de Almeida Neto e Henrique Ramos explicaram quais são as vedações para os legisladores no tocante a contratação de familiares. O presidente da Câmara Luiz Odon foi orientado a não contratar familiares […]

O Ministério Público na região do Pajeú continua sua cruzada anti nepotismo. Na última sessão da Câmara de vereadores os promotores Lúcio Luiz de Almeida Neto e Henrique Ramos explicaram quais são as vedações para os legisladores no tocante a contratação de familiares.

O presidente da Câmara Luiz Odon foi orientado a não contratar familiares para a Casa e os vereadores também estão sujeitos a punições caso mantenham parentes em seus gabinetes. O MP deu prazo de 90 dias para que Câmaras e prefeituras se adequem às orientações anti nepotismo. Para os promotores a contratação de familiares fere o princípio constitucional da moralidade pública. Em 11 de setembro de 2006.

Estrada de Ingazeira teve bolo no governo Mendonça  – O Secretário de Obras da Ingazeira, João Amaral, garantiu hoje que as obras da Estrada da Ingazeira continuam sendo tocadas apesar da mudança de firma para a sua execução. A obra está sendo tocada pela empresa “Pereira de Carvalho”. João Amaral, entretanto, deixou nas entrelinhas que a obra pode não sair neste governo Mendonça. “Quem entrar no governo tem obrigação de tocá-la”, disse. Em 24 de outubro de 2006. De fato, por problemas com as empresas, a estrada só seria inaugurada na gestão Eduardo.

Dilma e PT sairão mais unidos do congresso do partido, diz Humberto

Petista admite que erro do PT foi ter se adaptado à cultura política que a legenda, historicamente, sempre criticou O V Congresso do PT, que se inicia a partir desta quinta-feira (11), em Salvador, será uma oportunidade de o partido fazer uma autocrítica e se renovar para reconquistar a confiança da população e avançar com […]

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Petista admite que erro do PT foi ter se adaptado à cultura política que a legenda, historicamente, sempre criticou

O V Congresso do PT, que se inicia a partir desta quinta-feira (11), em Salvador, será uma oportunidade de o partido fazer uma autocrítica e se renovar para reconquistar a confiança da população e avançar com as políticas que deram certo e melhoraram a vida de milhões de brasileiros. Esta é a avaliação do líder da sigla no Senado, Humberto Costa (PE), que chega hoje à capital baiana para participar do encontro. No início da noite, quem desembarca em Salvador, vinda de Bruxelas, na Bélgica, é a presidenta Dilma Rousseff, que participará da abertura do evento.

Segundo Humberto, o PT tem muita força na sociedade e os avanços sociais e econômicos inquestionáveis alcançados nos últimos 12 anos podem ser aperfeiçoados neste momento, a partir de uma renovação do partido.

“O PT soube, sim, administrar o Estado. Tanto é que tivemos resultados importantes de milhões de pessoas que saíram da pobreza e ingressaram na classe média, de programas sociais que são reconhecidos internacionalmente, de crescimento econômico que o país teve e de melhoria da sua infraestrutura. O PT tem, sem dúvida, um legado importante reconhecido pelos brasileiros”, afirma.

No entanto, segundo ele, o partido não soube administrar bem a sua relação política dentro do Estado. “Ao chegar ao Governo, o PT foi se afastando dos movimentos sociais e adotando modelos políticos que já estavam cansados. Um partido que sempre defendeu uma nova forma de fazer política terminou se adaptando às formas tradicionais de governabilidade”, acredita Humberto.

Para o senador, o principal erro do PT foi justamente ter se adaptado à cultura política que a legenda, historicamente, sempre criticou. “Incorporamos uma visão de governabilidade que passa quase que exclusivamente pela governabilidade parlamentar, pela necessidade de apoios, de alianças. Acho que essa autocrítica, o partido precisa fazer agora. A partir dela, vai ser possível se reinventar. O partido precisa passar por um processo de reforma interna”, avalia.

STF forma maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por tentativa de coação

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta sexta-feira (14), para aceitar a denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e transformá-lo em réu por tentativa de interferência em um julgamento que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo atuou no exterior para tentar pressionar […]

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta sexta-feira (14), para aceitar a denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e transformá-lo em réu por tentativa de interferência em um julgamento que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo atuou no exterior para tentar pressionar autoridades e influenciar o andamento da ação penal, o que caracteriza o crime de coação no curso do processo.

O caso está ligado ao processo no qual Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma organização criminosa com o objetivo de se manter no poder após a derrota eleitoral de 2022. De acordo com a acusação, Eduardo buscou impedir o avanço da ação por meio de pressão internacional.

Os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pelo recebimento da denúncia. A análise ocorre no plenário virtual e segue até 25 de novembro, salvo pedido de vista ou destaque.

Com a decisão da maioria, a Primeira Turma abre agora uma ação penal contra o deputado.