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Posse da Academia de Letras do Sertão de Pernambuco acontece sábado

Por Nill Júnior

No próximo sábado, dia 02 de setembro, será realizada a solenidade de posse dos primeiros 27 membros da Academia de Letras do Sertão Pernambucano (ALESPE), evento que terá início a partir das 20h, no auditório da Faculdade Integração do Sertão (FIS), em Serra Talhada.

Segundo o Professor, Escritor e Presidente da ALESPE, Alberto Rodrigues, a entidade veio para unir os diversos gêneros literários do Sertão pernambucano em torno de um mesmo ideal. “Nosso objetivo inicial é que a Academia se fortaleça com a participação das varias microrregiões do Sertão. Vamos reunir os representantes dos sertões do Moxotó, do Pajeú, do Central, do Araripe, de Itaparica e do São Francisco”, explicou Rodrigues.

Uma das características da ALESPE é a diversidade de gêneros literários, o que mostra a capacidade produtiva e criativa do escritor sertanejo. “A ALESPE surgir com uma ferramenta que servira para ajudar na projeção da nossa literatura, dos nossos escritores, da nossa cultura e da nossa história, bem como, disseminar as obras dos nossos escritores pelo Brasil, e quem sabe até pelo mundo”, disse o  presidente da ALESPE.

Ele acrescentou que a entidade irá buscar estar em sintonia com a sociedade, e principalmente com os jovens, seguimento de onde certamente brotarão os novos escritores regionais.

A ALESPE foi criada oficialmente em 18 de setembro 2010, pelos escritores serra-talhadenses Dierson Tomaz Ribeiro, Francisco de Assis Duarte, Itamar Inácio de Souza Freire e Jaime Gonçalves de Lima. A Academia será formada por 40 membros, sendo os 13 últimos acadêmicos serão escolhidos conforme os critérios embelecidos no estatuto que será aprovado na solenidade de posse.

Outras Notícias

Rádio é alvo de criminosos em Buíque

A Rádio Comunitária Vale FM, da cidade de Buíque, Agreste pernambucano, foi alvo de criminosos na madrugada desta sexta-feira (07). O prédio foi arrombado e equipamentos foram incendiados no estúdio da emissora, localizada às margens da PE-270. Perícia foi realizada no local e digitais podem ajudar a Polícia Civil identificar e prender os criminosos. A […]

A Rádio Comunitária Vale FM, da cidade de Buíque, Agreste pernambucano, foi alvo de criminosos na madrugada desta sexta-feira (07).

O prédio foi arrombado e equipamentos foram incendiados no estúdio da emissora, localizada às margens da PE-270.

Perícia foi realizada no local e digitais podem ajudar a Polícia Civil identificar e prender os criminosos. A rádio é dirigida pelo radialista Ricardo Resende.

Pfizer diz que não aceita condições de Bolsonaro para vender vacina ao Brasil

Foto: Justin Talis/AFP Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam […]

Foto: Justin Talis/AFP

Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato

A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A reportagem é de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo.

A farmacêutica e o Ministério da Saúde chegaram a um impasse em torno das cláusulas dos contratos para a comercialização do imunizante: a Pfizer quer que o governo brasileiro se responsabilize por eventuais demandas judiciais decorrentes de efeitos adversos da vacina, desde que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenha concedido o registro ou autorizado o uso emergencial e temporário.

A farmacêutica norte-americana pretende também que qualquer litígio com o governo brasileiro seja resolvido em uma Câmara Arbitral de Nova York. E pede que o governo renuncie à soberania de seus ativos no exterior como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior.

O presidente Jair Bolsonaro atacou as condições e as negociações com a multinacional empacaram. “Vamos supor que [num contrato sobre fornecimento de vacina] está escrito o seguinte: ‘[as empresas] nos desobrigamos de qualquer ressarcimento ou responsabilidade com possíveis efeitos colaterais imediatos e futuros’. E daí, vocês vão tomar essa vacina?”, disse o presidente há alguns meses a simpatizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já classificou as cláusulas de “leoninas”.

A reunião com os parlamentares foi realizada para que eles tentem ajudar a contornar o problema, por meio do diálogo com o governo e também de iniciativas legislativas.

Segundo a Pfizer disse aos senadores, as cláusulas que ela apresenta não são exclusivas da empresa, mas de várias farmacêuticas. Seguem um padrão internacional e estão em vigor em contratos ao redor do mundo.

Na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não teriam aceitado as regras.

O Chile, por exemplo, assinou contrato e recebeu, em dezembro, milhares de doses da Pfizer, que já estão sendo aplicadas em sua população.

No mundo, 69 países já compraram a vacina da farmacêutica norte-americana, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech.

Ela é uma das mais eficazes —é uma das onze mais avançadas na corrida por vacina contra a Covid-19. Em novembro, a empresa anunciou que o imunizante apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes de fase 3.

Além disso, dois estudos divulgados neste mês indicaram que a vacina já tem eficácia após a aplicação da primeira dose e pode ser mantida em geladeiras (2 a 8 graus) por até cinco dias, ou ainda em congeladores (-25 a -15 graus) por duas semanas.

Do encontro virtual participaram também diretores da Johnson & Johnson, que pretende vender a sua vacina, a Janssen, ao Brasil.

O senador Randolfe Rodrigues já apresentou uma emenda à medida provisória (MP 1026/2021) que regulamenta a importação de vacinas prevendo que o governo brasileiro assuma a responsabilidade pelas demandas judiciais.

A União também poderia contratar um seguro privado para a cobertura de riscos. Um projeto de lei detalhando a entrada de vacinas no país deve ser apresentado nos próximos dias.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por sua vez, vai se reunir ainda nesta segunda (22) com o ministro Pazuello para conversar sobre as negociações entre o governo Bolsonaro e as farmacêuticas.

No domingo (21), o Ministério da Saúde informou que pediu orientação ao Palácio do Planalto sobre como proceder para solucionar o impasse, já que as negociações estariam empacadas “por falta de flexibilidade das empresas”.

Presidente da Câmara deixa grupo governista em Iguaracy

O fato novo na política de Iguaracy é a noticia do afastamento nos últimos dias do Presidente da Câmara Francisco de Sales do Prefeito Zeinha Torres (PSB). Sales já encerrou a legislatura passada na Presidência da Câmara. Foi eleito outra vez e agora desejava ser reeleito, com o que a bancada governista não concordava. Um […]

O fato novo na política de Iguaracy é a noticia do afastamento nos últimos dias do Presidente da Câmara Francisco de Sales do Prefeito Zeinha Torres (PSB).

Sales já encerrou a legislatura passada na Presidência da Câmara. Foi eleito outra vez e agora desejava ser reeleito, com o que a bancada governista não concordava.

Um vereador revelou à produção do programas Rádio Vivo que o parlamentar disse ter se afastado porque ultimamente em alguns eventos, foi registrado como vereador e não como Presidente.

Já o Prefeito Zeinha Torres depois de lamentar a saída de Francisco de Sales do bloco governista, comemorou. “Enquanto ele saiu, ganhamos três vereadores e quatro suplentes”. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

Bolsonaro vai revogar decreto sobre o SUS

Foto: Gabriela Bilo/Estadão Estadão Após forte reação contrária, o governo Jair Bolsonaro vai revogar o decreto que libera a concessão de Unidades Básicas de Saúde à iniciativa privada. O decreto, publicado hoje, permitia ao Ministério da Economia realizar estudos para a inclusão das unidades no do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República […]

Foto: Gabriela Bilo/Estadão

Estadão

Após forte reação contrária, o governo Jair Bolsonaro vai revogar o decreto que libera a concessão de Unidades Básicas de Saúde à iniciativa privada. O decreto, publicado hoje, permitia ao Ministério da Economia realizar estudos para a inclusão das unidades no do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). Esse é o programa do governo que trata de privatizações, em projetos que incluem desde ferrovias até empresas públicas.

A confirmação sobre a revogação do decreto foi feita pelo próprio presidente nas redes sociais. Na publicação, Bolsonaro disse que “faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal”. Segundo ele, o “espírito do decreto” revogado era “o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”. No Brasil, acrescentou Bolsonaro, há mais de 4 mil Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) inacabadas.

Em nota divulgada pouco antes do anúncio da revogação do decreto, o Ministério da Economia afirmou nesta quarta-feira, 28, “seguirão sendo 100% gratuitos para a população”. De acordo com o texto, a decisão foi tomada após pedido do Ministério da Saúde, com apoio da pasta de Paulo Guedes.

Segundo a Economia, a avaliação da Saúde era de que “a participação privada no setor é importante diante das restrições fiscais e das dificuldades de aperfeiçoar o modelo de governança por meio de contratações tradicionais”. A pasta destaca que, atualmente, “há mais de 4 mil UBS com obras inacabadas que, de acordo com o Ministério da Saúde, já consumiram R$ 1,7 bilhão de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Ainda de acordo com a nota, os estudos que o PPI foi autorizado a fazer devem visar a capacidade técnica e qualidade no atendimento ao sistema público de saúde.

Antes de vir ao Pajeú, Câmara cumpriu agenda no Agreste Central

Durante o feriado do Dia do Trabalhador, o governador Paulo Câmara cumpriu agenda administrativa no município agrestino de São Caetano. Na ocasião, Paulo entregou obras financiadas com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) no total de R$ 865 mil, aplicados na pavimentação e saneamento de ruas locais. O gestor aproveitou a […]

Durante o feriado do Dia do Trabalhador, o governador Paulo Câmara cumpriu agenda administrativa no município agrestino de São Caetano. Na ocasião, Paulo entregou obras financiadas com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) no total de R$ 865 mil, aplicados na pavimentação e saneamento de ruas locais.

O gestor aproveitou a oportunidade para anunciar também o lançamento do FEM 3, no valor de R$ 1,3 milhão, e garantir que os testes da água da transposição do rio São Francisco para o município iniciam neste mês de maio.

Durante o dia, o governador visitou as obras concluídas de saneamento do bairro Rua do Campo e do calçamento em paralelepípedos em 11 travessas da localidade. “Diante do avanço dessas parcerias, anuncio que São Caetano já está habilitado a receber o FEM 3, serão mais R$ 1,3 milhão para fazer obras de acordo com os projetos que o prefeito apresentou, de pavimentação, reformas de praças, saneamento. Com certeza, isso vai ser fundamental para melhorar a qualidade de vida do povo de São Caetano”, frisou.

Paulo Câmara destacou, ainda, que o Governo do Estado continua determinado a trabalhar e investir em um Pernambuco mais seguro para toda a população. “Eu venho aqui também para reafirmar o compromisso de continuar trabalhando por um Pernambuco mais seguro, e nós temos feito isso. A violência aumentou em todo o País, mas a gente está fazendo todo o esforço mudar isso em Pernambuco. Entregamos mais viaturas e motos, temos novos PMs, delegados e agentes de Polícia Civil, um conjunto de esforços para combater o tráfico de drogas e trazer a paz ao nosso Estado”, reforçou.