Polícia Federal pede quebra de sigilo fiscal e bancário de Bolsonaro
Por André Luis
A Polícia Federal pediu a quebra do sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido ocorre após a operação da PF que fez buscas e apreensões em endereço do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Houve buscas também na casa do pai de Cid, o general da reserva Mauro Lourena Cid.
A operação investiga se militares ligados ao ex-presidente negociaram joias de forma ilegal. O valor das transações pode ter superado R$ 1 milhão. As joias que são alvo das apurações foram presentes para a Presidência durante o mandato de Bolsonaro. Pelas regras, deveriam ser incorporadas ao patrimônio do Estado, e não de uma pessoa.
O intuito do pedido da PF para a quebra de sigilo é saber se o dinheiro das joias foi enviado para Bolsonaro e se a verba para a recompra das joias partiu do ex-presidente. A Justiça ainda tem que autorizar a quebra do sigilo. As informações são do g1.
O Grupo Fé e Política Dom Francisco, da Diocese de Afogados da Ingazeira, divulgou uma nova Carta Denúncia, para afirmar que as medidas anunciadas pelo Governo do Estado no tocante ao desmatamento na região do Pajeú não andaram. O documento lembra que em março deste ano, durante o Seminário Todos por Pernambuco em Afogados da […]
O Grupo Fé e Política Dom Francisco, da Diocese de Afogados da Ingazeira, divulgou uma nova Carta Denúncia, para afirmar que as medidas anunciadas pelo Governo do Estado no tocante ao desmatamento na região do Pajeú não andaram.
O documento lembra que em março deste ano, durante o Seminário Todos por Pernambuco em Afogados da Ingazeira, o Grupo Fé e Política Dom Francisco, representado pelo Bispo Dom Egídio Bisol entregou ao Governador Paulo Câmara documento assinado por instituições de diversos segmentos sociais, resultado de um diagnóstico sobre o desmatamento ilegal e o transporte irregular de lenha da Caatinga, constatando a ocorrência preocupante de um fluxo semanal de cerca de 150 caminhões transportando lenha nas rodovias estaduais, quase sem nenhum controle por parte dos órgãos de monitoramento e fiscalização ambiental do Estado.
“Voltamos a reforçar neste momento, que o desmatamento desenfreado da caatinga tem contribuído para o agravamento do passivo ambiental do bioma com o assoreamento e esvaziamento total de rios e riachos intermitentes e reservatórios de água, destruição da mata ciliar, extração mineral ilegal com forte impacto sobre a vida de famílias de agricultores e agricultoras, levando, inclusive ao ressecamento dos aquíferos subterrâneos pela extração de saibro e areia”, diz o novo documento.
A nota diz ainda que a região caminha para o quinto ano de seca na região e mais de 40.000.000 de m3 de água existentes hoje nos açudes Serrinha e Jazigo (Serra Talhada) estão condenados pela proliferação de Cianobactérias, originadas pelo caldo orgânico despejado diretamente e diariamente nos mesmos, impossibilitando a população de consumir toda essa água pelo risco e os potenciais danos provocados à vida humana e dos animais pelas poderosas toxinas produzidas por esses seres que só se proliferam em condições de ambientes aquáticos extremamente degradados.
Outra grave denúncia é a de que circula entre a população local a suspeita de que deputados estaduais da base de apoio do governo estariam pressionando a CPRH para suspender os embargos impostos às construções ilegais na margem do Rio Pajeú, favorecendo aliados políticos locais e que proprietários de terra, com planos de manejo florestal aprovados pela CPRH, estariam vendendo documento de origem florestal (DOFs) para “legalizar” operações de desmatamento e transporte ilegal de lenha da Caatinga.
“Um ato duplamente criminoso no nosso entendimento, que demonstraria a fragilidade do órgão ambiental do Estado na efetiva fiscalização de operações e monitoramento dos planos de manejo florestais”, diz o texto.
Nove meses depois do Seminário, temos notícia que apenas três operações da CPRH foram realizadas: apreensões de alguns caminhões de lenha, soltura de aves silvestres e outros animais mantidos em cativeiro e destruição de alguns fornos de produção de carvão vegetal. Isso é muito pouco para a gravidade do quadro que vivenciamos na maior bacia hidrográfica do Estado.
As poucas operações realizadas pela CPRH na região ainda revelam um fato preocupante: a falta de estrutura da mesma (CPRH) para atender a grande demanda de combate aos crimes ambientais contra o bioma Caatinga no Pajeú e no Estado como um todo.
Ao final, diz a carta, a omissão da sociedade, e principalmente do Governo, no trato destas questões, levará para um caminho sem volta, inviabilizando toda e qualquer possibilidade de vida biológica, social ou econômica na nossa região.
“Dessa forma, estamos aqui mais uma vez buscando compromisso do Governo do Estado e sua efetiva ação para reversão imediata destas questões e que, dada a importância e gravidade da situação, as ações postas em prática pelos seus agentes sejam feitas com a máxima transparência em relação aos resultados das operações, principalmente aquelas realizadas a cabo pela CPRH no Pajeú, além de entendermos ser também imprescindível a circulação de informações relativas à quantidade de caminhões de madeira abordados e autuados e o destino final dos animais apreendidos”, conclui.
O documento é assinado por Dom Egidio Bisol – Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, UFRPE/NEPPAS, STR, Diaconia, Equipe ecológica Corujão, Colegiado Territorial da Cidadania, Secretaria de desenvolvimento rural de Tuparetama, Conselho de desenvolvimento rural sustentável de Carnaíba, COPAP e Câmara de Vereadores de Carnaíba.
André Terto é empresário e tido como umas das melhores apostas nas disputas eleitorais deste ano. O deputado estadual Rogério Leão confirmou o apoio do jovem André Terto, pré-candidato a vereador do município de Serra Talhada nas eleições de 2020. O acordo foi firmado durante a solenidade de troca de comando do 3º Grupamento de […]
André Terto é empresário e tido como umas das melhores apostas nas disputas eleitorais deste ano.
O deputado estadual Rogério Leão confirmou o apoio do jovem André Terto, pré-candidato a vereador do município de Serra Talhada nas eleições de 2020. O acordo foi firmado durante a solenidade de troca de comando do 3º Grupamento de Bombeiros e entrega de uma nova viatura de combate a incêndio, na manhã desta terça-feira (04), em Serra Talhada.
“Tive a grata satisfação de estar com o amigo e futuro vereador de Serra Talhada, André Terto. Um jovem empresário e de uma grande família serra-talhadense que, com certeza, representará toda a população na Câmara Municipal local. Com essa aliança firmada a partir de agora, André pode ter certeza do nosso total apoio para que juntos, possamos continuar na luta por uma Serra Talhada cada vez melhor”, disse o deputado Rogério Leão.
“Hoje, através de Dr. Leirson, firmei essa parceria com o deputado Rogério Leão e a partir de então, minha família e eu, estamos firmes e fortes com esse grande parlamentar, prontos para ajudar ainda mais o grupo de oposição no nosso município e que é liderado pelo grande deputado federal, Sebastião Oliveira”, afirmou André Terto.
Empresário, filho de Chico Terto, André Terto é representante e proprietário do grupo Premocil, uma das maiores lojas de materiais de construção da capital do xaxado. O jovem é tido – na bolsa de apostas local – como um dos pré-candidatos com mais chances de ser vitorioso nas disputas eleitorais deste ano.
Como alguém que acompanhou toda a saga e luta de autoridades e instituições para que o Aeroporto Santa Magalhães pudesse operar voos regionais começando por Recife, foi um orgulho ser o primeiro jornalista a experimentar essa rota. E já faz um ano. Foi em 13 de novembro de 2020. O voo 5366 da Azul partiu […]
Como alguém que acompanhou toda a saga e luta de autoridades e instituições para que o Aeroporto Santa Magalhães pudesse operar voos regionais começando por Recife, foi um orgulho ser o primeiro jornalista a experimentar essa rota.
E já faz um ano. Foi em 13 de novembro de 2020. O voo 5366 da Azul partiu de Recife às 15h36, por conta do tráfego aéreo. Antes, no embarque, era possível ver os funcionários da companhia ainda se adaptando à rota, com um mais inteirado dando explicações para os que assumiam a responsabilidade de embarcar os passageiros.
O voo partiu com oito dos nove lugares ocupados, uma boa notícia. Prova da importância da rota é que dentre os passageiros, pessoas a negócios, sertanejos que retornavam à região e senhoras como dona Ana Pereira, de São José do Belmonte, que voltava para casa sem a preocupação com as sete ou oito horas que a levariam de carro. “Foi a melhor coisa que fizeram com esse voo”.
No meu caso por exemplo, depois do debate da Cultura FM, que ocorreu numa quinta, tinha agenda médica inadiável e visita à nova sede da Asserpe, que passa por mudanças importantes.
Depois de ir a Recife no busão da Progresso, o retorno de Azul com o Cessna Gran Caravan. Uma mão na roda pra quem precisava de uma noite de sono para o fim de semana das eleições.
Claro, muitos queriam saber sobre o voo. Garanti que é, na definição de quem nunca tinha experimentado esse tipo de aeronave, uma experiência deliciosa. Como amigos e pais de pilotos haviam me relatado, um voo para apreciar a vista.
Isso também pela eficiência dos pilotos Isis Tavares e Emílio Mansur. Trouxeram o asa dura na ponta dos dedos. De baixa altitude e velocidade média, o “trator dos céus” como é chamado pela robustez, favorece uma visão de cidades, regiões montanhosas, rios que cortam a rota com uma nitidez impressionante.
Ao menos nesse voo – cada voo uma história – não houve episódios de grave turbulência. Ao contrário, um trajeto suave até a chegada em solo serra-talhadense. Uma hora e meia de uma bela experiência. O valor da passagem oscila entre R$ 220 e R$ 350. Esse valor oscila para mais ou menos a depender da data de reserva e outros fatores.
O cinema afogadense tem três filmes nacionais na programação, sendo dois deles produções pernambucanas. Será a última semana de exibição do filme ‘A melhor mãe do mundo’(SP), da diretora Anna Muylaert. No filme a catadora de recicláveis Gal focada em proteger seus filhos abandona a casa e os faz acreditar que estão vivendo uma grande […]
O cinema afogadense tem três filmes nacionais na programação, sendo dois deles produções pernambucanas.
Será a última semana de exibição do filme ‘A melhor mãe do mundo’(SP), da diretora Anna Muylaert. No filme a catadora de recicláveis Gal focada em proteger seus filhos abandona a casa e os faz acreditar que estão vivendo uma grande aventura enquanto encaram as adversidades das ruas de São Paulo.
Já as estreias ficam por conta dos filmes pernambucanos: O último azul (PE), de Gabriel Mascaro, e do filme Luiz Gonzaga: Légua Tirana (PE), de Marcos Carvalho e Diogo
No filme de Mascaro, que recebeu o urso de prata no 75º Festival de Berlim (2025), assistimos um Brasil distópico, em que o governo decide transferir os mais velhos para colônias habitacionais. Nesse cenário, Tereza decide realizar um último desejo antes de compulsoriamente ser expulsa de seu lar e enviada para longe.
Já em Légua Tirana, acompanhamos a trajetória do cantor Luiz Gonzaga, sua história com a música e suas ricas e complexas relações com o cenário cultural sertanejo. O filme conta com a participação do poeta afogadense Alexandre Morais e teve uma sessão especial, com participação dele, na noite do sábado.
‘Nesse momento, estamos muito felizes em divulgar uma programação tão rica de histórias e cenários nacionais. É o cinema de rua sertanejo resistindo e cumprindo o seu papel no fortalecimento do cinema nacional, permitindo que a população assista às produções e conheça mais dos filmes produzidos no país e premiados mundialmente.’ diz, Bruna Tavares, uma das programadoras do cinema.
O Cine São José é o único cinema de rua com programação comercial no sertão de Pernambuco. A programação fica disponível no Instagram @cinesaojose , com sessões de quinta a domingo e preços populares de 20 e 10 reais.
O juiz Alberto Alfredo de Souza, da 26ª Vara Cível da Capital acatou ação do Diretório Nacional do MDB pela legitimidade da dissolução do diretório estadual em Pernambuco. O juiz destacou que a decisão de dissolução ou não é matéria interna corporis, ou seja, do corpo interno da agremiação partidária. “A atividade nacional, por meio […]
O juiz Alberto Alfredo de Souza, da 26ª Vara Cível da Capital acatou ação do Diretório Nacional do MDB pela legitimidade da dissolução do diretório estadual em Pernambuco.
O juiz destacou que a decisão de dissolução ou não é matéria interna corporis, ou seja, do corpo interno da agremiação partidária.
“A atividade nacional, por meio de sua Executiva, em ações que lhe são estatutariamente delegada, por se tratar de matéria interna corporis não pode ser impedida de exercer suas atividades”.
O magistrado diz que ainda que a decisão de mérito no procedimento de dissolução possa ser revista, em sede de controle judicial de legalidade e constitucionalidade, ante a prevalência do princípio da inafastabilidade da jurisdição. Ou seja, não é sua atribuição julgar o procedimento de dissolução, mas sim a legitimidade de quem o decidiu.
“Porquanto o ato e questão se vincula à sua motivação e esta deve seguir os ditames do ordenamento jurídico, tanto do plano da legalidade e sobretudo da constititucionalidade”, conclui.
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