O Comando do 23ºBPM recepcionou na tarde de ontem na sede da AIS em Afogados da Ingazeira o reforço Policial Militar vindo da capital pernambucana. Os PMs que reforçarão a segurança nas eleições foram recepcionados pelo o Comandante do 23ºBPM, o Major Marcos Barreto e demais Oficiais.
Eles receberam as boas vindas a região do Pajeú, bem como, receberam orientações quanto ao pleito e a lei eleitoral vigente. Todo o efetivo extra foi encaminhado aos municípios de circunscrição do Batalhão. Eles estarão a serviço do Poder Judiciário, Ministério Publico e comunidade.
Importância das câmeras corporais para denunciar polícia que mata: na delegacia, o policial militar disse que o rapaz tinha dado um tapa na arma, provocando o disparo. Caso ocorreu em janeiro em Guaianases, na Zona Leste de SP. Imagens da câmera corporal do sargento Thiago Guerra mostram o momento em que ele dá uma coronhada em […]
Importância das câmeras corporais para denunciar polícia que mata: na delegacia, o policial militar disse que o rapaz tinha dado um tapa na arma, provocando o disparo. Caso ocorreu em janeiro em Guaianases, na Zona Leste de SP.
Imagens da câmera corporal do sargento Thiago Guerra mostram o momento em que ele dá uma coronhada em um jovem durante uma abordagem em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo. No instante seguinte, a arma do policial dispara e mata Victoria Manoelly dos Santos, de 16 anos.
O caso ocorreu em janeiro, mas as imagens, obtidas pelo g1, foram anexadas pelo Tribunal de Justiça ao processo em 28 de maio.
Na ocasião, Kauê Alexandre dos Santos Lima, irmão de Victoria, estava com ela e outros familiares em uma praça do bairro, após encerrar o expediente na adega onde trabalhava. Segundo Kauê, o grupo notou uma movimentação policial nas proximidades e foi até o local para ver o que estava acontecendo.
A equipe do sargento Thiago Guerra havia sido acionada para atender uma ocorrência de roubo e procurava suspeitos na região. No entanto, ao se aproximar da praça, Kauê foi abordado pelos policiais, o que deu início a uma discussão. Nas imagens, ele aparece sendo puxado pela gola da camiseta e dizendo: “Tira a mão de mim”.
A gravação contraria a versão registrada pelo policial no boletim de ocorrência. De acordo com o sargento, Kauê teria colocado as mãos na altura da cintura e, ao tentar se esquivar da abordagem, deu um tapa na mão do PM, provocando o disparo acidental.
Pelas imagens, também é possível ver o desespero da mãe dos jovens, Vanessa Priscila dos Santos, que acompanhou a ação. “Mataram a minha filha”, gritou ela enquanto pedia ajuda.
O irmão de Victoria chegou a ser detido e soube da perda da irmã quando foi levado à delegacia pela PM. Ao ouvir da mãe que a jovem havia morrido, ele desabou no chão em desespero, chorando muito.
Foto: Wellington Júnior Informação de confiança salva vidas durante uma pandemia. Há uma parcela de brasileiros que entende a importância de se informar corretamente, seguir as medidas das autoridades da saúde e confiar nas instituições científicas como fontes de informação. Esta é a constatação de estudo do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e […]
Informação de confiança salva vidas durante uma pandemia. Há uma parcela de brasileiros que entende a importância de se informar corretamente, seguir as medidas das autoridades da saúde e confiar nas instituições científicas como fontes de informação.
Esta é a constatação de estudo do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), realizado no contexto de uma pesquisa mais ampla sobre como brasileiros e brasileiras veem a Fiocruz. Quem assina o estudo são os pesquisadores Luisa Massarani, Ione Maria Mendes, Vanessa Fagundes, Carmelo Polino, Yurij Castelfranchi e Bertha Maakaroun.
Intitulado Confiança, atitudes, informação: um estudo sobre a percepção da pandemia de COVID-19 em 12 cidades brasileiras, o estudo analisa de que forma brasileiros e brasileiras enxergam a doença. Para isso, são levadas em consideração uma série de critérios, como a gravidade e os perigos da COVID-19, as fontes de informação e confiabilidade, a checagem de fatos, as atitudes, as precauções e prioridades para o enfrentamento e as relações de confiança na ciência. Quando questionados a respeito destas temáticas, os 1.643 cidadãos que respondem à survey demonstram certo nível de confiança nas instituições de pesquisa.
Afinal, os brasileiros acreditam nas medidas de restrição?
Em dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada de vários casos de pneumonia de origem indeterminada na cidade chinesa de Wuhan. Uma semana depois, em 7 de janeiro de 2020, as autoridades chinesas identificaram a origem das infecções: um novo tipo de coronavírus, o Sars-CoV-2, causador da COVID-19. Segundo os autores do estudo do INCT, a quebra de barreiras espaciais e a crescente circulação de pessoas configuram um terreno fértil para o descontrole do contágio pelo vírus.
Dos entrevistados na pesquisa, 82% concordam que não correm o risco de serem contaminados pelo vírus se seguirem as orientações indicadas por instituições de saúde. Os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais discordam: para eles, seguir as precauções que estão sendo indicadas não significa evitar o risco de contaminação.
A maioria das pessoas discorda com a máxima “não se pode fazer nada para evitar o contágio pela COVID-19”, e 77% reconhecem que a única forma de evitar o contágio é ficar em casa. Entre as mulheres, a ideia de ficar em casa para não se contagiar é melhor aceita do que entre os homens.
Embora 79% dos entrevistados concordem com as recomendações dos cientistas e profissionais da saúde, pessoas com renda domiciliar de até dois salários-mínimos têm maiores índices de impossibilidade de segui-las por falta de recursos. Já nas faixas de renda de cinco a vinte salários-mínimos há maior concordância e aderências às recomendações. Na faixa mais alta de renda há maior inclinação pela discordância e não aderência às medidas.
Comunicação de risco e confiança na informação científica
O segredo do sucesso de políticas públicas para barrar a transmissão da doença está, em parte, no modo como são percebidos a ciência e os cientistas — ou seja, no quanto a população confia nas instituições e na mídia durante a pandemia, além da percepção de risco da doença por parte das pessoas. Essa percepção, além de determinada por fatores socioeconômicos, políticos e culturais, é afetada pelos efeitos da comunicação sobre riscos.
De acordo com os autores, a comunicação de risco é uma parte relevante na gestão de crises da saúde pública. É entendida como a “troca de informação, aconselhamento e opiniões em tempo real entre peritos, líderes comunitários, funcionários e as pessoas que estão em risco”.
Na época em que a survey foi aplicada, entre maio e junho de 2020, 97,3% dos entrevistados para o estudo disseram que depositavam confiança nos cientistas para encontrarem a cura da COVID-19. Dentre eles, 45% acreditavam numa resposta mais rápida, enquanto 52% acreditavam em um processo mais demorado. Apenas 3% disseram não acreditar que os cientistas encontrassem uma “solução” para a COVID-19.
Já em relação à capacidade de comunicação e clareza das informações concedidas pelos cientistas em entrevistas, blogs, vídeos ou sites sobre a COVID-19, 42% consideram claras e efetivas; 26% acham que as informações são conflitantes e estão confundindo as pessoas; 16% consideram que os cientistas não deveriam falar em público, mantendo as suas opiniões restritas às instituições; e 16% acreditam que os cientistas sejam muito competentes, mas não sabem se comunicar.
“Os descompassos, erros de agenda legislativa e falta de coordenação política do governo fizeram a proposta de Reforma da Previdência enviada ao Congresso por Bolsonaro perder velocidade”. A avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), é de que a injustiça do projeto com os mais pobres e a posição contrária dos governadores […]
“Os descompassos, erros de agenda legislativa e falta de coordenação política do governo fizeram a proposta de Reforma da Previdência enviada ao Congresso por Bolsonaro perder velocidade”. A avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), é de que a injustiça do projeto com os mais pobres e a posição contrária dos governadores do Nordeste ao teor da proposta também vão levar o projeto a naufragar ainda na Câmara dos Deputados.
“Do jeito que está, isso não passa. É inaceitável o que querem fazer aos mais pobres, estabelecendo menos da metade de um mínimo para os idosos com 60 anos, o que querem fazer aos trabalhadores rurais, às mulheres, aos professores”, afirma Humberto. Segundo o líder do PT, a proposta de Bolsonaro leva, os mais pobres a trabalharem, em média, cerca de 11 anos a mais que do trabalhadores de classe média, que começam as atividades mais tarde, por exemplo.
“Os mais pobres, normalmente, começam a trabalhar mais cedo, muitas vezes em empregos que demandam mais, inclusive fisicamente. Mas vão ter de cumprir um tempo excessivo de idade e contribuição para receberem a integralidade do benefício ao fim da vida. Isso leva os mais pobres a trabalharem 30% mais do que um trabalhador da classe média”, afirmou o senador.
De acordo com o projeto, o trabalhador precisará contribuir por 40 anos para ter direito à aposentadoria integral, além de ter que cumprir a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. “A Reforma da Previdência é um projeto cheio de distorções, que aprofunda as desigualdades já existentes no país e que foi produzido sem qualquer diálogo com a sociedade”, disse Humberto.
Para o senador, a proposta encontra muita resistência no Congresso Nacional. “O governo não terá vida fácil com essa proposta. Até mesmo dentro de sua base, há parlamentares contrários à medida. A sociedade civil também já está começando a se mobilizar para derrubar essa reforma. Não vamos permitir que esse retrocesso seja aprovado no Congresso. Estamos unindo forças e vamos seguir na luta.”
Agência Brasil – O governo começa a anunciar amanhã (11) medidas de contenção de despesas nos ministérios. Segundo o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), as medidas de cunho administrativo serão o início de uma série de decisões para ajustar os gastos do governo nas próximas semanas. O primeiro anúncio será a […]
Para Delcídio Amaral, não dá mais para esperar a conclusão e anúncio das medidas
Agência Brasil –O governo começa a anunciar amanhã (11) medidas de contenção de despesas nos ministérios. Segundo o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), as medidas de cunho administrativo serão o início de uma série de decisões para ajustar os gastos do governo nas próximas semanas.
O primeiro anúncio será a redução de custeio dos ministérios, que serão reestruturados e terão contratos de prestação de serviço revistos para cortar gastos. Em seguida, a equipe econômica deverá anunciar ajustes que ainda estão sendo estudados em programas de governo, redução de ministérios, obras e investimentos previstos e que não deverão se realizar.
“A partir de amanhã, o governo já começa a anunciar as primeiras decisões de caráter administrativo. O governo vai trabalhar no enxugamento de sua estrutura, no enxugamento de ministérios e na revisão de contratos de prestação de serviços”, acrescentou o líder.
“Ficou acertado que a partir de amanhã o governo começa a anunciar medidas de cunho administrativo. Na semana que vem, completaremos as ações do governo, a fim de que possamos sair desse cenário kafkiano para o Orçamento de 2016”, destacou o parlamentar.
Segundo Delcídio, o governo analisa obras em andamento e que precisam ser concluídas e os investimentos que podem ser adiados até a conclusão desses projetos. “Para se ter uma ideia, nós temos 1,5 milhão de casas para entregar.”
De acordo com o líder, após esse segundo ajuste, o governo deverá propor novas fontes de receitas “transitórias”, de modo a ajudar a fechar a conta do Orçamento do próximo ano. As novas receitas deverão incluir aumento de impostos que não impactem a inflação.
“Alguns impostos são fáceis de arrecadar, mas fazem um estrago do ponto de vista inflacionário. A Cide é uma. A proposta apresentada tem impacto de até 1% na inflação.” Para o líder, a ideia é “calibrar” para evitar esses efeitos.
Delcídio disse ainda que a presidenta Dilma Rousseff está sendo “cautelosa” para evitar desencontros e alardes com as lideranças políticas.
“A presidenta Dilma está com muito cuidado, primeiro não publicizando o que vai fazer, até para depois não voltar atrás. Vocês estão acompanhando divergências de lideranças do governo que prejudicaram o andamento de uma série de ações. Ela está tomando muito cuidado com isso, para fazer um ajuste competente na estrutura dos ministérios e não ter de recuar. Isso exige conversa política. Tem de ser costurado com os partidos para não termos nenhum tremor de terra no caminho”, afirmou.
Para Delcídio, algumas medidas terão valor “simbólico”, como o corte de alguns ministérios com pouco impacto orçamentário, mas indicam que o governo está “dando o exemplo” para ajustar as contas.
O líder informou que conversou com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e concluíram que “não dá mais para esperar”. “Temos até a semana que vem para fechar esse elenco de medidas, a fim de darmos uma resposta sobre o que o governo tem feito e trabalhado. Também para responder àqueles que estão esperando as posições do governo no que se refere ao Orçamento”, concluiu.
Para a presidente da Câmara de Tabira, é preciso buscar primeiro construir um projeto de cidade. Entrevistada pelo blogueiro Leo Brasil, que tem feito uma série de Lives com os atores da sucessão municipal em Tabira, a presidente da Câmara foi perguntada diversas vezes sobre o seu caminho político, a avaliação da gestão Sebastião Dias, a […]
Para a presidente da Câmara de Tabira, é preciso buscar primeiro construir um projeto de cidade.
Entrevistada pelo blogueiro Leo Brasil, que tem feito uma série de Lives com os atores da sucessão municipal em Tabira, a presidente da Câmara foi perguntada diversas vezes sobre o seu caminho político, a avaliação da gestão Sebastião Dias, a possibilidade de composição com o ex-prefeito Dinca Brandino e as conversas de bastidores em torno do seu nome e da conjuntura partidária.
Nelly avaliou como boa a primeira gestão do prefeito Sebastião Dias, reconhecendo as dificuldades estruturais do governo, porém bem intencionada na prestação do serviço público. Criticou a condução política da gestão, por receber interferência direta de atores que não foram eleitos pelo voto popular, como o filho do prefeito Allan Dias.
Sobre o nome de Flávio Marques e a conjuntura de PT/PSB, Nelly criticou a forma de como se deu o projeto. “Uma aliança pragmática, gerida de cima para baixo, sem escutar a população e imposta por quem não vive a realidade política de Tabira.”
Ressaltou as qualidades pessoais de Flávio Marques, o respeito a militância coerente de Zé de Bira sempre no PSB, mas disse não compreender quem sempre combateu uma gestão, de repente baixar a cabeça por uma imposição maior que discute mais nomes do que projeto de cidade.
Sobre a possibilidade de aproximação com o ex-prefeito Dinca Brandino, Nelly disse não existir nenhum tipo de acordo em mesa. Se critica a forma como as coisas se estão se dando no campo governista, não vai repetir na ala de Dinca. Mas se coloca aberta para discussão com todos os grupos, podendo vir a construir com aquele que tiver um alinhamento maior com o plano de governo que pretende apresentar a Tabira no momento oportuno.
Ressaltando as ações da Câmara Municipal, Nelly comentou a devolução do duodécimo, a doação de 500 máscaras para a Secretária de Saúde e a antecipação da parcela de décimo terceiro dos servidores.
Ainda sobre a sucessão política, disse respeitar a legitimidade do governo Sebastiao Dias em indicar esse ou aquele. Mas ressalvou, a questão da própria conjuntura que elegeu Sebastião Dias as duas vezes, ter sido ampla, debatida, construída dentro de um conjunto maior de forças e não imposta, como acontece agora. Nunca clara sinalização que o prefeito não estaria usando para o seu “ungido” a mesma receita que foi beneficiado nas suas eleições.
Nelly acredita na possibilidade de concorrer em via própria e segue as articulações com seu grupo de vereadores e lideranças.
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