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Polícia Civil prende acusado de homicídio em Tupanatinga

Por Nill Júnior
Com Damião Rodrigues da Costa polícia encontrou espingarda e munição (detalhe). Foto: Polícia Civil

A equipe de Policiais da 23ª DPH e da 157ª DP de Buíque, sob a coordenação dos Delegados Antonio Júnior de Lima e Cristina Gomes Santos, prenderam em flagrante delito Damião Rodrigues da Costa, um dos autores do homicídio contra Fernando Simplício de Oliveira e de tentativa de homicídio contra Antonio Bezerra de Araújo.

O crime ocorreu na inicio da noite de ontem, dia 12 de setembro, em Tupanatinga, no povoado Boqueirão.

Ele estava escondido em um casebre na zona rural do município, há 20 quilômetros. Com ele, foi apreendida um Espingarda calibre 20 e trinta munições do mesmo calibre. Já o comparsa Paulo Vicente da Silva fugiu e não foi localizado.

Foi representado ao judiciário o pedido da decretação de sua prisão preventiva. Fernando será apresentado na Audiência de Custodia na comarca de Arcoverde.

Tuparetama: o efetivo do Malhas da Lei/23º  BPM e Polícia Civil cumpriram Mandado de Prisão na PE 275, perímetro urbano da cidade, nas proximidades do Posto de Combustível BR. contra Luiz Carlos de Santos Silva,35 anos, residente no Sítio Serrinha, área rural do munic´[ipio.

Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Afogados da Ingazeira e após levado à Cadeia Pública de Tuparetama. Luiz Carlos é  acusado de participar com outros homens de assalto no dia 3 de agosto a uma residência no Sítio Alazão de Iguaracy.

Os criminosos amarraram as vítimas em um dos cômodos da casa. Na mesma noite a quadrilha se dirigiu a outra   residência no Sítio Saco, área rural de Ingazeira, onde levou pertences da vítima e o alvejou com disparo de arma de fogo. O grupo utilizou de extrema violência. Os demais componentes estão sendo procurados. Luiz Carlos é tido como o chefe do grupo.

Outras Notícias

Isenção do IR será corrigida em até 6,5%, explica Humberto

Os senadores aprovaram nesta terça-feira (30), com o apoio da bancada do PT, a Medida Provisória (MP) que reajusta a tabela do Imposto de Renda (IR) entre 4,5% e 6,5%. Humberto Costa (PE), líder do partido no Senado, defendeu, em discurso na tribuna, a aprovação da proposta encaminhada pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso Nacional […]

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Os senadores aprovaram nesta terça-feira (30), com o apoio da bancada do PT, a Medida Provisória (MP) que reajusta a tabela do Imposto de Renda (IR) entre 4,5% e 6,5%. Humberto Costa (PE), líder do partido no Senado, defendeu, em discurso na tribuna, a aprovação da proposta encaminhada pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso Nacional e criticou o comportamento da oposição. O texto segue para a sanção presidencial.

Segundo ele, falta autoridade política àqueles que, quando estiveram à frente da política econômica, não procuraram fazer essa justiça fiscal. “Nós ouvimos vários próceres da oposição fazerem ataques frontais a essa MP e aos governos de Lula e Dilma, mas passaram seis anos impondo perdas aos trabalhadores com 0% de reajuste da tabela do IR”, afirmou.

Com base em dados oficiais, Humberto registrou que, ao longo dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002, em apenas dois anos deles houve correção da tabela do IR. “E eu não estou falando aqui de correção abaixo da inflação, eu estou falando de correção zero, eu estou falando de inflação muitas vezes superior a 5%, 6%, 7% e a correção da tabela do Imposto de Renda foi zero”, discursou.

Humberto destacou que, ao longo dos 12 anos de governos do PT, em 11 deles houve correção da tabela. “Essa defasagem que eles aqui cobram não é a defasagem havida nos governos do PT. Ao contrário: quando levamos em consideração aquilo que deveria ter sido corrigido nos governos tucanos e não foi corrigido, é que se chega àquele percentual que agora os convertidos tucanos querem que o Governo da Presidenta Dilma possa garantir”, disse.

Segundo Humberto, um acordo com a base levou o Governo a encaminhar essa nova MP que escalona a correção da tabela do IR entre 4,5% e 6,5%, oferecendo reajuste maior para quem ganha menos e menor para quem ganha mais.

De acordo com a MP, os trabalhadores que ganham de  R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65 pagam 7,5% em Imposto de Renda. Já para as rendas entre R$ 2.826,65 a R$ 3.751,05, o imposto é de 15%. Os que recebem de R$ 3.751,06 até 4.664,68 pagam 22,5%. A faixa mais alta, com imposto de 27,5%, pega todos com salário maior do que R$ 4.664,68. Os que recebem menos de R$ 1.903,99 não recolhem Imposto de Renda.

O líder do PT observou que a MP foi objeto de amplo debate no Legislativo, conduzido, inclusive, pelo próprio Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e pelo líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), e também junto aos líderes dos partidos da Base do Governo.

Ele acredita que o montante total da renúncia fiscal do Governo, que será da ordem de R$ 4 bilhões, irá alimentar a atividade econômica para fazê-la se movimentar e produzir crescimento, emprego, melhorar a renda, garantir salários e diminuir o esforço, especialmente da população de menor renda.

EUA: Ted Cruz vence Trump em Iowa; comitê de Hillary declara vitória

Do G1 Ted Cruz saiu na frente na disputa por uma vaga para concorrer à Presidência dos EUA nas eleições de 8 de novembro. Com 28%, ele foi o favorito entre os eleitores republicanos de Iowa, o primeiro estado do país a realizar um caucus, prévia eleitoral em forma de pequenas assembleias comunitárias. Já a disputa […]

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Ted Cruz sorri ao lado de sua mulher, Heidi, após ser declarado vencedor do caucus republicano em Iowa, na segunda (1º) (Foto: Reuters/Jim Young)

Do G1

Ted Cruz saiu na frente na disputa por uma vaga para concorrer à Presidência dos EUA nas eleições de 8 de novembro. Com 28%, ele foi o favorito entre os eleitores republicanos de Iowa, o primeiro estado do país a realizar um caucus, prévia eleitoral em forma de pequenas assembleias comunitárias.

Já a disputa democrata continuava sem decisão oficial às 11h (horário de Brasília). O comitê de campanha de Hillary Clinton comemorava vitória por volta das 7h (horário de Brasília). Por problemas em dezenas de pontos de votação, a contagem ficou praticamente parada durante horas.

Apesar de Hillary Clinton ter liderado durante toda a apuração, a diferença entre ela e Bernie Sanders, que chegou a ser de mais de 3 pontos, caiu para apenas 0,2%. Às 8h (horário de Brasília), com 99% da apuração concluída Hillary tinha 49,9% e Sanders, 49,6%.

Hillary Clinton acena, ao lado do marido Bill e da filha Chelsea, após o caucus democrata em Iowa, na noite de segunda (1º) (Foto: AP Photo/Patrick Semansky)
Hillary Clinton acena, ao lado do marido Bill e da filha Chelsea, após o caucus democrata em Iowa, na noite de segunda (1º) (Foto: AP Photo/Patrick Semansky)

Em seu discurso, Cruz disse que o resultado foi “uma vitória dos conservadores corajosos ao redor do país” e afirmou que não será escolhido pela mídia ou pelos políticos de Washington, mas pelo povo. O pré-candidato disse que o poder não vem de Washington, mas sim de Deus, e criticou duramente o presidente Barack Obama e seus adversários democratas.

Rubio foi o primeiro a discursar após a divulgação do resultado dos republicanos. Ele cumprimentou Cruz pela vitória, criticou os pré-candidatos democratas e afirmou ter certeza de que será o indicado para concorrer à presidência.

“Por muitos meses disseram que este momento nunca chegaria, e agora estamos aqui”, disse, no início de seu discurso.

Na sequência, Trump se disse “honrado” por terminar em segundo e disse que irá continuar lutando para conseguir a indicação. O empresário, visivelmente abalado, também declarou seu amor por Iowa e afirmou que sua campanha continua firme a partir de terça-feira em New Hampshire.

Antes do início da votação, Donald Trump aparecia como favorito nas pesquisas, com 27%, contra 22% de Ted Cruz e 21% de Marco Rubio. Entre os democratas, Hillary Clinton e Bernie Sanders surgiam com 50% e 44%.

Em Serra, Raquel Lyra diz que não precisa se escorar em nenhum sobrenome para chegar ao segundo turno

A candidata do PSDB ao Governo do Estado, Raquel Lyra, mostrou confiança em estar no segundo turno da eleição estadual. Foi em entrevista ao Sertão Notícias, da Cultura FM, com Tony Alencar e Caren Diniz. Raquel respondeu a uma pergunta desse blogueiro sobre o fato de manter-se brigando pelo segundo turno mesmo sem um nome […]

A candidata do PSDB ao Governo do Estado, Raquel Lyra, mostrou confiança em estar no segundo turno da eleição estadual. Foi em entrevista ao Sertão Notícias, da Cultura FM, com Tony Alencar e Caren Diniz.

Raquel respondeu a uma pergunta desse blogueiro sobre o fato de manter-se brigando pelo segundo turno mesmo sem um nome nacional que a puxe diante da polarização.

Raquel credenciou essa posição à sua história política e fez críticas aos adversários. “Sempre me apresentei a Pernambuco com minha trajetória, minha história”, disse, elencando as funções que ocupou.

“Nunca me escorei em nenhum sobrenome nem em uma candidatura nacional. Pernambuco vive o pior momento de sua história. Somos campeões em desemprego, pior estado para empreender do Brasil, o Governo de Pernambuco é bom de cobrar imposto mas não entrega resultado”.

E seguiu: “Não é o presidente da República que vai governar Pernambuco. É por isso que nos estamos no segundo turno e todas as pesquisas indicam isso”

Disse ainda que não precisa estar em primeiro lugar no segundo turno. “Eu preciso estar lá. E não tem quem segure quando chegar ao segundo turno. Não foi tempo de TV, não foi dinheiro, não roubei a prefeitura de Caruaru pra fazer campanha. Tem gente andando com mala de dinheiro, de helicóptero, de avião. Eu ando no chão, na estrada, nesses buracos que tem aqui em Pernambuco. Nossa campanha é ficha limpa. Só tive a Polícia Federal comigo  quando eu fui delegada”.

Ela negou que esteja discutindo qualquer alinhamento com o PSB. “Paulo Câmara governou sem olhar Pernambuco, encastelado no Palácio fazendo alianças de ocasião. Querer me atrelar a qualquer tipo de candidatura  não tem sentido. Danilo Cabral é o candidato de Paulo Câmara. Perguntada por Tony Alencar se não aceitaria o apoio do PSB no segundo turno, disse que “não faria exercício de futurologia”.

‘Isso é terrorismo, é golpismo’, diz Dino sobre atos terroristas contra sedes dos três poderes

Ministro da Justiça disse ainda que terroristas ‘não conseguirão destruir a democracia’ no país.  Por Rosanne D’Agostino, Letícia Carvalho e Paloma Rodrigues, g1 e TV Globo — Brasília O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse em entrevista coletiva que os atos de vândalos bolsonaristas em Brasília neste domingo (8) são “terrorismo” e “golpismo”. No meio […]

Ministro da Justiça disse ainda que terroristas ‘não conseguirão destruir a democracia’ no país. 

Por Rosanne D’Agostino, Letícia Carvalho e Paloma Rodrigues, g1 e TV Globo — Brasília

O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse em entrevista coletiva que os atos de vândalos bolsonaristas em Brasília neste domingo (8) são “terrorismo” e “golpismo”.

No meio da tarde, os vândalos invadiram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Palácio do Planalto e do Congresso. Eles rasgaram obras de arte, quebraram vidraças e destruíram móveis.

“Isso é terrorismo, é golpismo. Temos a certeza de que a imensa maioria da população não quer a implementação dessas trevas”, afirmou Dino.

O ministro afirmou ainda que os terroristas não destruirão a democracia.

“Não conseguirão destruir a democracia brasileira. É preciso dizer isso cabalmente, com toda firmeza e convicção”, completou.

Governo do DF dizia que segurança era ‘adequada’

Dino relatou que o governo do Distrito Federal, em reuniões preparatórias, dizia que a segurança para este domingo (8) era “adequada” e que a situação estaria “sob controle”.

“Havia por parte do governo do Distrito Federal uma visão de que a situação estaria sob controle”, afirmou Dino.

“O governador Ibaneis, com toda certeza, ao efetuar um pedido de desculpas públicas ao chefe dos poderes da União, está reconhecendo que algo deu errado nesse planejamento. E quero crer que o senhor governador vai apurar as responsabilidades em relação àqueles que não cumpriram seus deveres constitucionais”, continuou o ministro da Justiça.

Dino afirmou que ideologia política tem se infiltrado nas polícias e atrapalhou o combate aos terroristas.

“Há, sim, objetivamente, preferências ideológicas nas instituições atrapalhando o cumprimento de deveres constitucionais”, disse.

“Vamos ter que separar o joio do trigo. Uma coisa é preferência eleitoral, todo mundo tem direito. Usar a preferência eleitoral para se omitir, prevaricar, para ser conivente com o crime, não é compatível com a função de servidor público”, completou.

Intervenção federal

Após os atos terroristas em Brasília, o presidente Lula decretou intervenção na segurança pública na capital federal. O interventor será o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Capelli.

“O interventor vai amanhã dirigir um expediente ao Ministério da Defesa pedindo também a cessão de militares para poderem apoiar esse esforço de manutenção da ordem pública sob comando do interventor”, relatou Dino.

Presos

Dino disse ainda que 200 pessoas já foram presas em flagrante e que as prisões podem continuar ao longo da noite. Segundo o ministro, a situação de flagrante permanece mesmo os terroristas já tendo deixado a Praça dos Três Poderes.

O ministro também afirmou que o governo identificou os ônibus que levaram terroristas a Brasília. Os veículos foram apreendidos.

“Nós chegaremos nos financiadores”, garantiu Dino.

Câmara recebe o cargo de João Lyra, que se despede

Depois de passarem 40 minutos dentro do Palácio do Campo das Princesas, O ex-governador João Lyra Neto e o novo governador Paulo Câmara deixam o prédio e começam o ato de transmissão em si. A chefe do cerimonial, Ângela Mota, faz a leitura do termo de posse. Em seguida, João Lyra assinou o documento e […]

termo

Depois de passarem 40 minutos dentro do Palácio do Campo das Princesas, O ex-governador João Lyra Neto e o novo governador Paulo Câmara deixam o prédio e começam o ato de transmissão em si. A chefe do cerimonial, Ângela Mota, faz a leitura do termo de posse.

Em seguida, João Lyra assinou o documento e transmitiu o cargo para Câmara. Após Raul Henry assinar o termo, ambos se despedem de João Lyra e o acompanham até o seu veículo. (Blog da Folha)