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População defende espaço novo para homenagem a Antonio Mariano

Por Nill Júnior

A pedido da Câmara de Vereadores, o programa Manhã Total da Rádio Pajeú discutiu qual homenagem mais indicada para o ex-prefeito e ex-deputado estadual Antonio Mariano de Brito, falecido em agosto de 2018, aos 70 anos.

A pergunta foi gerada pela proposta de que Antonio poderia dar nome a um dos principais corredores de Afogados da Ingazeira, a Avenida Rio Branco. “Mas é fundamental ouvir o que a população tem a dizer”, disse a vereadora e sobrinha, Gal Mariano.

O programa perguntou: você é a favor da Rio Branco mudar de nome para Avenida Antonio Mariano de Brito? Ou acha que Antonio merece dar nome a outro espaço com o seu nome, mantendo o nome da via?

Para 89,9%, Antonio, por sua importância para história, deve dar nome a um novo espaço, evitando confusão com prédios ou vias já nominadas, como a Avenida Rio Branco. Já 10,1% defenderam a mudança da via para Avenida Antonio Mariano de Brito. O resultado foi enviado para a Câmara.

Natural de Afogados da Ingazeira, Antonio Mariano de Brito, se vivo, estaria com 73 anos. Professor por formação, foi na política que encontrou sua grande paixão.

Filho de agricultores da comunidade de São João, Antonio Mariano, aos 24 anos foi vereador de Afogados da Ingazeira e aos 28 anos, prefeito do município. As urnas ainda deram a Antônio quatro mandatos na Assembleia Legislativa. Foi ligado por anos politicamente a Inocêncio Oliveira.

Sua última candidatura a Deputado Estadual foi em 2006, quando obteve 13.084 votos, não conseguindo renovar seu mandato. Antônio também tentou uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado. No auge na Assembleia, foi Primeiro Secretário, além de articulador político importante.

Casado com Aldenice, teve quatro filhos, Aline, Antônio Filho, Alan e Alane,  além de oito netos. Aline é ex-vereadora do Recife. É tio do ex-presidente da Câmara, Igor Mariano e da atual vereadora Gal Mariano e dentre os irmãos, viu nomes como Elias e Heleno Mariano militando na política.

Outras Notícias

STF proíbe redução de salários de servidores

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF Na sessão desta quarta-feira, o Plenário concluiu o julgamento da ação em que o PCdoB, o PT e o PSB questionavam dispositivo da Lei de Responsabilidade Fiscal que permitia a redução. Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional qualquer interpretação de dispositivos da Lei de Responsabilidade […]

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF

Na sessão desta quarta-feira, o Plenário concluiu o julgamento da ação em que o PCdoB, o PT e o PSB questionavam dispositivo da Lei de Responsabilidade Fiscal que permitia a redução.

Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional qualquer interpretação de dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000) que permita a redução de vencimentos de servidores públicos para a adequação de despesas com pessoal. 

Na sessão desta quarta-feira (24), o colegiado concluiu o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2238, ajuizada pelo Partido Comunista do Brasil (PcdoB), pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

O dispositivo declarado inconstitucional é o parágrafo 2º do artigo 23. O dispositivo faculta a redução temporária da jornada de trabalho com adequação dos vencimentos à nova carga horária, caso sejam ultrapassados os limites definidos na lei para despesas com pessoal nas diversas esferas do poder público. Para a maioria dos ministros, a possibilidade de redução fere o princípio da irredutibilidade salarial.

Votos – O julgamento teve início em fevereiro de 2019 e foi suspenso em agosto, para aguardar o voto do ministro Celso de Mello. Na ocasião, não foi alcançada a maioria necessária à declaração de inconstitucionalidade das regras questionadas.

O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou pela improcedência da ação, por entender possível a redução da jornada e do salário. 

Seguiram seu voto os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, propôs um voto médio, no sentido de que a medida só poderia ser aplicada depois de adotadas outras medidas previstas na Constituição Federal, como a redução de cargos comissionados, e atingiria primeiramente servidores não estáveis.

O ministro Edson Fachin abriu a divergência, por entender que não cabe flexibilizar o mandamento constitucional da irredutibilidade de salários para gerar alternativas menos onerosas ao Estado.

Os ministros Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, e Marco Aurélio votaram no mesmo sentido. A ministra Cármen Lúcia acompanhou em parte a divergência, ao entender que é possível reduzir a jornada de trabalho, mas não o vencimento do servidor.

Conclusão – Na sessão de hoje, o decano se alinhou à corrente aberta pelo ministro Edson Fachin no sentido da violação ao princípio da irredutibilidade dos salários prevista na Constituição.

Com o voto do ministro, a Corte confirmou decisão liminar deferida na ação e declarou a inconstitucionalidade do parágrafo 2º do artigo 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal e de parte do parágrafo 1º do mesmo artigo, de modo a obstar interpretação de que é possível reduzir os valores de função ou cargo provido.

O colegiado, também por decisão majoritária, julgou inconstitucional o parágrafo 3º do artigo 9º da lei, que autorizava o Poder Executivo a restringir de forma unilateral o repasse de recursos aos Poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública. O voto de desempate do ministro Celso de Mello seguiu o do relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, no sentido de que a permissão ofende o princípio da separação de Poderes e a autonomia financeira do Judiciário.

Escritor e poeta de Afogados da Ingazeira lança livro de poesias em São Paulo

Wando Gomes nasceu no município de Carnaíba, região do Vale do Pajeú, sertão de Pernambuco. Para passar o tempo enquanto vigiava os animais no campo e como toda criança pobre, sempre criando seus próprios brinquedos, pregava alguns pregos nas extremidades de uma tábua e esticava alguns arames imitando um violão. Por volta dos seus doze […]

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Wando Gomes nasceu no município de Carnaíba, região do Vale do Pajeú, sertão de Pernambuco. Para passar o tempo enquanto vigiava os animais no campo e como toda criança pobre, sempre criando seus próprios brinquedos, pregava alguns pregos nas extremidades de uma tábua e esticava alguns arames imitando um violão.

Por volta dos seus doze anos, sua avó paterna lhe presenteou com um violão. Agora que tinha um violão, precisava escrever alguma coisa. Iniciou então nesta época sua viagem pelo mundo da arte da palavra, da poesia e da literatura.

CAPA DO LIVRO
“A poesia é a minha estrada, escrever é o meu carma, a palavra é minha arma, a caneta é minha espada”. Trecho do Livro “Palavras ao Vento”.

Após viver alguns anos na cidade de Afogados da Ingazeira, em 1993 mudou-se para São Paulo onde vive do sonho de sua arte até os dias atuais. Seus familiares e amigos residem nas cidades de Afogados de Ingazeira-PE, Povoado do Silvestre-PB, Tavares-PB, São José do Egito e São Paulo-SP.

O livro se encontra inicialmente no site da editora e em breve nos sites das livrarias Cultura e Travessa e no próximo dia 23 de janeiro de 2016 será lançado oficialmente em São Paulo capital.

 

Congresso prepara logística para depoimento de Paulo Roberto Costa

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), aproveitou essa terça-feira (16) para acertar os detalhes logísticos do depoimento do ex-diretor da companhia Paulo Roberto Costa, nesta quarta-feira (17) no Congresso. Costa deverá embarcar de Curitiba, onde está preso, para Brasília (DF) sob escolta da Polícia Federal […]

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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), aproveitou essa terça-feira (16) para acertar os detalhes logísticos do depoimento do ex-diretor da companhia Paulo Roberto Costa, nesta quarta-feira (17) no Congresso.

Costa deverá embarcar de Curitiba, onde está preso, para Brasília (DF) sob escolta da Polícia Federal (PF). Ele também seguirá escoltado até o Congresso, quando passará a ficar sob a guarda da Polícia do Senado. A ordem judicial é que ele não precisa usar algemas.

No Senado, onde ocorrerá a sessão da CPMI, a Ala Nilo Coelho será isolada, impedindo o acesso de visitantes à sala da comissão. No entanto, o trânsito de parlamentares, assessores, servidores e jornalistas estará liberado.

Também para garantir o acompanhamento da sessão por parte da imprensa, caso ela não seja secreta, o senador Vital do Rêgo solicitou que sejam instalados telões em outras salas, uma vez que a da CPMI será pequena para acomodar a todos.

“Desde ontem que estou aqui cuidando da logística do transporte do depoente, das condições físicas para receber a todos com o mínimo de conforto necessário”, disse o senador.

A expectativa, no entanto, é que o depoimento de Paulo Roberto Costa possa ser frustrado pelo acordo de delação premiada que ele fez com a Justiça e que coloca as informações sob sigilo. Para tentar evitar que o ex-diretor se recuse a falar, com receio de perder os benefícios da delação, alguns parlamentares defendem que o depoimento ocorra em sessão secreta.

Mais debate sobre Usina Nuclear em Itacuruba

A Academia Pernambucana de Ciências (APC), com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (SECTI), promove, amanhã, das 9h as 13h, no Espaço Ciência, um debate sobre os prós e contras da possibilidade de instalação de uma usina nuclear em Itacuruba, no Sertão do Estado. As palestras serão encabeçadas pelo ex-ministro […]

Projeção da Eletronuclear, para a usina em Itacuruba, com seis reatores

A Academia Pernambucana de Ciências (APC), com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (SECTI), promove, amanhã, das 9h as 13h, no Espaço Ciência, um debate sobre os prós e contras da possibilidade de instalação de uma usina nuclear em Itacuruba, no Sertão do Estado.

As palestras serão encabeçadas pelo ex-ministro de Ciência e Tecnologia do Brasil e professor de Física da UFPE Sérgio Rezende; a professora da UPE, Vânia Fialho; o professor aposentado da UFPE Heitor Scalambrini; e o conselheiro da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares, Carlos Henrique da Costa Mariz. O evento é aberto ao público.

Com a atribuição de ouvir a comunidade científica, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aluísio Lessa, destacou que o evento é importante para aprofundar a discussão sobre o tema de maneira concreta. “Os cientistas são profundos conhecedores em condições de dar um contexto mais técnico sobre esta possibilidade. É essencial que a academia esteja envolvida e opine antes de qualquer tomada de decisão por parte do Poder Público”, comentou.

Na ótica do presidente da APC, José Aleixo, o debate vai trazer conhecimento científico ao tema e oferecer esclarecimento para a população. “Temos observado os fatos sobre a possibilidade de instalação de uma usina nuclear e é notório que há muita opinião sem conhecimento científico. O debate vem para esclarecer à sociedade pernambucana os pontos positivos e negativos. Os especialistas vão abordar, dentre outras questões, os aspectos tecnológicos, econômicos, ambientais e sociais dos procedimentos que envolvem a construção de uma usina nuclear”, declarou.

Empresa afogadense inicia oferta do serviço de energia solar na região

A empresa Hidro Eletro, empresa pioneira no ramo de energia elétrica na região do Pajeú, anunciou este mês aos seus clientes que agora também está trabalhando com energia solar. O conceito de Energia Solar é associado a energia fotovoltaica, que é a geração de energia elétrica usando a luz do sol como fonte primária de […]

A empresa Hidro Eletro, empresa pioneira no ramo de energia elétrica na região do Pajeú, anunciou este mês aos seus clientes que agora também está trabalhando com energia solar.

O conceito de Energia Solar é associado a energia fotovoltaica, que é a geração de energia elétrica usando a luz do sol como fonte primária de energia.

Após a luz do sol ser captada por painéis solares, ocorre a transformação da corrente elétrica para utilização em residências, comércios e indústrias.

Sistemas de energia solar utilizam energia limpa e pura do sol. A instalação de painéis solares em sua casa ou empresa ajuda a combater as emissões de gases do efeito estufa e reduz a nossa dependência dos combustíveis fósseis como o petróleo.

Ou seja, além de praticamente zerar sua conta de energia, com uma economia estimada de 95%, você consegue produzir energia de qualidade, sem agredir o meio ambiente e valoriza seu imóvel. Tudo isso com um investimento com custo benefício excelente e manutenção de baixíssimo custo.

O Diretor Presidente da empresa, Simplício Sá destacou: “Estamos há mais de 25 anos no mercado de energia elétrica, nos preparamos este último ano para que pudéssemos investir nesse novo modelo de negócio. Agora, além de todos os serviços que oferecíamos temos a energia solar como opção para nossos clientes”.

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