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Pré-candidata a prefeita de Belmonte é multada pela justiça

Por Nill Júnior

Farol de Notícias com informações do Belmonte Diário 

A Justiça Eleitoral de São José do Belmonte julgou procedente denúncias de propaganda eleitoral antecipada.

A professora Suelene Leal é candidata prefeitura pelo Psol e foi multada por irregularidades na sua campanha.

A decisão foi tomada pelo juiz Eduardo Henrique Minosso, da 74ª Zona Eleitoral, que considerou parcialmente procedente a ação movida contra ela.

Segundo a sentença, a candidata foi penalizada com uma multa de R$ 5 mil, valor que será corrigido conforme os índices oficiais até que o pagamento seja realizado.

A infração, de acordo com o juiz, foi cometida devido à propaganda eleitoral antecipada, prática proibida pela legislação.

A defesa da candidata ainda tem a possibilidade de recorrer dessa decisão. Se o recurso for apresentado, a parte adversária será notificada para responder antes que o caso seja encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Até o momento, a equipe de campanha do PSOL não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o assunto.

A sentença foi emitida e registrada eletronicamente nesta quinta-feira (08). Se não houver recurso, o processo será arquivado após o trânsito em julgado.

A defesa da candidata ainda tem a possibilidade de recorrer dessa decisão. Se o recurso for apresentado, a parte adversária será notificada para responder antes que o caso seja encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Até o momento, a equipe de campanha do PSOL não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o assunto.

A sentença foi emitida e registrada eletronicamente nesta quinta-feira (08). Se não houver recurso, o processo será arquivado após o trânsito em julgado.

Outras Notícias

MP investiga patrimônio de ministro do Meio Ambiente

O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar suspeita de enriquecimento ilícito do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre 2012 e 2017, período em que ele alternou a atividade de advogado com cargos no governo paulista. A Promotoria já pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal de Salles, mas a medida foi negada duas […]

O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar suspeita de enriquecimento ilícito do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre 2012 e 2017, período em que ele alternou a atividade de advogado com cargos no governo paulista. A Promotoria já pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal de Salles, mas a medida foi negada duas vezes pela Justiça estadual neste mês.

A investigação teve início em julho a partir de representação feita por uma empresa chamada Sppatrim Administração e Participações, que levantou suspeita sobre a evolução patrimonial de Salles com base nas declarações de bens que ele mesmo prestou à Justiça Eleitoral.

Em 2012, quando foi candidato a vereador pelo PSDB, Salles declarou possuir R$ 1,4 milhão em bens, a maior parte em aplicações financeiras, 10% de um apartamento, um carro e uma moto. Em 2018, quando saiu a deputado federal pelo Novo, foram R$ 8,8 milhões, sendo dois apartamentos de R$ 3 milhões cada, R$ 2,3 milhões em aplicações e um barco de R$ 500 mil – alta de 335% em cinco anos, corrigindo o valor pela inflação.

Foi secretário particular do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) entre março de 2013 e novembro de 2014, função pela qual recebia R$ 12,4 mil líquidos, e secretário do Meio Ambiente na mesma gestão, entre julho de 2016 e agosto de 2017, com remuneração média de R$ 18,4 mil.

O promotor menciona no pedido o fato da evolução patrimonial de Salles ter ocorrido no período em que ele foi acusado de fraudar o plano de manejo de uma área de proteção ambiental quando foi secretário em São Paulo para beneficiar empresas de mineração. O MP moveu ação que resultou na condenação dele por improbidade administrativa em dezembro de 2018. Ele nega responsabilidade e recorreu da decisão.

Ex-secretária de Educação diz que atual gestão tenta levar bônus de ações conveniadas no governo Evandro Valadares

A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua […]

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A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua pasta.

“Tenho como provar que muitos convênios de nossa gestão foram concluídos agora e não houve a informação de que nós começamos. Se dizem que o município de São José do Egito é referência na educação, deveriam reconhecer que a base para isso foi construída nas últimas gestões”.

Ela de como exemplos recursos deixados em contas no Banco do Brasil como para aplicação na creche da Escola Antonio Bitu, no valor de R$ 1.329.871,68. Também citou convênios como o de R$ 1.277.482,94 para compra de carteiras escolares, ônibus, conjuntos para portadores de necessidades especiais, ventiladores, lousas digitais e conjuntos para professores.

Ela também afirmou que todas as escolas foram repassadas à atual gestão em bom estado, respondendo a questionamentos feitos semana passada. “Entre 18 e 28 de dezembro de 2012 nossa equipe, a equipe do atual governo e a comunidade acompanharam a entrega das escolas. Tudo foi registrado e documentado”.

Por fim, disse que a atual gestão estaria proibindo professores efetivos e contratados de contato com professores ligados à gestão anterior e cobrou que os professores tenham liberdade para realizar manifestações por melhores condições de trabalho.

Ouro Velho implanta 14º e 15 salários aos servidores municipais

Prefeito Augusto Valadares também informou que antecipou salário de dezembro, ⅓ das férias e pagou dois abonos aos professores Por André Luis O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, informou em suas redes sociais nesta sexta-feira (16), que antecipou o pagamento dos servidores municipais efetivos, contratados e comissionados referente a dezembro. Ainda segundo Augusto, também […]

Prefeito Augusto Valadares também informou que antecipou salário de dezembro, ⅓ das férias e pagou dois abonos aos professores

Por André Luis

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, informou em suas redes sociais nesta sexta-feira (16), que antecipou o pagamento dos servidores municipais efetivos, contratados e comissionados referente a dezembro.

Ainda segundo Augusto, também foi pago ⅓ de férias e ainda que foi implantado no município o 14º e 15º salários aos servidores. “Também pagamos dois abonos aos nossos professores”, informou.

“A valorização do servidor é importante. Tudo anda bem quando o funcionário, seja efetivo ou comissionado, está feliz. Economia aquecida é importante para o comércio. Todo tempo, isso acontece. Planejamento e organização”, afirmou Augusto Valadares.

Prefeitura de Flores inicia instalação de sistema de monitoramento por câmeras

Foram iniciados na manhã desta quarta-feira (07), os trabalhos de Implementação do Sistema de Segurança por Câmeras, no município de Flores, localizado no Sertão do Pajeú pernambucano. O primeiro espaço público da cidade a ser contemplado pelos equipamentos de segurança foi a Academia das Cidades. Lá, a Prefeitura Municipal já instalou um total de sete […]

Foram iniciados na manhã desta quarta-feira (07), os trabalhos de Implementação do Sistema de Segurança por Câmeras, no município de Flores, localizado no Sertão do Pajeú pernambucano. O primeiro espaço público da cidade a ser contemplado pelos equipamentos de segurança foi a Academia das Cidades.

Lá, a Prefeitura Municipal já instalou um total de sete câmeras. Através de seu perfil oficial no Facebook, o Prefeito Marconi Santana disse “esperar nestes 15 dias concluir toda a instalação. Um investimento com recursos do próprio município, que vai garantir mais segurança e tranquilidade para nossa gente”, afirmou.

De acordo com a gestão municipal, a conclusão desses trabalhos vai abranger Flores com 120 câmeras, entre elas, 4 com a tecnologia Speed Dome que, faz a captura de imagens em até 360° (Trezentos e sessenta graus).

MPPE atua em conjunto com a PF para desarticular organização criminosa no Sertão

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Lagoa Grande, deu apoio à Polícia Federal de Juazeiro (BA), durante a Operação Maracaibo, realizada na manhã da última quarta-feira (23), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas nas cidades de Juazeiro(BA), Petrolina, Lagoa Grande e […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Lagoa Grande, deu apoio à Polícia Federal de Juazeiro (BA), durante a Operação Maracaibo, realizada na manhã da última quarta-feira (23), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas nas cidades de Juazeiro(BA), Petrolina, Lagoa Grande e Salgueiro, em Pernambuco. 

Durante a operação, iniciada nas primeiras horas da manhã, mais de 120 policiais cumpriram 16 mandados de prisão e 22 mandados de busca e apreensão. Foi deferido, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa (art. 2º da lei 12.850/13), tráfico de drogas, associação para o tráfico (art. 33 e 35 da lei 11.343/06) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas podem chegar a 43 anos de reclusão.

As investigações constataram uma conexão do grupo criminoso investigado com uma facção criminosa do Estado de São Paulo. Mais à frente, foi revelado que o líder da Orcrim, que é natural de Lagoa Grande (PE) e teria mudado o domicílio para um condomínio de luxo em Petrolina, comandava as ações criminosas em toda a região do Vale do São Francisco.

A Operação Maracaibo também contou com os apoios do 12º Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE); Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e da Companhia de Polícia de Ações em Caatinga (CIPE Caatinga), da Bahia. A Polícia Federal continua com as apurações, no sentido de elucidar a amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar e prender outros integrantes.